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| Laura Alvim Nunes Santanopolitana |
terça-feira, 4 de fevereiro de 2020
ANIVERSÁRIO DE ILMA
Ilma Reis Nogueira é a santanopolitana, do signo de Aquário,
sob proteção de Oxalá, aniversariante. Guarde na memória tudo que foi bom, e aprenda com o que foi
menos bom. Agora começa mais um ciclo, aproveite e desfrute dele o melhor que
conseguir.
segunda-feira, 3 de fevereiro de 2020
REGISTROS HISTÓRICOS DE 03/02
“MEMÓRIAS DE ARNOLD
FERREIRA DA SILVA"
Organizado pelos
santanopolitanos, Carlos Alberto Almeida Mello e Carlos
Alberto Oliveira Brito e editado "Fundação Senhor
dos Passos". Núcleo de Preservação da Memória Feirense - Rollie E Poppino.
Dia de hoje no tempo.
1885 - Aparece o “Jornal da Feira”.
1909 - Assume a presidência da sociedade Filarmónica
“Victoria” o Sr. Francisco Carneiro Silva
.
1922 - Tendo
aparecido neste município casos suspeitos de peste bubônica o intendente pede
providências à higiene estadual.
FEIRA TEVE CARNAVAL ANTES DE CRIAR A MICARETA
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| Helder G. Alencar |
São antigas, muito antigas mesmos, as
festas de Momo na Feira de Santana. Elas datam de quando o carnaval ainda era a
festa, denominada de Entrudo, festa que precedeu no Brasil, como em Portugal,
aos grandes festejos carnavalescos.
Diz Luiz Câmara Cascudo,
inegavelmente, o maior folclorista brasileiro, no seu “Dicionário de Folclore
Brasileiro”, que o “entrudo brutal e alegre viveu até meados do Século XIX”.
Assinala ainda, Cascudo, que “pelo
norte ao centro sul do Brasil o movimento era geral. Água, farinha do reino,
gomas ensopavam os transeuntes – águas molhando famílias inteiras em plena
batalha”.
O velho jornal “O Comercial” que por
muitos anos se editou na Cidade de Feira de Santana, condenava, em 1871, o
entrudo feirense, com a seguinte nota: “O divertimento do entrudo passou nesta
vila sem lamentar-se desgraça alguma, graças ao desuso em que vai caindo esse
péssimo brinquedo”.
O entrudo permaneceu, entretanto, até
1891, ano em que os jornais locais dão conta das primeiras manifestações
carnavalescas.
Em 1877 – durante o entrudo feirense,
no baile das máscaras do Hotel Globo, o moço Francisco Xavier de Macedo recebeu
uma estocada e, no local denominado Minadouro desancaram a pauladas a Martim
Levino Diêgo.
Como se pode notar a fama do
Minadouro data de longos anos. O entrudo era assim, uma festa bárbara, violente
e absurda, precursora do Carnaval.
Na Feira de Santana houve muitos
entrudos, até que surgisse o Carnaval que duraram alguns anos, quando então
apareceu a festa magnífica e grandiosa que é a Micareta.
Passada a fase do entrudo, a cidade
começa a viver o período carnavalesco propriamente dito e em 1891, a imprensa
falava em Carnaval, que teve a sua primeira agremiação fundada em 1924, o
“Clube Carnavalesco 2 de Julho”.
Oscilando entre a animação em certos
anos e o fracasso em outros; o carnaval foi sobrevivendo na Feira de Santana,
proporcionando ao povo momentos inesquecíveis de alegria, até que o
aparecimento da rodovia para Salvador decretasse o início do declínio
carnavalesco, aparecendo fraco e sem grande movimentação o tríduo de momo de
1932.
A nova rodovia determinava a ausência
de foliões, que preferiam o carnaval de Salvador.
Menção especial merece o carnaval
feirense de 1929, não só pela animação que reinou, como também pela revolta
popular acontecida na terça-feira, quando a cidade ficou às escuras por certo
tempo.
Portando velas, o povo realizou
enorme passeata até a sede da Cia. Melhoramentos, que ficava situada defronte
do local onde hoje se ergue o Feira Tênis Clube, sendo contido, entretanto pelo
então intendente Dr. Elpídio Raymundo da Nova.
Voltando a luz o povo se divertiu na
Praça da Matriz até as primeiras horas da madrugada de quarta-feira, ao som da
Sociedade Filarmônica 25 de Março, que no coreto realizava retrata.
O fracasso do carnaval feirense, com
animação caindo de ano para ano, foi determinando o nascimento das festas de
após páscoa, que pouco ganharam mais animação e consistência até o seu
surgimento definitivo.
O carnaval de 1937, um dos últimos
realizados nesta cidade, apresentou a Srta. Eunira Alves Boaventura como Rainha
e as Srtas. Teté Fernandes, Maria Luiza Motta, Bernadete Lima Santos e Mary da
Silva Azevedo, como princesas.
O sr, Heráclito Dias de Carvalho,
Prefeito Municipal na época e por sinal um dos mais operosos que já passaram
pelo governo de Feira de Santana, era o Presidente de Honra da Comissão, que
era constituída, na parte executiva, pelos Srs. Oscar Erudilho, Hermogênes,
Alvaro Moura Carneiro, Rodolfo Ballalai, Pedro Matos e Vitor Santana.
A Comissão de Propaganda
apresentava: Antônio Garcia, Oscar Erudilho. Eliziário Santana e Arlindo
Ferreira, sendo a Comissão de Bailes assim constituída: Oscar Marques,
Antônio Matos, Edgard Vasconcelos, Álvaro Carvalho e Almiro Portugal.
Joaquim Costa, José Maciel Ribeiro,
Florisberto Moreira e Tertuliano Carneiro eram encarregados das ornamentações
das ruas, enquanto Jacy Assis, Ceres Figueiredo, Eunira Boaventura, Cremilda
Sampaio, Mariinha Assis, Eunice Alves Boaventura e Bernadete Lima Santos
compunham a Comissão Feminina.
Antes dos festejos carnavalescos de
1937, a Comissão Feminina realizou a Festa dos Zíngaros, que foi assim
comentada por uma cronista da época: “A encantadora Festa dos Zíncaros,
promovida pela prestigiosa Comissão Feminina foi o prenúncio do brilhantismo do
Tríduo da Folia em que (podemos já informar) só haverá bailes a fantasia em as
noite de sábado, 6 de fevereiro próximo e da segunda-feira gorda, reservados o
domingo e a terça-feira de Momo para as passeatas vespertinas e noturnas de
cordões, batucadas, ranchos e blocos e para o corso de veículos ornamentados”.
Foi aí que o Profº Antônio Garcia, um
dos redatores da “Folha”, sugeriu a realização da Páscoa da Folia dando
definitivamente, início à chamada Micareta.
Era o Carnaval de 1937 aguardado com
a máxima ansiedade pelo povo que se divertiu pouco sem sentir-se plenamente
satisfeito, pois chuvas intensas e forte desabaram sobre a cidade durante o
tríduo carnavalesco, especialmente na chamada terça-feira gorda, a partir das
15h, quando as chuvas foram mais fortes, prolongando-se ainda por toda a
quarta-feira de cinzas.
domingo, 2 de fevereiro de 2020
REGISTROS HISTÓRICOS DE 02/02
“MEMÓRIAS DE ARNOLD
FERREIRA DA SILVA"
Organizado pelos santanopolitanos, Carlos Alberto Almeida Mello e Carlos Alberto Oliveira Brito e editado "Fundação Senhor dos
Passos". Núcleo de Preservação da Memória Feirense - Rollie E Poppino.
Dia de hoje no tempo.
1887 - É eleito presidente da câmara municipal o vereador Dr. Joaquim dos
Remédios Monteiro.
ANIVERSÁRIO DE JAIR
Comemoram mais um ano de vida os santanopolitanos, do signo de Aquário,
sob proteção de Oxalá, Jair dos Santos. Nosso desejo é a repetição deste evento por
muitos anos com saúde.
sábado, 1 de fevereiro de 2020
REGISTROS HISTÓRICOS DE 01/02
“MEMÓRIAS DE ARNOLD
FERREIRA DA SILVA"
Organizado pelos santanopolitanos, Carlos Alberto Almeida Mello e Carlos Alberto Oliveira Brito e editado "Fundação Senhor dos
Passos". Núcleo de Preservação da Memória Feirense - Rollie E Poppino.
Dia de hoje no tempo.
1856 - Entra em exercício do cargo de juiz de direito da
comarca o Dr. Luiz Antonio Pereira Franco.
1874 - É eleito
provedor da Santa Casa de Misericórdia o Dr. Quintino Ferreira da Silva.
1885 - Trovoadas
e chuvas torrenciais.
A COSTA DA BARRA NA HISTÓRIA
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| Vista do Yacht atualmente |
"Vocês sabiam que no local onde
atualmente existe o Yacht Clube da Bahia existia e antes uma fábrica de xales?
Ela é citada em livros e artigos como fábrica "Pereira&Cia" e
também como "Confecções Victória".
Provavelmente teve dois momentos
administrativos pois funcionou entre meados de século XIX até os anos 30 do
século XX. O Yacht Clube da Bahia foi instalado no local em 1935. Essa região é
um importante sítio histórico da nossa cidade. Bem ao lado do clube existe o
Cemitério dos Ingleses e a linda Igreja de Santo Antônio da Barra.
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| Vila Pereira -Vila Velha |
Muito antes da existência da Ladeira da Barra,
quando ainda existia a antiga Vila do Pereira (no Porto da Barra) e a Cidade do
Salvador (a cidade murada erguida em 1549 por Tomé de Souza e Luís Dias) a
circulação entre estes dois pontos se dava mais pela faixa litorânea. A Vila do
Pereira, mais tarde chamada de Vila Velha, se expandiu em direção à Gamboa e
chegou a abrigar cerca de 1000 moradores. Eles evitavam a circulação pela parte
alta porque no século XVI a região era cheia de aldeias indígenas, cada uma com
seu cacique e todas canibais. Só os índios tupinambás que habitavam a região da
Barra já conviviam em paz com os portugueses porque Caramuru havia chegado
antes e se integrou à tribo. Inclusive, Diogo Álvares Correia, o Caramuru, teve
10 filhos com índias diferentes até que se apaixonou por Paraguaçu, filha do
cacique, e optou pela monogamia.
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| Caramuru |
Eles se casaram na França e ela
retornou com o nome católico Catarina Álvares Paraguaçu. Este casamento
configurou a primeira família brasileira oficialmente registrada. Sabiam disso?
Sabiam também que a capela que deu origem à Igreja da Graça foi erguida por
Caramuru a pedido de Catarina Paraguaçu? Ela teve um sonho recorrente com uma
mulher que dizia ter naufragado no sul da Bahia e pedia para ir ficar próxima
de Paraguaçu. Caramuru foi de barco com outros índios e realmente encontrou um
navio naufragado mas não exatamente a mulher do sonho. Na verdade, era a imagem
de uma Santa que estava com os índios locais. Caramuru levou para Catarina que
a reconheceu como a mulher dos sonhos e a imagem foi batizada como Nossa
Senhora das Graças. "
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| Cemitério dos Ingleses |
@loutibahia também é cultura.
O BECO DO GINÁSIO
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| Ismael S. Bastos Santanopolitano In-memória |
Ali se fazia sim estágio
Embora não fosse colégio
Havia todo tipo de privilégio
Estou falando do Beco do Ginásio
As lâmpadas em de múltiplas cores
Havia bebidas de variadíssimos sabores
Meninas chamando-nos para fazer amores
Cursaram nestas casas honoráveis senhores
Quartos de duvidosa higiene eram anexo
Na sala professoras peritas no quesito sexo
A recepção era sempre com eufórica nuance
Teatralmente elas fingiam um rápido romance
Sentada no colo, com sutileza ela nos acariciava
E a inevitável pergunta você me paga uma bebida?
Diante de um vacilo ou de qualquer infundada negativa
Logo se afastava sem muita sutileza a nossa sexy diva
Se tudo desse certo e o preço do serviço combinado
Tomavam delicadamente nossas mãos, íamos ao quarto
Mobília do ambiente simples, Cama G. Roupa e Penteadeira
No lusco fusco tirávamos nossas roupas, começava a brincadeira!
Embora não fosse colégio
Havia todo tipo de privilégio
Estou falando do Beco do Ginásio
As lâmpadas em de múltiplas cores
Havia bebidas de variadíssimos sabores
Meninas chamando-nos para fazer amores
Cursaram nestas casas honoráveis senhores
Quartos de duvidosa higiene eram anexo
Na sala professoras peritas no quesito sexo
A recepção era sempre com eufórica nuance
Teatralmente elas fingiam um rápido romance
Sentada no colo, com sutileza ela nos acariciava
E a inevitável pergunta você me paga uma bebida?
Diante de um vacilo ou de qualquer infundada negativa
Logo se afastava sem muita sutileza a nossa sexy diva
Se tudo desse certo e o preço do serviço combinado
Tomavam delicadamente nossas mãos, íamos ao quarto
Mobília do ambiente simples, Cama G. Roupa e Penteadeira
No lusco fusco tirávamos nossas roupas, começava a brincadeira!
ANIVERSÁRIO DE CORA, LAMARTINE E EDUARDO
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