Símbolos do Santanópolis

FOTO OFICIAL DO ENCONTRO

FOTO OFICIAL DO ENCONTRO

domingo, 21 de julho de 2019

PASSAMENTO DE ORLANDO


 Depois de uma longa enfermidade
De idas e voltas à UTI do Emec
Orlando Cajazeira Silva
Partiu no entardecer deste sábado.
Balconista na antiga Cerqueira & Irmão
Formado em Contabilidade pelo Santanópolis
Foi durante muitos anos
Contador do antigo Banco Bahiano da Produção.
Eternamente calmo, voz macia,
Orlando deixa viúva Marly
Minha comadre e cunhada
Pois é irmã de Anita Leocádia.
Deixa desfalcada nossa família
Tamanho o carinho que dedicava a todos.
Deixa porém um legado
De honradez e dignidade.
Texto do santanopolitanos Adilson Simas, em seu Blog "Por Simas".


QUERELAS LITERÁRIAS DE ANTIGAMENTE I.


Lendo o jornal  “A FLÔR”, coletânea histórica deste hebdomadário  do ano de 1921, organizado pelos santanopolitanos Carlos A.A. Mello e Carlos A.O. Brito, patrocinado pela Fundação Senhor dos Passos – Núcleo de Preservação da Memória Feirense Rollie E. Poppino, me deparei com uma contenda de cinco colunistas no mesmo jornal.
Quando nós lemos história, a primeira questão é tentar se enquadrar à época em que o relato se deu. É interessante verificar o mais ou menos semanário, dado que o espaço destinado a esta briga tomou dezenas de páginas, para um transbordamento de egos com violência verbal de todos os participantes. Como a briga é longa, dividi em capítulos.
A PEDIDO
DE COMO GUIOLARDO FAZ ARTIGOS

Há já pouco ano que o jovem e talentoso académico de medicina-Guilardo Cohim, se vem apresentando como meteoro raro neste nosso restrito âmbito intelectual, aonde muitíssimo recopilada é a pleiade dos que cuidam da cultura literaria, logrando por esta circunstancia sairem ilesos de critica os seus artigos, julga o rapaz que está produzindo custosas joias de literatura.
Mais eu que tenho o defeito de obrar segundo as minhas ideas naturalmente opostas as dos meus religionarios, eu que costumo dizer mal de tudo quanto a mim não me parece bom, eu que penso ser a critica indispensável ao desenvolvimento da arte e da ciência, não posso de modo nenhum esquivar-me de proceder ligeira referencia acerca das suas excelentes produções, apezar de que me eu julgo também suscetível a critica.
Foi no salão nobre do grémio litero-dramatico Rio Branco, ora derrocado, que o jovem Guilardo Cohim proferiu estraordinaria conferencia literaria, versando em tése sobre a legendária Grecia de Solon, de Xenofonte, de Platão e de Temistocles, sugestionando o seleto auditorio com o vigor do seu verbo eloquente de orador predestinado.
Falou-se, falou-se então de Guilardo como se fala de um sabio portento. A gente do Rio Branco, mui pouco apercebida na matéria, vibrou de entusiasmo, aplaudiu calorosamente o novel e já tão esclarecido letrado, que discorreu com tão grande sabedoria e veracidade.
Mas eu parece-me que lia então o colosso historico de Cesar Cantu e o Helenismo de Oliveira Martins, não podia jamais concordar com as opiniões estravagantes de Guilardo. E se eu assim o não hovera feito, teria antes que renegar os historiadores mais ilustres. Hoje té me rependo depois que as não segui. Vejamos agora de como Guilardo falou das ciências, artes e tetras dos antigos helénicos, de sob as teorias insensatas de historiadores mediocres.
Disse o jovem academico na sua eletrisante conferencia, maculada de erros gramaticaes, foi Demostenes o mais celebre tribuno da era antiga. Diante desta sua justa e sabia clasificação de moço versado em altos conhecimentos de historia universal, fiquei desde logo percebendo a sua debilidade intelectual e minguada cultura cientifica e literaria, para dizer algo sobre a patria de Homero e de Aristoteles.
Sem duvida Guilardo é o primeiro historiador que não crê na existência do eminente autor das «Catilinarias,» e o critico profundo para quem o vulto ciclopico de Pericles, não passou de uma vaperosa sonbra de creança.
Honcken o grande historiador alemão, procedendo em erudição e criterio a Cesar Cantu e Victor Coussin, resalta a superioridade de Pericles sobre Demostenes. O adepto aplicado depois de um estudo minuncioso, procura então equipara-los e tirar a ilação de qual dos dois é o verdadeiro principe da arte oratoria. Diz o illustre latinista dr. Cesar Zama na sua obra intitulada “Os Trez Grandes Oradores da Antiguidade,” que, logo após o autor das primorosas «Cartas a Coerelia,» surge a figura respeitável de Pericles.
Demostenes foi íncontestavelmente um génio, e Pericles, sobre ser tarmbem um genio, era um artista original e insuperavel.
Nem mesmo sobre Demostenes que é o seu Deus e o seu homem, Guilardo Cohim não discerniu com exatidão e clareza.
Esqueceu-se Lisias o fecundo orador que preduziu mais de trezentos discursos, como fez a Isocrates o famoso retor ateniense que defendeu Friné, acusada no tribunal por pretender introduzir no paiz uma nova religião. Esqueceu-se também de mencionar os debates poeticos entre Pindaro e Cerina, esqueceu-se de Teocrito o bucolico, de Aspasia que fundou uma escola aonde ela mesma insinava eloquência e retórica: e, mais tarde condenada pelo tribunal por arrastar donzelas à sua casa para satisfazer a lubricidade de seu esposo Pericles, foi brilhantemente defendida por este, que, para liberta-la, alçou-se aos pinaculos da eloquencia e da retórica. Deixou aparte o velho Diogenes e o seu disciplo Antistenes, procedendo igualmente para com Zeno que foi o predecessor do Darwinismo, e Aristotelis que juntou a filosofia e a metafisica num só corpo, e foi sucedido na Inglaterra por Spencer, o objetivista.
Foi assim que Guilardo Cohim falou sugestivamente da arrojada e esclarecida Grécia.
Agora surge-me ele de novo, fazendo-se jornalista de pulso forte, com façanhas de Rochefort, citando Palas a deusa da guerra e da sabedoria, e Vargas Vila o trágico liberalista.
Devido porém ao limitado espaço deste jornalsinho, deixo de lhe esclarecer minunciosamente aos senhores as duas faltas gramaticaes em que Guilardo incorreu.
Diz ele no seu primeiro artigo: « ... Nós que cedo aprendemos a admirar o passadode nossa terra...não podiamos deixar de chorar...
O segundo é no seu derradeiro artigo.
“O glorioso exercito nacional não desmentiria jamais as suas tradições excelsas de grandeza aquelles cujo sangue regou os campos do Paraguay...”
A sua conferencia é o que são os seus artigos; verdadeira xaropada de farmacologo reles.
Aluizio de REZENDE
Notas do Blog: 1) os erros por acaso encontrados, são do português da época ou da tipografia. Na sequencia da série, notaremos a briga de acusação de erros da língua.
2) este texto é um Facsimile do jornal "A FLÔR" edção nº12 de 10 de julho de 1921. pag.

sábado, 20 de julho de 2019

SOBRE HORÁRIOS DE PICO

Carlos P. Novaes
Tem umas coisas hoje em dia que precisam ser modificadas em cidades e uma delas são os horários de pico. Quase todo mundo começa a trabalhar oito horas da manhã e termina às seis horas da tarde e isto faz que antes das oito e depois das dezoito haja uma concentração de movimentação enorme de pessoas, principalmente nas grandes cidades, fazendo com que haja as famosas horas de picos. Assim, nestes horários nem os metrôs resolvem mais nas grandes cidades. Por que as nossas prefeituras, nossos poderes públicos, não modificam estes horários, por exemplo, ao invés da entrada as oito, eles sejam das sete às nove horas da manhã ou alternativa que melhor convier e à tarde seria das cinco às sete da noite? Se ao invés de um único horário de pico, as oito, tivéssemos três, 7, 8 e 9, as concentrações seriam três vezes menores e assim, todos os sistemas que já existem hoje, metrôs, ônibus, já seriam suficientes, e isto faria com que os custos de manutenção de nossas cidades e o conforto de nossos cidadãos seriam melhores. Por que todo mundo tem que entrar no trabalho às oito horas, comércio, indústria, serviços? Isto é apenas uma opinião de um leigo, que nem conhece as leis que regem esta movimentação do trabalho, mas achamos que deveriam ao menos ser testadas. Como não temos acesso às prefeituras, fazemos esta sugestão. Assim todo o sistema viário de nossa cidade teria uma modificação de seus picos, que seriam menos intensos que os de hoje. Não precisa de BRT nem sistemas modernos e nem de novos viadutos. Tudo o que já existe já seria suficiente para nossa movimentação. 

GISA FAZ ANIVERSÁRIO


A aniversariante de hoje é a santanopolitana, do signo de câncer, sob proteção de Ogum, Adalgisa Passos Rodrigues (Gisa). De cá desejamos muita festa, alegria e saúde. Parabéns.

sexta-feira, 19 de julho de 2019

CURIOSIDADES SOBRE O NOME “SANTANÓPOLIS”.



Evandro J.S. Oliveira
            Algumas curiosidades sobre o nome SANTANÓPOLIS. Sempre surgiu debates, perguntas sobre o significado. Não é que o Santanopolitano Carlos Brito me enviou a nota abaixo, indagando se eu sabia como meu pai, Áureo de Oliveira Filho, colocou o nome de Santanópolis no ginásio por ele criado? Pois bem, esta eu não sabia, acho pela mesma razão da criação da cidade de Santanópolis.
            A nota abaixo convida seus jogadores para um treino da equipe SANTANÓPOLIS preparando para a partida que seria realizada contra o time da cidade de Santo Amaro chamado Elite. Este AVISO é do jornal “A FLÔR” de 1921.
            O Gymnásio Santanópolis (escrito assim na época) foi criado em 1933, portanto não era um time do colégio.
            A cidade Santanópolis antigo povoado Quaresma, elevado a vila em 1922, e em 1962 foi criada a cidade mudando o nome para Santanópolis. De acordo com o site da Prefeitura da cidade, o nome foi uma sugestão de uma professora, devota de Senhora Santana.
            Como curiosidade Demóstenes Brito, famoso advogado de Feira de Santana, professor do Colégio Santanópolis, argumentou que o nome SANTANÓPOLIS era errado, deveria ser Santanapolis, por significar cidade (POLIS) de SANTANA (Mãe de Jesus, nossa padroeira). A contra argumentação era que os nomes próprios não obedecem a rigorosidade do português castiço, daí ser TERESÓPOLIS, (cidade de Teresa) cidade do Estado do Rio de Janeiro, e não Teresapolis, pelo mesmo motivo.


Convocação para o treino

ANIVERSÁRIO DE LUIZ


Quem faz aniversário hoje é o santanopolitano, do signo de câncer, sob proteção de Ibeji, Luiz Welf Ferreira Vital Filho. Queremos replei deste evento por muitos anos com saúde.

quinta-feira, 18 de julho de 2019

PARA NÓS QUE GOSTAMOS DE ESTÓRIAS HISTÓRICAS...


Crônica de Paloma Amado 
Domingo, 7 de julho de 2019: 
Joãozinho
Morreu João Gilberto, meu querido amigo de infância (a minha infância). Era como um filho de papai, uma pessoa gentil, querida, bastante atrapalhada e engraçada. Seu talento, imenso, todo mundo sabe.
Para homenageá-lo, no dia seguinte à sua partida, peço a papai um texto seu, publicado em Navegação de Cabotagem, assim ele também homenageia seu amigo e afilhado.

O Casamenteiro

Fomos padrinhos, Zélia e eu, do casamento de João Gilberto com Astrud, o casal se separou nos Estados Unidos para onde Joãozinho viajara a fim de participar de um show, obteve tamanho sucesso que ficou por lá anos a fio.
No dia de seu embarque, indo para o aeroporto, passou por nosso apartamento para o abraço de despedida, vestia roupa leve, própria para o verão carioca, em Nova York a crueza do inverno era manchete nos jornais. Ao vê-lo tão desagasalhado, retirei do guarda-roupa um sobretudo usado: vista-o ao desembarcar do avião senão vai morrer de frio, pegar pneumonia. Essa a minha contribuição para o êxito do cantor nos States, o sobretudo que o salvou da pneumonia dupla.
Contribuí também para seu casamento com Miúcha: do primeiro matrimônio fui testemunha, no segundo funcionei de casamenteiro. Um dia recebi na Bahia telefonema de Joãozinho, ligava de Nova York, aflito como sempre, não mudara, continuava o mesmo:
— Jorginho, você é muito amigo do Sérgio Buarque do Holanda, não é?
— Sou sim, Joãozinho, por quê?
Figura das mais fascinantes da comparsaria intelectual, Sérgio concedeu-me o privilégio de sua intimidade, coloquei-o de personagem em O capitão de longo curso, assim homenageio aqueles que mais estimo e prezo, pondo-os nas páginas de meus romances. Juntos, durante um congresso de literatura em Recife, fundamos na Igreja de São Pedro dos Clérigos a “Benemérita e Venerável Ordem do Hipopótamo Azul”, dedicada ao trato das donzelas, e criamos a teoria das baquianas, “as balzaquianas quando baqueiam”, baseada na agitação das literatas locais que cortejavam Eduardo Portella, o sedutor. Na época do telefonema o mestre historiador se vangloriava de ser o pai de Chico Buarque, compositor que estourara nas paradas de sucesso.
— Jorginho, estou apaixonado pela filha dele, a Miúcha, irmã do Chico. Miúcha anda por aqui, ela também gosta de mim, queremos nos casar mas temos medo que Sérgio se oponha, você sabe como é, deve ter ouvido horrores a meu respeito. Queria que você falasse com ele, pedisse a mão de Miúcha em casamento, para mim. Diga a ele que não sou tão ruim assim como dizem por aí.
Habituado a me envolver com a vida de Joãozinho, prometo interferir — “depressa, daqui a uma hora telefono de novo para saber o resultado”. Desligara agoniado, eu ainda procuro o número de Sérgio no caderno de telefones, Joãozinho volta a ligar: “Eu tava tão vexado que não mandei um beijo para Zélinha”. Vexado, Joãozinho.
Disco o número paulista, Amélia atende, trocamos gentilezas, desejo falar com vosso ilustre consorte. Sérgio vem ao telefone, sabendo que sou eu começa a imitar sotaque holandês, é de morrer de rir mas eu me ponho sério para lhe informar:
— Te telefono para pedir a mão de tua filha Miúcha em casamento.
— Hem? Que história é essa? — abandona o acento batavo, coloca-se em posição de defesa, que peça estou querendo lhe pregar?
— Não é para mim, é para João Gilberto, estão apaixonados, querem se casar, ele pediu que te dissesse que não é tão ruim assim, tão má pessoa como consta por aí, não deves acreditar nas más línguas...
Falo a sério, relato a conversa de Joãozinho, telefonema em dólares de Nova York, repetida, esquecera o beijo para Zélia. Empolga-me a paixão dos dois cantores, coisa linda, faço o elogio do candidato a genro e o faço com amor. De Joãozinho sei o direito e o avesso, do menino de Juazeiro nas barrancas dos São Francisco ao músico ainda desconhecido, lutando no Rio em dias de aperto, sou seu parceiro, fiz a letra do “Lamento de Marta”, composto para o filme de Alberto D’Aversa. Quando solteiro, Joãozinho aparecia à noite no apartamento da Rodolfo Dantas, trazia o violão, ficava até a madrugada, cantando. Acontecia que Zélia e eu, cansados, íamos dormir. Joãozinho prosseguia em companhia de João Jorge, menino ainda, privilegiado. João Gilberto tocava, cantava, tendo como ouvintes apenas o moleque e o pássaro sofrê: vivia solto na sala e assobiava as músicas que Joãozinho dedilhava no violão.
Sérgio escuta em silêncio minha lenga-lenga, a proclamação das virtudes de Joãozinho, gênio musical, amigo terno, pessoa amorável. No dia seguinte toma o avião para Nova York, vai estudar o assunto in locum, apaixona-se pelo candidato, só podia acontecer.
Para terminar um post-scriptum: já levava João Gilberto vários anos residindo nos Estados Unidos quando um dia apareceu-me em casa um portador trazendo encomenda enviada pelo músico: um sobretudo novo em folha, soberbo, eu o usei longo tempo, ainda o tenho. Ou será que dei a João Jorge, o ouvinte solitário, o privilegiado?

Um bom domingo a todos. Domingo mais triste, menos bonito, domingo de silêncio sem a presença de Joãozinho.
Capturado no ZAP.

ANIVERSARIA HOJE JOSÉ RONALDO


O santanopolitano, do signo de câncer, sob proteção de Ibeji, José Ronaldo de Carvalho, completa mais um ano de vida hoje. Parabéns, esperamos repeteco deste evento por muitos anos com saúde.

quarta-feira, 17 de julho de 2019

FORMATURA DE 1968

Na foto acima, Professora
Jjosenita Nery Boaventura,
(Nene
). no 2º plano
Antonio Carlos
 Antonio Carlos Cerqueira, muito gentilmente, enviou fotos
 da Formatura do Curso Pedagógico da turma de 1968, do Colégio Santanópolis.
Obs: quem reconhecer os outros participantes, enviar comentário nominando-os.
Antonio Carlos colando Grau
com o Diretor Áureo Filho

Formandos de 1968 no auditório
do Cine Teatro Santanópolis 

Antonio Carlos Cerqueira
Orador da turma do
pedagógico

ANIVERSÁRIO DE ELDZIA E SARA

Eldzia

Comemoram mais um ano de vida as santanopolitanas, do signo de câncer, sob proteção de Ibej, Eldzia Marina Pinto Franco e Maria Juçaria Souza de Oliveira Andrade (Sara). Nosso desejo é a repetição deste evento por muitos anos com saúde.
Sara

quarta-feira, 26 de junho de 2019

PASSAMENTO DE ALOYSIO ALVES DE SOUZA

É com grande pesar que noticiamos o falecimento do santanopolitano Aloysio Alves de Souza, ocorrido hoje 26 às 2:00 horas. O velório está acontecendo no PAX Kalilandia. O féretro sairá às 11:00 horas de amanhã 27, com destino ao Cemitério Piedade. 


ANIVERSÁRIOS DOS DIAS 24 E 26

João Martins
João Carlos
 Comemoraram anteontem, dia 24.06 mais um ano de vida os santanopolitanos, do signo de câncer, sob proteção de Ibeji, Euza Maria Xavier dos Santos, João Martins de Freias e João Carlos Lopes Cavalcante. E hoje é dia de Maria Lenilda Carneiro David (Leni), José Carlos de Almeida Rolim (Carlinhos) e Maristela Maria Oliveira. Parabéns a todos.
Leni

 
Maristela
   


domingo, 23 de junho de 2019

NEIDE E ADA AS ANIVERSARIANTES

Neide
Gersineide Guimarães Campos (Neide) e Maria Ada Godinho de Souza (Ada). são as santanopolitanas, do signo de câncer, sob proteção de Ibeji, que completam mais um ano na trilha da vida, que esperamos seja longa. Parabéns.

Ada

sexta-feira, 21 de junho de 2019

CONHEÇA A ORQUESTRA DE JOVENS CEGAS DO EGITO

OS ANIVERSARIANTES DE HOJE

 Comemoram mais um ano de vida os santanopolitanos, do signo de câncer, sob proteção de Ibeji, Deraldo Barbosa Cerqueira (Dé), Luiz Flavio Travi (Gaúcho), Maria de Fátima Abreu Schimidt e Nicea Sampaio Ferreira. Nosso desejo é a repetição deste evento por muitos anos com saúde.
Gaúcho

Schimidt

Nicea

quinta-feira, 20 de junho de 2019

OS ANIVERSÁRIOS DE HOJE

 Completam hoje mais um ano de vida os santanopolitanos, geminianos, sob proteção de Ibeji, Antonio Carvalho Brandão de Souza (Brandão) e Lêda Sampaio Oliveira. Queremos repeteco deste evento por muitos anos com saúde.

quarta-feira, 19 de junho de 2019

MAIS UM GRANDE TRABALHO DOS MEMORIALISTAS SANTANOPOLITANOS




Carlos Alberto Oliveira Brito, filho de Joselita Oliveira Brito, nasceu em Feira de Santana- Bahia, na Rua da Aurora, em 08 de novembro de 1952. Técnico em Contabilidade pelo Colégio Santanópolis, Bacharel em Ciências Contábeis pela Universidade Federal da Bahia, Mestre em Contabilidade pela Fundação Viscon­de de Cairu, Professor da Universidade Estadual da Feira de Santana, Presidente da Sesquicentenária Filarmónica 25 de Março e Vice-Presidente da Fundação Senhor dos Passos. Casou-se com Vera Lúcia Santos Brito, em 22 de Dezembro de 1979, com ela tem duas filhas , Rebeca e Paula.
Foi coordenador da equipe responsável pela restauração do Casario Fróes da Motta, Igreja Nossa dos Remédios, Igreja Nossa Senhora dos Humildes, Igreja São José das Itapororocas, Igreja Senhor dos Passos ( parte interna), imagem de Nossa Senhora dos Remédios, imagem de Nossa Senhora das Dores e imagem do Senhor dos Passos.Criou os projetos: Fragmentos da História de Feira de San­tana, Memórias, Grandes Pintores Feirenses, Festival de Filarmónicas - Princesa do Sertão e Memórias - Periódicos Feirenses.
Natural de Feira de Santana-Bahia, nascido em Io de março de 1946, filho de Arlinda Almeida Mello e Antonio Alves Mello. Formado em Professor Primário pelo Curso Pedagógico do Colégio Santanópolis em 1966. Historiador e pesqui­sador. Membro da Academia de Letras e Artes de Feira de Santana; do Institu­to Histórico e Geográfico de Feira de Santana; da Fundação Senhor dos Passos como participante do Núcleo de Preservação da Memória Feirense. Organizou
0     I Seminário Feirense da Classe Trabalhadora em 1981. Em 1991 publicou a literatura de cordel “A Luta dos Gráficos da Princesa do Sertão”. Participou do
1     Seminário: “A Importância do Património Documental” como Conferencista sobre o tema “Arquivos Públicos e Privados” em 1992 na UEFS. Em 2002, co- -autor do livro do município da cidade de Antonio Cardoso “Das Umburanas à Cidade”. Em 2005, ganhador do Io prémio no concurso literário “A Vida de Arnold Ferreira da Silva”. Em novembro de 2007, publicou o livro sobre a vida e a obra de “Georgina Erismann”. Participante do CD, Poetas Feirenses, volume II, em novembro de 2008, com duas poesias de sua autoria. Em 2010 foi organiza­dor do livro de Memórias: Periódicos Feirenses, Santanópolis (1954 a 1955), O Coruja (1955 a 1957). Em 2016 organizador do livro Memórias: Impedimento do Prefeito Francisco Pinto.

FRANCINEIDE ANIVERSARIA


Francineide Marques da Conceição Santos é a  santanopolitana geminiana, sob  a proteção de Ibeji, que comemora a data de nascimento hoje. Parabéns e vida longa para você.


terça-feira, 18 de junho de 2019

ANIVERSARIANTES DE HOJE

 Comemoram mais um ano de vida os santanopolitanos, geminianos, sob proteção de Ibeji, José Odemario Borges Souza e Miriam Neves Real. Nosso desejo é a repetição deste evento por muitos anos com saúde.

segunda-feira, 17 de junho de 2019

PERFIL DO SANTANOPOLITANOS OLNEY

Olney A. São Paulo
Albo de formatura do
Colégio Santanópolis

Olney Alberto São Paulo nasceu em Riachão de Jacuipe, 7 de agosto de 1936) foi um cineasta brasileiro. Casado com a também cineasta Maria Augusta, era pai dos atores Ilya e Irving, do poeta e músico Olney São Paulo Junior e de Maria Pilar. Filho de Joel São Paulo Rios e Rosália (Zali) Oliveira São Paulo, Olney fez os primeiros estudos em sua cidade natal. Perdeu o pai Joel aos sete anos de idade, e foi morar com seu avô, o tabelião Augusto Asclepíades de Oliveira, em Riachão do Jacuípe.
Em 1948, o avô levou Olney, sua mãe, Dona Zali, e seus irmãos Valnei, Valdenei e Walneie, para morar em Feira de Santana que, neste período, já era o entreposto comercial mais importante do sertão baiano. Ali o menino continuou seus estudos no Colégio Santanópolis.
Algum tempo depois, D. Zali se casou novamente, e Olney ganhou mais três irmãos - Carlos Antônio, Colbert Francisco e Alberto Ulysses. Olney se destacou no colégio, participando do grêmio, escrevendo sobre a cinema no jornal do colégio e foi escolhido orador da turma do ginásio.
A paixão pelo cinema nasceu com a chegada a Feira de Santana da equipe do diretor Alex Viany, em 1954, para filmar o episódio “Ana” do filme Rosa dos Ventos (Die Windrose), com roteiro de Alberto Cavalcante e Trigueirinho Neto. Olney engajou-se na equipe durante todo o tempo em que esteve em Feira de Santana, e acompanhou as filmagens e atuou como figurante em algumas cenas. Em carta escrita a Alex Viany, em 5 de novembro de 1955, escreveu: “Eu sou um jovem que tem inclinação invulgar para o cinema. Porém, como neste mundo aquilo que desejamos nos foge sempre da mão, eu luto com incríveis dificuldades para alcançar o meu objetivo”. Em 1955 foi redator do jornal "O Coruja"[1]. Sob o pseudônimo de Conde D'Evey[2] escreveu sátiras e críticas ao colunismo social de Feira de Santana, na coluna Causerie, para desgosto da burguesia local[3]. Escreveu também sobre literatura e artes. Também criou e dirigiu o programa “Cinerama” na Rádio Cultura de Feira de Santana, onde comentava filmes em exibição e novidades da produção mundial. Lecionou contabilidade pública organização técnica comercial no Colégio Santanópolis. No mesmo ano, foi aprovado no concurso do Banco do Brasil. No ano seguinte, leitores ofendidos forçaram Olney a encerrar a coluna Causerie[4]. O programa de rádio também chegou ao fim.
Na impossibilidade de realizar produções cinematográficas, escreveu sobre casos e fatos - alguns verídicos, outros imaginários - transformando-os em telenovelas e contos escritos em estilo cinematográfico, abordando temas nordestinos - o  nome do colégio, a magia do seu povo, personagens e histórias do sertão reconstruídas em narrativa linear, encadeadas à moda do cancioneiro popular -, registrando o linguajar regional do catingueiro.
Ainda em 1955, com o fotógrafo Elídio Azevedo, produziu seu primeiro curta-metragem- “Um crime na feira”. Com uma filmadora 16mm Kodak antiga e, coletando dinheiro entre os amigos, comprou os negativos. Filmou o roteiro em sequência linear, efetuando os cortes com as paradas na própria câmera, já que não dispunha de moviola. Finalizado entre 1956 e 1957, com dez minutos de duração, o filme foi exibido em clubes de Feira de Santana e outras cidades do interior da Bahia, acompanhando espetáculos teatrais que o próprio Olney organizava, pela Associação Cultural Filinto Bastos. Nessa época, Olney criou a Sociedade Cultural e Artística de Feira de Santana (SCAFS) e o Teatro de Amadores de Feira de Santana (TAFS).
Em maio de 1956 conquistou a menção honrosa do concurso de contos da revista “A cigarra”, do Rio de Janeiro, com o conto “Festim à meia-noite”. Em outubro do mesmo ano, conquistou outra menção honrosa, desta vez com o conto “A última História”.
Começou a se interessar pela obra de Jorge Amado. Escreveu-lhe algumas cartas entre 1956 e 1957, pedindo informações sobre o andamento das filmagens de algumas de suas obras.
Em 1958, Olney foi baleado pelas costas pelo amigo Luiz Navarro. Ambos disputavam a jovem Maria Augusta. Navarro disse que foi acidental. O ferimento perfurou seu pulmão esquerdo.
Em 1959, durante uma viagem a Maceió, no estado de Alagoas, adquiriu uma câmera Bell & Howell. Escreveu o roteiro do documentário “O Bandido Negro”, sobre um personagem da literatura popular, Lucas de Feira (1804-1849), chefe de um bando terrível, que assolou a região de Feira de Santana, realizando saques e assaltos e também lutou pela abolição da escravatura na Bahia. Escreveu também o roteiro do “O vaqueiro das caatingas”, ambos os roteiros não concretizados por falta de recursos.
Encontro com o Cinema Novo]
Em 1961, o diretor Nelson Pereira dos Santos foi a Feira de Santana com a intenção de realizar as filmagens de Vidas Secas, baseado no romance homônimo de Graciliano Ramos. Os planos foram modificados em razão das chuvas torrenciais que atingiram a região, e o diretor foi obrigado a improvisar um outro roteiro, que resultaria no filme Mandacaru Vermelho, rodado em Juazeiro, na Bahia. Nesse filme, o jovem Olney atuou como continuísta da produção, assistente de direção e produção, além de também compor o elenco. Terminada a filmagem, que se prolongou por Feira de Santana, Olney e Nelson tornaram-se grandes amigos. A experiência de Mandacaru Vermelho marcou de fato a integração de Olney ao grupo pioneiro de cineastas do Cinema Novo.
Na véspera do natal de 1961, casou-se com Maria Augusta Matos Santana. Ainda naquele ano, começou a escrever e dirigir a revista literária, "Sertão" (1061 - 1963).
Em janeiro de 1962 nasceu seu primeiro filho, Olney São Paulo Junior. No mesmo ano, Olney participou como assistente de direção de O caipora, de Oscar Santana, rodado em Riachão do Jacuípe, nas Zonas de Pé-de-Serra, Chapada e Beira do Rio. Também na mesma época, em Salvador, estabelece contato com a geração liderada por Glauber Rocha.
A formação cinematográfica de Olney foi influenciada pelo neo-liberalismo, e por filmes de guerra e western americanos. Seus principais inspiradores foram John Ford, Vttorio de Sica, Roberto Rosselini, Giuseppe De Santis, Augusto Genina e Pietro Germi. Estudou também as ideias de Vsevolod Pudoykin, sobre montagem cinematográfica, e foi leitor dos escritos de Georges Sadoul, sobre a história do cinema.
Realizou seu primeiro longa metragem, O Grito da Terra, em 1964, abordando a realidade do nordeste brasileiro. Entre a pré-produção do filme e o início das filmagens, nasceu seu segundo filho Ilya Flayert. Nelson Pereira do Santos e Laurita dos Santos foram os padrinhos do menino. As filmagens iniciaram-se em novembro de 1963. Para compor a cenografia do filme, Olney contou com colaboração dos comerciantes de Feira de Santana, que emprestaram móveis, roupas de cama, utensílios e adereços. O figurino era constituído por roupas dos próprios atores ou emprestado por amigos. A pré-estreia do filme ocorreu no dia 27 de novembro de 1964, com apresentação do o cineasta Orlando Senna. Entre 1965 e 1967, o Grito-da-Terra foi exibido no Rio de Janeiro, Salvador, Aracaju e Recife. Participou do I Festival Internacional do Filme de Guanabara, do Festival do Cinema Baiano, em Fortaleza, e da Noite do Cinema Brasileiro, organizada pela embaixada dos Estados Unidos, em dezembro de 1965. No entanto, sofreu cortes pela Censura Federal, pois um personagem faz menção à volta do Cavaleiro da Esperança, Luiz Carlos Prestes, membro do Partido Comunista Brasileiro. Por conta do corte, o produtor Ciro de Carvalho, convidado pelo Itamarati, não aceitou que o filme representasse o Brasil em festivais internacionais. Os produtores receberam prêmio do governo de Carlos Lacerda, o que lhes possibilitou saldar dívidas bancárias e confeccionar uma nova cópia do filme, sem cortes, e exibi-la nos principais cinemas do nordeste.
"Manhã Cinzenta" foi realizado entre 1968 e 1969. Junto com Ternando Coni Campos, Olney decidiu registrar alguns acontecimentos da época, com sua câmera 16mm, a partir do seu conto homônimo, escrito em 1966, e da documentação feita por José Carlos Avellar, sobre protestos de rua. Para driblar a censura, confeccionou várias cópias do filme, enviando-as para cinematecas de outros países e para os festivais de Viña del Mar (Chile), Pesaro, Cannes e Mannheim.
Prisão e censura
Na manhã do dia 8 de outubro de 1969 ocorreu o primeiro sequestro de um avião brasileiro, por membros da organização MR-8. O avião foi desviado para Cuba. Um dos sequestradores era membro da diretoria da Federação Carioca de Cineclubistas, presidida na época por Silvio Tendler. “Manhã Cinzenta” foi exibido a bordo. Olney foi vinculado pelas autoridades brasileiras ao sequestro, sendo detido e levado para local ignorado, ficando incomunicável por doze dias. Liberado, em 5 de dezembro foi internado com suspeita de pneumonia dupla. Em 25 de dezembro, muito debilitado psíquica e fisicamente, passou alguns dias com a família e foi internado novamente.
Os negativos e cópias de "Manhã Cinzenta" foram confiscados, mas, uma das cópias do filme foi salva por Cosme Alves Neto, então diretor da Cinemateca do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, e ficou por vinte cinco anos escondida na Cinemateca do MAM. Assim, embora proibido no país pela Censura Federal, o filme foi exibido na Itália, no Festival de Pesaro, no Festival Internacional de Cinema de Viña de Mar, na Quinzena de Realizadores do Festival de Cannes, em 1970. Participou também da XIX Semana Internacional de Mannheim, conquistando o prêmio de melhor média-metragem, e foi premiado no Festival de Oberhausen, na Alemanha, em 1972.
Olney realizou ainda, em 1970, o documentário O profeta de Feira de Santana, sobre o artista plástico Raimundo de Oliveira. A equipe era formada pelo produtor Júlio Romiti e Tuna Espinheiro, como assistente de direção.
Em 11 de maio de 1971, nasceu a filha de Olney São Paulo, Maria Pilar.
Em 13 de janeiro de 1972, o Superior Tribunal Militar absolveu definitivamente o cineasta das acusações de subversão da ordem, relacionadas ao filme Manhã Cinzenta.
Apesar da saúde debilitada, ainda realizou "O Forte", baseado no romance de Adonias Filho, longa-metragem no qual se destaca a paisagem de Salvador, tendo como um dos protagonistas o sambista e ator Monsueto Menezes, que morreu durante a filmagem. O filme teve inúmeros problemas e as filmagens sofreram várias interrupções, que prejudicaram bastante a qualidade do resultado final. Com o filme "Pinto Vem Aí", sobre o ex-deputado Francisco Pinto, ganhou o prêmio Jornal do Brasil, em 1976.
Olney São Paulo morreu cedo, vítima de câncer do pulmão, aos 41 anos.
Sobre o cinema de Olney São Paulo
De Glauber Rocha, em seu livro Revolução do Cinema Novo (Rio de Janeiro. Alambra/Embrafilme: 1981, p. 364):
"Olney é a Metáfora de uma Alegorya. Retirante dos sertões para o litoral – o cineasta foi perseguido, preso e torturado. A Embrafilme não o ajudou, transformando-o no símbolo do censurado e reprimido. "Manhã Cinzenta" é o grande filme explosão de 1968 e supera incontestavelmente os delírios pequeno-burgueses dos histéricos udigrudistas (...) Panfleto bárbaro e sofisticado, revolucionário a ponto de provocar prisão, tortura e iniciativa mortal no corpo do Artysta.
De Nelson Pereira dos Santos:
A imagem que guardo do meu compadre é uma síntese daquele documentário que ele fez sobre os sábios do tempo, os velhos sertanejos que dominam sistemas ancestrais de medição meteorológica [Sob o ditame do rude Almajesto: sinais de chuva (1976)]. Vejo-o de chapéu de couro, no raso da caatinga, conversando com os ventos, para saber de onde vêm e para onde vão.
Filmografia
Curtas
·         Um crime na rua (1955), 16 mm, 10 minutos,p&b, roteiro, direção e ator.
·         O profeta de Feira de Santana (1970), 35 mm, 8 minutos, cor, roteiro, montagem, diretor e co-produtor.
·         Cachoeira: documento da História (1973), 35 mm, 9 minutos, cor e p&b, roteiro, montagem, diretor e co-produtor.
·         Como nasce uma cidade (1973), 35 mm, 10 minutos, cor e p&b, roteiro,direção e produção.
·         Teatro brasileiro I : origem e mudanças (1975), 35 mm, 12 minutos, cor, roteiro e direção.
·         Teatro brasileiro II: novas tendências (1975), 35 mm, 11 minutos, cor, roteiro e direção.
·         Sob o ditame do rude Almajesto: sinais de chuva (1976),16 mm, 13 minutos, cor, roteiro e direção. Argumento: inspirado na crônica de Eurico Alves Boaventura. Câmera de Edgar Moura.
·         A última feira livre (1976), 16 mm, cor, direção. Roteiro de Hermínio Lemos. Câmera de Edgar Moura.
Médias
·         Manhã cinzenta (1969), 35 mm, p&b, 21 minutos, roteiro, direção e produção. Câmera de José Carlos Avellar.
·         Pinto vem aí (1976), p&b, 25 minutos, roteiro e direção. Câmera de Edgar Moura.
·         Dia de Erê (1978), 16 mm, 30 minutos, cor, roteiro e direção. Câmeras de Ronaldo Foster e Walter Carvalho.
Longas
·         Grito da terra (1964), 35mm, 80 minutos,p&b. roteiro e direção. Argumento:romance homônimo de Ciro de Carvalho Leite. Câmera de Leonardo Bartucci. Trilha Sonora de Fernando Lona.
·         O forte (1974), 35 mm, 90 minutos, cor, roteiro e direção. Argumento: romance homônimo de Adonias Filho.
·         Ciganos do nordeste (1976), 16 mm, 70 minutos, cor, roteiro, direção e produção. Câmera de Edgar Moura. O filme foi concluído em 1978, depois da morte do cineasta, pelos amigos Orlando Senna e Manfredo Caldas, seguindo as orientações deixadas por Olney São Paulo.
·         O Amuleto de Ogum (1974)



[1] Inicialmente criamos (eu, Evandro Oliveira, era fundador e secretário do jornal) o “Santanópolis”, nome do Colégio. Depois para ficarmos independentes mudamos para “O Coruja”.
[2] Ajudava Olney nesta coluna, tanto que o pseudônimo CONDE D’EVEY, era a junção das duas primeiras letras minhas, Evandro e as duas últimas de Oley. Como fazíamos sátiras e gozações, alguns não gostavam, mas nada sério.
[3] Não é certo. “O Coruja” nunca foi censurado, muito menos Olney com suas duas colunas uma a já citada acima e Causerie, só sobre cinema. As duas vezes que suscitaram uma maior reclamação foram 1ª o nosso colega , o editor chefe Luiz Navarro, fez uma crítica ao desfile de 7 setembro, o Conde D’Evey fez um trocadilho, “muito mal entendido pelo índio Navajo (pronuncia Navarro)”, ele quis cortar esta referência, mas perdeu na votação, ele sabia que o trocadilho foi ideia minha não de Olney. 2ª o cronista social Eme Pê fez uma grande festa no FTC para homenagear as “Dez senhoras mais elegantes da sociedade”.  O Conde D’Evey em um título “AS DEZELEGANTES”.. só uma fazia jus ao título elegante, por não ter ido à festa. O cronista andou se queixando.
Só uma vez, tivemos na justiça, matéria policial local, como denunciante. Foi o ápice do jornal, durante semanas vendemos mais que a “Folha do Norte” e ganhamos a questão. Republicarei neste Blog toda esta história.
[4] Não houve isso, mesma razão da nota anterior.

Fonte: Wikipédia

Filme do Santanopolis dos anos 60