Símbolos do Santanópolis

FOTO OFICIAL DO ENCONTRO

FOTO OFICIAL DO ENCONTRO

quinta-feira, 26 de julho de 2012

ANIVERSÁRIO DE DAPHNIS OLIVEIRA

Completa 83 anos hoje o Santanopolitano Daphnis, ainda vamos comemorar muitas vezes esta data.

SE VIS PACEM, PARA BELLUM

Hugo Navarro da Silva

A indústria bélica brasileira, que floresceu durante algum tempo e chegou a  reforçar exércitos regulares e organizações marginais em diversas partes do mundo, passou a sofrer, a partir do final dos anos oitenta, sistemático trabalho de desmontagem, quando o povo brasileiro ficou empolgado com a redemocratização, certo de que  no rol das necessidades humanas a democracia, a liberdade e o assalto aos cofres públicos estavam em primeiro lugar, reativando velhas e insaciáveis fomes, do que resultou o país que temos, hoje, da ganância a qualquer custo, fazendo renascer antigas regras que durante a chamada “República Velha” comandaram, em grande parte, a política brasileira, e se tornaram uma espécie de bíblia nacional, como aquela  do “farinha pouca meu pirão primeiro” e aqueloutra do “é dando que se recebe”, esta, que resultou no famoso caso do “mensalão”, de tantos e inócuos desdobramentos, mas cujos resultados estão pendentes de julgamento do STF, de que podem sair resultados sensacionais, capazes de mostrar à sociedade brasileira  alguma seriedade, ou se desmanchar em palavrório jurídico supostamente erudito, de valor semelhante às das melhores receitas de feijoada completa.
Sempre acreditamos que o país, sem ferir sua orientação contrária à guerra, não poderia sucatear as forças armadas, vota-las ao abandono que se seguiu à queda do regime militar. É que temos interesses a defender em que estão incluídas a tranquilidade e a paz para trabalhar e produzir, levando-se em conta, principalmente, que um país com as fronteiras marítima e terrestre que temos, não pode negligenciar em termos de segurança, levando em conta fatores diversos como o crescente contrabando de armas e drogas, o perigo do terrorismo internacional e a nossa vizinhança de alguns governos cada vez mais pendendo para a ditadura, cujos caminhos ninguém pode prever. O Brasil já foi invadido, certa vez, por tropas do Francisco Solano Lopez, o que custou, ao povo brasileiro, esforços inauditos e enormes sacrifícios de vidas humanas. Ninguém pode garantir que nossas fronteiras não serão violadas, no futuro, por algum tiranete sul-americano em busca de “inimigo”, que lhe possa garantir motivos para a permanência no poder, principalmente agora que temos a urgente necessidade de proteger a exploração do petróleo de nosso mar territorial, que o regime militar expandiu, previdentemente, para quatrocentas milhas.
Ainda que o famoso pré-sal do petróleo esteja longe das enormes riquezas apregoadas, para efeitos eleitorais, pelo governo, o verdadeiro manancial petrolífero brasileiro está no mar, o que de certo  contraria o relatório de mister Link, famoso descobridor de petróleo, execrado, durante certo tempo, em inscrições de muros e discursos da esquerda brasileira, mas que examinou nossas possibilidades antes das          quatrocentas milhas, o certo é que a exploração petrolífera no mar necessita da proteção de Marinha forte em homens e armas.
 Reportagem veiculada, recentemente, na televisão por assinatura, mostrando o gigantesco programa do governo e de empresas privadas, em Itaguaí, para a fabricação de material de guerra, no  qual estão incluídos  carros de combate e submarinos, inclusive submarinos atômicos,  revive velhos sonhos do fortalecimento bélico nacional, liquidados quando  Collor de Mello, presidente, fez festa ao inutilizar, com vasta publicidade,  buracos   preparados, na Serra do Cachimbo, para explodir a primeira bomba atômica brasileira. Preferiu explodir a República.
O renascimento da nossa indústria bélica, entretanto, não parece destinado, apenas, aos interesses nacionais. O “se vis pacem” perdeu o sentido. Há trilhões de dólares no mercado internacional de armas e recursos para fabrica-las é o que não falta.
Só  não há dinheiro para pagar aos professores.
 Hugo Navarro da Silva - Santanopolitano, foi aluno e professor do Colégio Santanópolis. Advogado, jornalista escreve para o "Jornal Folha do Norte". Gentilmente, a nosso pedido, envia semanalmente a matéria produzida

quarta-feira, 25 de julho de 2012

BANDA DO COLÉGIO SANTANÓPOLIS

1- Deusimar;  2- Joel Carvalho;  3- Jataí;   4- João Catapano;   5- Simônidas

Foto no facebook de Joel Carvalho




terça-feira, 24 de julho de 2012

ALUNAS...

ENVIADO POR - IARA MARGARIDA
QUANDO - 1967
Eliomar, Ana e Adenice

SOBRE O MINISTÉRIO DA ADVERTÊNCIA

Prof. Carlos Pereira Novaes

           Você, leitor, que é um homem inteligente, me ajude a entender uma coisa que eu não consigo atinar, nesta lógica ilógica de nossas autoridades e médicos.
            Um dia desse eu vi um maço de cigarros onde estava escrito que os cigarros, em geral, têm, em, sua composição, quase cinco mil produtos altamente tóxicos em sua composição e que o cigarro, ele, e não os cinco mil produtos tóxicos, é perigoso e pode causar câncer e outros males á saúde do cidadão. È o que estava escrito.
            Bem, indiretamente, eu sou professor de saneamento e em saneamento tem um critério rigoroso que é chamado de “padrões de portabilidade da água”, que são, entre muitas coisas, as dosagens mínimas e as máximas de certas substâncias que a água deve conter, para ser consumida saudavelmente.
            Agora vejam só, as fábricas fazem um cigarro já envenenado, escreve que ele está envenenado, dão para os pobres dos fumantes, que após uns anos, tem câncer, e as autoridades dizem que é o cigarro e não os tóxicos, à causa do câncer.
Se eu tiver errado, me perdoem, mas, nicotina, alcatrão e outras substâncias, do fumo, orgânicas, dão tantos cânceres assim? Será que estes cânceres não estão é sendo causados pelos 5000 produtos químicos tóxicos postos nos cigarros?
Os índios americanos fumavam muito. Eles tinham tantos cânceres assim?
Minha Vó morreu velha, cuspindo, mas foi de morte por velhice e não câncer.
Ou seja, eles colocam quase cinco mil produtos tóxicos no cigarro, e vejam só, com o beneplácito do tal do ministério da advertência, que escreve, por exemplo:
            “O ministério da saúde adverte: fumar causa aborto espontâneo”. Saúde???
            O ministério da saúde adverte? Você não acha que já está na hora de nós, os cidadãos, exigirmos, do tal ministério da advertência, que parem de advertir e exijam das indústrias e dos fabricantes que só fabriquem cigarros orgânicos, ou que, pelo menos, tenham um padrão de consumo para a edição mínima de produtos tóxicos no cigarro, que, a meu ver, deveriam ser proibidos, já que são tóxicos, como eles dizem?
            Você não acha, já que os fabricantes admitem e o governo até corrobora esta estupidez, que seria bom à gente fazer um grande abaixo assinado, começando aqui em Feira de Santana, e ingressar com uma causa, eu não sei nem o termo exato, no Ministério Publico, contra estes fabricantes de cigarros e a união e mandar este tal de ministério da advertência parar de advertir? Que coisa ridícula? Advertir? Só isto?
            Afinal, para que tantas universidades? Você não acha que elas podem ajudar a selecionar um fumo menos prejudicial à saúde? A fazerem cigarros quase inócuos?
Diga-me uma coisa, e você pode fazer esta mesma pergunta para quaisquer pneumologistas: qual é a diferença dos níveis de câncer e outros males, que existem, entre os fumantes citadinos e os campesinos, que só fumam cigarros orgânicos, aliás de péssima qualidade? Você já viu o povo das roças morrerem com tanta freqüência de câncer no pulmão e outras doenças do aparelho respiratório, como nas cidades?  
            Agora, me responda: se a empresa que trata da água que você bebe pusesse cinco mil toxinas na água e ela começasse a causar câncer, será que o ministério da advertência diria “O ministério da saúde adverte: beber água faz mal à saúde?  
            Agora, se eu estiver errado, me perdoem, pois pode ser que é a minha lógica é que está errada. Obrigado pela atenção, mas fica a pergunta: será que é o cigarro o vilão desta tragédia que nos abate ou é a incoerência humana, ávida por dinheiro?

Feira de Santana, 20/ 07/2012. Professor Carlos Pereira de Novaes.
            carlospdenovaes@gmail.com

DESFILE DO COLEGIO SANTANÓPOLIS

A apresentação da Banda do Colégio Santanópolis. No primeiro plano a baliza Gildete Galeão.

ANIVERSÁRIO DE VALTENICE MARQUES SILVA

Aniversariou ontem a Santanopolitana Valtenice. Torcemos para que esta data se repita por muitos anos, com saúde e alegria.
Por motivo de estarmos no Shoping Boulivar, fazendo a adesão para o III ENCONTRO DOS SANTANOPOLITANOS, não pude blogar na data certa, peço desculpas.

sábado, 21 de julho de 2012

Duo Artemiev - Trapèze - Le Plus Grand Cabaret Du Monde

CRESCE A MATANÇA

Hugo Navarro Silva

A notícia deveria apavorar povo e autoridades e provocar correria em busca de providências e soluções, mas tudo permanece no mesmo discurso (quase sempre mentiroso) e no mesmíssimo ramerrame marasmático e sonolento. Estudo divulgado pelo “Mapa da Violência 2012 – Crianças e Adolescentes do Brasil”, recentemente lançado em São Paulo, mostra que a partir de 1980, o assassinato de jovens e crianças, no Brasil, teve aumento de 376%, índice baseado, certamente, em dados oficiais, que nem sempre dizem a verdade. Oficialmente, só para dar um exemplo, a violência em Feira de Santana, na “Micareta”, tem diminuído, sensivelmente, ano após ano, motivo  de certo ufanismo e de certa jactância dos órgãos de segurança pública, quando todo mundo sabe que a criminalidade cresce e amedronta todos os setores de uma sociedade cada vez mais acuada pela ação de criminosos, amadores ou profissionais, que agem individualmente ou amparados em organizações que lhes dão tarefas, apoio e abrigo.

Dentro do quadro, que não deixa de ser apavorante, a Bahia ostenta destacado lugar, com o crescimento de homicídios de jovens de quase vinte e quatro por cento. O índice deve ser maior. Nesse ítem Feira de Santana certamente desfruta de lugar privilegiado.

A matança, e nestes pagos ninguém mais pergunta se alguém foi morto, mas quantos morreram e quantos estão hospitalizados,  está a exigir ações mais eficazes do governo. Recentemente a presidente Dilma Rousseff declarou, em discurso, diante das dificuldades e perspectivas pouco alentadoras da economia nacional, que uma nação não é grande pelo seu produto interno bruto, mas pelo que faz pelas suas crianças e adolescentes. A afirmativa é discutível, demagógica, porque sem PIB ninguém faz nada e o que se constata é que o Brasil está mandando para as frias mesas das morgues, diariamente, boa parte do que a nação tem de mais importante, a sua juventude, o que não raro está a provocar sobrecarga de trabalho dos IMLs, que normalmente enfrentam dificuldades com instalações inadequadas, falta de pessoal e baixos salários.

Parte considerável da juventude está a ingressar no crime como meio de vida porque o governo falha no que é essencial. Na educação e na saúde buscam-se, apenas, números pomposos para as estatísticas oficiais e para as campanhas políticas.   Ninguém atenta para a eficiência dos serviços devidos à coletividade.

A educação, com a greve dos professores, que já se arrasta por mais de cem dias, pondo a pique o chamado ano letivo, mostra  todas as mazelas da educação pública no Estado da Bahia, e sua inadequação às exigências do mundo moderno. O governo quer viver de estatísticas, sem se lembrar da importância do professor na formação das novas gerações.

O cargo de professor, nas escolas públicas, tem que reconquistar a importância de tempos passados, o que somente se consegue com salários compensadores e estabelecimentos adequados às exigências do século XXI. 

Atualmente a educação pública, em certos casos até em nível superior, reduz-se a simples simulacro, diplomando falsos técnicos, o que não impede que esforços individuais  vençam dificuldades e superem deficiências em casos raros e apontados como exemplos.

Essa regra não pode permanecer e vingar sob pena de nos tornarmos, em breve, em país de falsos técnicos, incapazes de assumir responsabilidades nos diversos campos de atividade, atualmente às voltas com a falta de mão de obra especializada.

Vem daí, em grande parte, o desemprego, e o crescimento do prestígio dos ganhos “fáceis” do crime, que conduzem a mais preciosa riqueza da nação, a sua juventude, à morte prematura e inglória e às manchetes da páginas policiais 

 Hugo Navarro da Silva - Santanopolitano, foi aluno e professor do Colégio Santanópolis. Advogado, jornalista escreve para o "Jornal Folha do Norte". Gentilmente, a nosso pedido, envia semanalmente a matéria produzida


sexta-feira, 20 de julho de 2012

ANIVERSÁRIO DE LUIZ WELF FERREIRA VITAL FILHO


Aniversariou ontem dia 19/07, o Santanopolitano Luiz Welf. Por problemas técnicos não postamos na data devida, pedimos desculpas mas, prometemos e desejamos que nos anos seguintes não tenhamos nenhuma falha para os calorosos abraços.
Esperamos nos encontrar no Feira Tenis Clube, no dia 18/08, para almoçarmos por ocasião do "III ENCONTRO DOS SANTANOPOLITANOS".

Filme do Santanopolis dos anos 60