Símbolos do Santanópolis

FOTO OFICIAL DO ENCONTRO

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terça-feira, 20 de maio de 2014

WORD LENS - COMO VER O MUNDO EM SEU IDIOMA

É  possível usar dispositivos móveis para "ver o mundo em seu idioma."

  Word Lens 

       É um aplicativo de tradução lançado em dez/2010 pela Quest Visual .

·      Traduz palavras impressas a partir de uma língua para outra, com a câmera de vídeo do seu smartphone, em tempo real.  Nenhuma conexão de rede necessária!

·      Usa as câmeras embutidas em smartphones e outros dispositivos semelhantes para verificar e identificar texto, em seguida, traduzir e exibir as palavras em outro idioma no visor do dispositivo.

·      As palavras são exibidas no contexto original no fundo original, e a tradução é feita em tempo real , sem conexão com a internet.

·      Está disponível para o iPhone da Apple, iPod e iPad, bem como para uma seleção de smartphones Android.

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PERFIL DE JOSÉ JOAQUIM LOPES DE BRITO - DR. BRITO

José Joaquim Lopes de Brito Dr. Brito, como ficou conhecido, nasceu em 22 de maio de 1915, filho de Pedro Brito Sobrinho e Amélia Ribeiro Lopes de Brito. Cursou Engenharia Civil na Escola Politécnica da Bahia, em Salvador, tendo concluído em 1938. Em 1939, dedicou-se ao magistério em Salvador quando foi professor de matemática nos Colégios Ipiranga, 2 de Julho e Ginásio da Bahia. Em 1940, foi nomeado Engenheiro Civil de Feira de Santana pelo então prefeito Heráclito Dias de Carvalho e teve como primeira e principal incumbência a construção da primeira planta da cidade de Feira de Santana.
Além disso, foi responsável pela continuidade da abertura da atual Avenida Getúlio Vargas, antiga Avenida Maria Quitéria – onde foi edificado o Santanópolis –, que foi traçada na melhor parte da planície, em direção ao leste. Outra obra importante, realizada por este engenheiro, foi a construção do prédio da Biblioteca Municipal de Feira de Santana, inaugurada em oito de abril do ano de 1962, a qual sofreu reforma geral, sendo reinaugurada no dia 18 de setembro de 2003, data do aniversário de Emancipação Política do Município. Outra obra de Dr. Brito foi o” Estádio Municipal Antonio Carneiro”  na cidade de Alagoinhas. Brito é autor de centenas de construções de Feira de Santana: residências, ruas, prédios públicos etc.(do autor da postagem).
 Apesar de se dedicar à engenharia, o Dr. Brito nunca deixou de lecionar matemática no Colégio Santanópolis e na Escola Normal de Feira de Santana, o que era bastante comum no período.
A planta do Gymnasio Santanópolis  – é parte do conjunto de documentos que compõem o Relatório de Inspeção, escrito quando da autorização de funcionamento da Escola Técnica do Comércio em 1944 e está assinada pelo engenheiro civil, José Joaquim Lopes de Brito, com registro no Conselho de Engenharia da 3ª Região, sob a carteira de nº 310.
Fonte: Nivea, Sandra – Tese de Doutorado sobre o Santanópolis

domingo, 18 de maio de 2014

ANIVERSARIANTES DE HOJE


Hilda Carneiro
 Parabéns, Walter Dias de Oliveira, Hilda Carneiro e Maria das Graças de Azevêdo Santos pelos aniversários, contamos com os três no 4ºEncontro em 23 de agosto de 2014,
Ma. das Graças

sábado, 17 de maio de 2014

DATA MEMORÁVEL

Hugo Navarro da Silva
Nenhuma das efemérides que a Pátria costumava lembrar com demonstrações de júbilo e civilismo, como a da Independência, Proclamação da República e Abolição mereceram mais atenções e referências do que as dedicadas ao cinquentenário da Revolução de 64. Todas, evidentemente, para demonstrar erros, excessos e descomedimentos do regime militar e tentar manter a base de sustentação que deu o governo do país à chamada esquerda.  
A grande plataforma da esquerda tem sido o combate ao Movimento de 64, mas o tempo passou, 64 vai ficando longe  e é necessário diariamente tratar do assunto com os exageros possíveis, que levaram até à exumação de vítimas de prováveis assassinatos, ex-presidentes, hipótese desfeita  pela perícia médico-legal, o que dá a certeza alentadora de que ainda restam pessoas honestas neste país.
A velocidade dos fatos desencadeados no 31 de março surpreendeu até as lideranças das Forças Armadas. O país inteiro vivia clima de preocupações e incertezas. Quando o movimento foi deflagrado, esperava-se luta e resistência em alguns Estados, inclusive na Bahia.   Um chefe revolucionário confidenciou, tempos depois, a amigos, que as forças revolucionárias, se encontrassem forte resistência em Salvador, pretendiam instalar em Feira de Santana centro de comando de operações. A fuga precipitada do presidente João Goulart para o Uruguai, poucas horas depois de deflagrado o movimento, surpreendeu a todos. Na Bahia houve apenas a posição dúbia do governador Lomanto Jr., que provocou hesitações e duvidas. Um cidadão, que colhia assinaturas em abaixo-assinado pedindo a deposição do prefeito desta cidade foi preso pela Polícia Militar.  Chefes políticos e o povo não sabiam o que iria acontecer. Alguns políticos desapareceram para não assumir posições. Preso o prefeito e afastado, definitivamente, do cargo, os boatos, muitos deles alarmantes, tomaram as ruas. Em pesado ambiente de confusão e incertezas toda a responsabilidade caiu nas costas da Câmara. Altamir Lopes, vice-presidente do Legislativo, assumiu a Prefeitura até a posse do prefeito que a Câmara elegeu, Joselito Amorim, que livrou o Município do descrédito, da inoperância e da situação de insolvência em que se encontrava. A Câmara nunca sofreu pressões para decidir e mente quem afirma, hoje, que deliberou cercada de metralhadoras. Tomou medidas acertadas num momento de crise. Combateu decisões judiciais concedidas sob encomenda e deu cunho de legalidade às suas deliberações. Houve quem sugerisse o “impeachment” do prefeito deposto e várias outras disparatadas soluções foram aventadas. Nomes foram lembrados para ocupar a Prefeitura mas a Câmara, por sua maioria, que era apenas de um voto, agiu com serenidade, buscando o único caminho possível em  momento de extrema gravidade. Declarou vago o cargo de prefeito, o que era inquestionável, e elegeu, para a chefia do Executivo, o seu presidente, o único vereador que tinha experiência de governo. Amorim construiu o Estádio, o prédio do Ginásio Municipal, restaurou as combalidas finanças municipais e a confiança do comércio no governo. O cinquentenário da Revolução merece reverências mas dos que se disseram perseguidos e humilhados e a usaram para se eleger, se projetar e continuar a viver sem nada fazer a não ser em proveito próprio.  Mas, a Câmara, ao devolver, recente e simbolicamente, o mandato ao prefeito deposto, praticou apenas ato demagógico. Ninguém devolve o que não tirou e nunca possuiu.
Hugo Navarro da Silva - Santanopolitano, foi aluno e professor do Colégio Santanópolis. Advogado, jornalista escreve para o "Jornal Folha do Norte". Gentilmente, a nosso pedido, envia semanalmente a matéria produzida

ANIVERSARIANTES DE HOJE


 Parabéns,bravo! Eloan da Silva Ferreira e João Marinho Gomes Junior (Joãozinho), mis um ano de vida. Estaremos juntos no 4ºEncontro em 23 de agosto de 2014,

sexta-feira, 16 de maio de 2014

TEORIA DOS NÚMEROS DÚBIOS

Carlos Pereira de Novaes
É uma pena que vivamos num país tão infantil, tão criança, onde nós, os professores, não podemos dizer nada, só bater continência e dizer amém.  
Não é mais novidade que este professor é averso a teoria dos números complexos, teoria, ao que parece, proposta por Descartes e, portanto, já velha.    
Existem números complexos? Não. A álgebra é que é simplexa, velha.
Vamos examinar aqui duas proposições desta teoria.
Primeiro. Existem logaritmos de números negativos? Vejam.
Vamos supor que:
                                                Y = ln(X)                                                 (1)
Multiplicando por 2.
                                              2.Y = 2.ln(X)                                            (2)
Se, pela matemática,
                                             2.ln(X)=ln(X2)                                             (3)
Portanto, da equação 2,
                                             Y = 0,5.ln(X2)                                             (4)

Ora, tudo aqui é matemática. Qual é o logaritmo neperiano de −9?
Pela equação 4 é:
                                      Y = 0,5.ln((−9)2) = 2,197...                                (5)

Portanto, respondam: existem ou não logaritmos de números negativos?
Outra coisa, vamos supor que:
                                                 e(i.p)+1 = 0                                             (6)
Logo,
                                                   e(i.p) = −1                                             (7)
Extraindo-se o logaritmo,
                                                  i.p =ln( −1)                                            (8)

Se, pela teoria acima o logaritmo de −1 é zero, teríamos que:

                                                     i.p =0                                                 (9)
Elevando ao quadrado,
                                                  −1.p2 =0                                              (10)
Logo,
                                                      p =0                                                (11)

È! A coisa está preta. E ainda diz que eu é que sou tarja-preta!
È! Ainda bem que eu já estou me aposentando! Misericórdia! Êta ensino danado de ruim! E ainda tem gente que quer discutir se Deus existe! Pode? Se nem rudimentos de matemática este povo sabe? Onde já se viu p =0? Vixe!!!

Se alguém encontrar alguma coisa errada neste artigo, comunique-me.

ANIVERSÁRIO DE ÂNGELA MARIA D'OLIVEIRA (NITATE)


Completa mais um ano de vida a Santanopolitana Nitate, daqui nossos abraços, desejando muita festa com saúde. Estamos esperando no 4ºEncontro em 23 de agosto de 2014,

quinta-feira, 15 de maio de 2014

PERFIL DE HOSANNAH DE OLIVEIRA LEITE FIGUEREDO

Nasceu no distrito de Bonfim de Feira, em Feira de Santana, no dia 02 de novembro de 1945.
Filho de José Marques Figueredo e Ridalva de Oliveira Leite Figueredo.
Estudou no Colégio Santanópolis entre 1962 a 1964, foi Presidente do “Grêmio Honorato Bomfim”.
É Bel. em Ciências Econômicas.
Participou da EMPRETEC, um curso de convênio da ONU com o SEBRAE, de formação de empresários, em 2004.
Foi militante e preso político durante todo o período da ditadura.
Na vida pública exerceu os seguintes cargos: Secretário Municipal de Expansão Econômica; Superintendente do Centro de Abastecimento, quando o órgão era uma autarquia; Superintendente da Previdência Social na Bahia; diretor do CEDIC (Centro de Desenvolvimento Industrial e Comercial); vereador de 1993 a 1996 e presidente da União de Vereadores da Câmara Municipal do Estado da Bahia.
Atualmente é Professor do Colegiado de Economia da FTC, das disciplinas: História do Pensamento Econômico, Economia de Empresa, Gestão e Empreendimento, Elaboração e Análise de Projetos.
Mantém um escritório de Contabilidade e Assessoria de empresas.
Casado com a Sra. France Rodrigues Figueredo, com quem teve duas filhas: Thais France e Thiaine France.
Recebeu a Medalha Dival Figueredo Machado no dia 01 de outubro de 2004
—  Dia Nacional do Vereador.
Fonte: Oliveira, Lélia Vitor Fernandes de “Inquilinos da Casa da Cidadania”. 


Filme do Santanopolis dos anos 60