Símbolos do Santanópolis

FOTO OFICIAL DO ENCONTRO

FOTO OFICIAL DO ENCONTRO

domingo, 30 de março de 2014

ANIVERSÁRIO DE NEIDE SAMPAIO OLIVEIRA



 Neide, felicidades, abraços messiânicos, continue atuando ativamente na nossa comissão organizadora



sábado, 29 de março de 2014

O Português é uma das línguas mais difíceis do mundo.



Tudo bem que sofremos para aprender outra língua, mas eles também sofrem e sofrem mais para aprender a nossa.
Meia, Meia, Meia, Meia ou Meia?
A língua portuguesa é uma das mais difíceis do mundo, até para nós.
O português praticado no Brasil ...
*Na recepção dum salão de convenções, em Fortaleza*
- Por favor, gostaria de fazer minha inscrição para o Congresso.
- Pelo seu sotaque vejo que o senhor não é brasileiro. O senhor é de onde?
- Sou de Maputo, Moçambique.
- Da África, né?
- Sim, sim, da África.
- Aqui está cheio de africanos, vindos de toda parte do mundo. O mundo está cheio de africanos.
- É verdade. Mas se pensar bem, veremos que todos somos africanos, pois a África é o berço antropológico da humanidade...
- Pronto, tem uma palestra agora na sala 
meia oito.
- Desculpe, qual sala?
Meia oito.
- Podes escrever?
- Não sabe o que é 
meia oito? Sessenta e oito, assim, veja: 68.
- Ah, entendi, 
*meia* é *seis*.
- Isso mesmo, 
meia é seis. Mas não vá embora, só mais uma informação: A organização do Congresso está cobrando uma pequena taxa para quem quiser ficar com o material: DVD, apostilas, etc., gostaria de encomendar?
- Quanto tenho que pagar?
- Dez reais. Mas estrangeiros e estudantes pagam *
meia*.
- Hmmm! que bom. Ai está: *
seis* reais.
- Não, o senhor paga 
meia. Só cinco, entende?
- Pago meia? Só cinco? 
*Meia* é *cinco*?
- Isso, 
meia é cinco.
- Tá bom, 
*meia* é *cinco*.
- Cuidado para não se atrasar, a palestra começa às nove e 
meia.
- Então já começou há quinze minutos, são nove e vinte.
- Não, ainda faltam dez minutos. Como falei, só começa às nove e 
meia.
- Pensei que fosse as 9:05, pois 
*meia* não é *cinco*? Você pode escrever aqui a hora que começa?
- Nove e meia, assim, veja: 9:30
- Ah, entendi, 
*meia* é *trinta*.
- Isso, mesmo, nove e trinta. Mais uma coisa senhor, tenho aqui um folder de um hotel que está fazendo um preço especial para os congressistas, o senhor já está hospedado?
- Sim, já estou na casa de um amigo.
- Em que bairro?
- No 
Trinta Bocas.
Trinta bocas? Não existe esse bairro em Fortaleza, não seria no Seis Bocas?
- Isso mesmo, no bairro 
*Meia* Boca.
Não é meia boca, é um bairro nobre.
- Então deve ser 
*cinco* bocas.
- Não, 
Seis Bocas, entende, Seis Bocas. Chamam assim porque há um encontro de seis ruas, por isso seis bocas. Entendeu?
- Acabou?
- Não. Senhor é proibido entrar no evento de sandálias. Coloque uma 
meia e um sapato...
 
O africano enfartou...


Autor - Jansen Viana
Texto original "Trocando seis por meia duzia" , faz parte do livro PROSANDO publicado pela Editora Reflexão (SP). Ver em  http://oblogderedacao.blogspot.com.br/2014/01/as-palavras-meia.html



ANIVERSARIANTES NESTA DATA


Malaquias
 Parabéns ao quinteto de Santanopolitanos que fazem aniversário hoje; Maria Efigênia Santos Bittencourt, Vitória Eugênia Nery Boaventura (Vitorinha), Zoraide Araújo, Joel Portugal e Fernando Henrique de Souza Maquias (Malaquias). Esperamos todos no 4ºEncontro em 23 de agosto de 2014,


Vitirinha
Zoraide

O MUNDO DAS CONTRADIÇÕES


Dizia o velho mas sempre respeitado Ruy Barbosa, que as contradições que vão do erro para a verdade e do mal para o bem não são contradições, mas reformas. Contradições, entretanto, para o bem e para o mal, são próprias da natureza humana. Há até  quem defenda a contradição como direito. Outro escreveu que alimentando o medo de ter medo tornou-se medroso. E autor teatral, perguntado sobre a performance de festejada atriz, famosa pela  beleza e mãos pequeninas, respondeu que por menores que sejam as mãos de mulher,  mais dinheiro   podem caber.

Tão ligadas estão as contradições aos atos humanos que até os ditos populares, filtrados em anos e anos de sabedoria do povo, podem ser contraditados, a exemplo da afirmação de que “Deus ajuda a quem cedo madruga”, baseada em história de sujeito que madrugou e achou saco de dinheiro, ao que imediatamente replicaram  dizendo: mas, quem perdeu o saco,  acordou antes. Na poesia popular nordestina  contradição aparece como nos versos de Bernardo Cintra,  cantador de Campina Grande:  “Um homem houve no mundo/ Que sem ter culpa morreu/ Nasceu primeiro que o pai./ Sua mãe nunca nasceu,/ Sua avó esteve virgem/ Até que o neto morreu”.  O homem, segundo o pesquisador Leonardo Motta em “Violeiros do Norte”,  é o Abel das Escrituras. A avó é a terra, de que Adão foi feito. Leonardo registra, ainda, estes versos de “ligeira” (uma forma de desafio entre cantadores) de Severino Perigo: “Já calcei uma botina/ C’os dedo p’r’o calcanhar”.  E registra pendência recolhida pelo cantador Luiz da Costa Pinheiro ocorrida em viagem ferroviária  entre católico e protestante, em que o seguidor de Lutero diz: “Não pode ser santo o  pau/ Em que Cristo padeceu/ Isto é mentira de padre/ Ou do burro que a escreveu.../ A cruz não pode ser santa;/ Santo é quem nela morreu”.  O pesquisador da poesia nordestina recolheu, também, versos de “Cancão de Fogo” em poder do poeta Serrador, entre os quais os seguintes: “Pai e mãe é muito bom,/ Barriga cheia é melhor.../ A doença é coisa ruim/ Porém a morte é pior.../ O poder de Deus é grande,/ Porém o mato  é maior”.  Em caso de crime “Deus é grande e o mato é maior”, Desembargador aposentado, velho professor de Direito Processual Penal da Faculdade de Direito da UFBa  andou repetindo, em aula, naturalmente por brincadeira, durante muito tempo. E ainda há a história de conhecido dramaturgo inglês que  subiu ao palco fumando após a apresentação de peça, e declarou saber  que fumar ali era ato reprovável.  No entanto, mais reprovável seria condená-lo por estar fumando.

As contradições, nem sempre se restringem aos humanos. Invadem o divino segundo alguns que andam a apontar centenas, às vezes milhares de contradições na Bíblia, o que muito mais a aproxima dos homens do que da divindade.

Contradições são próprias do homem, como o riso, e podem ser motivo de espanto e objeto de brincadeiras e troça de poetas. Não há como admitir, entretanto, as contradições dos governos, principalmente se repetidas. É principio largamente aceito que duas proposições ou duas condutas, mutuamente contraditórias, não podem ser verdadeiras. Quando o Brasil retomou terras invadidas pelo Paraguai, no Mato Grosso, agiu coerentemente. O que está acontecendo, agora, quando a Rússia retoma o controle da península da Criméia, que em outros e longos tempos esteve sob seu domínio, provoca reações inócuas porque todo mundo sabe que não há, no fato, lesão a direito. Mas estão atingindo os limites do ridículo as operações de forças brasileiras para repetidas retomadas de partes do território nacional em poder não de potência estrangeiras, mas de quadrilhas de bandidos, quando tudo é uma questão de segurança e de polícia. A quem pertencem, afinal, os morros e subúrbios cariocas?

Hugo Navarro da Silva - Santanopolitano, foi aluno e professor do Colégio Santanópolis. Advogado, jornalista escreve para o "Jornal Folha do Norte". Gentilmente, a nosso pedido, envia semanalmente a matéria produzida

 


 


sexta-feira, 28 de março de 2014

ANIVERSARIANTES DESTA DATA


Abraço de felicidade pelo aniversário de vocês, Elisia Gonçalves Barreto e Tânia Freitas Ferreira. Estamos aguardando  no nosso 4ºEncontro em 23 de agosto de 2014,

quinta-feira, 27 de março de 2014

ANIVERSÁRIO DE ARLINDO WAGNER FRANCO SANTANA





 
 

Parabéns Arlindinho, hoje nova data de vitória, não esqueça do nosso 4ºEncontro em 23 de agosto de 2014,

quarta-feira, 26 de março de 2014

HISTÓRIA DA MICARETA - 5

EVOLUÇÃO
 
1938
Em 24 de abril de 1938, os foliões feirenses voltaram às ruas para comemorar a segunda micareta e assistir mais um belo préstito, com os artísticos carros alegóricos apresentados pelo Clube Flôr do Carnaval e pelo C. C. Melindrosas.
A Flor do Carnaval trazia 52 figuras representando as cartas dos quatro naipos e o seu Arauto era uma homenagem à heroína feirense Maria Quitéria de Jesus Medeiros.
O carro chefe da Flor do Carnaval era intitulado “A Vitória” e foi idéia do grande artista feirense Manuel da Costa Ferreira.
Um Arauto representado César, o imperador Romano, e um carro homenageando Vênus, constituíam o préstito das Melindrosas.
1939
Com as Garotas em Folia, Lira 35 de Abril, Bambas Feirenses, Cadetes do Amor, Batutas, Flor do Carnaval e, ainda o Cruz Vermelha de Salvador, animado a micareta, a festa foi realizada de 15 a 18 de abril.
Vestindo uniforme rosa e branco e artísticos diademas contendo as iniciais do conjunto, as Garotas em Folia brilharam intensamente nas ruas da cidade.
A Lira 35 de Abril, com fardas estampadas e bonitos Képis e os Bambas Feirenses, em uniforme verde-amarelo levaram, também, sua contribuição para a alegria do povo.
O Clube Carnavalesco Flor do Carnaval apresentava quatro beduínos, envergando o traje típico do cavaleiro verde do deserto em seda encarnada e branco, o Arauto vestindo prata e ouro, com capacete de plumas de suaves matizes.
1940
Neste ano, começou a cair um pouco a animação da micareta, pois a Feira de Santana sentia, também, os efeitos nefastos da II Grande Guerra Mundial. Mesmo assim, a Flor do Carnaval mandou às ruas um préstito com três carros alegóricos: No Mundo das Pérolas (de autoria de Manuel Ferreira), País da Glória e Mulata Velha, e a 31 de março as Melindrosas e as Garotas em Folia estavam nas ruas.
1941
Em 1941, o Prof. Antonio Garcia escrevia nota discordando da denominação de micareta e combatendo a mudança dos festejos para quinze dias após a páscoa, data que seria conservada na maioria das vezes.
O Prof. Garcia que foi, realmente, segundo depoimentos de contemporâneos seus, ainda vivos, o inspirador da micareta, não gostava dessa denominação, sugerindo segundo carnaval da Feira, não gostou, também, da transferência dos festejos do Domingo de Páscoa para duas semanas depois
Assim mesmo, de 19 a 22 de abril, a 25 de Março apresentou animados bailes micaretescos. Não houve micareta de rua.
1942
As festas deste ano foram bastante desanimadas, com as autoridades policiais proibindo o uso de máscaras, mas mesmo assim a 11 de abril as Milindrosas, as Garotas em Folia e o cordão Nega do Cabelo Duro estavam nas ruas para realizarem uma fraca micareta.
1943
No dia 1° de maio de 1943, apenas a Sociedade Filarmônica 25 de Março abria as suas portas para as festas de micareta.
1944
Em 1944, a 25 divulgava nota, que pela sua importância na História da Micareta, transcrevemos, na integra: A Sociedade Filarmônica
25
de Março continuará a festejar a Micareta desta cidade, a fim de não perder a sua marcha tradicional, oferecendo aos seus sócios e foliões três grandes bailes nas noites de 15, 16 e 18 de abril. “Era, ainda, a consequência da guerra”.
1945
Formou-se uma Comissão para realizar a micareta e alguns cordões e batucadas apareceram, tentando reviver a micareta de rua, no dia 7 de abril.
1946
Ressentida, há alguns anos, em consequência II Guerra Mundial, de uma animada micarela de rua, a cidade preparou-se para festejar, de forma especial,
as festas micaretescas de 1946, que foi denominada de “Micareta da Vitória”.
Naquele tempo a micareta ainda não tinha adquirido a fama, nem tampouco a animação que hoje reinam e presidem a festa. O comércio não cerrava as suas portas na terça-feira gorda, funcionando normalmente.
Para melhor brilhantismo, entretanto, da micareta da vitória, a comissão apelou aos poderes públicos, tendo a Prefeitura Municipal publicado nota oficial determinando o fechamento do comércio, no turno vespertino, apenas, na terça- feira da micareta de 1946.
Estas medidas, porém, não foram, suficientes para que a micareta alcançasse o êxito desejado, não tendo ela correspondido ao que se esperava.
Assim é que, noticiam os jornais de 1946, “houve muita luz, muito auto falante, o povo encheu as ruas mas sem nada pra ver”.
Via o povo, desta forma, frustradas as suas esperanças de ter uma animada micareta de rua, passando o recesso forçado com a realização da guerra que durante seis anos abalou o mundo.
Noticiam, ainda, os jornais, que as festas de clubes, decorreram animadíssimas, especialmente nas Sociedade Euterpe,
25
de Março e Vilória.
A comissão dos festejos, porém mostrou-se “empolgada pelo êxito da
referida festa” e publicou agradecimento a todos os que colaboraram pai
i realização da Micareta da Vitória.
1947
A micareta começou a 12 de abril de 1947, não decepcionou, chegou mesmo a agradar, quando os Guardas de Momo, Amantes da Flor, Sentinelas da Rua, Cadetes do Ritmo e Canto do Cancão estiveram desfilando pelas ruas.
1948
A micareta de 1948 foi a melhor depois do período da guerra e uma das melhores que a cidade já assistiu, realizada a 3 de abril. Notícias afirmam que foi o
caminho seguro para a reabilitação das festas populares.
Fato interessante desta micareta foi a batucada infantil Amantes do Ritmo, comandada por Emilson Falcão e da qual fazia parte, dentre outros: Evandro Oliveira, Unapetinga Guimarães e Ederval Falcão.1

1. Nota do Blog - faziam parte tembém: Guri, Beto Morais, Joca, Nêgo Bené, Yoiô Píula, Vaca Velha. O auge foi fazer uma apresentação na Rádio Sociedade de Seu Pedro Matos.
Fonte: Alencar, Helder “ 31 anos de micareta”

terça-feira, 25 de março de 2014

ANIVERSÁRIO DE WASHINGTON BOLIVAR DE BRITO



Que bom Bolivar, este nosso contato virtual, visando parabenizá-lo pelo seu aniversário e ao mesmo tempo convidá-lo para o nosso 4ºEncontro em 23 de agosto de 2014,

ALUNOS E FUNCIONÁRIOS DO SANTANÓPOLIS

 
Foto capturado no face por Laura, alunos e funcionários do Colégio Santanópolis:
Da esquerda para a direita: Seu Zé; Alexandrina; Mauracy Carvalho (Rosa); D. Nanã; Geralda Sampaio e Margarida.

segunda-feira, 24 de março de 2014

ANIVERSARIANTES DESTA DATA


 
Parabéns ao trio de Santanopolitanos, Nélia Suely Cajaiba Barbosa, Viriato Manoel de Sena e Maria José Macedo Carvalho (Zezé Macedo) desejamos muita festa com alegria e saúde. Nos encontraremos no 4ºEncontro em 23 de agosto de 2014,


HISTÓRIA DA MICARETA - 4

PRIMEIRA MICARETA
Em 20 de fevereiro de 1937, o Prof. Antônio Garcia, que se tornaria o cronista da micareta, publicava a nota que, efetivamente, determinava o nascimento da micareta de Feira de Santana, a maior festa popular do interior brasileiro.
Combatia o velho mestre a denominação de micareta, sugerindo que esta se chamasse “Páscoa Carnavalesca”.
Justificando o seu ponto de vista assim se expressava: “afigura-se a mais adequada essa denominação do que o termo francês Mi-carême e mais aceitável que o híbrido micareta, a última palavra em matéria de disparate divulgado pelo malismo indígena”.
Mi-carêrne era uma festa parisiense, a Festa das Lavandeiras quem, para presidi-la, elegiam a sua rainha e a ela associavam-se os estudantes.
O otimismo do Prof. Garcia pelo êxito da micareta não se restringiu, apenas, primeira. Durante longos anos sustentou. nas páginas do jornal do qual era redator, a realização do que ele chamava o segundo carnaval feirense.
Dizia o cronista: “o segundo carnaval de 1937, que (afirmamos à luz da verdade) não será um suplemento do tríduo da alegria, como tem sido em anos anteriores, mas uma compensação devida aos foliões feirenses, em virtude do malogrado derradeiro e melhor dia de Momo”.
E aquela micareta primeira, ou aquele segundo carnaval feirense superou, etivamente, o tríduo carnavalesco, não só em beleza e bom gosto, mas acima de tudo em animação.
Excederam todas as expectativas as festas micaretescas de 1937, superando, rnesmo, as mais otimistas previsões, ficando gravada definitivamente, segundo notícias da época, na memória de quantos a assistiram.
Em 27 de março de 1937, a Feira de Santana, assistia a sua primeira micareta, com três dias de grandes festas, bailes à fantasia, préstito, cordões e batucadas que levaram a população a um tríduo de total e completo divertimento.
A Flor do Carnaval, os Amantes do Sol, o Clube Carnavalesco Melindrosas, além do Cruz Vermelha, de Salvador, abrilhantaram a primeira micareta feirense e muito contribuíram para o seu êxito total.
A Flôr do Carnaval participou do grande préstito com três carros alegóricos, presididos por um Arauto, representando o centurião romano Marcus Phoebus.
O primeiro carro representava um grande jarro, o segundo, denominado Inocência e Fidelidade, nasceu da idéia do grande artista feirense, um dos grandes incentivadores das micaretas, Manuel Costa Ferreira. O terceiro era consagrado a Flora, deusa das flôres.
Os Amantes do Sol traziam um Arauto e o Cordão, o seu famoso Cordão, apresentou-se com ricos trajes, em vermelho, azul e amarelo.
É necessário que, além do Prof. Antônio Garcia, prestemos especial homenagem, também, aos que realizaram a primeira micareta.
São eles: Manuel da Costa Ferreira, Adalberto Sampaio, Álvaro Moura, João Matos, Manuel Narciso da Natividade, Gumercindo Almeida, Manuel Fausto dos Santos, Rosalvo França, Arlindo Ferreira e Lindauro Lima.
Nota mdo Bolg: O Professor Antonio Garcia era Santanopolitano, ensinava Geografia no Ginásio Santanópolis.
Fonte: Alencar, Helder “ 31 anos de micareta”



domingo, 23 de março de 2014

ANIVERSÁRIO DE GILDÁSIO PEREIRA DE ALMEIDA



Aí Gil, dia de festa em sua casa, parabéns.Vamos fazer "tintin" no 4º Encontro em agosto de 2014,

PERFIL DE YANI BRASILEIRO




Nasceu em Salvador/BA, no dia 18 de outubro de 1926. Filha de Dásio Brasileiro e Bernardina Travessa Brasileiro.
Fez o curso primário no Colégio das Sacramentinas, em Cachoeira; o curso ginasial no ICEIA (Instituto Central de Educação Isaias Alves); o Magistério concluiu em 1946, na Escola Normal em Feira de Santana.
Na sua formação pedagógica, tem o Registro Definitivo do MEC, como professora de História do Ensino Médio, Supervisora Educacional e aprovada em vestibular para o curso de Sociologia, em 1976, cursando apenas o 1º ano.
Na sua trajetória profissional ensinou o curso primário na escola Anexa ao Instituto de Educação Gastão Guimarães, em 1951, onde exerceu também o cargo de Diretora.
Lecionou no Colégio Estadual de Feira de Santana, Colégio S antanópolis, as disciplinas: História Geral e História do Brasil.
Tendo transferido sua residência para Salvador, ensinou no Centro Educacional Sofia Costa Pinto, no curso primário e ginasial as disciplinas: História Geral, História do Brasil e História da Bahia.
Exerceu a função de Supervisora do Ensino Primário em várias escolas de Salvador. Foi Chefe do 2° Setor de Supervisão, na Divisão de Assistência Técnica Pedagógica; Supervisora de Ensino na Divisão de Habilitação de Adolescentes e Adultos na Educação Integrada.
Ministrou o curso de História da Bahia, no CEEAP (Centro
de Estudos Educacionais e Aperfeiçoamento do Professorado), para professores primários em Salvador.
Foi Coordenadora dos “Cursos de Recuperação” nas cidades de Feira de Santana e Santo Amaro, pelo CEEAP.
Coordenou e lecionou no curso de Estudos Sociais para “Concurso do Magistério”, pela Fundação Magister.
No CEE (Conselho Estadual de Educação) exerceu a função de: Chefe da “Secção de Documentação e Divulgação”; Secretária da “Câmara de Ensino Médio”; Secretária da “Comissão de Legislação e Normas” e Secretária da “Câmara de Ensino Superior”:
Foi Coordenadora do posto do “Curso Através do Rádio”, para o Curso de Magistério com sede no ICEIA (Instituto Central de Educação Isaías Alves) em Salvador.
Trabalhou também na Universidade Estadual de Educação em Feira de Santana na Procuradoria Jurídica.
Participou de vários cursos na área de Literatura Infantil, Sociologia da Criança; Aperfeiçoamento para Inspetores de Ensino; Atualização de Supervisores de 1° Grau. Na área de História fez  CADES
 
(1958 a 1960); Guerra do Paraguai; A Bahia estudada pela Universidade Católica do Salvador; História da Bahia; Seminário Ruy Barbosa.
Tem trabalhos realizados em pesquisas: Bandeiras do Brasil; Governadores da Bahia e Presidentes do Brasil; Bibliografia: História da Bahia (Autores); levantamento nas áreas federal e estadual; Levantamento e transcrição das atas do Conselho Estadual de Educação da Bahia, no Arquivo Público, nos Séc. XIX e XX; Levantamenlo da rede escolar no Estado da Bahia
 
2° Grau de escolas estaduais. municipais e réde privada.
Tem participação e assessoramento nos “Encontros Regionais de Educação” em Feira de Santana, Ilhéus, Itabuna, Vitória da Conquista e Juazeiro; Estágio no Conselho Federal de Educação
em
Brasília, sobre “Legislação Educacional”:
Aposentou-se pelo Ensino Médio em 13 de março de 1981 e como Coordenadora Pedagógica, em 19 de julho 1989, com 38 anos de serviços prestados à educação.
Atualmente é membro fundador e Diretora do Arquivo Histórico, no Instituto Histórico e Geográfico de Feira de Santana.
Recebeu a Medalha do Mérito, na área de Educação, como oficial na Ordem Municipal do Mérito de Feira de Santana, outorgada pelo
Prefeito José Ronaldo de Carvalho.
Tem os filhos: Wilson Lázaro (Engenheiro e prefeito de Várzea
da
Roça) Ivan (Corretor de imóveis) e Ilo Sérgio (empresário).
Escreveu o livro “Calendário Cívico-Patriótico e Social” (2008). 
 
Fonte: Oliveira, Lélia Vitor Fernandes de “Mestras do bem”.
 


 

sábado, 22 de março de 2014

ANIVERSÁRIO DE MARIA JOSÉ LABORDA PORTELLA POVOAS (ZEZÉ)




Parabéns Zezé pelo dia de hoje, muito axé, estamos esperando no 4ºEncontro em 23 de agosto de 2014,

HISTÓRIA DA MICARETA - 3


ANTECEDENTES
Algumas páscoas da folia tinham sido levadas a efeito antes de 1937, de apenas um ou dois dias, para marcar o fim da quaresma, mas nunca com a intenção de ser transformada numa festa de tamanhas proporções, de nome nacional, verdadeiro e autêntico carnaval, muito mais animado, mesmo, do que muitos camavais que por aí ou por alhures se realizam.
Em 1934, por exemplo, realizou-se, de forma pálida e fraca, é bem verdade, um baile micaretesco, promovido pelo cordão “Os Duvidosos”.
O baile, desprovido de muita animação, foi levado a efeito no bairro da Barroquinha, na Praça Dois de Julho.
Em 1936, na mocidade feirense fez realizar, no sábado de Aleluia, na Sociedade Filarmônica Vitória, o “Baile dos Malandros”. Aquele histórico sábado de Aleluia, chamado de Folia Complementar do Carnaval, ou de o Segundo Camaval do Ano, era, praticamente, o embrião da nossa micareta.
Os “Amantes do Sol” e os “Duvidosos” desfilaram pelas ruas, enquanto o povo cantava a música de Aloísio Resende, “V.S”.
As festas camavalescas da época ficavam circunscritas, apenas, à Rua Direita, chamada da Av. da Alegria e a Feira de Santana não era a grande cidade de 120 mil habitantes, mas sim a pequena cidade de pouco mais de 19 mil habitantes.
E com estas festas da pascoela, realizadas esparsamente, foi nascendo a micareta feirense, foi aparecendo o desejo de se terminar, de uma vez por todas, com as festas camavalescas, para realizar-se a festa micaretescas, hoje integrada na alma do povo feirense e na vida da cidade.



Fonte: Alencar, Helder “ 31 anos de micareta”


 


sexta-feira, 21 de março de 2014

ANIVERSARIANTES DE HOJE

Cezar Orrico
 
Soltemos fogos pelo aniversário de dois Santanopolitanos, Augusto Cezar Orrico Filho (Cezar Orrico) e Hudson Amaury. Estaremos esperando no 4ºEncontro em 23 de agosto de 2014,

Hudson Amaury

ORDEM OU CADA MACACO EM SEU GALHO

Hugo Navarro da Silva

A Revolução de 1884, na França, teve um chefe de polícia,  Marc Caussidière, que imediatamente convocou para seus auxiliares indivíduos criadores de problemas, suspeitos de conspiração, tramoias e confusões e ex presos políticos. Convocado a dar explicações, disse que pretendia manter a ordem com a desordem. Causou pânico e perplexidade. Poeta obscuro  na Itália, Matastacio herdou fortuna de  senhora   casada, cantora famosa. Renunciou à herança em benefício do viúvo  alegando respeito  à ordem e temor do inferno, segundo ele “lugar de confusão e desordem”.

Lauro Müller, em discurso de posse na Academia Brasileira de Letras exaltou a inscrição republicana da Bandeira Nacional “como lição patente aos que ignoram ou esquecem” de que não haverá progresso sem ordem, verdade “para a nação como para os indivíduos”.   

Durante séculos se apregoou que o universo, criado em poucos dias (apenas sete), nasceu perfeito, ordenado e tranquilo, cada astro em sua órbita. Os gregos acreditavam haver uma preponderância da ordem, sujeita a interrupções e perturbações. O neo platonismo afirmava que tudo decorria de ente perfeito de quem a perfeição emanava. A verdade, porém, talvez esteja como Ovídio, que dá início à suas “Metamorfoses” afirmando que no começo era o caos. E certamente era, confirmando a teoria do big-bang, da qual físicos e astrônomos dizem, agora, ter encontrado ecos nos confins do mundo. O universo, portanto, teria se harmonizado, em parte, ao acaso, no decorrer dos milênios, sem perder as características de hecatombe, que lhe traçaram as regras da existência desde o início e colocam o planeta Terra, com tudo o que tem conquistado a humanidade, em risco perpétuo de destruição como já teria ocorrido quando a vida cessou, inclusive a dos dinossauros, em catastrófica colisão provavelmente com meteoro. A suposta ordem do universo existente hoje, portanto, seria simples resultado do acaso e da sorte.

Entre as lendas populares brasileiras há inúmeras que tratam do macaco, como a de que macaco não fala e não anda de duas  patas para não ser obrigado a trabalhar. É expressiva a quadra recolhida por Luiz da Câmara Cascudo: “Todo mundo se admira/ Do macaco andar em pé;/ O macaco já foi gente/ Pode andar como quiser”. Conhecido ditado, existente sob diversas formas e línguas, recomenda que cada macaco deve ficar em seu galho. É apelo à ordem.

Os seres vivos, em geral, fugindo das incertezas do universo instintivamente trataram de criar o  hábito da ordem e regras para a sua observância e garantia, de modo que a vida humana  é cercada de normas relativas à ordem, sem a qual a  existência seria eterna batalha contra  tudo e contra todos.

A noção do próprio e do alheio cada um aprende cedo, salvo algumas exceções, mas é fato que o homem vive tentando dar ordem à vida pública e privada, dentro dos negócios e do lar, no trabalho ou no lazer. A ordem é princípio básico de tudo, principalmente nos órgãos de governo e no campo da política. Sem a ordem o forte esmagaria o fraco e o audacioso, o temerário, tomaria nas mãos o governo do mundo, a vida, a liberdade e os bens do próximo sem receio de punição e de reprimenda.

Agiu acertadamente, portanto, a Câmara dos Vereadores, esta semana, ao negar a palavra a um deputado federal em sessão ordinária. Errou, apenas, em admitir que o plenário pode decidir contra expresso dispositivo do Regimento. Não pode e não deve em nome da ordem e da segurança jurídica. No mais, cada macaco que fique em seu galho. Já é grande serviço à pátria amada.
Hugo Navarro da Silva - Santanopolitano, foi aluno e professor do Colégio Santanópolis. Advogado, jornalista escreve para o "Jornal Folha do Norte". Gentilmente, a nosso pedido, envia semanalmente a matéria produzida


quarta-feira, 19 de março de 2014

Filme do Santanopolis dos anos 60