Símbolos do Santanópolis

FOTO OFICIAL DO ENCONTRO

FOTO OFICIAL DO ENCONTRO

terça-feira, 8 de fevereiro de 2022

ANIVERSÁRIO DE ONTEM E HOJE

Onde me encontro a internet não é confiável, motivo não ter registrado os aniversários de ontem, o7/02, juntamos aos aniversariantes de hoje, os santanopolitanos, do signo de Aquario  e sob proteção de Oxalá, ontem Hamilton Bacelar, Joselita Quintela Falconery (Nita) e Maria Amélia Passos (Mélia). 

Mélia

Lita



    

    Hoje 8 de fevereiro os aniversariantes são: Antonio das Graças Soares Souza e Maria Luiza de Almeida Luz (Lu).

Lu

Parabéns!

Feliz aniversário!

Que o sol, a lua e as estrelas brilhem mais vezes por ti.

 

domingo, 6 de fevereiro de 2022

DITOS POPULARES - CORRIGINDO

 

HOJE É DOMINGO, PÉ DE CACHIMBO.., e eu ficava imaginando como seria um pé de cachimbo, quando o correto é: HOJE É DOMINGO, PEDE CACHIMBO... (fumar um cachimbo)

E tem o PÉ-DE-MOLEQUE... A mulher fazia o doce caramelizado de amendoim e punha pra esfriar na janela. A molecada roubava... então ela gritava: NÃO PRECISA ROUBAR! PEDE, MOLEQUE!...

E a gente pensa que repete corretamente os "ditos populares".

No popular se diz: Esse menino não para quieto, parece que tem bichocarpinteiro. Minha grande dúvida na infância.... Mas que bicho é esse que é carpinteiro, um bicho pode ser carpinteiro???"

Correto: Esse menino não para quieto, parece que tem bicho no corpo inteiro. "Tá aí a resposta para meu dilema de infância!"

Batatinha quando nasce, esparrama pelo chão.

Enquanto o correto é: Batatinha quando nasce, espalha a rama pelo chão. "Se a batata é um caule subterrâneo, ou seja, nasce enterrada, como ela se esparramaria pelo chão se ela está embaixo dele?"

Cor de burro quando foge. O correto é: Corro de burro quando foge. Esse foi o pior de todos!

Burro muda de cor quando foge??? Qual cor ele fica??? Porque ele mudaria de cor???"

Outro que no popular todo mundo erra: Quem tem boca vai a Roma.

Bom, esse eu entendia, de um modo errado, mas entendia! Pensava que quem sabia se comunicar ia a qualquer lugar...

O correto é: Quem tem boca vaia Roma. (Isso mesmo, do verbo vaiar).

Outro que todo mundo diz errado, Cuspido e escarrado - quando alguém quer dizer que é muito parecido com outra pessoa.

O correto é: Esculpido em Carrara. (Carrara é um tipo de mármore)

Mais um famoso: Quem não tem cão, caça com gato

Entendia também, errado, mas entendia! Se não tem o cão para ajudar na caça o gato ajuda! Tudo bem que o gato só faz o que quer, mas vai que o bicho tá de bom humor...

O correto é: Quem não tem cão, caça como gato, ou seja, sozinho...

Vai dizer que você falava sabendo o sentido correto de algum desses?????

AGORA ENTÃO... ESPALHA POR AÍ... A LÍNGUA PORTUGUESA AGRADECE!

(Dicas do Prof. Pasquale)

ANIVERSÁRIO DE EDUARDO E OUTRAN

Eduardo

Os dois médicos que aniversariam hoje são os santanopolitanos, do signo de Aquario  e sob proteção de Oxalá, Eduardo Freitas Leite e Outran Sampaio Borges.

Outran
Que todos os seus sonhos sejam realizados e todos os seus desejos sejam alcançados. Feliz aniversário!

 

PERFIL DE EDUARDO FREITAS LEITE

EDUARDO DE FREITAS LEITE

   Nasceu em Salvador, Bahia, no dia 06 de fe­vereiro de 1949. Filho de Vicente Quezado Leite e Olga de Freitas Leite.

Estudou o curso primário com as professoras: Leonor, sua tia, e Nena. Cursou o ginásio no Colégio Santanópolis, em Feira de Santana, no Colégio Salesiano de Aracaju, Colégio Santo Antônio, em Feira de Santana e Colégio Marista, em Salvador.

Cursou Medicina na Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública e fez Especialização em Cirurgia Geral, no Hospital Getúlio Vargas e no Hospital das Clínicas. Também é pós-graduado em Psicoterapia Analítica Junguiana- pelo Instituto Junguiano da Bahia e Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública.

Exerce a Medicina em Feira de Santana desde 1977.

Foi chefe de Equipe do Hospital Getúlio Vargas, em Salvador; preceptor de Cirurgia Geral nos Hospitais: Getúlio Vargas e Santo Antônio, em Salvador e no dia 29 de junho de 2007 foi empossado como Diretor Geral no Hospital Geral Clériston Andrade, em Feira de Santana.

Ex-Professor Adjunto e ex-coordenador de internato do sexto ano da Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública. É também membro do Fellow do Colégio Internacional de Cirurgiões e Sócio-Fundador da Sociedade de Cirurgia Vídeo Laparoscópico da Bahia.

Foi Coordenador do Serviço de Cirurgia do Tórax e Esófago do Hos­pital Clériston Andrade e do Serviço de Colo Proctologia do Hospital Santo Antônio.

Desenvolveu como voluntário, um programa de Psicoterapia Analí­tica Junguiana, no Presídio Regional de Feira de Santana. Participa mensal­mente de um programa de orientação na área da saúde, na Rádio Cultura 700 AM, em Feira de Santana. É também voluntário em proferir palestras sobre Saúde Pública realizadas em comunidades de bairros e escolas.

Atualmente, é coordenador do Serviço de Cirurgia Geral do Hospital EMEC, em Feira de Santana e atua nas especialidades de Gastroenterologia, Endoscopia Digestiva Alta, além de Cirurgia Vídeo-Laparoscópica.

Casado com a Dra. Leda Feigl Câmara, também médica cirurgiã plás­tica e pós-graduada, em Psicoterapia Analista Junguiana. Tem seis filhos: Patrícia Pitombo Leite, Vicente Quezado Pitombo Leite, Pablo Quezado Pitombo Leite, Thiago Câmara Leite, Diego Câmara Leite e Eduardo Câmara Leite e tem os netos: Alicia, Úrsula, Mel e Cecília.

Tem como hobby o motociclismo.

Escreve artigos sobre temas sociais em jornais, que circulam na ci­dade e em blogs.

Lançou o livro "HCA Política e Corrupção na Saúde", em 2008. 
 

sábado, 5 de fevereiro de 2022

ANIVERSÁRIO DE ELZA, MARCI E CONCEIÇÃO

Marci

Hoje é a data de nascimento das santanopolitanas, do signo de Aquario  e sob proteção de Oxalá, Elza Maria da Silva Mascarenhas, Marci Angelica de Jasus e Maria da Conceição Santos Oliveira.

Conceição

A vida é um milhão de novos começos movidos pelo desafio sempre novo de viver e fazer todo sonho brilhar. Feliz Aniversário!

 

JULIA ROBERTS

EDUARDO KRUSCHEWKY

Fazer o quê? Era quase impossível lutar contra a sensação de derrota, de desamparo. De concreto, daquela mulher tão amada restara a fotografia, teimosamente permanente em seu porta - cédulas e tantas vezes beijada nos momentos de solidão, embora ela houvesse sido tão real, tão presente em sua vida... Já haviam sido decorridos seis longos meses,   debatendo-se contra as lembranças, precisando de isolamento, de se tornar ilha. Ao vê-la de novo amor concluiu que o melhor remédio para dor de cotovelo era cair nos braços de uma nova mulher. Precisava fazer isto, o amor próprio ferido, não podia continuar só. Decidiu procurar alguém que lhe completasse, sem sucesso. Não tinha coragem e nem era mais nenhum garoto para sair por aí fazendo suspirar corações femininos! Assim, ficou retraído, quase não comparecia a algum evento ou festa. Sua rotina era de casa para o trabalho e do trabalho para casa. Via tudo no horário nobre da TV, desligava o aparelho e tentava dormir. Virava de um lado para o outro na cama, pensando em Monica, sem conseguir dormir, a ausência da amada a lhe torturar. A frustração, o sentimento de perda, fez com que evitasse companhias. Insone, costumava sair de carro, passeando na noite, por vezes parando em trailer de lanches ou simplesmente rodando sem destino pela cidade.

Numa dessas madrugadas, viu Julia. Ficou vivamente impressionado: elegantemente vestido, ali estava um ser macérrimo, quase diáfano, profundamente pálido, pele leitosa, unhas longas, cabeleira esvoaçante, chamando a atenção de quantos passavam por aquela figura. A partir daquele momento, Julia não mais lhe saiu da cabeça e sempre que possível passava pelo local apenas para visualizar aquela silhueta esquia que tanto o fascinava... Travou um conflito íntimo quando descobriu, pelo noticiário, que aquele lugar onde ficava sua musa era um ponto de travestis. Lutou contra o desejo que sentia por aquele ser tão belo, mas inutilmente. Curioso, fez pesquisas e descobriu a identidade real do seu objeto de desejo: José, maquiador em um dos salões chiques da cidade, conhecido no mettier como Julia Roberts. Em choque, disse a si mesmo que aquilo era um absurdo. Onde já viu? Logo ele, ficar invocado com um baitola, um “traveco”?! Era inevitável! Havia ocorrido uma mudança em seu íntimo: de tanto imaginar um romance com a Julia, um dia abriu o porta - cédulas e viu a foto de uma mulher estranha. Não mais aquela que amara durante dez anos de sua vida e que lhe magoara tanto com a separação. Monica Mercedes Pizantino transformara-se num ponto obscuro de sua história de vida, passara, era uma página virada. Há dias em que nem se lembrava dela e agora saía para as madrugadas por motivos outros nos quais ela não estava incluída. Só enxergava o travesti, perdidamente impressionado pela figura impar.

Mas, algo atrapalhava a sua aproximação: a ambiguidade daquela pessoa, de dia, de roupas masculinas e á noite, rodando a bolsinha na esquina do prédio da Tv, uma perfeita e linda mulher. De maneira masoquista, sofria com o fato e, ao mesmo tempo, deixava-se enredar nos mistérios daquele que julgava hermafrodito ou, na pior das hipóteses, uma quase mulher. Disposto a acabar com aquilo, tomou coragem e aproximou o automóvel, buzinando para ela. Equilibrando-se em saltos Luiz XV, Julia aproximou-se, sedutora:

- Oi, meu bem! E aí, gato?

- Tudo bem. Vamos dar um rolé?

Foram. Ele, vítima de um ataque de timidez repentino, tremia e calava. Ele-ela, numa intimidade imediata, colocou a mão de unhas postiças espalmada na perna do moço e demonstrou estar bem à vontade. Depois, jogou os cabelos para trás, num movimento rotativo de cabeça, abriu a bolsa e apanhou um maço de cigarros e um isqueiro metálico, tipo Zippo. Deu uma baforada, lentamente, fechando a tampa do isqueiro. O barulho metálico assustou o motorista.

- O que foi, meu bem? Por que está tão nervoso? Como é seu nome, tesão?

- Ge... Ge... Geraldo – conseguiu dizer, engolindo em seco – e como é o... O... O seu?

- Depende. Mas pode me chamar de Julia Roberts. Você lembra daquele filme “Uma linda Mulher”? Quem sabe você não é Richard Gere da minha vida?

Riu amarelo, lisonjeado e mais solto. Estendeu a mão e alisou, com ternura, o cabelo ruivo do homossexual. Sentindo que tinha boa receptividade, a figura dúbia dobrou a cabeça e recostou-se no ombro do motorista. Este olhou de soslaio e considerou que ela era muito linda, muito delicada, muito perfumada e muito muita coisa... Perguntou, temendo ser precipitado, se ela tinha preferência por algum lugar. Dengosa, respondeu que com ele ia para o fim do mundo. Ela passou a percorrer seu corpo em ardentes carícias, ele quase não conseguindo dirigir, assediado por uma Julia cada vez mais ousada, boca nervosa e frenética. Parou na portaria do motel mais próximo, pediu a melhor suíte. Recebeu a chave e guiou até a garagem do apartamento. Quando saltava, o celular tocou. Julia ficou ali, discreta. Entrou no quarto, cheia de doces olhares e promessas, permitindo que atendesse a ligação. Ele abriu o flap do aparelho e atendeu:

- Alô? Pois não...

- Geraldo, preciso falar com você...- gelou quando reconheceu a voz embargada da ex-companheira que, sem lhe permitir nenhuma resposta, foi dizendo atropelando as palavras:

- Olha, meu amor, me perdoa. Tentei lutar contra o meu sentimento de culpa, eu não devia ter dado uma burrada daquelas, trocar você pelo ordinário do Donato. Nossa separação não pode ser definitiva. Eu amo você... Eu amo você... Por favor, por favor, me perdoa... Se você não me quiser mais, vou fazer uma besteira! Venha me ver, querido! Já tomei meia garrafa de uísque para ter coragem de lhe pedir perdão! Venha, Geraldo, venha... Meu corpo precisa do seu, meu gostoso... – e desligou, de repente, atropelada pelos próprios soluços, deixando-o estupefato. Geraldo entrou no apartamento sentindo o programa quase perdido. Diabo! A Monica tinha que dar as caras logo agora quando ele começava um novo relacionamento? Do banheiro vinha uma voz em falsete, alternando-se com alguns graves. Sentou-se à beira da cama, abriu o frigobar, pegou uma miniatura de uísque, derramou o conteúdo num copo com gelo e completou a mistura com clube soda. Ligou a televisão, surgindo na tela uma cena de sexo. Olhou com desdém e desligou. Ficou em silêncio, a mente trabalhando febrilmente, ouvindo o jato de água do chuveiro e aquela voz em falsete cantando uma música desconhecida para ele. Encostado na cabeceira da cama redonda, sorvia a bebida que preparara e Monica não lhe saia da cabeça, trazendo uma confusão terrível: Ela estava pensando o quê? Então terminava dez anos de romance sem mais nem menos, pondo-lhe um belo par de chifres, e agora achava que ele ia cair de joelhos? Que nada! Podia ficar iludida! Ele já tinha um novo caso, acabara de fazer uma conquista, começava a se envolver com uma figura nota dez! Mas... Diabo! Dez anos não são dez dias e Monica lhe pareceu tão desamparada... Ela bem que merecia uma lição, mas aquele apelo fora muito forte, espicaçara sua masculinidade: “Venha, Geraldo, venha... Meu corpo precisa do seu, meu gostoso...” Coitada! Tão desamparada e chorando tanto! Deus do Céu, e se ela tentasse o suicídio caso ele não atendesse ao apelo? Mulher desesperada faz cada besteira... Que droga! – pensou.  - Ter que ir ao enterro de Monica, o povo pondo a culpa nele, o remorso roendo suas entranhas. Ficaria muito transtornado, a ponto de nem poder se olhar mais no espelho sem ali ver um pústula. E a certeza de que se tornara um assassino? Ah, precisava tomar uma decisão e que fosse definitiva, sem arrependimentos posteriores.

Tão absorto e desorientado estava que nem percebeu a água do chuveiro ser interrompida. Tomou um susto quando a porta do banheiro foi aberta e no umbral surgiu algo jamais imaginado por ele: Deixando escorregar a toalha de banho, sem a maquiagem que a tornava tão linda, ali estava um ridículo arremedo de Julia, a Roberts...

Nua, afetada, como todos os atributos físicos de um José, a caricata personagem postou-se de braços abertos e suspensos, as munhecas quebradas, joelho direito para frente, inclinou a cabeça, revirou os olhos e bradou: “-A... rra... sei, meu gato! Sou uma quase perfeita mulher!”

Surpreso, Geraldo vendo as protuberâncias masculinas do parceiro, arregalou os olhos e levantou-se da cama, de chofre, desviando-se daqueles braços que queriam abraçá-lo. Sem saber o que fazer. Entrou correndo no banheiro, colocou o copo na pia, trancando a porta por dentro. Levantou a tampa do vaso, ajoelhou-se e, para não sujar o chão, enfiou a cabeça na cloaca, vomitando... Depois, abriu a torneira, tossindo e cuspindo. Colocou água na boca, fez bocejo para limpá-la, ao tempo em que lavava a face. Olhou no espelho e viu, com tristeza, uma cara amassada, confusa. Tentou acalmar-se, bebeu um gole grande do uísque. Sentou no vaso sanitário, levou as duas mãos à testa, a mente a mil, o coração disparado, atarantado.

Alguns instantes depois, mais calmo, com as emoções sob controle, respirou fundo. Convicto da decisão que tomara, saiu do banheiro.

Julia estava deitada na cama redonda, olhando para o teto espelhado enquanto, lasciva, acariciava o próprio corpo. Geraldo apagou a luz e vencido, libertando-se do turbilhão contraditório de sentimentos contraditórios, arrancou apressada e nervosamente a roupa.

Suspirando, caiu nos braços de Julia Roberts, seu novo e definitivo amor...    


 

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2022

ANIVERSÁRIO DE ILMA

A aniversariante de hoje é aantanopolitana, do signo de Aquario  e sob proteção de Oxalá, Ilma Reis Nogueira.

Todos os grandes desejos começam no coração. E de coração eu te desejo: feliz aniversário!


quarta-feira, 2 de fevereiro de 2022

ANIVERSÁRIO DE JAIR


 Comemorando aniversário o santanopolitano, do signo de Aquario  e sob proteção de Oxalá, Jair dos Santos.

Guarde na memória tudo que foi bom, e aprenda com o que foi menos bom. Agora começa mais um ciclo, aproveite e desfrute dele o melhor que conseguir.

terça-feira, 1 de fevereiro de 2022

PASSAMENTO DE GERSON BULOS


 Faleceu o Santanopolitano Gerson Bulos, 98 anos. Sentimos muita tristeza com a perda.


    Temos outras fotos de Gerson, mas escolhi esta por minha lembrança. Esta equipe foi campeã de Feira de Santana, com os seguintes participantes: Colégio Santanópolis, Escola Normal, Equipe de Oficiais do Exercito e o time dos suboficiais. O Campeonato aconteceu na recém inaugurada, Quadra Coberta (Ginásio de esporte), do Colégio Santanópolis. O primeiro ginásio coberto do interior do Estado.

 A escalação do five, como se dizia então, também, como eram conhecidos.

Da esquerda para a direita: Em pé – Hudson vaqueirão (único vivo); Arlindo Pitombo; Barretinho; GERSON xento e xexenta; Juca barbudinho e Clóvis maria bonita.

Os apelidos me levam com saudate a Tempos Idos.

Gerson Bulos era um grande esportista, além de jogador de Basquete, foi também lateral de futebol. Era tão apaixonado por esporte que como empresário criou grandes lojas de material esportivo. 



ANIVERSÁRIO DE CORA, LAMARTINE E EDUARDO

Acrescentando mais um ano na sua idade os santanopolitanos, do signo de Aquario  e sob proteção de Oxalá, Cora Maria Tavares de Lima, Lamartine Almeida Mota e Manoel Eduardo Vasconcelos Filho. 

Lamartine

Desejo muita paz, alegria, sorte e sucesso para você sempre! Feliz aniversário! 

Eduardo

 

Filme do Santanopolis dos anos 60