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26/12 a 23/30 |
terça-feira, 27 de dezembro de 2022
segunda-feira, 26 de dezembro de 2022
NEWTON DA COSTA FALCÃO - III
Adnil Dias Falcão nasceu em Feira de Santana, em 24 de
novembro de 1945. Professora, licenciada em letras pela Universidade Estadual
de Feira de Santana e especialista em Metodologia do Ensino Superior e Educação
Brasileira em nível de mestrado. Lecionou no Curso de Magistério do Instituto
Gastão Guimarães, gerenciou a Sucursal do Jornal da Bahia e Jornal Feira Hoje e
o Centro Social Urbano Governador Roberto Santos. Foi chefe do Gabinete do
Prefeito Newton da Costa Falcão, em 1971/1972. Exerceu as Funções de Diretora
Acadêmica. Assessora de Planejamento e Assessora Especial da UEFS, em 1980 a
2001. Autora de inúmeras publicações acadêmicas administrativas. Olhares Sobre
Newton Falcão é sua primeira experiência como escrevinhadora.
A primeira diretória provisória da agremiação ficou assim constituída: Hermínio Francisco dos Santos (presidente), Hamilton Cohim (secretário geral), Cerilo Maia Mousinho (1o secretário), QuintorCafé (2o secretário), Ideval José Alves (1o tesoureiro), Newton da Costa Falcão (2o tesoureiro), Cícero Carvalho (diretor social) e José Joaquim Lopes de Brito (diretor de esportes).
Criado oficialmente o clube, desenvolveu-se a luta para a edificação da sede social. A Prefeitura Municipal, governada então por Eduardo Fróes da Motta, doou o terreno. Celso Oliva, acadêmico de engenharia, fez o projeto. A construção foi iniciada em 12 de janeiro de 1946. Newton incumbiu-se de conquistar sócios e de levantar recursos para as obras. Deu carta branca a Ideval (“que, quando necessário, financiava o empreendimento, para ser reembolsado depois”) e a Tide (que virou “engenheiro e mestre-de-obras”) para tocarem o planejado. A revista comemorativa dos 50 anos do FTC reproduz entrevista de Newton e Ideval, concedida a José Carlos Pedreira (Zé Coió), na qual declararam que “fizeram de tudo para angariar fundos, desde balaio de Natal a sorteio de carro”. Newton foi à procura de associados até em Salvador. 0 empenho dos três rapazes e o apoio da comunidade, (a Prefeitura Municipal, já no governo de Carlos Valadares, doou cinquenta mil cruzeiros), possibilitaram que, em apenas um ano e três meses, a sede social fosse erguida. A inauguração, sem cerimónia oficial, aconteceu no dia 12 de abril de 1947, com a realização de quatro animados bailes de micareta, que contaram com a presença em peso da sociedade local e assinalaram os dez anos de existência da festa.
A cidade ganhou, desse modo, um espaço de notável importância para a sua vida social. Nos seus “anos dourados”, haveria de ser palco de grandes festas, a exemplo do primeiro baile de debutantes, comandado por Eme Portugal, de torneios de tênis, vôlei e basquete e de micaretas e réveillons inesquecíveis. Nele se apresentaram grandes astros nacionais. Deram-se aí passos significativos para o enriquecimento da vida cultural do município, um deles, a instalação da Biblioteca Georgina Erismann - uma homenagem à pianista e compositora feirense, autora do Hino à Feira.
Por quase duas décadas, o Feira Tênis Clube, cognominado o Aristocrático, reinou absoluto, um dos mais prestigiados clubes sociais de Feira de Santana, divertindo gerações de feirenses com suas fantásticas promoções[i]. Em 1º de janeiro de 1964, foi inaugurado o Clube de Campo Cajueiro, sob o comando de Osvaldo Coelho Torres, atendendo aos crescentes anseios da comunidade. Entre os seus primeiros sócios remidos: Newton da Costa Falcão.Graças a seus pendores para comando e serviço, as festas populares constantes no calendário municipal seriam beneficiadas por sua presença, Ansiosamente esperadas, essas festas representavam uma fuga à rotina local. A Festa de Santana, na segunda quinzena de janeiro, era a primeira a acontecer[ii]. Em seguida, vinha a Micareta, realizada em abril, quinze dias após o Domingo de Páscoa. Sucediam o São João, o São Pedro... para contentamento do jovem Newton, que vibrava com a movimentação da cidade nessas ocasiões. Compreendendo a importância que tinham para o desenvolvimento do município e do comércio local, somou-se àqueles que trabalhavam para assegurar-lhes brilhantismo. Dedicou-se, em especial, à Festa de Santana.
Os festejos, promovidos com a ajuda dos lojistas, tiveram nele um prestimoso colaborador, sobretudo, de 1946 a 1964, quando era vigário da Paróquia de Feira de Santana Monsenhor Adherbal Saback Miranda, seu amigo. Naquela época, o vigário preparava a igreja para as festividades, promovendo reformas, restaurações, com o apoio dos organizadores, que reuniam, em comissões, as figuras mais representativas da cidade. Newton prestou-lhe valioso auxílio, ora participando dessas comissões, ora contribuindo, materialmente, para as comemorações, ora arrecadando fundos para a igreja. A festa que havia enchido de alegria sua infância e sua adolescência passaria a ocupar, de forma diferente, lugar importante na sua juventude e na sua vida adulta.
Desde menino, gostava de ver os bandos anunciadores, os jovens mascarados que, em alegre algazarra, proclamavam o início da festança e estimulavam a participação popular, percorrendo as ruas da cidade, às cinco da manhã, ao som de zabumbas, tambores e fogos de artifício. Repetiam, um velho costume português - as mascaradas - trazido, até nós, pelos colonizadores e que como nos ensina Eurico Boaventura , constituia uma "usança profana" que precedia as grandes festas religiosas de então. Os pregões, à tardinha complementavam a folia. À noite, Newton acompanhava, com entusiasma, as novenas , as quermesses, os leilões, as tocatas da filarmônicas 25 de março, Vitória e Euterpe Feirense, que se revezavam no coreto da praça procurando, competitivamente, agradar o público que ocorria em bandos ao largo da Matriz (hoje Praça Monsenhor Renato Galvão), o sítio da festa.[i] Ao longo dos anos, o Feira Tênis Clube contou com a dedicação e a competência de bons diretores, que deram continuidade ao trabalho dos pioneiros, com a construção do Parque Aquático Paulo Cordeiro; do Ginásio de Esportes Péricles Valadares; a realização dos Jogos Abertos do Interior, importante estímulo ao esporte amador; a promoção dos Bailes do Havaí e de famosas micaretas; e a apresentação de uma plêiade de artistas e bandas de renome. Atualmente, tanto o Feira Tênis Clube como o Clube de Campo Cajueiro estão em crise. Patrimónios da cidade que vão sendo consumidos pela força incontida do progresso.
[ii] Pelo ano litúrgico, o dia em que se comemora Senhora Santana é 26 de julho. Era a data da Festa de Santana até 1914 quando, devido ao período chuvoso, o vigário Tertuliano Carneiro resolveu transferi-la para o mês de janeiro. Em 1987, o Bispo D. Silvério de Albuquerque autorizou a volta à data original e extinguiu a parte profana das comemorações. Atualmente, a Universidade Estadual de Feira de Santana, através do Centre Universitário de Cultura e Arte - CUCA, tenta resgatar os festejos de rua, revivendo os bandos anunciadores.
domingo, 25 de dezembro de 2022
ANIVERSÁRIO DE JAILSON
Comemorando data de nascimento hoje o santanopolitano, do signo de Capricórnio
e sob proteção de Omolu, Jailson Bittencourt de Andrade
Que todos os seus sonhos sejam realizados e todos os seus desejos sejam alcançados. Feliz aniversário!
sábado, 24 de dezembro de 2022
ANIVERSÁRIO DE HILDINHA E MEIRE
CMais um ano acrescenta no calendário da vida as santanopolitanas, do signo de Capricórnio e sob proteção de Omolu, Maria Hilda Cerqueira Alves (Hildinha) e Mary Natalete Santos Machado (Meire).
A vida é um milhão de novos começos movidos pelo desafio sempre novo de viver e fazer todo sonho brilhar. Feliz Aniversário!
sexta-feira, 23 de dezembro de 2022
PERFIL DE WALTER DIAS DE OLIVEIRA
WALTER DIAS DE OLIVEIRA (In memoriam) - 1993/1994: Nasceu na Fazenda Serrote, em Castro Alves/BA no dia 18 de maio de 1924. Filho de Diomar Dias de Oliveira.
Na juventude aprendeu a arte de alfaiate e trabalhou em
diversas cidades do interior da Bahia.
Transferiu-se para o Rio de janeiro, juntamente com um mano,
passando por um período de 7 anos e lá teve a oportunidade de fundar a “Ação
Castro Alves”, com a finalidade criar a estátua do poeta baiano Castro
Alves, que foi confeccionada na Itália.
No Rio de janeiro foi caixeiro de botequim e trabalhou na
Associação Atlética do Banco do Brasil e teve a oportunidade de estudar o
curso ginasial, no Ateneu Pedro II.
Como nos romances machadianos ficou noivo por carta com a
Srta Adalzira Célida Dias de Oliveira, que se conheceram quando ela tinha 14
anos, com a qual se casara primeiras núpcias, mas não tiveram filhos,
convivendo com ela por 60 anos. Ficando viúvo casou-se segundas núpcias com a
Sra Neide Maria Almeida Pinheiro, em 2011 que o consolou e viveu um amor
perene.
Chegou a Feira de Santana, em 1955, concluindo o curso de
ginásio no Colégio Santanópolis[1]
como Inspetor de Seguros, trabalhando até 1964, quase 10 anos. Logo após tornou
se Corretor de Seguros por muitos anos.
Iniciado na Maçonaria em 1953, na Loja Maçónica Aliança
Universal de São Félix/BA e em Feira de Santana, filiado à Loja Maçónica Luz e
Fraternidade, em 1958, onde exerceu todos os cargos menos venerável; membro do
Rotary Club Feira Leste, desde 1984, quando foi Presidente no ano rotário de
1993/1994, como também passou por todos os departamentos do Club.
Na sua gestão fez a indicação de 10 companheiros Paul Harris. Participou de três Convenções Internacionais nos seguintes países:
Orlando/Estados Unidos; Nice/França; Calgarv/Canadá e percorreu mais 13 países
da Europa; sugeriu a criação do monumento da Cidade Nova; organizou dois
Congressos.
Tinha a satisfação de dizer que neste período teve 100% de
frequência às reuniões plenárias, recebendo como prémio o PIN.
Na Maçonaria foi o fundador da Loja de Perfeição, na cidade
de Senhor do Bonfim/BA, outra em Nazaré/BA e em Santo Antônio de Jesus/BA,
fundou a Loja Capitular do Conselho
de Cavaleiros Kadosch; em Amélia Rodrigues/BA criou a Loja
Maçónica Luz do Recôncavo e de outras Lojas em Feira de Santana.
Juntamente com o Sr. Elísio da Rocha Dórea fundou o Lar do
Irmão Velho, uma instituição que abriga pessoas idosas.
Recebeu mais de duas dezenas de homenagens, sendo a que mais
se destaca foi a de Grau de Comendador da Legião do Supremo Conselho do Grau 33
do Rito Escocês Antigo e Aceito da Maçonaria para a República Federativa do
Brasil, em 2013; Ordenação de Mérito Maçónico 2 de julho da Grande Loja
Maçónica do Estado da Bahia o Grau de Dignidade, em 2016; Título de Cidadão
Feirense da Câmara Municipal de Feira de Santana, em 20 de outubro de 2000.
Publicou os seguintes livros: A Maçonaria e seus Conceitos,
publicado pela Editora Trolha, 1999, considerado o livro do mês e Experiências de uma Vida, em 2016.
Viajou por todo o Brasil com exceção dos estados do Piauí, Maranhão
e Mato Grosso.
Foi um leitor compulsivo leu mais de 200 livros do seu
acervo, mas hoje se limita ao computador.
[1]
N.B. Curso Supletivo, o primeiro deste
formato no Norte e Nordeste, aprovado pelo Conselho Estadual de Educação com Menção
Honrosa. Nós Santanopolitanos, nos orgulhamos muito na criação deste curso.
Fonte: Lélia Vitor Fernandes de Oliveira
ANIVERSÁRIO DE DIL
Comemora hoje idade nova a santanopolitana, do signo de Capricórnio e sob proteção de Omolu, Dirlene Laranjeira do Nascimento (Dil).
Todos
os grandes desejos começam no coração. E de coração eu te desejo: feliz
aniversário!
quinta-feira, 22 de dezembro de 2022
INCÓGNITA
Blog “Fragmentos de Ana Pires”. Para ver outras poesias da autora, nos sites recomendáveis ao lado.
mis miedos,
mis abismos,
mis laberintos,
mis calles vecinales,
las cuevas oscuras,
que traigo dentro de mi.
Como también desconoces:
mi coraje,
mis planicies,
mis cascadas,
mis chorros de luz.
Para ti,
soy una incógnita.
PASSAMENTO DE ERATÓSTENES BEZERRA DE BRITO
ANIVERSÁRIO DE CARLINHOS E MARYSE
Comemorando aniversário hoje os santanopolitanos, do signo de Capricórnio e sob proteção de Omolu, Carlos Antônio Lima (Carlinhos) e Maryse Carvalho Mota.
Guarde na memória tudo que foi bom, e aprenda com o que foi
menos bom. Agora começa mais um ciclo, aproveite e desfrute dele o melhor que
conseguir.
PASSAMENTO DE ALICE PEREIRA DE OLIVEIRA
ANIVERSÁRIO DE GAL, BIBI E MARLY
terça-feira, 20 de dezembro de 2022
A COPA DO MUNDO QUE EU VI
Sempre fui
vidrado em esportes, qualquer um que aparece, procuro entender o jogo, as
regras, as estratégias, as táticas, os atletas que praticam as organizações
envolvidas... vejo comentários entrevistas, estatísticas, leio livros sobre o
assunto etc.
Vi alguns
analistas esportivos dizendo a performance do Brasil na Copa do “Catar
coquinhos”, não pude deixar passar a frase.
Fiquei
preocupado com minha televisão, parece que assisti outros jogos, felizmente não
chamei técnico para concerta-la, em entrevista na TV colocaram três ex-técnicos
mundiais, que falaram a mesma toada da minha visão.
O torcedor
tem direito de exprimir sua decepção e dizer o que bem entender, elegi como a
melhor assistida, na rádio Sociedade no programa de Luiz Santos. um garotinho
sentenciou “o Brasil perdeu porque os jogadores não comeram ovo com cucus”.
O analista,
tem que demonstrar conhecimento do esporte. Como vi muita incoerência dita e
escrita, senti liberdade de dizer as minhas.
Torneio
eliminatório de futebol, tem no máximo 50% de lógica. Um esporte em que uma
partida cada equipe tem dez oportunidades
de fazer um gol, em média, contra centenas de possibilidades no Vôlei ou
Basquete, erro ou acerto é fatal. Portanto, para os analistas os resultados não
são preponderantes e sim a atuação das equipes nos jogos.
Até hoje não
conseguiram uma forma de decidir um ganhador no caso de empate, já tentaram
prorrogação, “morte súbita” – o Brasil teria ganho para a Croácia -, decidir na
moedinha até tendo uma partida no interior em 1948, número de corner (escanteio).
O técnico de
futebol - não gosto da terminologia, ideia de ciência exata, o que neste
esporte está longe de ser, treinador mais adequado – esta ressalva foi
necessária para inviabilizar treinadores como Guardiola (o melhor do planeta
atualmente) e Fernando Diniz, são treinadores que precisam de tempo de
treinamento, o que não existe em uma seleção.
Diante deste
resumo, considero as quatro melhores seleções: Argentina, Brasil, Espanha, França
(por ordem alfabética).
As três
maiores revelações: Corea, Japão e Marrocos.
Os melhores
treinadores: Ralid de Marrocos, Scalloni da
Argentina, Tite do Brasil.
Justificativa
para escolha acima, também por ordem alfabética:
Ralid,
montou uma defesa sensacional, só tinha tomado um gol (gol contra), até perder
a dupla de zagueiros titular, na semifinal. E não possuía os melhores
defensores do mundo;
Scalloni, se
não bastasse ter dado estabilidade a seleção da Argentina, matou taticamente a
França no primeiro tempo, enquanto pode contar com Di Maria, já com certa idade
não conseguiu fazer a mesma função no segundo tempo, desmanchando a defesa francesa.
Colocou Di Maria na esquerda, um bom meio de campo livre. A defesa, como se
esperava concentrou o posicionamento em Messi na direita, o meio de campo livre
lançava para a direta de primeira par Messi lançava para Di Maria. Variação de
Enzo Fernandes (grata surpresa) e Mac Alister, soltos eram mortais.
Tite, em todas
as Copas, temos uma revolução no futebol, coincidentemente nem sempre resultou
em campeões. Hungria em 1954, a equipe que fazia 2 gols nos primeiros dez
minutos, perdeu na final para a Alemanha (3x2), entrou de sapato alto
como se diz no palavreado do meio futebolístico; Holanda, o carrossel
perdeu para Alemanha; 1982, Brasil de Telê, o time que Guardiola se encantou,
como revelou em entrevista, desclassificada na mesma etapa da atual seleção;
finalmente a Alemanha, sem ter um Maradona, um Pelé, um CR7, Neymar... na Copa
do Brasil.
Tite inovou
o futebol colocando uma excelente defesa com seis atacantes, com uma mágica
recuperação de bola, a famosa G5, quando perde a bola tem que recuperar em 5 segundos.
O treinador da Sérvia quando viu a escalação do Brasil, disse que era um deboche.
Daí em diante todos os times que enfrentaram o Brasil, jogaram na retranca,
com exceção da Coreia, tomando 4x0 no primeiro tempo.
Tite foi um dos dois melhores treinadores
do Brasil em todos os tempos, o outro foi Telê, muita semelhança, não ganharam a
Copa treinaram o brasil em duas Copas, bateram recordes de vitórias, pouquíssimas
derrotas, só que fatais. Acho o fato de terem tempo para treinar é que fizeram
grandes equipes.
Para corroborar necessidade de tempo para treinar seleção. Joachim Löw foi auxiliar de Jürgen Klinsmann, na seleção alemã, com a saída desse assumiu em 2008, chegando até a 2014, na Copa do Brasil e aplicou 7x1 no brasileiro, famoso por saber armar uma defesa, Felipão.
ANIVERSÁRIO DE CLÁUDIO, NITA E MIGUEL
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Cláudio |
Os três aniversariantes de hoje são os o santanopolitanos, do signo de Sagitário e sob proteção de Iansã, Cláudio Sila Oliveira, Josenita Moreira Araujo Nunes (Nita) e Miguel Ângelo Nery Boaventura.
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Nita |
Aniversário não é apenas aumentar um número à idade, devem se
alegrar e celebrar por completar mais um ano de vida. Feliz aniversário!
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Miguel |
segunda-feira, 19 de dezembro de 2022
POEMA DE NATAL - O OUTRO LADO
Chega dezembro e, com ele, o Natal...
Cristo, milagre do marketing, surge no coração dos homens.
Há uma necessidade enorme de desculpas,
Por isso, todos caminham de loja em loja,
Assediados por meninos de rua,
Por mendigos, párias,
Que, mãos estendidas, cobram insistentes:
E, aê, doutor, cadê o meu Natal?
Mulheres depauperadas e paupérrimas,
Algumas grávidas de sem futuros,
Mercam quinquilharias nas calçadas.
FELIZ NATAL! PRÓSPERO ANO NOVO!
Certa de que será citada na coluna social,
Por seu gesto generoso e “altruísta”,
A madame, num carro importado, distribui,
Em nome de alguma instituição de “caridade”,
Falsos sorrisos e cestas básicas,
Num arroubo de bondade extemporânea...
Os carteiros andam como loucos
Distribuindo formais mensagens de otimismo,
Enfim, há um pedir e um dar sem conta!
Diante de tanta “fraternidade”,
De tanto” amor”,
De tanta “cidadania”,
Um louco revela-se poeta:
ANIVERSÁRIO DE ADAUTO
O aniversariante de hoje é o santanopolitano, do signo de Sagitário e sob proteção de Iansã, Adauto Franco.
Feliz
aniversário! Que sua vida seja cheia de bons e felizes momentos. Parabéns!
domingo, 18 de dezembro de 2022
ENCANTADA
e-book, clique em cima e-book em letras diferentes e abre toda a "Revista MESTRAS HOLÍSTICAS E OUTRAS CRÔNICAS"
Encantada
Marcia Botelho*
A primeira vez que assisti uma palestra de Divaldo Franco, foi na data
memorável em que ele foi homenageado pela UEFS e pelo amigo prof. Raymundo Luiz
Lopes. Neófita que sou na doutrina espírita fiquei deveras encantada com a
oratória (e a retórica) impecável desse médium que realizou naquele teatro do
CCAA um verdadeiro tratamento espiritual para todos nós que fomos ouvi-lo. Que
bela história a que ele nos contou de Winston Churchil e de Flemming... calou
fundo em nossos corações, nos levando inevitavelmente às lágrimas!
Agradeço a Deus essa oportunidade abençoada que tive de ouvir tantas
coisas belas e elevadas, tantas verdades que passamos uma vida toda para
descobrir... Quão bela é a doutrina espírita! Além da homenagem, feita na
oportunidade, ao excelente orador e palestrante Divaldo Franco, fato que
reflete o carinho que dedicamos à sua nobre e caridosa pessoa, pude verificar
no discurso do Prof. Raymundo Luiz Lopes uma homenagem ao querido e amado Chico
Xavier que também foi lembrado, e suas palavras em relação ao pref. Divaldo
Franco foram repetidas nos dando a dimensão da amizade entre essas duas figuras
ilustres da seara espírita.
Chico Xavier voltou à verdadeira Pátria que é a Espiritual, mas deixou
entre nós seu exemplo, amor e obras, consequência da sua fé inabalável no Pai
Maior e no mundo espiritual.
Parabenizo, assim, o Jornal CorpoMente que publicou essa entrevista
maravilhoso Prof. Divaldo, concedida exclusivamente ao Prof. Raymundo Luiz!
Continuem nesta linha de trabalho universal-holística, onde o “todo”
supera “a parte”.
Uma admiradora desse jornal e da belíssima Doutrina Espírita.
*Prof. de História
Agosto 2002
ANIVERSÁRIO DE GUTEMBERG E CIDA
Adicionando mais um ano no calendário da vida os santanopolitanos, do signo de Sagitário e sob proteção de Iansã, Gutemberg Santos Almeida e Maria Aparecida Kruschewsky (Cida).
Parabéns por hoje, mas felicidades sempre.
sábado, 17 de dezembro de 2022
CURSO DE MEDICINA DA UEFS, 20 ANOS
AGRADECIMENTO
Bom dia, amigos.
Agradecido a
Deus pela oportunidade e aos amigos pelo apoio, hoje, temos mais uma data
histórica e festiva para o vitorioso curso de Medicina da UEFS e para nossa
Feira de Santana.
Exatamente
no dia 16/12 de 2002, a então Reitora Anaci Bispo Paim, após aprovação do
projeto no CONSEPE e CONSU, acatou a indicação dos membros da Comissão de Operacionalização,
e, através da
Portaria 1630/2002, de 16 de dezembro de 2002,
nomeou a primeira coordenação do Colegiado do Curso de Graduação em Medicina.
Nomeado o coordenador, a etapa seguinte foi a formalização dos convites aos
docentes para composição do colegiado, imediatamente instalado. Portanto,
gratidão aos abnegados colegas já professores da UEFS, nominados no quadro
abaixo, que conscientes dos desafios, aceitaram participar do primeiro
Colegiado do Curso de Medicina da UEFS. Abraços fraternos e uma ótima
sexta-feira para vossas famílias.
ANIVERSÁRIO DE GERSON E MARECHAL
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Gerson |
Hoje tem muita festa nas casas dos aniversariantes os santanopolitanos, do signo de Sagitário
e sob proteção de Iansã, Gerson Nascimento Sales e Raimundo Melo (Marechal).
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Marechal |
Desejo
que seu aniversário lhe traga uma felicidade imensa e que você possa realizar
todos seus desejos nessa nova etapa de vida. Parabéns!
sexta-feira, 16 de dezembro de 2022
URNAS ANULADAS
EXPOSIÇÃO NO MUSEU DE ARTE CONTEMPORANEA RAIMUNO OLIVEIRA
Depois de dois anos fechado, o Museu de Arte
Contemporânea de Feira de Santana (MAC) reabre na próxima quinta-feira (15) com
a apresentação de trabalhos de 32 artistas plásticos e visuais, cantores e
performers. O lançamento da exposição “Ocupação” será a partir das 18h, com
shows de Paulo Akhenaton, Kell Slifer e Som Brazza. A exposição, que é
intitulada pelos artistas como um “manifesto artístico coletivo”, segue com
entrada gratuita até 15 de janeiro.
A presidente interina da Fundação Egberto Costa,
Cleane Oliveira, destacou a importância da reabertura do MAC com a exposição de
um coletivo de artistas que vão apresentar trabalhos em diversas áreas, como
pintura, escultura e gravura. “Estamos na ânsia de reabrir o MAC com a
exposição de vários artistas de Feira de Santana, que esteve quase dois anos só
aberto ao público com visitas programadas das escolas. A expectativa é muito
boa, de fomentar a arte e a cultura”, afirmou.
Entre os artistas, o desejo é que o público compareça
e volte a ter contato com os diversos tipos de artes. “Falta espaço para os
artistas exporem e para as pessoas visitarem. O nosso objetivo é expor as
nossas artes e também convidar o público para conhecer esses espaços públicos”,
disse o artista plástico Dos Anjos, um dos idealizadores do projeto. Para o
artista visual Dan Luz, Feira é um celeiro de artistas e um museu não pode
ficar fechado por tanto tempo. “Conseguimos abrir esse espaço. Tudo está
partindo dos artistas porque Feira precisa entender que é um pólo cultural com
artistas engajados e com trabalhos relevantes”, destacou.
Serviço
O que: Exposição “Ocupação”
Onde: Museu de Arte Contemporânea - Rua Prof.
Geminiano Costa, 255, Centro, Feira de Santana
ANIVERSÁRIO DE LUIZETE
Comemoram mais um ano de vida a santanopolitana, do signo de Sagitário e sob proteção de Iansã, Luizete Andrade Goes.
Nosso
desejo é a repetição deste evento por muitos anos com saúde.
quinta-feira, 15 de dezembro de 2022
NEWTON DA COSTA FALCÃO - II
Em 1940, já se programando para o retorno a Feira de
Santana, Newton adiantaria entendimentos, para torná-lo uma equipe mais forte e
aguerrida. Entrou em contato com outra agremiação - o Ipiranga - comandada
pelos irmãos Suzarte Gomes, que também se destacava nesse universo
futebolístico, com vistas a formar um grande time local.
0 diálogo sobre a junção das duas equipes - a dos
Falcão e a dos Suzarte Gomes - ganhou força com a permanência de Newton na
cidade. Decidiu-se que o Palestrinha incorporaria o Ipiranga. A escolha de
outro nome para o grupo rendeu muitas discussões. Afinal, Palestrinha carregava
uma conotação infantil, que “já não cabia num time de craques”. Além disso, o
clima da Guerra provocava rejeição a qualquer coisa que lembrasse a Itália.
Segundo Wilson Falcão, foi Newton quem sugeriu batizar a equipe de Fluminense Futebol
Clube, um preito ao grémio carioca de mesmo nome, do qual a maioria era
torcedora. Essa designação também teve uma justificativa de ordem prática:
trabalhava, na firma Marinho Santos & Cia., um guarda-livros (contador),
chamado Balalair de Castro, que era ligado ao time do Rio de Janeiro. Se a nova
agremiação adotasse aquele nome, ele conseguiria, para ela, todo material
timbrado necessário ao uso da secretaria. A proposta, vantajosa do ponto de
vista económico, foi aceita sem delongas.
Nasceu, assim, o Fluminense de Feira Futebol Clube, cuja fundação foi oficializada no início de 1941. Coube a Antônio, irmão de Newton, a presidência.
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Equipe do Palestrinha-Fluminense futebol Clube a começar da esquerda, Newton é o quinto, meio escondido |
Newton, que gostava mesmo era de jogar futebol,
continuou defendendo as cores da equipe, como atleta.
Com a criação da Liga Feirense de Desportos Terrestres - hoje, Liga Feirense de Futebol - para dirigir o esporte amador em Feira de Santana, em 1942, o Fluminense filiou-se à entidade e, a partir de 1944, começou a disputar os campeonatos feirenses, caminhando rapidamente para a profissionalização. Na sua trajetória como amador, conquistou os títulos de 1947, 1949, 1950 e 1953. O último título assegurou-lhe o ingresso no futebol profissional, em 1954, sob o comando de Wilson da Costa Falcão, seu primeiro presidente.
Integravam, ainda, o quadro diretor do clube Osvaldo
Coelho Torres (vice-presi- dente), Laudelino Lacerda Pedreira e Otto Emanuel
de Carvalho (secretários), Ariston Carvalho (diretor técnico), Simônidas
Carneiro (assistente), Fernando Garcia (diretor de sede), Colbert Martins da
Silva (orador), Adroaldo Dórea, Alberto Oliveira e Vallter Mendonça
(departamento médico), Humberto Luiz Portela e João da Costa Falcão
(departamento jurídico). Newton, Antônio e Walter da Costa Falcão, Isaac e José
Suzarte Gomes, Arivaldo Gomes de Santana e outros passaram a compor o Conselho
Deliberativo, encabeçado por Manoel Contreiras.
Newton foi dedicado dirigente e fervoroso torcedor do Fluminense de Feira. Nas crises da agremiação, era sempre um dos primeiros a ser chamado para indicar caminhos, encontrar soluções. Os irmãos Falcão continuaram a participar ativamente da direção do clube até o início da década de setenta. Nesse período, o Fluminense deu vida sócio esportiva à cidade, tornou-se um património do município. Entre outros, conquistou os títulos de bicampeão, na categoria de aspirantes (1960 e 1961), e de campeão baiano de futebol, em 1963 e em 1969. Sagrou-se, ainda, vice-campeão estadual, em 1956 e em 1968, e esteve sempre entre os primeiros times do campeonato baiano. Cada conquista era ruidosa e animadamente comemorada, com desfile dos jogadores, passeatas de carros, buzinaço, fogos de artifícios. Feira de Santana parava para homenagear os Touros do Sertão. Com muito orgulho, Newton confessava: “Ao Fluminense dei muitas horas do meu tempo e muito dinheiro. Em troca, recebi muitas alegrias.”
Nelton, como os demais jovens,
ressentia-se, da inexistência, na cidade, de um local onde pudessem se reunir,
jogar, promover festas. Logo, começou a maquinar a criação de um clube social
que viesse preencher essa lacuna. Sabia ser difícil um empreendimento de tal
porte. Mas, foi amadurecendo a ideia, conversando com os amigos e companheiros,
tentando convencer o pai a emprestar-lhe o prestígio do nome, afim de obter
adesões. Conversa vai, conversa vem, encontrou dois outros jovens dispostos a
assumirem, com ele, os riscos do pretensioso projeto: Ideval José Alves e
Antônio de Oliveira Matos (Tide). A união, o desprendimento e a iniciativa dos
três amigos deram vida ao primeiro grande clube social da cidade, o Feira Tênis
Clube.
A pretensão
era que a casa de festas idealizada oferecesse, à comuna, um espaço com
infra-estrutura capacitada para acolher a crescente e próspera sociedade
quando de suas celebrações. Chamaram- na, a princípio, de Feira de Santana
Tênis Clube - o que assinalava o interesse da mocidade da época pelo esporte.
Coube, a Cerilo Mousinho, a elaboração do seu estatuto. A cerimónia oficial de
fundação aconteceu em 08 de dezembro de 1944, em reunião, realizada no salão
nobre do Montepio dos Artistas Feirenses, à Rua Conselheiro Franco, sob a
presidência de Hermínio Francisco Santos.
Na assembleia, o nome do clube foi reduzido para Feira
Tênis Clube e os estatutos discutidos e aprovados. Na ata da solenidade,
consta que “os fins da novel sociedade, que vinha completar o conjunto das
instituições civis de Feira de Santana, eram desenvolver em meio tão culto, os
jogos de salão, os exercícios atléticos, os desportos amadoristas,
especialmente a prática do tênis; e paralelo com estes objetivos, organizar
reuniões artísticas, culturaes e sociaes, bem como fundar uma biblioteca”.