Símbolos do Santanópolis

FOTO OFICIAL DO ENCONTRO

FOTO OFICIAL DO ENCONTRO

domingo, 29 de abril de 2012

ANIVERSÁRIO DE MARIA JOSÉ D'OLIVEIRA E HUGO NAVARRO DA SILVA

Aniversariam hoje os Santanopolitanos, Beica e Hugo. Os dois advogados. Estamos em festa, desejando vida longa para ambos


sábado, 28 de abril de 2012

sexta-feira, 27 de abril de 2012

MICARETA QUASE SEM TROPEÇOS

A Micareta passou, como sempre, célere, mas sem deixar aquele sentimento de saudade de outros tempos, provocando, entre os elogios e rapapés às chamadas grandes, onerosas e rápidas atrações, afirmativas interessantes e curiosos comentários encomiásticos, como o de que, para demonstrar que tudo correu bem, e muito bem, não houve assassinatos no denominado “sítio da festa”, onde, felizmente, não  houve mortes, embora corresse sangue dos espancados, dos que tiveram cabeça e nariz quebrados ou pela violência de carnavalescos ou pelos cassetetes governamentais.
As notícias de que pelo menos cinco homicídios foram cometidos em Feira de Sant’Ana em pontos não distantes do local em que se desenrolava a grande festa soaram como normais, corriqueiras e naturalmente desinteressantes.
O policiamento do “circuito Maneca Ferreira”  na verdade foi quase perfeito e cercado de grande publicidade em que as entrevistas tranquilizadoras dos responsáveis ganharam enorme relevo. O pessoal está falando cada vez melhor.
Foram, no total, cerca de sete ou oito mil homens para impedir  condutas violentas dos foliões, com a efetiva participação da Guarda Municipal, que devidamente  equipada como se   estivesse na Síria, teve destacada participação no trabalho, nem sempre fácil, de dar segurança aos blocos carnavalescos, bares e barracas de bebidas  em época de naturais exageros e descomedimentos.
Houve queixas, é verdade. A principal foi a de que nas cancelas, que isolavam a Micareta do resto do mundo, e provocaram, como sempre, aborrecimentos e transtornos aos moradores da área, quase ninguém era “corrido”, facilitando, portanto, a passagem de armas de natureza e calibres, o que nos leva a acreditar que o muro de Berlin não foi esquecido. Ainda é ardorosamente desejado.
Outra queixa lamentava e persistência de certa desorganização, notadamente a do desencontrado horário de saída dos blocos. Micareta burocratizada, com livro ou relógio de ponto, escreventes, papelada, protocolo, despachos e carimbos, entretanto, deixaria de ser festa carnavalesca. Passaria à condição de ministério. Controles rígidos deveriam estar nas contratações das estrelas da festa, que estão levando a Prefeitura à posição de agência teatral ou coisa semelhante, com o perigo de labutar com o dinheiro da “viúva”. Daí que as sugestões, que surgem de vez em quando, de privatizar certos ou todos os caminhos da Micareta devem ser levadas a sério, livrando o governo municipal de  algumas tarefas que não lhe dizem respeito. Há coisas mais importantes que fazer.
Se a segurança mostrou-se forte, às vezes eficazmente violenta, nos estritos limites do circuito, fora dele (a cidade é grande), a violência encontrou vasto e abandonado campo de atuação.  Aterrorizou à vontade. Não foi necessário um largo afastamento do sítio da festa. A curta distância dos estrondos dos trios-elétricos (essas notáveis fábricas de surdos), como em lugares mais distantes, os ladrões fizeram sucesso com agressões físicas, roubos,  furtos e todo tipo de violências, que certamente não entraram nas estatísticas oficiais, que registraram forte decréscimo da violência cujos índices teriam caído, em relação às do ano imediatamente anterior, em dezoito por cento. A constante diminuição da violência é fato conhecido e devidamente registrado, há mais de dez anos, de modo que prática e oficialmente não mais existe. É defunta.
Muito mais perigosa  do que a violência da Micareta, há meses a seca  devora os campos, causando sofrimentos e prejuízos cujos reflexos, pouco percebidos agora, desabarão com força sobre   a cidade em pouco tempo.  Mas, o socorro ainda está sendo cuidadosamente planejado.
 Hugo Navarro da Silva - Santanopolitano, foi aluno e professor do Colégio Santanópolis. Advogado, jornalista escreve para o "Jornal Folha do Norte". Gentilmente, a nosso pedido, envia semanalmente a matéria produzida



quinta-feira, 26 de abril de 2012

ANIVERSÁRIO DE LÍCIA MARIA DE SOUZA SANTOS

Comemora mais um ano de vida a maestrina Santanopolitana Lícia Santos. Desejamos muito axé e longa vida.


quarta-feira, 25 de abril de 2012

AEROCLUBE DE FEIRA DE SANTANA II

ENVIADA POR: MARINITA

QUANDO - 1945

Batismo do primeiro avião doado por Assis Chateaubriand, conseguido por Áureo Filho criador do Aeroclube. Na foto Lourdes Falcão esposa do finado Nilton da Costa Falcão, Santanopolitano, foi Inspetor da Escola de Comércio Santanópolis. Ela representava a Escola Normal. À direita Marinita, representando o Santanópolis.

segunda-feira, 23 de abril de 2012

ANTES E DEPOIS

 
Antonio Carlos de Lima, tocava bumbo na Banda do Santanópolis, na foto com o traje do desfile de 7 de setembro. À direita, radialista, ancora do Jornal do Povo. Participante da Academia Feirense de Letras.

quinta-feira, 19 de abril de 2012

UM TRIBUTO INSUPORTÁVEL

Todos os que vêm ao mundo não encontram meio de fugir à lei mais geral e conhecida do universo, a da obrigação de pagar tributo. Paga-se por tudo. Para ter casa, para ter veículo, para casar, para se divorciar, para comer e beber, para viajar, fabricar, comprar e vender. Os tributos nacionais, todo dia há alguém a dizer, são escorchantes, inibidores do desenvolvimento, integrando o que se chama de “custo Brasil”, série de fatores negativos que travam o progresso da pátria, que cresce de um lado mas encolhe de outro, produzindo despesas tão elevadas à produção e consumo, que não deixa de ser miraculoso o constante esforço de nossa gente em busca de melhores condições de vida.

Tudo começou com os tributos que um povo fraco pagava a outro, mais forte, depois das guerras de rapinagem (“ao vencedor as batatas”), o que levou as gentes lesadas a procurar governantes, como proteção, dando lugar ao surgimento da figura do príncipe, que para manter artefatos de guerra e condição de sustentar exércitos, tinha que estabelecer tributos. Em tempos remotos acreditava-se que os tributos eram como velas, que deveriam levar o barco a bom porto e não afundá-lo com o peso como está acontecendo com o Brasil. Criaram-se, entretanto, os reinos de terra, ferozes cobradores de tributos, e, logo depois, surgiram os representantes do reino dos céus, igualmente insaciáveis de bens, reverências, luxos e dinheirama à farta, fazendo surgir novos ônus sobre os frutos do trabalho alheio. Tudo, então, passou a ser tributado, principalmente a posse da terra, de onde o povo tirava o precário sustento. O tributo espalhou-se pelo planeta como uma praga, devorando tudo. Até na lenda, o barqueiro Caronte, o sujeito que leva as almas para o outro mundo, pelo Estige, um dos rios do Inferno, a princípio cobrava uma moeda pelo transporte, aumentou a tarifa para duas e chegou a exigir três moedas. Defunto “limpo” penava, vagando, durante cem anos, até encontrar lugar de destino.

 A tributação, que hoje atinge ricos e pobres, velhos e novos, crianças e adultos, como no início dos tempos, mais do que nunca continua a ser imposição do forte contra o fraco. Não há, na verdade, para o Estado, o direito de tributar, mas o poder de tributar, que a ninguém perdoa, exercido por máquinas implacavelmente diabólicas e resulta em fatos  testemunhados,  há séculos, pelo  povo brasileiro, que paga tributos para resolver os gravíssimos problemas da seca nordestina.  Houve providências, que no decorrer do tempo têm dado lugar a algumas obras, de elevado custo,  mas de resultados insuficientes, levando a população a ter que suportar  maluquices como a que aconteceu, recentemente. Ministro (um deles), veio à Bahia entregar tanques para resfriamento de leite, quando os rebanhos  da Bahia já estão dizimados  sem ter, dada à extensão da seca, possibilidade do  antigo remédio do “recurso”.

Não bastassem o fisco, cuja voracidade é temida, as exigências da própria vida, que cobra naturais e às vezes pesados tributos aos viventes, há outros tributos.  Não é de hoje, a população padece sob o reinado de terror e dos prejuízos de toda ordem imposto pelos ladrões. Não há estatísticas, mas quase toda a população desta cidade está pagando tributo aos ladrões, que impõem enormes perdas ao povo, dando-lhe sumiço a bens de todo natureza, sem respeitar idade ou sexo, enormes sofrimentos de ordem moral, além de incalculáveis despesas com hospitais, médicos, remédios, agentes funerários e cemitérios, sem que haja socorro dos poderes competentes diante da virulência cada vez mais ousada dos criminosos.

É mais um tributo insuportável, que se acrescenta aos outros. Mas é, também, da responsabilidade do Estado, encarregado de manter a segurança  e a tranquilidade do povo.

 Hugo Navarro da Silva - Santanopolitano, foi aluno e professor do Colégio Santanópolis. Advogado, jornalista escreve para o "Jornal Folha do Norte". Gentilmente, a nosso pedido, envia semanalmente a matéria produzida

quarta-feira, 18 de abril de 2012

ANIVERSÁRIO DE JOSÉ RAIMUNDO AZEVÊDO



Parabéns por esse dia tão especial, muita alegria, paz e harmonia.
Que todos os seus  desejos  se realizem. 

Feliz aniversário!


terça-feira, 17 de abril de 2012

ANIVERSÁRIO DE RUI AFONSO CARIBÉ

 Mais um ano de vida do Santanopolitano Rui Caribé. Nossos parabéns. A foto ao lado, fardado do Ginásio Santanópolis tem algum tempo.

segunda-feira, 16 de abril de 2012

QUADRILHA DE SÃO JOÃO

Os Santanopolitanos, Carlos Lima e Cristina Melo, participantes do "Concurso de Quadrilhas de Feira de Santana", que por sinal o Santanópolis ganhou todos..

domingo, 15 de abril de 2012

ANIVERSÁRIO DE CÉLIA GABRIEL LIMA


Mais um ano de vida para a Santanopolitana Célia Gabriel Lima.

Nossos cumprimentos e votos de saúde e realizações
                       

sexta-feira, 13 de abril de 2012

FALECIMENTO DE MARLIETE SANTANA BASTOS


Faleceu quarta-feira dia 11 de abril, a Santanopolitana Marliete Santana Bastos.

Nossos profundos sentimentos aos familiares.



Marliete era irmã do também Santanopolitano Ismael Bastos, que escreveu e publicou no grupo Santanópolis do Facebook, este poema para Marliete:

À Nossa Inesquecível Lia

M arli tudo que podemos neste momento expressar é saudade
A gora neste instante sabemos que sempre fostes guerreira
R einaras para sempre nos corações, dos que tiveram o privilégio de a conhecer
L ia lutaste bravamente até seus últimos instantes
I ncondicionalmente a vamos amar para sempre
E m sua passagem aqui pela terra só nos ensinaste grandeza e altruísmo
T eamamos, mas foi muito pouco diante de sua grandiosidade e generosidade
E stamos sentindo muito a sua insubstituível ausência

S abemos o quanto você tinha de caráter e integridade profissionalismo e decência
A migos e amigas que a conheceram sabiam que em você podiam confiar
N unca vimos ou ouvimos reclamares de que há haviam magoado
T ua decência e altruísmo não davam permissão à coisas pequenas
A qui deixastes pegadas e digitais indeléveis por onde passaste
N ós fomos muito pequenos diante de sua firme vontade de viver
A inda assim nunca deixaste de amar e perdoar aos que a traíram e machucaram

B eleza interior que exaltava o perdão acima de tudo
A mavas ajudar aos que vinham através de Deus à suas mãos
S empre fostes profissional quando a maioria negligencia
T eus exemplos de vida dignificantes ficarão para sempre em nossos corações
O ontem já não volta assim como a sua matéria
S uplicamos aonde estiveres que nos perdoe por não termos lhe amado o quanto
merecias!

Uma homenagem sincera de todos que tiveram a honra e o prazer, de conviver com você: Pai e Mãe: Marido, Sogro, Sogra, Irmão, Irmãs, Cunhadas, Cunhados, Sobrinhos, Sobrinhas, Sobrinhos Netos, Primas, Primos, Tios, Tias, Avós, Amigos, Amigas, Conhecidos e Conhecidas, Desconhecidos e Desconhecidas: E todos que de alguma forma a ajudaram nesta batalha, em que só você foi a GRANDE VENCEDORA, A AMAREMOS PARA TODO O SEMPRE... OBRIGADO SENHOR DEUS POR NOS TER CONCEDIDO O PRIVILÉGIO DE A TERMOS TIDO ENTRE NÓS, AMÉM!


O ENTORTA RUA

Diz antigo e famoso dicionarista que entortar é “dobrar uma coisa de maneira que fique torta”. O Dicionário Escolar de Candido Jucá (filho) dá à palavra o sentido de torcer, recurvar, dobrar, voltar. Estes e outros significados ganharam, modernamente, o domínio público para dar nome até a desvio de ordem moral, sair da linha reta, arruinar-se, entregar-se à bebedeira, às drogas, perder-se. Deve, a palavra, ter parentesco com entorse, termo médico que segundo o Paciornik é “lesão traumática das partes moles de uma articulação”, em virtude da qual de vez em quando aparece alguém de pescoço torto por ter levado murro na cabeça ou qualquer motivo semelhante. Funcionário do antigo DNER ganhou fama, nesta cidade, por ter entortado, à força de soco, pescoço de Zuzuca, famoso pela galinha assada que vendia na Rua do Meio, e um  professor levou grande parte da vida de pescoço torto em virtude de murro que lhe deu, no crânio, acatado membro da classe médica local, o que demonstra, claramente, que murros e entorses contribuem, positivamente, para a democratização dos costumes nacionais.
O mais importante “entortador” dos que já pareceram neste país foi Uri Geller, israelense que surgiu, vitoriosamente, na televisão, em espetáculo de circo mambembe, fazendo milagres paranormais como entortar garfos,  colheres, e mudar, à distância, ponteiros de relógios, diante de brasileiros embasbacados com os seus poderes telecinéticos e outras malandragens que reforçaram crenças e velhas esperanças, resultando até em apelido de ponta-esquerda do Flamengo, Júlio César, que costumava “entortar” a defesa adversária. Uri teve sucesso, que durou pouco, porque apareceram outros sujeitos fazendo as mesmas coisas, demostrando, entretanto, que tudo não passava de truques mais ou menos baratos, com o que Uri ficou votado ao esquecimento.
Ninguém poderia prever que em Feira de Santana, muitos anos depois, haveria concurso para escolher outro tipo de “entortador”, certamente destituído de poderes mentais, mas cheio de poderes políticos, o “entortador” de rua.
O interessante fato, digno de figurar nos fastos desta cidade nem sempre feliz, está registrado nos anais da Câmara, denunciado por vereador, e, na Assembleia do Estado, por  dois outros representantes do povo.
Feira de Santana atualmente está sufocada pelo grande número de veículos motorizados que lhe entopem ruas e praças, dificultando a vida de todo mundo, criando cenário de acidentes que têm custado vidas humanas além de enormes e variados sofrimentos, drama ante o qual o poder público mostra-se impotente. A Avenida Noide Cerqueira, aberta no governo anterior, continuação da Avenida de Getúlio Vargas, foi planejada com oito quilômetros de comprimento e quarenta e cinco metros de  largura. Mas, enquanto a Prefeitura buscava meios para a pavimentação da nova e monumental avenida, intrometeu-se, no assunto, o verboso Governo do Estado, que resolveu assumir a responsabilidade da obra, reduzindo-a, entretanto, na largura, e desviando-a do traçado original. Pelo novo plano, do Estado da Bahia, a Avenida Noide Cerqueira passaria a ter traçado sinuoso, novo Tranca de Pedro Miséria. É evidente que ninguém acredita que o governo estadual vá fazer alguma coisa, além de promessas, como a da ponte de Itaparica, mas fica o risco de prevalecer, no futuro, o seu projeto de avenida cheia de curvas e dificuldades para o trânsito e para a população, comprometendo a beleza e utilidade do empreendimento, o que deve estimular o empenho de quem se diz representante do nosso povo em defender o traçado original da Noide Cerqueira, sob pena de ingressar, de corpo e alma, no concurso, que já anda na boca do povo, para a escolha do “entorta rua mor” a figurar, tristemente, na História de nossa terra, uma espécie de infeliz Rei Momo sem Micareta. Quem se habilita?
Hugo Navarro da Silva - Santanopolitano, foi aluno e professor do Colégio Santanópolis. Advogado, jornalista escreve para o "Jornal Folha do Norte". Gentilmente, a nosso pedido, envia semanalmente a matéria produzida

ANIVERSÁRIO DE EVANDRO SAMPAIO OLIVEIRA



Ontem dia 12 de abril foi o aniversário de Evandro.
Não tem nem graça!  Logo seu aniversário  não ser publicado no dia.  FALHA IMPERDOÁVEL.


Mesmo atrasado,  todos santanópolitanos desejam  muita saude, paz e chuva.  
PARABÉNS!!!







quinta-feira, 12 de abril de 2012

CAMPUS DA UFRB - SERÁ A MAIOR OBRA ESTATAL EM FEIRA DE SANTANA

Evandro J. Sampaio de Oliveira
Apresentação do projeto do campus na CDL de Feira.
Trancrevemos abaixo materia do jornal "FOLHA DO ESTADO", edição11.04.2012, com o título "UFRB NÃO TEM LOCAL PARA INSTALAR O CAMPUS EM FEIRA".

A Universidade Federal do Recôncavo Baiano (UFRB) vai se instalar em Feira de Santana. Ontem foi apresentado o projeto do campus, porém existe um grande impasse a ser resolvido: a instituição ainda não tem definido o local aonde será instalada a nova unidade. Por conta disso, ainda não há uma previsão de quando a UFRB estará em funcionamento em Feira.
Vários encontros para discutir a instalação na universidade foram realizados e algumas possibilidades sobre locais que poderiam servir para a construção do carnpus foram cogitados, sendo um deles a escola agro- técnica, no bairro Pedra Ferrada. Porém, ainda não há uma definição.
Apesar dessa situação, ontem foi apresentado o projeto do novo campus. Serão ofertados os cursos de Bacharelado Interdisciplinar em Energia e Sustentabilidade, Arquitetura e Urbanismo, Engenharia Química, Engenharia de Petróleo e Gás, Mestrado em Planejamento e Gestão Energética, Mestrado em Energia e Sustentabilidade campus de Feira de Santana será o maior da unidade de ensino fora de Cruz das Almas e deverá funcionar em uma área de 100 hectares, que será doada pelo município. A instalação da unidade em território feirense é resultado de parceria entre os governos municipal, federal e estadual. O projeto está avaliado em R$ 20 milhões.
De acordo com Silvio Soglia vice-reitor da instituição, as atividades devem começar ainda em 2012, mas, para isso acontecer depende de várias contratações, tem que ter a área definida e, principalmente, a estrutura montada para dar início às atividades. Ele afirmou ainda que, inicialmente, 2.500 alunos serão beneficiados.
“Nós temos que ter muita cautela na escolha desse local. Já que, atualmente, o MEC (Ministério da Educação) dá diretrizes e orientações técnicas para a escolha desse local, nós temos que pensar na questão da infraestrutura energética, infraestrutura de comunicação, de acesso, o impacto de vizinhança que o campos pode ofertar. Estes são alguns critérios que têm que ser levados em consideração”, afirmou.
Ele conta ainda que o espaço onde será implantado o campus será muito bem pensado. “O poder público municipal e as pessoas dessa cidade
têm nos procurado para ofertar ou para indicar esses espaços. É importante que a gente pense que um campus pode se transformar futuramente em uma universidade, então, tem que ser uma coisa muito bem pensada”, ressaltou.
O secretário municipal de Educação, José Raimundo Azevedo, afirma que esse é um período importante para a cidade. “De qualquer modo, a implantação do campus será um embrião para uma futura universidade. Nós costumamos dizer que Feira tem dois períodos: o antes o depois da UEFS. Agora teremos outro marco importante, com a criação do campus da UFRB”, contou.
José Raimundo falou ainda em relação à participação do governo municipal para a implantação da UFRB. “Nós estamos dialogando com a Universidade Federal do Recôncavo e entidades de Feira de Santana e a prefeitura vai participar em tudo o que for possível, até porque este é o desejo do prefeito Tarcízio Pimenta”.
Nós achamos que a sociedade feirense, por meio de seus instrumentos: Câmara de Vereadores, Deputados representantes da região, Executivo Municipal, mídia, Clubes de Serviço (Maçonaria, Rotary e outros), não deram a devida importância ao projeto. Esta obra, se concretizada é mais importante do que qualquer industria, dará mais emprego, carreará mais recursos para a região, elevará o nível técnico e cultural etc.
Será que a dificuldade de encontrar o local, não tem haver com a falta de PDDE, tão insistentemente requisitado pelo "Pensar Feira"?
Este Blog postou matéria sobre o assunto no dia 21.08.2011.

terça-feira, 10 de abril de 2012

ANIVERSÁRIO DE CÉLIA BACELAR BAHIA

 Aniversário da Santanopolitana, Prof. Célia Bahia, foi a professora que mais tempo exerceu a profissão no Santanópolis. Desejamos os melhores votos para ela e seus familiares.

segunda-feira, 9 de abril de 2012

ANIVERSÁRIO DE ANTONIO SÉRGIO ÁRAS ALMEIDA

 O aniversariante do dia é o Santanopolitano Sérgio Aras, acho que o presente maior que gostaria, como ecologista fanático, é vislumbrar nosso planeta limpo. Não podemos realizar tudo o desejado, mas podemos fazer nossa parte para a felicidade do aniversariante.

domingo, 8 de abril de 2012

ANIVERSÁRIO DE EVANDRO JOSÉ DE OLIVEIRA FILHO

Aniversário do Santanopolitano Evandro Filho, desejamos muitos anos mais de felicidade e saúde.
PARABÉNS

ANTÔNIO CARLOS SAMPAIO MARQUES


Carlos Marques - 1924-2005

Nasceu em Feira de Santana, no dia 12 de fevereiro 1924. Filho de Manoel Marques e Raulinda Sampaio Marques.
Iniciou a sua vida escolar em várias escolas particulares, incluindo a da Prof’. Célida Soares da Rocha. Cursou Magistério na Escola Normal de Feira de Santana, em 1939.
Em 1941, já trabalhava com o seu pai, na firma revendedora de máquinas Singer. Foi convidado juntamente com outros colega a participar do Torneio Interestadual de Basquetebol, concorrendo à Taça “Urbano Pedral Sampaio”, disputado no Colégio Normal da Bahia, em Salvador, em novembro de 1941, sagrando-se campeão pelo referido Torneio. De volta à Feira, foi homenageado, com e seus companheiros de equipe, pela Escola Normal de Feira de Santana, quando desfilou pelas ruas da cidade, em carro aberto tendo à frente a Banda Marcial desta escola.
Em 1945, ingressou no Aeroclube de Feira de Santana, conseguindo o brevê de Piloto Civil, tomando-se apto à carreira piloto da FAB. Neste mesmo período fez o curso de Contabi1idade na Escola de Comércio do Ginásio Santanópolis, concluindo em 1947.
Em 1948, Carlos candidatou-se a vereador pelo PTB, quando lutou em defesa da Constituição e pela solução dos grave problemas desta cidade.
Em 1950, casou-se com Julieta Oliveira, com a qual teve sete filhos: Cláudia. Olivia, Carlos Filho, Márcia, Virgínia, Jader e Flávia.
Carlos Marques conheceu muitos países, viajando com sua esposa. para a Europa por várias vezes.
Na década de 70, instalou a segunda maior galeria comercial da cidade, a Carmac, que até hoje a família administra.
Foi sócio-fundador do Sindicato dos Produtores Rurais, onde foi homenageado com uma placa em 1958; do Lyons Clube de Feira de Santana, em 1 977, participou de uma Convenção desse Clube de serviços, na Europa, em 1978; do Feira Tênis Clube e do Campo Cajueiro; da Sociedade Filarmônica 25 de Março.
Sócio-fundador do Clube de Dirigentes Lojistas de Feira de Santana, em 1977, recebendo o título “Ao Lojista de Sempre”, em fevereiro de 1983.
Compositor de marchas carnavalescas, dotes herdados de seu avô, Tertuliano Sampaio, musicista. Participou de várias comissões organizadoras da Micareta, sendo ainda presidente.
Incentivador incansável dos movimentos teatrais que surgiram na cidade. Foi um dos produtores do filme “O Grito da Terra” do cineasta Olney São Paulo, baseado no romance de Ciro Leite.
Era um desportista fanático. Fundou o Bahia de Feira e foi Conselheiro Deliberativo do Fluminense de Feira e dirigente da LFD (Liga Feirense de Desportos). Acompanhou a Seleção Brasileira na Copa do Mundo, em 1966, na Inglaterra.
Acometido de uma enfermidade cardíaca e submetendo-se a uma intervenção cirúrgica, a aplicação anestésica deixou seqüelas, danificando seu cérebro, paralisando-o.
Faleceu no dia 19 de abril de 2005, depois de uma longa enfermidade, deixando viúva, sete filhos, dezoito netos e uma bisneta.
Fonte: "Inquilinos da Casa da Cidadania" - Oliveira, Lélia Vitor Fernandes


Filme do Santanopolis dos anos 60