Parabéns Guga pelo seu aniversário, Santanopolitano como você alegra os encontros, estaremos torcendo pelo comparecimento
nos futuros, com saúde e muita alegria.domingo, 4 de novembro de 2012
ANIVERSÁRIO DE GUSTAVO GERALDO D'OLIVEIRA
Parabéns Guga pelo seu aniversário, Santanopolitano como você alegra os encontros, estaremos torcendo pelo comparecimento
nos futuros, com saúde e muita alegria.sábado, 3 de novembro de 2012
III ENCONTRO DOS SANTANOPOLITANOS
ANIVERSÁRIO DE SÔNIA VASCONCELOS
ONTEM, DIA 02/11 completou mais um ano de vida a Santanopolitana Sônia. Não tinhamos no nosso cadastro seu perfil, motivo de não termos blogado na data certa. Mas mesmo extemporâneo, desejamos o melhor para ela.
O FIM DOS PROFESSORES
“Se você acha que a educação é cara, tenha a coragem de experimentar a ignorância."
Derek Bok, ex-presidente da Universidade de Harward
Derek Bok, ex-presidente da Universidade de Harward
O
ano é 2.209 D.C. - ou seja, daqui a duzentos anos - e uma conversa
entre avô e neto tem início a partir da seguinte interpelação: – Vovô, por que o mundo está acabando?
A calma da pergunta revela a inocência da alma infante. E no mesmo tom vem a resposta:
– Porque não existem mais PROFESSORES, meu anjo.
– Professores? Mas o que é isso? O que fazia um professor?
O velho responde, então, que professores eram homens e mulheres elegantes e dedicados, que se expressavam sempre de maneira muito culta e que, muitos anos atrás, transmitiam conhecimentos e ensinavam as pessoas a ler, falar, escrever, se comportar, localizar-se no mundo e na história, entre muitas outras coisas. Principalmente, ensinavam as pessoas a pensar.
– Eles ensinavam tudo isso? Mas eles eram sábios?
– Sim, ensinavam, mas não eram todos sábios. Apenas alguns, os grandes professores, que ensinavam outros professores, e eram amados pelos alunos.
– E como foi que eles desapareceram, vovô?
– Ah, foi tudo parte de um plano secreto e genial, que foi executado aos poucos por alguns vilões da sociedade. O vovô não se lembra direito do que veio primeiro, mas sem dúvida, os políticos ajudaram muito. Eles acabaram com todas as formas de avaliação dos alunos, apenas para mostrar estatísticas de aprovação. Assim, sabendo ou não sabendo alguma coisa, os alunos eram aprovados. Isso liquidou o estímulo para o estudo e apenas os alunos mais interessados conseguiam aprender alguma coisa.
Depois, muitas famílias estimularam a falta de respeito pelos professores, que passaram a ser vistos como empregados de seus filhos. Estes foram ensinados a dizer “eu estou pagando e você tem que me ensinar”, ou “para que estudar se meu pai não estudou e ganha muito mais do que você” ou ainda “meu pai me dá mais de mesada do que você ganha”. Isso quando não iam os próprios pais gritar com os professores nas escolas. Para isso muito ajudou a multiplicação de escolas particulares, as quais, mais interessadas nas mensalidades que na qualidade do ensino, quando recebiam reclamações dos pais, pressionavam os professores, dizendo que eles não estavam conseguindo “gerenciar a relação com o aluno”. Os professores eram vítimas da violência – física, verbal e moral – que lhes era destinada por pobres e ricos. Viraram saco de pancadas de todo mundo.
Além disso, qualquer proposta de ensino sério e inovador sempre esbarrava na obsessão dos pais com a aprovação do filho no vestibular, para qualquer faculdade que fosse. “Ah, eu quero saber se isso que vocês estão ensinando vai fazer meu filho passar no vestibular”, diziam os pais nas reuniões com as escolas. E assim, praticamente todo o ensino foi orientado para os alunos
passarem no vestibular. Lá se foi toda a aprendizagem de conceitos, as discussões de idéias, tudo, enfim, virou decoração de fórmulas. Com a Internet, os trabalhos escolares e as fórmulas ficaram acessíveis a todos, e nunca mais ninguém precisou ir à escola para estudar a sério.
Em seguida, os professores foram desmoralizados. Seus salários foram gradativamente sendo esquecidos e ninguém mais queria se dedicar à profissão.. Quando alguém criticava a qualidade do ensino, sempre vinha algum tonto dizer que a culpa era do professor. As pessoas também se tornaram descrentes da educação, pois viam que as pessoas “bem sucedidas” eram políticos e empresários que os financiavam, modelos, jogadores de futebol, artistas de novelas da televisão, sindicalistas – enfim, pessoas sem nenhuma formação ou contribuição real para a sociedade.
Ah, mas teve um fator chave nessa história toda. Teve uma época longa chamada ditadura, quando os milicos colocaram os professores na alça de mira e quase acabaram com eles, que foram perseguidos, aposentados, expulsos do país, em nome do combate aos subversivos e à instalação de uma república sindical no país. Eles fracassaram, porque a tal da república sindical se instalou, os tais subversivos tomaram o poder, implantaram uma tal de “educação libertadora” que ninguém nunca soube o que é, fizeram a aprovação automática dos alunos com apoio dos políticos... Foi o tiro de misericórdia nos professores. Não sei o que foi pior – os milicos ou os tais dos subversivos. – Não conheço essa palavra. O que é um milico, vovô?
– Era, meu filho, era, não é.. Também não existem mais...
O TEXTO
Foi o professor Antonio Carlos Moreno quem me enviou o texto acima que circula na internet desde 2009. Mas como ele se mantém atualíssimo, vale repassá-lo para os nossos leitores. O autor é desconhecido.
A calma da pergunta revela a inocência da alma infante. E no mesmo tom vem a resposta:
– Porque não existem mais PROFESSORES, meu anjo.
– Professores? Mas o que é isso? O que fazia um professor?
O velho responde, então, que professores eram homens e mulheres elegantes e dedicados, que se expressavam sempre de maneira muito culta e que, muitos anos atrás, transmitiam conhecimentos e ensinavam as pessoas a ler, falar, escrever, se comportar, localizar-se no mundo e na história, entre muitas outras coisas. Principalmente, ensinavam as pessoas a pensar.
– Eles ensinavam tudo isso? Mas eles eram sábios?
– Sim, ensinavam, mas não eram todos sábios. Apenas alguns, os grandes professores, que ensinavam outros professores, e eram amados pelos alunos.
– E como foi que eles desapareceram, vovô?
– Ah, foi tudo parte de um plano secreto e genial, que foi executado aos poucos por alguns vilões da sociedade. O vovô não se lembra direito do que veio primeiro, mas sem dúvida, os políticos ajudaram muito. Eles acabaram com todas as formas de avaliação dos alunos, apenas para mostrar estatísticas de aprovação. Assim, sabendo ou não sabendo alguma coisa, os alunos eram aprovados. Isso liquidou o estímulo para o estudo e apenas os alunos mais interessados conseguiam aprender alguma coisa.
Depois, muitas famílias estimularam a falta de respeito pelos professores, que passaram a ser vistos como empregados de seus filhos. Estes foram ensinados a dizer “eu estou pagando e você tem que me ensinar”, ou “para que estudar se meu pai não estudou e ganha muito mais do que você” ou ainda “meu pai me dá mais de mesada do que você ganha”. Isso quando não iam os próprios pais gritar com os professores nas escolas. Para isso muito ajudou a multiplicação de escolas particulares, as quais, mais interessadas nas mensalidades que na qualidade do ensino, quando recebiam reclamações dos pais, pressionavam os professores, dizendo que eles não estavam conseguindo “gerenciar a relação com o aluno”. Os professores eram vítimas da violência – física, verbal e moral – que lhes era destinada por pobres e ricos. Viraram saco de pancadas de todo mundo.
Além disso, qualquer proposta de ensino sério e inovador sempre esbarrava na obsessão dos pais com a aprovação do filho no vestibular, para qualquer faculdade que fosse. “Ah, eu quero saber se isso que vocês estão ensinando vai fazer meu filho passar no vestibular”, diziam os pais nas reuniões com as escolas. E assim, praticamente todo o ensino foi orientado para os alunos
passarem no vestibular. Lá se foi toda a aprendizagem de conceitos, as discussões de idéias, tudo, enfim, virou decoração de fórmulas. Com a Internet, os trabalhos escolares e as fórmulas ficaram acessíveis a todos, e nunca mais ninguém precisou ir à escola para estudar a sério.
Em seguida, os professores foram desmoralizados. Seus salários foram gradativamente sendo esquecidos e ninguém mais queria se dedicar à profissão.. Quando alguém criticava a qualidade do ensino, sempre vinha algum tonto dizer que a culpa era do professor. As pessoas também se tornaram descrentes da educação, pois viam que as pessoas “bem sucedidas” eram políticos e empresários que os financiavam, modelos, jogadores de futebol, artistas de novelas da televisão, sindicalistas – enfim, pessoas sem nenhuma formação ou contribuição real para a sociedade.
Ah, mas teve um fator chave nessa história toda. Teve uma época longa chamada ditadura, quando os milicos colocaram os professores na alça de mira e quase acabaram com eles, que foram perseguidos, aposentados, expulsos do país, em nome do combate aos subversivos e à instalação de uma república sindical no país. Eles fracassaram, porque a tal da república sindical se instalou, os tais subversivos tomaram o poder, implantaram uma tal de “educação libertadora” que ninguém nunca soube o que é, fizeram a aprovação automática dos alunos com apoio dos políticos... Foi o tiro de misericórdia nos professores. Não sei o que foi pior – os milicos ou os tais dos subversivos. – Não conheço essa palavra. O que é um milico, vovô?
– Era, meu filho, era, não é.. Também não existem mais...
O TEXTO
Foi o professor Antonio Carlos Moreno quem me enviou o texto acima que circula na internet desde 2009. Mas como ele se mantém atualíssimo, vale repassá-lo para os nossos leitores. O autor é desconhecido.
ANIVERSÁRIO DE ANA RITA BARBOSA DE OLIVEIRA
sexta-feira, 2 de novembro de 2012
BANDA DO COLÉGIO SANTANÓPOLIS
Uma das primeiras formações, tinha sessenta e poucas figuras. Reparem tinha 3 bombos, as últimas possuíam 6 bombos, com mais de 160 Santanopolitanos.
O 1º bombo à esquerda é Bira, o 2º Catapano?. A foto está estragada, não consigo identificar.
quinta-feira, 1 de novembro de 2012
ELEIÇÕES, SERVIÇOS E DESPESAS
| Hugo Navarro da Silva |
O fim das campanhas eleitorais deixa saudades e um certo
vazio na economia. A luta eleitoral, por mais modesta que se mostre, movimenta
inumeráveis serviços, todos a custo de bons Reais. Eleições podem ser comparadas,
guardadas as necessárias conveniências e proporções, no terreno da economia, ao
Carnaval e à Micareta, que nem de longe, entretanto, chegam perto do número e
da diversidade de trabalhos e respectivas despesas exigidas pela política.
Daí que a notícia de eleição de chapa única, simples
exigência no caminho de posse mansa e pacífica, sem luta, esforço, sem despesas
e sem movimento financeiro, cumprindo, apenas,
burocrático, chato e improdutivo dever legal, não desperta entusiasmo e não inflama o
eleitorado, em boa parte abandonado e sem ter quem lhe vá pagar anuidades,
aquelas que lhe podem dar condição de voto. Não havendo luta não há interesse,
não há dinheiro e o eleitorado pode cair,
drasticamente, de número. Afinal, este é o Brasil que todos conhecem.
Ciente de que eleição é eficiente meio de produzir emprego e
renda, além de intensa movimentação comercial, o governo provavelmente cuidará
de incluí-la, em breve, na propaganda oficial como efetiva providência em prol do progresso do povo brasileiro, que longe do conformismo, dá alentadas mostras de
que está a caminho da reação contra o domínio dos mentirosos e dos mensalões,
principalmente no nordeste, que sempre se mostrou conformado com seu abandono e
sua penúria, fazendo parte de país que nunca se preocupou, de forma eficaz, com
as dificuldades nordestinas, entre as
quais o terrível e cíclico fenômeno das secas.
O nordeste, apesar de ver sangradas, permanentemente, para o
centro-oeste, suas rendas e o fruto do trabalho de seu povo heroico, nunca desfrutou
do prestigio que merece, no seio da pátria, dizendo sempre amém aos ditames do
poder central. Nunca soube, ao menos,
tirar proveito de suas desgraças, porque nunca teve voz firme e forte na defesa
de seus interesses e felicidade de seu povo sofrido. Jamais se valeu das
próprias fraquezas para crescer, como ocorreu nos Estados Unidos da América,
que após a arrasadora Guerra de Cessação ressurgiu como país mais forte e mais
unido, fato que se repetiu em dimensões incalculáveis após a “quebra” de 1929 e
a guerra de 39 a 45, em que a república
norte-americana sacrificou, em benefício do mundo e da liberdade, o seu capital
mais caro e mais importante, a sua juventude, mas ressurgiu, ainda lutando
contra os efeitos da crise econômica que abalou o mundo, como importante
potência militar e econômica, superando nações antes havidas por fortes, como a
França, que a guerra liquidou quando a França fez aliança com Hitler e até
judeus ajudou a levar aos campos de concentração.
No sempre conformado nordeste brasileiro, a luta contra os
efeitos da seca, sempre motivo de grandes e demoradas obras, todas simples
paliativos e motivos de denúncias de irregularidades, que não passaram das
manchetes dos jornais, repetiu-se, recentemente, com a badalada “transposição
do Rio São Francisco”, reprovada por muitos como inviável e inócua, e que até
agora não passa de balela, mais uma peta dos mentirosos e tapeadores, cujos
altíssimos custos, se ninguém pode calcular, não há condições de saber onde estão parando.
Nas últimas eleições, tudo indica, o nordeste dá sinais de
vida e da velha rebeldia que antes só de manifestava no cangaço. O povo nordestino começa a reagir contra os
enrolões da pátria? É o que esperamos.
Navarro
da Silva - Santanopolitano, foi aluno e professor do Colégio Santanópolis.
Advogado, jornalista escreve para o "Jornal Folha do Norte".
Gentilmente, a nosso pedido, envia semanalmente a matéria produzida
ANIVERSARIANTES DESTA DATA
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