Símbolos do Santanópolis

FOTO OFICIAL DO ENCONTRO

FOTO OFICIAL DO ENCONTRO

domingo, 5 de maio de 2019

CINCO ANIVERSARIANTES HOJE

Divaldo
 Comemorando aniversário no dia de hoje os santanopolitanos, taurinos, sob proteção de Oxumaré, Divaldo Pereira Franco, Ivone Santos Prado, José Bernardo Cordeiro Filho, Lourdes Maia e Maria de Lourdes Souza Aguiar (Lourdinha).  Parabéns ao quinteto, muitas felicidades e saúde.
Lourdes Maia

sábado, 4 de maio de 2019

ANIVERSÁRIO DE AGOSTINHO FRÓES DA MOTTA - 1910

Carlos A.O. Brito
Hoje, 4 de maio, é  data de nascimento do antigo sócio da Sociedade Filarmônica 25 de Março Agostinho Fróes da Motta (⭐1856 -⚰1922).
Como uma singela homenagem compartilharemos a noticia da comemoração de aniversario de 1910 publicada no jornal Folha do Norte, 7 de maio de 1910
Aniversário.
Mais um ano de preciosa útil existência venceu no dia 4 do corrente o nosso presado amigo e distincto correligionário Agostinho Fróes da Motta, operoso negociante e capitalista desta praça.
Pelo faustoso motivo, o coronel Agostinho recebeu muitas homenagens, como prova do apreço merecido em que é tido.
Agostinho Fróes da Motta
[...]As 9h ao som de vibrante dobrado e a luz de fogos cambiantes, chegava a estudiosa philarmonica 25 de Março, precedida de sua directoria.
Conduzidos gentilmente ao salão nobre do bello palacete, que se achava deslumbrante illuminado, interna externamente, usou da palavra o nosso presado amigo Sr. Dr. Auto E. Reis, talentoso orador da sociedade philarmonica 25 de Março ao seu benemérito consocio, coronel Agostinho, e terminou offerecendo-lhe, uma belíssima palma de flores naturaes.
Commovido, o coronel Agostinho agradeceu, em bonitas phrases erguendo um viva! a 25 de Março que foi enthusiasticamente correspondido.
Ao som de belíssimas polkas, e quadrilhas, organisaram-se animadas danças, que se prolongaram até a madrugada.
O serviço volante de bebidas estava irreprehensivel. Cerca de meia noite foram servidos abundantes iguarias. Às 3 horas da madrugada deixou retirou-se a 25 de Março, deixando a melhor impressão.
O coronel Motta,  recebeu muitos cumprimentos e telegramas de felicitações.

[...] #feiradesantana #sociedadefilarmônica25demarço #bahia #filarmônica #história #memória

PASSAMENTO DE MESSIAS


Faleceu o santanopolitano, Messias Almeida Portugal, o velório está marcado para ser realizado no Memorial Pax Bahia, às 16:00 horas. O féretro será amanhã no cemitério Celestial a partir das 10:00 horas. Nos juntamos ao sentimento dos familiares. 


HISTÓRIA DE FEIRA DE SANTANA

Augusto M. Spinola
santanopolitano

É fato que já sabemos muitas coisas a respeito da história de Feira de Santana.
Muitas coisas?
Qualquer iniciante no assunto logo conquista preciosas informações sobre a fazenda Sant’Anna dos Olhos d’Água que, segundo a lenda, dará origem ao povoado de Santana da Feira.
Associa-se Feira de Santana a um passado remoto de certa atividade agrícola e de criação de gado, seguido de um momento de feira livre, comércio de gado e passagem para vida urbana. Não sabemos dizer ao certo o que vai prevalecer na genética da cidade do final do século XIX até os dias atuais. Se, por uma raiz mais urbana, será a crescente atividade comercial - aumento do número de lojas de tecidos, de bares, de farmácias, de boutiques, de joalherias, de lojas de instrumentos musicais, de lojas de artigos importados - ou quase isso - ou a referência rural, aquela da feira livre, de negócios de gado, de compra e venda de peles, de mingaus, de beijus, de vendedor ambulante de frutas e verduras, de milho cozido, de literatura de cordel, de aboios, de reverências ao vaqueiro, ao tropeiro, ao cheiro de batata doce, de tripa, de fatada, de mocofato, de pirão de leite com carne do sol, de ovos fritos, de cuscuz e por aí vai...
Deveríamos começar a contar a história de Feira de Santana pela Expofeira. Lá do parque de exposição na BR-324. E foi por aí que começamos nossa viagem de estudo, nós e um grupo de estudantes do 6o ano do Colégio Génesis. Ali (na Expofeira) se intensifica, ainda que uma vez ao ano, a negociação de boa parte daquilo que fora a feira do gado. A Expofeira é um momento novo do campo do gado. Aquele de um só dia para depois sumir, desaparecer. Uma cinderela do gado. Arruma-se, fica pronta e depois de uma semana, desaparece, deixando apenas um rastro dos negócios que realizou... Um cheiro do gado que esteve ali, um zumbido dos shows realizados...
Um murmúrio de todo o povo que andou pela exposição agropecuária: povo que vendeu, que comprou, que montou, que se divertiu, que trabalhou... Ali seria um ponto no presente para uma partida em direção ao passado.
Como tudo aquilo teria começado?
Saímos da Expofeira e paramos rapidamente no viaduto do 35° BI do Exército Brasileiro. Está escrito: Portal do Sertão. Porta do sertão. Entrada para o sertão. Significa: o clima vai mudar, a vegetação vai mudar a brisa, a chuva ou chuvisco que nos acompanhavam vindos do litoral, da direção da capital, da baía famosa que deu nome ao Estado, vai nos deixar a sós com um calor quase insuportável, com a fervura do sol da manhã e o inferno do sol da tarde. Cada passo dado na direção do norte significa ainda mais termos o sol como companheiro. Ter escassas nuvens passando por nós como deboche, como pirraça. Dificilmente se jogarão neste solo. Rumamos da entrada do sertão até chegarmos ao Feiraguai - hoje um centro comercial que engloba lojas de discos, de eletrodomésticos, de roupas, de perucas, de uma quantidade absurda de produto e mercadorias - e a Feira do Rato (espaço de compra e venda de veículos de todas as espécies, ainda daquela forma direta, comprador-vendedor, ou no máximo com um agilizador do negócio que ganha um percentual de cada lado e vai vivendo a vida). Até alguns anos atrás, ali fora a Estação Ferroviária de Feira de Santana - da Cia. Chemins de Fer Federaux du L’Est fírésilien - inaugurada no dia dois de dezembro de 1876. O trecho entre Cachoeira e Feira de Santana foi o primeiro trecho aberto pela E. F Central da Bahia, no ano de 1876. Em 1942, com a remodelação geral das linhas da região, o trecho entre Conceição de Feira e Feira de Santana passou a ser um ramal, que foi extinto oficialmente em 16/05/1975, mas que não operava, pelo menos com passageiros, desde 1964. Da calçada da Igreja dava para ver o trem se aproximar, escutar seu apito, abraçar-se em despedida, ou esfregar as mãos em sinal de agonia, de expectativa por quem vai chegar. Com certeza, passageiros ilustres e importantes trabalhadores pegaram o trem e voltaram pros braços de familiares. Ou fízeram uma viagem de volta até Cachoeira. A estação era um espaço próximo à Igreja da Matriz. Ali bem ao lado da Praça Padre Ovídio e da Santa Casa de Misericórdia.
Quando Feira de Santana vai serpenteando essa região, ela cresce na direção da Rua Conselheiro Franco - ladeada pela Rua Marechal Deodoro da Fonseca. Este espaço torna-se nosso terceiro ponto de estudo. As duas deixam rapidamente de serem ruas residenciais para se transformarem em importantes centros comerciais da cidade. Lojas e galerias vão surgindo, entrecortadas por cafés e bares. Comércio de eletrodoméstico, de fazenda (aqui no sentido de tecido), de ervas, de panelas e outras quinquilharias. Era forte, até porque caminhava em direção à bem frequentada feira livre da Avenida Getúlio Vargas. Aqui fazemos duas importantes observações: a primeira sobre a feira livre. Esta feira é aquela muitas vezes apontada como responsável pelo desenvolvimento desta cidade. Crescia da altura do cruzamento da Rua J.J. Seabra com a Getúlio, até chegar à altura da Rua Conselheiro Franco, não sem antes cuspir pedaços de feira por toda Avenida Senhor dos Passos, Rua Marechal Deodoro, Sales Barbosa, tendo como ponto nervoso o mercado de carnes e farinha e a Praça da Bandeira. Os vaqueiros e agricultores chegavam em cavalos e/ou carroças e deixavam seus meios de transportes amarrados nessa praça. Pessoas que caminhavam freneticamente em várias direções, na certa procurando fumo, cachaça, gado, querosene, sal, ou fregueses para suas mercadorias. Essa feira existiu até o ano de 1977.
Nessa ocasião, chega o momento da feira livre ser transferida para o Centro de Abastecimento (quarta parada de estudos), perto do Tanque da Nação, atrás da Santa Casa, numa tentativa de tirá-la do centro da cidade. Mas o Beco do Mocó e a Rua Marechal, e toda a calçada dessa rua, incumbiram-se de dizer que a feira não sairia assim. Se fora desmontada, tirada à força da Avenida Getúlio Vargas e Praça da Bandeira, das imediações da esquina com a Avenida Senhor dos Passos, ela se montaria sobre pedaços de panos organizados nos passeios das ruas, sobre cavaletes estruturados nos becos da Rua Marechal, no meio do Beco do Mocó, no Beco da Energia, até chegar de volta à rua (como muitas vezes nos referimos ao centro das cidade), fazendo com que a urbis trave ali, principalmente nas segundas-feiras, antigo dia da exposição da feira livre. O povo não cedeu ao fato de ser empurrado para o Centro de Abastecimento e empurrou a feira livre de volta para o centro da cidade, até se juntar ao Mercado de Artes, hoje centro de comércio artesanal, antigo mercado de carnes e farinhas. Só que agora a feira veio pelo outro lado, vinda da Praça do Lambe-Lambe na Avenida Senhor dos Passos. Nesse lugar alcançou metade da rua, espremendo carros e gente que disputam os poucos espaços entre barracas de goiabas, de mamão, de laranja e tangerina, barracas de farinha de goma, e de beijus, de quiabo, maxixe e acerola. Muito para se pesquisar nesta área. Falar da Praça do Lambe-Lambe (ou seja, Praça Bernardino Bahia) e dos seus condenados trabalhadores. Dos fotógrafos que desafiam o tempo e resistem, fazendo retratos em três por quatro, como se fossem a única solução para desinformados frequentadores do lugar. Tecem fotografias como se estivessem no início do século XX, artesanalmente, um ou outro agora com a câmera digital, responsável direta pelo fim de uma profissão da cidade: do fotógrafo do lambe-lambe.
Próxima parada para estudos, o Centro de Abastecimento. O espaço construído para abrigar a antiga feira livre. Mais que social obra de viés essencialmente político, responsável pela destruição do mais importante ponto de atração turística da cidade, a feira livre. A maior feira livre montada no Brasil. Ainda hoje, o Centro de Abastecimento é um palco mal estruturado, onde os atores resistem em frequentar, onde vender e comprar encontra resistência na falta de higiene, na desorganização total do espaço, na falta de preparo para os dias de chuva, para a carga e descarga de mercadorias que ainda chegam de muitos lugares. Afinal Feira de Santana é região metropolitana, e graças a estas mercadorias que insistem em serem comercializadas em lugar tão inadequado, várias cidades desenvolvem suas próprias feiras, montam e desmontam vidas, expectativas, sonhos, vivências de um povo... Partimos para outro ponto de grande história: o campo do gado.
O Campo do Gado entra nessa sessão de estudos com várias particularidades. Guarda a característica de estar sempre afastado do núcleo urbano e de ter um comércio nos moldes do que já foi um dia, onde vaqueiros-vendedores montam seus burros e cavalos para colocá-los à venda onde vaqueiros-compradores observam encostados na cerca, procurando notar um defeito na pata, no galope, nas vistas... A cena é modificada pela chegada de um barulhento caminhão de bois, não mais pelo aboio de outro vaqueiro. Chega carregado de gado pé duro, dependendo de onde vem, gordo e pronto para venda. Ao redor deste espaço de comércio, alguns boxes de artesãos ferreiros, de produtores de utilidades de couro - selas, tacas, arreios, jalecos... Um restaurante que serve carne cozida (ensopado) e galinha ao molho pardo, acompanhada de feijão, farinha e pimenta.
Estudar Feira de Santana... Voltar do novo Campo do Gado para o antigo. Encontrar neste espaço o Shopping Boullevard, o Ville Gourmet, entrar e se deparar com prédios antigos escondidos pelos novos restaurantes, novas pizzarias, e por campos de futebol. Olhar e se deparar com Glauber Rocha encostado no curral, filmando Deus e o Diabo na Terra do Sol. A cena do vaqueiro roubado e maltratado que se volta contra o fazendeiro.
Caminhar mais um pouco e chegar até a feirinha. A Estação Nova. Por que nova? Por que substituiu a velha, aquela das proximidades da Matriz. E que deu nome à feira livre atual na Avenida João Durval Carneiro. Mas que também não mais existe enquanto estação, nem na lembrança do prédio que foi demolido, sabe-se lá por quê, e que se encontra em construção eterna, sem ninguém saber direito o que está sendo construído de novo...
Edição Especial do Instituto Histórico e Geográfico de Feira de Santana - 2015




ANIVERSÁRIO DE FÁTIMA E LÚCIA

Fátima
 Comemoram mais um ano de vida os santanopolitanos, taurinos, sob proteção de Oxumaré, Fátima Daltro e Maria Lúcia Sampaio. Parabéns e muitas felicidades para ambas.

Lúcia

sexta-feira, 3 de maio de 2019

A GENIALIDADE DE ARIANO SUASSUNA - "OS DOIDOS"

ANIVERSÁRIOS DE MUNDINHO, LAURA E DENINHA

Completam mais um ano de vida os santanopolitanos, taurinos, sob proteção de Oxumaré, Edmundo Borges Souza, Laura Alvim Nunes e Mara Valdênia Guimarães (Deninha). Nosso desejo é replei deste evento por muitos anos com saúde.

Laura

quinta-feira, 2 de maio de 2019

REGISTRO ANTIGO


Carlos A.O. Brito
Brito, o garimpeiro de notas, postagens antigas, santanopolitano dos mais preocupados com a memória de nossa terra, enviou para publicação no nosso BLOG, impresso abaixo do Jornal "A FLOR", confesso que nunca tinha ouvido falar, 2º número, edição de 24 de abril de 1927. Em nota, a instalação do gabinete dentário de Áureo de Oliveira Filho, à rua Senhor dos Passos, nº 44. Neste consultório, posteriormente teve mais três dentista, década de 50; Bráulio Alves, seu filho Braulito e Lourival Batista, este último também santanopolitano.
Escola João Florêncio em 1921.
Nasci nesta casa, esquina ao lado da antiga escola João Florêncio, hoje o "Aquivo Público". Não tenho nenhuma recordação, mudamos para a Marechal Deodoro, quando eu ainda era bebê.

ANIVERSÁRIO DE RAILDA


Comemora mais um ano de vida a santanopolitana, taurina, sob proteção de Oxumaré, Railda Vilasbôas Gomes. Parabéns pela data de hoje, saúde, paz e alegria para você.

quarta-feira, 1 de maio de 2019

VASCONCELOS E ELI ANIVERSARIAM

Vasconcelos
 Mais um ano aporta à sua estrada de vida os santanopolitanos, taurinos, sob proteção de Oxumaré, Antônio Vasconcelos Luiz Filho e Elicarlos Ramos Caires (Eli). Que esta estrada seja a mais longa possível, e os encontre com sempre saúde. 

Eli

Filme do Santanopolis dos anos 60