Símbolos do Santanópolis

FOTO OFICIAL DO ENCONTRO

FOTO OFICIAL DO ENCONTRO

segunda-feira, 26 de setembro de 2016

ANIVERSARIANTES DE HOJE

Celso
Ao terno de Santanopolitanos aniversariantes, Celso Coelho Franqueira, Rilza Almeida e Rômulo S. Oliveira, nossa torcida para encontrá-los com saúde.

domingo, 25 de setembro de 2016

ANOS SANTANOPOLITANOS - VIII

Ismael S. Bastos
Professora Hermengarda!

Tínhamos aula de trabalhos manuais
Para a professora todos éramos iguais
Com seu senso observador e muito crítico
Fazia seu comentário, mordaz e bem irônico

Todo a respeitavam diria mais, e a temiam
De suas observações inteligentes todos riam
Na verdade atrás daquela sua máscara bem sisuda
Havia um lindo ser humano pronto para nos dar ajuda

Criticava muito o comprimento das saias das meninas
Dizendo muito cuidado que vocês podem pisar nas bainhas
 Menino que tinha no cabelo pimpão ela dizia que era pega rapaz
Alguns sim se aborreciam, porém, de enfrenta-la ninguém era capaz

Ela nos ensinava duas matérias além de trabalhos manuais, desenho
O medo da reprovação fazia com que nós estudássemos com empenho
Aulas didáticas nos ensinavam a construirmos os nossos próprios brinquedos
 Final do ano de trabalhos manuais e desenho estavam descobertos os segredos

Do Colégio Santanópolis, é a professora que representa a sua gloriosa tradição
Eficientíssima nas duas matérias que lecionava, era baixo o índice de reprovação
Críticas por ela feitas eram seus métodos próprios, ajudavam os alunos na integração

Professora Hermengarda esta é a singela homenagem de seus alunos que nunca a esquecerão!

FOTO ANTIGA FALTANDO IDENTIFICAÇÃO

Esta foto coloca muitas dúvidas:
1ª - não tenho a origem de identificação no nosso arquivo;
2ª - a data que consta no arquivo é de 1915, mas a imagem mostra carros que são da década de 40;
3ª - não consigo identificar se é a Praça da Bandeira ou a contígua Praça João Pedreira, talvez as duas.
4ª - não sei como está pavimentada, terra?, paralelo?, seguramente não é asfalto, na época não existia este tipo de pavimentação em Feira.
5ª - ao fundo mostra um desfile mas não reconheci qual foi a instituição desfilando.
Se alguem consegue esclarecer alguma destas dúvidas, comente ou passe email para oevandro@uol.com.br.

sábado, 24 de setembro de 2016

V ENCONTRO DOS SANTANOPOLITANOS - PRESTAÇÃO DE CONTAS

AS RECEITAS
Obs: 1000 - SANTANOPOLITANO (PAGO)  ex-alunos, ex-funcionários e ex-professores que fizeram a adesões financeiras;
1110 - SANTANOPOLITANO (CORTESIA) idem cortesia como contra-partida por serviços prestados - mídia, espaço no Boulevard, Espaço do Evento, Comissão Organizadora etc...;
1111 - PESSOAL DE APOIO - CAMISA - recepção, portaria, limpeza;
2000 - ACOMPANHANTE (PAGO) - acompanhantes dos Santanopolitanos que aderiram financeiramente;
2100 - CONVIDADOS os que contribuíram financeiramente;
2110 - CONVIDADO (CORTESIA) o mesmo que o item 1110, mas não eram Santanopolitanos;
2111 - PESSOAL DE APOIO - PULSEIRA o mesmo que o item 1111 acrescido da Banda "Caras @ Corôas".

DESPESAS 

LIMPEZA E ACESSÓRIOS -294,84
KILOGRILL -11.700,00
SOM E PALCO -2.100,00
CAMISAS -6.080,00
IMPRESSÕES, FOTOS E ESCANEAMENTOS -88,31
ALUGUEL DE TELEVISÃO -250,00
BOLO -300,00
BALCÃO -302,00
MATERIAL DE EXPEDIENTE -99,98
DESIGNER -800,00
BRINDES -1.700,00
DECORAÇÃO -2.704,00
DIVERSOS DO V ENCONTRO -155,00
PESSOAL DE APOIO -770,00
SALDO 35,87







ANIVERSARIANTES DE HOJE

Aos aniversariantes de hoje Augusto de Carvalho Graça, que no próximo ano comemora seus 90 anos de vida e Gilda Bezerra Cardoso Rodrigues, foto. Desejamos um dia de festas com muito Axé, 

sexta-feira, 23 de setembro de 2016

REVISTA SERPENTINA 1941 - V

Dival Pitombo
Santanopolitano
Metamorfoses 

Ha qualquer coisa de maravilhoso e surpreendente no surto de progresso porque vai atravessando a Feira.
Ela já não é a cidade-garôta dos bairros liricos onde violões boemios enchiam de harmonias as noites de luar na mais adoravel simplicidade provinciana.
Já no encontramos aqui, aquele cunho de cidade sertaneja que a caraterizava.
Cresce e civiliza-se.
E’ como se uma fada a tocasse com a sua varinha magica e de um momento para outro tudo o que estava parado começasse a mover-se, crescer, colorir-se de uma vitalidade nova e verdadeiramente miraculosa.
Rasgaram-se avenidas, abriram-se escolas, estradas inumeras como longas «serpentes de jaspe» levaram aos quatro ventos, a lama de uma hospitalidade que já se ia tornando tradicional E a cidade foi perdendo rapidamente tudo o que ainda lhe restava do antigo povoado de D. Ana Brandôa.
As suas longas avenidas nada têm de provinciano, os seus parques outrora sombrios e melancolicos, estao inundados de luz; e a alegria radiosa da juventude das escolas forma como que uma aureola cintilante de Vida e de Graça.
Uma verdadeira febre de construção vai possuindo a população; e os bairros novos vão surgindo numa verdadeira sinfonia de côres tecendo uma moldura rica e graciosa na paisagem.
Ha os bairros operarios onde habita modestamente a classe pobre:-casinhas enfileiradas como um longo rosario colorido. Todas manhãs, o cortejo processional da gente para o trabalho. Movimento. O bom humor sadio do povo passando nas ruas embandeiradas de roupas secando ao sol. A noitinha sob a paz das estrelas, as sere natas tradicionais num lirico ambiente de aldeia.
O bairro comercial em movimento constante reflete o dinamismo do povo. Pratico, movimentado, ele é sempre a parte que concentra toda a vida ativa da cidade.
E por fim os bairros aristocraticos. As longas avenidas senhoriais marginadas de construções elegantes onde vive gente abastada.
Mudou muito a minha Feira. Não mais cidade adolescente e romantica sonhando diante dos crespúculos maravilhosos. Não mais simplicidade encantadora de sertaneja nova e inconciente de sua beleza. Cresceu. Estudou. Encheu-se de adornos e de ciencia. Ficou mais bonita talvez. Mas o teu poeta ó minha bela terra, já não poderia hoje chamar-te de “Cidade do Silencio e da Melancolia”.


Nota do Blog: O texto está reproduzido em fac-símile, daí não atualizarmos o o português.

quinta-feira, 22 de setembro de 2016

AS SANTANOPOLITANAS ANIVERSARIANTES

Dalva
 Hoje aniversariam três Santanopolitanas, Dalva Britto Cordeiro, Fátima Ribeiro e Ivonete Rios Carvalho, desejamos "replay" desta data por muitos anos. 
Fátima
Ivonete


quarta-feira, 21 de setembro de 2016

FEIRA DE SANTANA E SUAS DATAS

Joselito F. Amorim
No dia 18 deste foi comemorado a data magna de nossa cidade, como existe discussão quanto a dia correto da fundação de Feira de Santana, transcrevo artigo de nosso colaborador, o Santanopolitanos Joselito Falcão Amorim - nota do Blog.
Compelido pelo amor à Feira, impulsionado pelo trepidar do coração, e, pelo fervilhar do sangue, depois de muito meditar, resolvi finalmente abordar alguns temas, que de há muito me atormentam a alma e que não posso e não devo deixar de externá-los. Se bem que procuro respaldo, olho ao redor de mim e não encontro. Não sendo pesquisador, professor de história, jornalista, arquiteto ou engenheiro, como tecer comentários em áreas especificas e merecer crédito? Observo a sabedoria de alguns adágios populares: “Cada macaco no seu galho” e “Quem não quer se molhar não vai para a chuva”.
Seja como for, mereço ou não fé, afirmativas ou indagativas, lanço-me à arena. Antes, porém, um esclarecimento: não desejo melindrar ou ofender a quem quer que seja, são meros comentários desprovidos de pirotecnia. Se não úteis hoje, poderão ser no amanhã.
O comentário de hoje diz respeito às datas de Feira de Santana
Assisti a uma conferência de um grande mestre feirense, que dissertou sobre a vida e obra de Monsenhor Renato de Andrade Galvão. Belo trabalho, digno de aplausos e concordância de todos.
Conheci Galvão nos idos de 1965, quando aqui chegou como pároco da Catedral de Santana. Não fui cumprimentá-lo, porque não soube da sua posse, porém o recebi logo depois na Prefeitura. Qual não foi o susto, quando ele com aquele vozeirão, ao cumprimentar-me afirmara que era meu colega três vezes. Perplexo fiquei: “- Eu, padre! Não!”- Afirmara: “- Prefeito, professor e inspetor federal”. Aí voltei à realidade: Ele acabara de renunciar à Prefeitura do município de Cícero Dantas e estava reiniciando suas atividades religiosas em Feira. Tudo correto: Prefeito, Professor e Inspetor Federal de Ensino.
Convivi pouco com Galvão, logo depois em 1967, transferi-me para Salvador, a fim de colaborar com o Governador Luiz Viana Filho, o que não impediu que observasse o seu belo trabalho, principalmente na área social e acadêmica.
Quando da criação da Universidade Estadual de Feira de Santana, na constituição do Conselho Universitário, o Governador Luiz Viana Filho pediu-me que indicasse dois nomes para compor o mesmo e o fiz: Monsenhor Renato Galvão, pela sua competência e interesse por Feira e a Professora Maria da Hora Oliveira, titular da cadeira de Metodologia, pelo seu valor e em homenagem à Escola Normal.
Voltemos ao conferencista. Após bela e longa explanação, ao concluí-la, afirmou que dentre outros fatos importantes realizados em Feira por Monsenhor Galvão, corrigiu um grande erro histórico, pois a cidade estava comemorando erradamente sua maior data, a 16 de junho (data da elevação da vila à categoria de cidade). Com seu prestígio conseguiu que a nobre Câmara Municipal adotasse a data correta, 18 de setembro (data da primeira sessão do Conselho Municipal) criado com a vila de Feira, por Decreto Imperial, por sinal sessão realizada na igreja. Concluo daí a preferência do Monsenhor Galvão. Tenho lido sobre o assunto, consultado mestres: Rolle Poppino, Pedro Tavares, Raimundo Pinto, Oscar Damião e o próprio Monsenhor Galvão e fontes outras, donde concluí que Feira de Santana tem três datas importantes:
1- 13 de novembro de 1832 - assinatura do Decreto Imperial que criou a Vila de Feira de Santana, desmembrando-a da cidade de Cachoeira, por sinal com 12.000 km2.
2- 18 de setembro de 1833
- data da realização da primeira sessão da instalação do Conselho Municipal (prevista para 6 de agosto, adiada para o dia 14 e finalmente realizada no dia 18 de setembro).
3- 16 de junho de 1873 -
data da lei que elevou a Vila à categoria de Cidade.
Como se vê, são três datas importantes e como tal devem ser referenciadas. A minha discórdia é quanto à afirmativa de ser ”18 de setembro a mais importante”. Todas elas o são. Embora nossa Câmara Municipal tenha seguido a orientação do Monsenhor Galvão, ponho o assunto em discussão, nas mãos de pesquisadores, historiadores e professores da área, que melhor do que eu têm condições de opinar. Hoje temos uma Universidade com curso de História, não seria importante que a mesma fizesse urna reflexão sobre o tema?

Admito que possa estar errado, e, como tal procuro argumentos convincentes...
Transcrito da revista "História e Estórias dos Séculos XIX e XX (Escritas a cinquenta mãos).
Edição Especial do Instituto Histórico e Geográfico de Feira de Santana - 2015 pag. 125/126.

Fotos de Wagner Damas, clique duas vezes no quadro pra ver o album.

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Filme do Santanopolis dos anos 60