Símbolos do Santanópolis

FOTO OFICIAL DO ENCONTRO

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Mostrando postagens com marcador Comunicação. Mostrar todas as postagens
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terça-feira, 12 de julho de 2022

A EVOLUÇÃO DAS COMUNICAÇÕES

Decorrido menos de 90 anos, a evolução da comunicação é abismal.

 Ao lado nota do jornal “Folha do Norte”, 02 de janeiro de 1937, criticando a grande demora do envio de uma correspondência. Colocada na agencia dos do Rio de Janeiro em 25 de outubro só chegando na unidade do Correio em Feira de Santana em 20 de dezembro, demorando 55 dias.

          Hoje estamos nos estertores da comunicação escrita em papel, os Correios, já demonstram uma queda violenta neste tipo de comunicação, ao ponto de quando se aventa a possibilidade de privatização (projeto na câmara), se reduz ao serviço de transporte de encomendas, ainda em franca expansão[1].

Com o advento do 5G, todo o planeta deverá ter comunicação de altíssima qualidade.

O mundo vai ser outro, especialistas preveem a ERA DAS COMUNICAÇÕES, como tivemos a ERA AGRICOLA, e a ERA INDUSTRIAL.



[1] Um dos entraves é que a Estatal não paga ICMS, se privatizar a lucratividade se reduz sobremaneira, pois esse benefício só tem respaldo em programa social governamental. 

quinta-feira, 18 de maio de 2017

SHOW DA LÍNGUA PORTUGUESA


 - Um homem muito rico estava mal, agonizando. Pediu papel e caneta. Escreveu assim:
- Deixo meus bens a minha irmã não a meu sobrinho jamais será paga a conta do padeiro nada dou aos pobres.
Morreu antes de fazer a pontuação. A quem deixava a fortuna? Eram quatro concorrentes.
1) O sobrinho fez a seguinte pontuação:
- Deixo meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho. Jamais será paga a conta do padeiro. Nada dou aos pobres.
2) A irmã chegou em seguida e pontuou assim o escrito:
- Deixo meus bens à minha irmã. Não a meu sobrinho. Jamais será paga a conta do padeiro. Nada dou aos pobres.
3) O padeiro pediu cópia do original e puxou à brasa para a sardinha dele:
- Deixo meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho? Jamais! Será paga a conta do padeiro. Nada dou aos pobres.
4) Aí, chegaram os descamisados da cidade e um deles, sabido, fez esta interpretação:
- Deixo meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho? Jamais! Será paga a conta do padeiro? Nada! Dou aos pobres.
Moral da história:
A vida pode ser interpretada e vivida de diversas maneiras. Nós é que fazemos a pontuação.            
Pontue sua vida com o que realmente importa.                    
               Isso faz toda a diferença.

terça-feira, 22 de março de 2016

MENSAGEM DE AMORIM EM AGRADECIMENTO A CONVITE

 O Santanopolitano Joselito Falcão Amorim, agradece a Santanopolitana Lélia Vitor Fernandes de Oliveira, Presidenta da Academia de Letras e Artes de Feira de Santana e se desculpa por não poder comparecer a solenidade.

Salvador, 13 de março de 2016.

Exma. Sra.
Profa. Lélia Vitor Fernandes de Oliveira
M.D. Presidente da Academia de Letras e Artes

Morador da Casa dos Números há cerca de um século, sou surpreendido com o convite para freqüentar a Casa das Letras. Se com 10 símbolos, de 0 a 9, senti tanta dificuldade em manejá-los, tendo chegado apenas até a varanda da casa, agora trabalhando com 26 caracteres, de A a Z, calcule quão grande será a dificuldade. Não trago conhecimentos, não trago luzes, apenas venho beber a sabedoria da Casa, comprometendo-me a não decepcioná-los.
Acreditei naqueles que dizem que os números governam o mundo, grande engano. Os números sem as letras nada significam; é um casamento perfeito, indispensável e indissolúvel.
Ao chegar à Casa das Letras, peço permissão para prosseguir minha peregrinação pela estrada sinuosa da vida, com suas dificuldades, empecilhos, espinhos, pedras, montanhas, florestas e mares. Não os enfrentei, apenas contornei-os utilizando as veredas de vida.
A Casa das Letras não será o fim, devo continuar a jornada fitando o horizonte, onde dizem existir um belo jardim - o jardim da felicidade. Em lá chegando, pretendo colher uma flor, a flor da felicidade, retornar e entregá-la ao HOMEM, pedindo-lhe que a distribua com seus pares, o mais rápido possível, pois tenho a impressão que o HOMEM está se embrutecendo, que a Humanidade está se desvirtuando, e parece-me, se degradando. Deve ser lembrada de que o SER é mais importante que o TER.
Impossibilitado de comparecer à solenidade, faço-me presente por meio da Profa. Irani Menezes Rebouças. Nesta oportunidade, agradeço a honrosa distinção, permitindo que eu possa freqüentar esta Casa, cujo mérito não é propriamente as Letras e sim as Artes. Perguntarão, que Arte? A Arte do viver, para mim a maior das Artes.

Atenciosamente,


                               Joselito Falcão de Amorim


segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

UFRB - EDITAL DE DOAÇÃO DE ÁREA PARA O CAMPUS DE FEIRA DE SANTANA

A Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB), por meio da Comissão Especial de Licitação, designada pela Portaria Nº 599/2015, de 03 de julho de 2015, torna público o Edital de Chamamento Público para seleção de uma doação não onerosa, pura, sem encargos ou condição, de imóvel(eis) particular(es) para a instalação do seu campusUniversitário na cidade de Feira de Santana, Bahia. 
As inscrições têm duração de 15 dias, a contar da publicação do Edital, e podem ser realizadas mediante remessa de proposta para a Comissão Especial de Licitação, à Rua Rui Barbosa, 710, Centro, campus Universitário de Cruz das Almas, Bahia, obedecidas às especificações e normas constantes do presente Edital, às disposições da Lei Nº 8.666/93, os princípios que regem a Administração Pública e demais disposições legais pertinentes.
Podem participar do Chamamento Público: pessoas físicas e jurídicas que estiverem habilitadas na forma disposta no Edital; consórcios, grupos de empresas e/ou pessoas físicas, desde que satisfaçam as condições mínimas estabelecidas para o atendimento do objeto.

sábado, 28 de junho de 2014

A COISA FOI COISAR (eita Língua)

"COISA"

Não sei quem é o autor dessa “coisa” mas sei que é uma "coisa" legal !!!

A palavra "coisa" é a vale tudo do idioma e muitas utilidades.
É aquele tipo de termo/muleta ao qual a gente recorre sempre que nos
faltam palavras para exprimir uma idéia.

"Coisas" do português.

Gramaticalmente, "coisa" pode ser substantivo, adjetivo, advérbio.
Também pode ser verbo: o Houaiss registra a forma "coisificar".
E no Nordeste há "coisar": Ô, seu "coisinha", você já "coisou" aquela
"coisa" que eu mandei você "coisar"?
Coisar: v.t. e v.i. – verbo sem significado que serve para tudo.

Na Paraíba e em Pernambuco, "coisa" também é cigarro de maconha.
Em Olinda, o bloco carnavalesco Segura a Coisa tem um baseado como símbolo
em seu estandarte.
Alceu Valença canta: Segura a "coisa" com muito cuidado / Que eu chego já."
Já em Minas Gerais , todas as coisas são chamadas de trem. (menos o trem,
que lá é chamado de "coisa"). A mãe está com a filha na estação, o trem se
aproxima e ela diz: — Minha filha, pega os trem que lá vem a "coisa"!

E, no Rio de Janeiro?
Olha que "coisa" mais linda, mais cheia de graça... é ela menina...
A garota de Ipanema era coisa de fechar o trânsito!
Mas se ela voltar, se ela voltar, que "coisa" linda, que "coisa" louca.
Coisas de Jobim e de Vinicius, que sabiam das coisas.

Coisa não tem sexo: pode ser masculino ou feminino.
Coisa-ruim é o capeta. Coisa boa é o ídolo do momento. Nunca vi coisa assim!
Coisa também não tem tamanho. A "coisa" tá crescendo...
Na boca dos exagerados, "coisa nenhuma" vira um monte de coisas...

Mas a "coisa" tem história mesmo é na MPB.
No II Festival da Música Popular Brasileira, em 1966, a coisa estava na letra das duas vencedoras:
Disparada, de Geraldo Vandré: Prepare seu coração pras "coisas" que eu vou contar..., 
e A Banda, de Chico Buarque: pra ver a banda passar, cantando "coisas" de amor...
Naquele ano do festival, no entanto, a coisa tava preta (ou melhor, verde-oliva).
E a turma da Jovem Guarda não tava nem aí com as coisas: "coisa" linda, "coisa" que eu adoro!
Para Maria Bethânia, o diminutivo de coisa é uma questão de quantidade afinal: são tantas "coisinhas" miúdas...
E esse papo já tá qualquer "coisa". Já qualquer "coisa" doida dentro mexe...
Essa coisa doida é um trecho da música "Qualquer Coisa", de Caetano, que também canta: alguma "coisa" está fora da ordem!
E, ainda, o famoso hino a São Paulo: "alguma coisa acontece no meu coração"!

Por essas e por outras coisas, é preciso colocar cada coisa no seu devido lugar.
Uma coisa de cada vez, é claro, afinal, uma coisa é uma coisa; outra coisa é outra coisa.
E tal e coisa, e coisa e tal.

Um cara cheio de coisas é o indivíduo chato, pleno de não-me-toques.
Já uma cara cheia das coisas, vive dando risadas. Gente fina é outra coisa.
Para o pobre, a coisa está sempre feia: o salário-mínimo não dá pra coisa nenhuma.

A coisa pública não funciona no Brasil. Político, quando está na oposição, é uma coisa, 
mas, quando assume o poder, a coisa muda de figura.
Quando elege seu candidato de confiança, o eleitor pensa: Agora a "coisa" vai...
Coisa nenhuma! A coisa fica na mesma.
Uma coisa é falar; outra é fazer. Coisa feia! O eleitor já está cheio dessas coisas!

Se as pessoas foram feitas para ser amadas e as coisas, para serem usadas, 
por que então nós amamos tanto as coisas e usamos tanto as pessoas?
Bote uma coisa na cabeça: as melhores coisas da vida não são coisas.
Há coisas que o dinheiro não compra: paz, saúde, alegria e outras "cositas más".

Mas, deixemos de "coisa", cuidemos da vida, senão chega a morte, ou "coisa" parecida...
Por isso, faça sempre a coisa certa e não esqueça o grande mandamento:

Entendeu o espírito da "coisa"?


(autor desconhecido)

terça-feira, 20 de maio de 2014

WORD LENS - COMO VER O MUNDO EM SEU IDIOMA

É  possível usar dispositivos móveis para "ver o mundo em seu idioma."

  Word Lens 

       É um aplicativo de tradução lançado em dez/2010 pela Quest Visual .

·      Traduz palavras impressas a partir de uma língua para outra, com a câmera de vídeo do seu smartphone, em tempo real.  Nenhuma conexão de rede necessária!

·      Usa as câmeras embutidas em smartphones e outros dispositivos semelhantes para verificar e identificar texto, em seguida, traduzir e exibir as palavras em outro idioma no visor do dispositivo.

·      As palavras são exibidas no contexto original no fundo original, e a tradução é feita em tempo real , sem conexão com a internet.

·      Está disponível para o iPhone da Apple, iPod e iPad, bem como para uma seleção de smartphones Android.

·      É gratuito na iTunes da Apple .



sábado, 29 de março de 2014

O Português é uma das línguas mais difíceis do mundo.



Tudo bem que sofremos para aprender outra língua, mas eles também sofrem e sofrem mais para aprender a nossa.
Meia, Meia, Meia, Meia ou Meia?
A língua portuguesa é uma das mais difíceis do mundo, até para nós.
O português praticado no Brasil ...
*Na recepção de um salão de convenções, em Fortaleza*
- Por favor, gostaria de fazer minha inscrição para o Congresso.
- Pelo seu sotaque vejo que o senhor não é brasileiro. O senhor é de onde?
- Sou de Maputo, Moçambique.
- Da África, né?
- Sim, sim, da África.
- Aqui está cheio de africanos, vindos de toda parte do mundo. O mundo está cheio de africanos.
- É verdade. Mas se pensar bem, veremos que todos somos africanos, pois a África é o berço antropológico da humanidade...
- Pronto, tem uma palestra agora na sala 
meia oito.
- Desculpe, qual sala?
- 
Meia oito.
- Podes escrever?
- Não sabe o que é 
meia oito? Sessenta e oito, assim, veja: 68.
- Ah, entendi, 
*meia* é *seis*.
- Isso mesmo, 
meia é seis. Mas não vá embora, só mais uma informação: A organização do Congresso está cobrando uma pequena taxa para quem quiser ficar com o material: DVD, apostilas, etc., gostaria de encomendar?
- Quanto tenho que pagar?
- Dez reais. Mas estrangeiros e estudantes pagam *
meia*.
- Hmmm! que bom. Ai está: *
seis* reais.
- Não, o senhor paga 
meia. Só cinco, entende?
- Pago meia? Só cinco? 
*Meia* é *cinco*?
- Isso, 
meia é cinco.
- Tá bom, 
*meia* é *cinco*.
- Cuidado para não se atrasar, a palestra começa às nove e 
meia.
- Então já começou há quinze minutos, são nove e vinte.
- Não, ainda faltam dez minutos. Como falei, só começa às nove e 
meia.
- Pensei que fosse as 9:05, pois 
*meia* não é *cinco*? Você pode escrever aqui a hora que começa?
- Nove e meia, assim, veja: 9:30
- Ah, entendi, 
*meia* é *trinta*.
- Isso, mesmo, nove e trinta. Mais uma coisa senhor, tenho aqui um folder de um hotel que está fazendo um preço especial para os congressistas, o senhor já está hospedado?
- Sim, já estou na casa de um amigo.
- Em que bairro?
- No 
Trinta Bocas.
- 
Trinta bocas? Não existe esse bairro em Fortaleza, não seria no Seis Bocas?
- Isso mesmo, no bairro 
*Meia* Boca.
- 
Não é meia boca, é um bairro nobre.
- Então deve ser 
*cinco* bocas.
- Não, 
Seis Bocas, entende, Seis Bocas. Chamam assim porque há um encontro de seis ruas, por isso seis bocas. Entendeu?
- Acabou?
- Não. Senhor é proibido entrar no evento de sandálias. Coloque uma 
meia e um sapato...
 
O africano enfartou...


Autor - Jansen Viana
Texto original "Trocando seis por meia duzia" , faz parte do livro PROSANDO publicado pela Editora Reflexão (SP). Ver em  http://oblogderedacao.blogspot.com.br/2014/01/as-palavras-meia.html



Filme do Santanopolis dos anos 60