Comemorando mais um ano de vida o Santanopolitano Aloysio. Desejamos a repetição desta data por muitos anos, com saúde e felidade.quarta-feira, 22 de agosto de 2012
ANIVERSÁRIO DE ALOYSIO ALVES DE SOUZA
Comemorando mais um ano de vida o Santanopolitano Aloysio. Desejamos a repetição desta data por muitos anos, com saúde e felidade.terça-feira, 21 de agosto de 2012
III ENCONTRO DE SANTANOPOLITANOS
Foto no Face de Eliana.
Na foto da esquerda para a direita: Joel; Bira; Evandro; Hamilton; Chicão e Ciró (único que não tocou na Banda), tentando convencer que ainda seriam capazes de tocar na Banda, será?
Na foto da esquerda para a direita: Joel; Bira; Evandro; Hamilton; Chicão e Ciró (único que não tocou na Banda), tentando convencer que ainda seriam capazes de tocar na Banda, será?
segunda-feira, 20 de agosto de 2012
ALUNOS DE 1967
ENVIADO POR:
AILTON NUNES DE ALMEIDA
QUANDO - 1967
Da esquerda para a direita; Marcelo Melo; Gildete; Geraldo; Celeste; Prof. Arlindo Pitombo; Eli e Ailton.
domingo, 19 de agosto de 2012
TERCEIRO REENCONTRO DOS SANTANOPOLITANOS BOM POR DEMAIS
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| Ismael Santana Bastos |
Um dia para recordar a nossa adolescente e bela trajetória
Onde vieram à tona lindas recordações esquecidas na memória
Passagens marcantes que nos fizeram despertar para a nossa vida
Lembranças das peripécias aprontadas por todos de forma atrevida
Olhos brilhantes demonstrando por nossos ex-colegas puro amor
Aqueles abraços amigáveis e apertados nos transmitindo sincero calor
Amigos que podemos chamar de nosso, sem nenhum interesse exterior
Uma querência inexplicável e muito gratificante, brotada do nosso interior
Somos do tempo do com licença, por favor, da época que a educação tinha muito valor
Nossos pais nos chamavam, ou nos perguntavam alguma coisa, nós respondíamos senhor
Este dia inesquecível serviu para recordarmos e matarmos dos nossos amigos a doída saudade
Os que compareceram saíram felizes e recompensados, nos rostos estampados riso e felicidade
Provamos todos que ainda existem pessoas com sentimentos que valorizam a amizade
Para todo lado o que víamos eram frases de boas vindas, com notória espontaneidade
Grato aos que compareceram em especial a comissão, por este presente de qualidade
Valeram a pena os dias que antecederam o reencontro, que nos encheu de ansiedade
Ficou a certeza que a vida flui melhor, quando colocamos à frente sinceridade
Todos os que compareceram deram exemplos, do significado da palavra humildade
E que as boas recordações sempre serão bem vindas, independem de nossa vontade
Parabéns para todos nós foi cantado, devemos lembrar-nos que: Para colhermos amor e felicidade, devemos semear bondade!
Ismael é Santanopolitano
UM DIA DE ALEGRIA OUTRO DE TRISTEZA
PARA QUEM ACREDITA EM DESTINO. José Antonio Pales (Zequinha) Santanopolitano, fazia parte da Comissão do "III ENCONTRO DE SANTANOPOLITANOS", adquiriu sua adesão recebeu a camisa, todo entusiasmado, estava no bar "Ponto do Zequinha" na sexta-feira à noite com o vereador Tetê, falando da festa que ajudou a organizar. Era a 2ª vez que ia, quando o telefone tocou, membro da Polícia Rodoviária Federal, foi convocado para dar Plantão, no dia da festa, a fim de substituir um colega infartado. Na hora comentou que não iria, mas correto como era, resolveu obedecer a ordem.Foi trabalhar sendo atropelado por um veículo pesado no meio da pista, vindo a falecer. Perdemos um colega e amigo. Estivemos no velório e nos solidarizamos com seus familiares.
AS MIL FACES DA LEI
| Hugo Navarro da Silva |
Edelvito Campelo, com sua vasta experiência no trato de assuntos legais, costumava dizer que o brasileiro
tem a mística da lei só para desobedece-la. É que no Brasil cuida-se da lei como capaz de
tudo resolver, abandonando velhas regras para a criação de novas ao sabor dos
acontecimentos, muitas das quais estão em vigor a entupir repertórios e a criar
problemas. É o casuísmo, de que tanto falam os noticiários, que leva o país não
poucas vezes a andar aos trancos e barrancos, conduzindo juízes e outros
profissionais do direito ao desespero dentro do emaranhado legal existente, a teia
de aranha de que falava Rabelais, repetido por Balzac e até pelo brasileiro
Mons. José da Cunha Coutinho, que pega insetos pequenos, insignificantes, mas
deixa passar os corpos maiores.
O grande e esquecido Ruy Barbosa lembrava provérbio italiano
traduzido como “feita a lei, aventada a trapaça”, expressão que já estava na
antiga e boa linguagem portuguesa, segundo o Bluteau, na forma de “feita a lei,
cuidada a malícia”.
Na verdade somos escravos da lei, criada, não se sabe
quando, para garantia da paz social, mas, principalmente, para a segurança do mando nas mãos dos poderosos.
Cícero chegou a dizer que temos que ser escravos da lei para
garantia da nossa liberdade, o que não deixa de ser interessante. Cícero era
grande orador político.
Verdade é que a palavra lei encerra, nos diversos sentidos
que lhe são atribuídos, uma contradição. Lei significa o que está escrito, mas
há leis costumeiras e aplicadas, ainda hoje, na Inglaterra, valendo como se
estivessem em letras votadas por eleitos representantes do povo e leis
inventadas pela população.
O mundo é complexo devido à mais importante criação divina.
Cada ser humano, família, ciência, tribo, quadrilha de malfeitores, clubes e
quejandas manifestações da sociedade costumam ter suas leis próprias, assim
como as nações. As leis são parte da criação do universo, que sem elas em pouco
tempo se transformaria em caos e sempre houve crentes de que, pairando sobre as
fraquezas e desgraças humanas, há um código de direito natural esperando que um
dia o homem tome juízo e chegue lá.
Há leis em tudo e em todos. O povo costuma criar suas leis,
que ganham corpo na linguagem, na literatura, no folclore, às vezes nos hábitos
das pessoas, como a lei do cão, a das selvas, a de talião ou da retaliação (que
está na Bíblia), a do menor esforço e tantas outras que andam por aí afora.
Administrador municipal, ainda no tempo da intendência, em
São José das Itapororocas pendurou pelos pés, em árvore, na praça principal,
sujeito que pretendeu gozar dos favores de certa dama sem o devido
consentimento. Esfolou o audacioso a
chibatadas. Chamado, pelo intendente a prestar conta do feito, que provocara
escândalo e falatório, disse que apenas
aplicara o que manda a lei. E o que manda a lei, perguntaram-lhe, ao que
respondeu cheio de convencimento: “castigai os que erram”. Foi demitido.
Outro, soldado do antigo II-18-RI, no tempo da Segunda Grande
Guerra, nordestino, de baixa estatura, conhecido por Sola, andava nas ruas
desta cidade mal-ajambrado, com sinais de embriaguez, gritando que tudo com ele
se resolvia na lei de Sola. Inquirido
sobre qual era a lei de Sola, respondia: “a lei de Sola é capar”, brandindo
enorme faca de açougueiro que sacava das costas.
A lei, assim, oferece
infinitos aspectos. Uma, entretanto, a mais odiosa de todas, a de Lynch, porque
pode vitimar culpados e inocentes, retorna, agora, aos noticiários. A lei de Lynch
significa falta de polícia. E falta de polícia nada mais é do que a ausência de
governo.
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