quarta-feira, 10 de abril de 2019
terça-feira, 9 de abril de 2019
ANIVERSÁRIOS DE SÉRGIO, CHARLES E WALQUÍRIA
segunda-feira, 8 de abril de 2019
ANTES E DEPOIS DE WASHINGTON
ANIVERSÁRIO DE EVANDRO FILHO
Comemoram mais um ano de vida os santanopolitano, ariano, sob
proteção de Iemanjá, Evandro José Sampaio de Oliveira Filho. Nosso desejo é a repetição deste evento por
muitos anos com saúde.
domingo, 7 de abril de 2019
ANIVERSÁRIO DE ZÉ FELIX
sábado, 6 de abril de 2019
PERFIL DE ANTÔNIO AUGUSTO DA SILVA GARCIA
Nascido em
13 de junho de 1870, foi muito mais que um grande etimologista e gramático; foi
um dos homens mais cultos da época. Apesar da origem pobre, estudou no Colégio
Carneiro Ribeiro, fez os primeiros anos da faculdade de medicina, sua grande
vocação, mas por absoluta falta de recursos teve que se contentar com o
magistério, profissão que exerceu em Salvador, Ilhéus e Feira de Santana. Aqui
foi professor dos maiores e melhores estabelecimentos da época: Escola Normal e
Ginásio Santanópolis.
Fundador das revistas “Renascença” e “A Luva” ao lado de Severo dos Anjos, revelou-se no jornalismo o polemista competente e o poeta clássico. Em Feira de Santana fez parte do primeiro quadro de professores da Escola Normal. Não foi só por vocação, mas por absoluta falta de recursos teve que se contentar com o magistério, profissão que exerceu em Salvador, Ilhéus e Feira de Santana. Aqui foi professor dos maiores e melhores estabelecimentos da época: Escola Normal e Ginásio Santanópolis.
Fundador das revistas “Renascença” e “A Luva” ao lado de Severo dos Anjos, revelou-se no jornalismo o polemista competente e o poeta clássico. Em Feira de Santana fez parte do primeiro quadro de professores da Escola Normal Rural de Feira de Santana e no Ginásio Santanópolis ensinou até 1943, poucos meses antes do seu falecimento em 12 de janeiro de 1944. Casado duas vezes, do primeiro matrimônio deixou 4 filhos. Do segundo, nenhum filho.
A grande virtude daquele mestre, em todos os setores que atuou, foi a humildade e a modéstia. Na Folha do Norte, onde foi o Redator enquanto vivo, raramente publicava uma das suas belas poesias. As polêmicas culturais que sustentava, fazia em nome do jornal. A Aloísio Resende, o querido Zinho Faúla, ele ensinou desde a métrica e a rima das poesias até os segredos do ritmo e do adjetivamento e qualificação de substantivos. Aloísio foi um diamante bruto que o Mestre Antônio Garcia lapidou e a Folha do Norte abriu espaço para a sua projeção.
Fundador das revistas “Renascença” e “A Luva” ao lado de Severo dos Anjos, revelou-se no jornalismo o polemista competente e o poeta clássico. Em Feira de Santana fez parte do primeiro quadro de professores da Escola Normal. Não foi só por vocação, mas por absoluta falta de recursos teve que se contentar com o magistério, profissão que exerceu em Salvador, Ilhéus e Feira de Santana. Aqui foi professor dos maiores e melhores estabelecimentos da época: Escola Normal e Ginásio Santanópolis.
Fundador das revistas “Renascença” e “A Luva” ao lado de Severo dos Anjos, revelou-se no jornalismo o polemista competente e o poeta clássico. Em Feira de Santana fez parte do primeiro quadro de professores da Escola Normal Rural de Feira de Santana e no Ginásio Santanópolis ensinou até 1943, poucos meses antes do seu falecimento em 12 de janeiro de 1944. Casado duas vezes, do primeiro matrimônio deixou 4 filhos. Do segundo, nenhum filho.
A grande virtude daquele mestre, em todos os setores que atuou, foi a humildade e a modéstia. Na Folha do Norte, onde foi o Redator enquanto vivo, raramente publicava uma das suas belas poesias. As polêmicas culturais que sustentava, fazia em nome do jornal. A Aloísio Resende, o querido Zinho Faúla, ele ensinou desde a métrica e a rima das poesias até os segredos do ritmo e do adjetivamento e qualificação de substantivos. Aloísio foi um diamante bruto que o Mestre Antônio Garcia lapidou e a Folha do Norte abriu espaço para a sua projeção.
Fonte: O historiador feirense Antônio Lajedinho, gentilmente: Dedicado aos amigo do Blog Santanópolis.
sexta-feira, 5 de abril de 2019
A QUESTÃO DA PRODUTIVIDADE
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| Carlos P. Novaes |
O que é produtividade? É, resumindo, a melhor relação benefício/custo, e é assim que os nossos produtores pensam e logo existe uma tendência geral de automação de tudo. É o que se vê hoje em dia. É um processo gradativo de diminuição da mão-de-obra, dos custos. Por quê? É porque a mão-de-obra é custo e custo não é bom. É assim que se pensa. Gastar menos e pronto. O que é que mais se vê hoje em dia: automação, em todos os setores.
Com isto, gradativamente, fatalmente, vem a diminuição dos empregos, já que as fábricas e os setores produtivos preferem é um bom robô a um bom operário, que é dispendioso, além de ter problemas que a automação não tem.
Bem, este pensamento está certo? Sim, em parte sim, mas em parte,
não. Ele só seria bom se essa automação fosse feita para serviços essenciais e perigosos e não desempregado generalizadamente. No mundo já existem até empresas de segurança pensando em robôs para tomar conta dos quarteirões, com câmeras, gps, uma parafernália de equipamentos, só para substituírem o vigia, o guarda. Por quê? Diminuição do custo e outras vantagens.
Se você for a Europa, até as máquinas para extrair frutas dos pés estão automatizadas e o povo fica reclamando de emprego e da caída das vendas.
Ora, por que as vendas estão caindo? É por que, entre outras coisas, a tal produtividade por automação é um engodo, não é prudente.
Vocês já viram algum robô fazendo compras no shopping, no mercado?
Pois é, os robôs produzem por menor preço mas não pagam impostos e o que é pior, não compram nada, são muquiranas ao extremo.
Resultado, sem gente para comprar, os setores produtivos não têm para quem vender e ai vem à crise, que é fatal, é obvio, pois ninguém tem dinheiro.
Ai o governo começa a criar uma série de maneiras artificiais para tentar minorar este problema, como bolsas e outros artifícios, que não resolvem este problema, pois duro não compra nada além de moer mais impostos.
Ora, quem lê história, vai ver que a crise dos anos vinte e nove, lá nos Estados Unidos, foi causada por excesso de produção, é o que dizem por ai, não é? Mas será que foi mesmo excesso de produção ou falta de consumo?
Mas será que não está na época das pessoas pararem com esta mania de gastar menos e investir um pouco mais na produção sem tanta automação, por que a periferia, o pobre, precisa trabalhar e é claro, consumir também.
Mas como fazer isto? Diminuindo os excessos da lei para empresas que empreguem mais, facilitando a criação de empresas que empregam mais e isto deve ser uma tendência mundial, por que, senão, em breve, nós veremos uma nova crise de vinte e nove, uma crise de produção que não é de produção, é de falta de consumo, causada, entre outras coisas, por excesso de automação nos setores que movem a nossa economia, que economizam dubiamente. Ou seja, nos perguntamos aos nossos economistas, nossos ministros:
será que não esta na época de uma revolução dos paradigmas? Será que este negócio de “maior produtividade” é mesmo a solução de nossas empresas?
ANIVERSÁRIO DE CÉLIA
Comemora mais um ano de vida o santanopolitana, ariana, sob
proteção de Iemanjá, Célia Cristina Silva Carvalho. Nosso desejo é a repetição deste evento por
muitos anos com saúde.
quinta-feira, 4 de abril de 2019
DAN, ELIANA, MORAISINHO E MÁRCIA, SÃO OS ANIVERSARIANTES
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