Símbolos do Santanópolis

FOTO OFICIAL DO ENCONTRO

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terça-feira, 9 de abril de 2019

PASSAMENTO DE EDNALVA PEREIRA DOS SANTOS

É com sentimento que comunicamos o falecimento da santanopolitana Ednalva Pereira dos Santos. 

ANIVERSÁRIOS DE SÉRGIO, CHARLES E WALQUÍRIA

Aras

Antônio Carlos Soares dos Reis (Charles), Antonio Sergio Aras de Almeida e Walquíria Portugal Pimentel, santanopolitanos, arianos, sob proteção de Iemanjá, fazem aniversários hoje. Nosso parabéns.

segunda-feira, 8 de abril de 2019

ANTES E DEPOIS DE WASHINGTON

Washington Bolívar de Brito, à esquerda quando aluno do Ginásio Santanópolis e à direita quando Ministro do Superior Tribunal de Justiça (ver perfil neste Blog postado em 26.03.2019)

ANIVERSÁRIO DE EVANDRO FILHO


Comemoram mais um ano de vida os santanopolitano, ariano, sob proteção de Iemanjá, Evandro José Sampaio de Oliveira Filho. Nosso desejo é a repetição deste evento por muitos anos com saúde.

domingo, 7 de abril de 2019

ANIVERSÁRIO DE ZÉ FELIX

Adicionar legenda

Mais um ano neste caminho de vida faz o santanopolitano, ariano, sob proteção de Iemanjá, José Félix Gandolfo Pinto de Abreu. Queremos replei deste evento por muitos anos com saúde.

sábado, 6 de abril de 2019

PERFIL DE ANTÔNIO AUGUSTO DA SILVA GARCIA


Nascido em 13 de junho de 1870, foi muito mais que um grande etimologista e gramático; foi um dos homens mais cultos da época. Apesar da origem pobre, estudou no Colégio Carneiro Ribeiro, fez os primeiros anos da faculdade de medicina, sua grande vocação, mas por absoluta falta de recursos teve que se contentar com o magistério, profissão que exerceu em Salvador, Ilhéus e Feira de Santana. Aqui foi professor dos maiores e melhores estabelecimentos da época: Escola Normal e Ginásio Santanópolis.
Fundador das revistas “Renascença” e “A Luva” ao lado de Severo dos Anjos, revelou-se no jornalismo o polemista competente e o poeta clássico. Em Feira de Santana fez parte do primeiro quadro de professores da Escola Normal. Não foi só por vocação, mas por absoluta falta de recursos teve que se contentar com o magistério, profissão que exerceu em Salvador, Ilhéus e Feira de Santana. Aqui foi professor dos maiores e melhores estabelecimentos da época: Escola Normal e Ginásio Santanópolis.
Fundador das revistas “Renascença” e “A Luva” ao lado de Severo dos Anjos, revelou-se no jornalismo o polemista competente e o poeta clássico. Em Feira de Santana fez parte do primeiro quadro de professores da Escola Normal Rural de Feira de Santana e no Ginásio Santanópolis ensinou até 1943, poucos meses antes do seu falecimento em 12 de janeiro de 1944. Casado duas vezes, do primeiro matrimônio deixou 4 filhos. Do segundo, nenhum filho.
A grande virtude daquele mestre, em todos os setores que atuou, foi a humildade e a modéstia. Na Folha do Norte, onde foi o Redator enquanto vivo, raramente publicava uma das suas belas poesias. As polêmicas culturais que sustentava, fazia em nome do jornal. A Aloísio Resende, o querido Zinho Faúla, ele ensinou desde a métrica e a rima das poesias até os segredos do ritmo e do adjetivamento e qualificação de substantivos. Aloísio foi um diamante bruto que o Mestre Antônio Garcia lapidou e a Folha do Norte abriu espaço para a sua projeção.

Fonte: O historiador feirense Antônio Lajedinho, gentilmente: Dedicado aos amigo do Blog Santanópolis.


sexta-feira, 5 de abril de 2019

A QUESTÃO DA PRODUTIVIDADE

Carlos P. Novaes
Bem, quem aqui escreve não é um economista, um especialista neste assunto, mas só um professor atento ao que se passa em sua volta.
O que é produtividade? É, resumindo, a melhor relação benefício/custo, e é assim que os nossos produtores pensam e logo existe uma tendência geral de automação de tudo. É o que se vê hoje em dia. É um processo gradativo de diminuição da mão-de-obra, dos custos. Por quê? É porque a mão-de-obra é custo e custo não é bom. É assim que se pensa. Gastar menos e pronto. O que é que mais se vê hoje em dia: automação, em todos os setores.
Com isto, gradativamente, fatalmente, vem a diminuição dos empregos, já que as fábricas e os setores produtivos preferem é um bom robô a um bom operário, que é dispendioso, além de ter problemas que a automação não tem.
Bem, este pensamento está certo? Sim, em parte sim, mas em parte,
não. Ele só seria bom se essa automação fosse feita para serviços essenciais e perigosos e não desempregado generalizadamente. No mundo já existem até empresas de segurança pensando em robôs para tomar conta dos quarteirões, com câmeras, gps, uma parafernália de equipamentos, só para substituírem o vigia, o guarda. Por quê? Diminuição do custo e outras vantagens.
Se você for a Europa, até as máquinas para extrair frutas dos pés estão automatizadas e o povo fica reclamando de emprego e da caída das vendas.
Ora, por que as vendas estão caindo? É por que, entre outras coisas, a tal produtividade por automação é um engodo, não é prudente.
Vocês já viram algum robô fazendo compras no shopping, no mercado?
Pois é, os robôs produzem por menor preço mas não pagam impostos e o que é pior, não compram nada, são muquiranas ao extremo.
Resultado, sem gente para comprar, os setores produtivos não têm para quem vender e ai vem à crise, que é fatal, é obvio, pois  ninguém tem dinheiro.
Ai o governo começa a criar uma série de maneiras artificiais para tentar minorar este problema, como bolsas e outros artifícios, que não resolvem este problema, pois duro não compra nada além de moer mais impostos.
Ora, quem lê história, vai ver que a crise dos anos vinte e nove, lá nos Estados Unidos, foi causada por excesso de produção, é o que dizem por ai, não é? Mas será que foi mesmo excesso de produção ou falta de consumo?
Mas será que não está na época das pessoas pararem com esta mania de gastar menos e investir um pouco mais na produção sem tanta automação, por que a periferia, o pobre, precisa trabalhar e é claro, consumir também.
Mas como fazer isto? Diminuindo os excessos da lei para empresas que empreguem mais, facilitando a criação de empresas que empregam mais e isto deve ser uma tendência mundial, por que, senão, em breve, nós veremos uma nova crise de vinte e nove, uma crise de produção que não é de produção, é de falta de consumo, causada, entre outras coisas, por excesso de automação nos setores que movem a nossa economia, que economizam dubiamente. Ou seja, nos perguntamos aos nossos economistas, nossos ministros:
será que não esta na época de uma revolução dos paradigmas? Será que este negócio de “maior produtividade” é mesmo a solução de nossas empresas?

ANIVERSÁRIO DE CÉLIA


Comemora mais um ano de vida o santanopolitana, ariana, sob proteção de Iemanjá, Célia Cristina Silva Carvalho. Nosso desejo é a repetição deste evento por muitos anos com saúde.

quinta-feira, 4 de abril de 2019

DAN, ELIANA, MORAISINHO E MÁRCIA, SÃO OS ANIVERSARIANTES

Dan
 Ao quarteto aniversariante, os santanopolitanos, arianos, sob proteção de Iemanjá, Dan Daltro, Eliana Carvalho Lima, Manoel de Sá Morais e Márcia Brandão Santana, nosso parabéns pela data de hoje.

Eliana

Moraisinho

Márcia

Filme do Santanopolis dos anos 60