O aniversariante de hoje é o santanopolitano, do signo de Touro e sob proteção de Oxossi, Antonio Augusto Boaventura (Guto).
Desejo
muita paz, alegria, sorte e sucesso para você sempre! Feliz aniversário!
Desejo
muita paz, alegria, sorte e sucesso para você sempre! Feliz aniversário!
Do ZAP, sensacional self, com tecnologia “japonesa”, mas a
alegria é autenticamente brasileira.
Mostra como a imaginação da criança traz um momento de felicidade em situação improvável. Bom para refletir.
![]() |
Luiz |
Muita festa com cautela, obedecendo os protocolos de saúde, hoje nas residências dos aniversariantes santanopolitanos, do signo de Touro e sob proteção de Oxossi, Luiz Silvany Regis Sampaio, Nilzete Moraes Portugal,
![]() |
Nilzete |
![]() |
Soninha |
Feliz aniversário! Que sua vida seja cheia de bons e felizes momentos. Parabéns!
![]() |
Vilma |
Como dever:
Finca no teu chão uma semente e procedes para que os frutos, além de sadios,
sejam úteis ao teu povo
Atendendo prazerosamente à solicitação do recém criado Instituto Histórico e Geográfico de Feira de Santana, que solicita um pronunciamento a respeito de prof. Áureo de Oliveira Filho, o faço com um misto de orgulho e satisfação. Vários são os motivos que me deixam feliz. Primeiro por se tratar de um dos feirenses mais ilustres e com maior parcela de serviços prestados a sua comunidade. Em segundo lugar, por constatar que, a nossa Terra, sem jamais relegar sua vocação comercial - um dos nossos orgulhos e a razão do seu ser, ampliada ainda pela nova e indispensável vocação industrial e, mais ainda pela recente vocação cultural - que nos parece - seja em futuro o seu maior polo de desenvolvimento, já não pensa apenas no vil metal.
Que poderei dizer além do que já foi dito a seu respeito por amigos, admiradores e ex-alunos, em livro editado por ocasião do centenário do seu nascimento - 2002? A sua obra educacional, primeiro ginásio oficializado do interior do Estado, tornou-se não um fato histórico, porém um fato de grande repercussão, não só para a cidade, projetando-a, como de grande utilidade para a juventude interiorana, que não tinha outra alternativa, a não ser a capital do Estado.Foram
milhares e milhares de jovens que para aqui acorreram em busca do saber. E que
resultado! Quantos médicos, advogados, dentistas, engenheiros, agrónomos,
comerciantes, industriais, governadores, ministros, deputados, etc. Quanta
gente boa!
Áureo
não foi só o dono do colégio, foi acima de tudo um grande mestre, um sonhador,
um idealista, um grande educador. Presidente do Sindicato dos Estabelecimentos
de Ensino da Bahia e Sergipe por longos anos, Áureo vivia os problemas de sua
cidade. Estudava-os. Debatia-os e lançava-se à luta. A batalha pela energia,
que era deficientíssima. A luta pela água encanada. A luta pelo asfaltamento da
rodovia Feira-Salvador. A luta pelo telefone. A luta pelo Aeroclube de Feira,
do qual foi presidente.
A lula pelo Frigorífico de Feira, tão mal equacionado.
Em todas elas, ele estava na linha de batalha. Feira ressentia-se da falta de
um hotel, Áureo o construiu. Feira não tinha um auditório, Áureo o fez. Quantos
e quantos jovens pobres foram amparados pelo seu colégio. Enquanto muitos
enriqueceram com o ensino, Áureo, mesmo sendo o pioneiro, morreu pobre.
Constatando serem limitados os horizontes da cidade,
na qual foi vereador, torna-se deputado estadual, para melhor servir a sua
comunidade. E o faz de modo brilhante. Orador oficial do Poder Legislativo,
líder do Governo, defensor e reivindicador de melhoria para seu povo. Defensor
da criação da Universidade, do parque industrial, de mais escolas para a
juventude, de casas populares para o povo e de tantas e tantas outras justas
reivindicações.
Conheci o Dr. Áureo Filho quando, após concluir a
quinta série primária, trabalhava no Ginásio Donato de Souza, recém criado,
para poder custear meus estudos na escola de comércio do Prof. Donato, à noite.
O prof. Áureo ensinava Ciências Físicas e Naturais, jovem brilhante,
entusiasta, voz de timbre firme e vibrante, como que a vender esperança.
Não tendo êxito o Ginásio Donato de Souza, por falta
de registro no Ministério da Educação e Cultura, o Dr. Áureo aproveita, ou
melhor, faz com que a semente plantada pelo Prof. Manoel Donato de Souza passe
a germinar no Ginásio Santanópolis, que surge devidamente reconhecido pelo MC,
em 1933. Cinquenta alunos na sua primeira turma, da qual tive a oportunidade e
o prazer de participar.
Áureo teve a felicidade de formar um corpo docente de
primeira linha, recrutando o que de melhor havia na cidade: Gastão Guimarães, Honorato Bonfim, Pedro Américo, Mons. Amilcar Marques, Renato Santos Silva,
Prof. Antônio Matos, Profa. Edelvira Oliveira, Hermengarda Oliveira, Ten.
Abdon Souza, Isabel Alexandrina de Carvalho, José Joaquim Lopes de Brito. Mais
tarde com o reforço de Geraldo Leite, Osvaldo Requião, José Maria Nunes
Marques, Lourdes Brito, José Soares, Edelvito Campelo de Araújo e de tantos e
tantos outros mestres que os sucederam com as mesmas qualificações. Primeiro
corpo docente, que mesmo sem formação pedagógica, nada ficou a desejar. A
faculdade de filosofia que se incumbia da formação de professores para o ensino
médio, surgiu alguns anos depois, por volta de 1940, por iniciativa de outro
grande educador, que foi o Prof. Isaías Alves de Almeida.
O Santanópolis cresce a passos agigantados. Ginásio,
Colégio (segundo grau), Escola de Comércio. A sua eficiência comprova-se pela
classificação nos certames de cunho cultural, de âmbito estadual e nacional.
Áureo não media esforços para que seu colégio participasse, fazia todas as
despesas. O ingresso dos seus alunos nas Universidades, na maioria das vezes
sem os, hoje, afamados cursinhos para vestibular. Além disso, quantos e quantos
jovens tiveram oportunidades de desempenhar funções importantes, graças à
formação recebida.
Áureo defendia uma educação integral; Física - Moral
e Intelectual o assim a praticava no sou colégio. O Regimento Interno com
deveres e direitos dos corpos docente, discente e administrativo, era a cartilha
de todos os dias, de todos os momentos. Pena que, hoje em dia, a escola cuide
apenas da parte intelectual, olhe lá! A formação ética foi relegada a plano
secundário. Que falta está a fazer... Os dirigentes que o digam... Pobre País!
No momento em que o ensino público, se já não se
encontra sucateado, porém em marcha célere e, quando se alega falta de recursos
para reformá-lo, ou melhor, ressuscitá-lo, acho que o primeiro passo não requer
grande dispêndios. Basta competência e boa vontade. Direções eficientes:
Implantação e execução dos regimentos internos em todos os estabelecimentos de
ensino, nos quais se estabeleça direitos e deveres de professores, alunos e
funcionários. Cartilha de ética. Acompanhamento para que os programas
curriculares sejam ministrados na íntegra. A melhoria e ampliação do seu quadro
físico e funcional viria em seguida. Encontrando todos aptos e com disposição
para desempenharem seus deveres funcionais.
Ao constatar o surgimento espontâneo de mais uma
entidade de cunho cultural o Instituto Histórico e Geográfico de Feira de
Santana - o que muito nos alegra - fico a pensar na nossa pequenina Feira, na
sua origem. - Uma fazenda - hospedaria, dos seus fundadores: Domingos Barbosa
de Araújo o Ana Brandoa, a quem rendemos homenagem.
Hospedaria - Cidade residência, assim foi Feira por
longos anos. A sua feira livre, o seu comércio a transformaram em Cidade
Comercial, da qual muito nos orgulhamos, e, tornou a razão do seu ser. O seu
crescimento, a necessidade de ampliar o mercado de trabalho para os jovens, a
fizeram também um grande polo industrial. Maravilhoso. Polo económico!
Feira clama pelo ensino superior. Toda sua população
mobiliza-se. Surge a Universidade, que em poucos anos torna-se uma das mais
eficientes do Estado. Surgem novas Faculdades, Academias de Letras e Artes,
jornais diários, rádios, televisão e tantas e tantas outras entidades de cunho cultural. Volto a pensar: será que a nossa Feira ainda não se encontrou? Cidade
residencial, comercial, industrial e já agora para mais uma alegria. Cidade
Universitária.
Feira,
pelas facilidades que apresenta: cidade ampla, plana, sistema viário de
primeira, cidade ordeira e pacata, com toda infraestrutura, material humano de
qualidade e disponível, próximo da Capital, tem tudo para se transformar num
grande centro educacional. Assim vemos Feira de Santana, em marcha célere, em
busca de novos horizontes, tentando redefinir sua vocação. CIDADE UNIVERSITÁRIA[1].
Construir-se-ia, em futuro próximo, junto à Universidade, em Maria Quitéria, uma vila universitária, com 4
ou 5 mil unidades, alojamentos para alunos e professores, quadras esportivas,
biblioteca, teatro, piscina olímpica, etc. Seria a maneira mais fácil e útil de
iniciarmos o resgate da dívida imensa, que temos com a célula Mater. Sonho de
Áureo Filho.
Revista Inst. Hist. Geogr. de
Feira de Santana, a I, n. 1, p. 123-126, 2004
[1] Nota do Blog – Sobre este assunto, sempre achei que o Município (doando terreno), UEFS e entidades federais de financiamento, deveriam projetar uma vila universitária para financiar residências para professores, nos moldes que fizeram com moradias para policiais militares, na área doada pelo o Estado junto a Delegacia e Ciretran. A UEFS mantem, a um enorme custo, transporte de ônibus Feira a Salvador, só justificado nos primeiros anos, para atrair os necessários Lentes. Também a falta de apoio de vários governos municipais de nossa cidade à UFRB - Universidade Federal do Recôncavo da Bahia.
A aniversariante de hoje é a santanopolitana, do signo de Touro
e sob proteção de Oxossi, Marivalda Carvalho Couto (Mary).
Parabéns!
Arnold é feirense, nascido em 1894 e falecido em 1965. É filho do Tenente da GUARDA NACIONAL Amâncio Ferreira da Silva e Vicência de Lima e Silva. No início de sua vida trabalhou como ourives e escrevente de cartório, por algum tempo. Fundador do jornal "FOLHA DO NORTE" juntamente com seus irmãos e sócios Dálvaro e Raul Silva. Em sua vida familiar, registra-se um fato fora do comum: foi casado duas vezes. A primeira, com Amanda de Barros Bahia, não deixando prole. Enviuvando-se, matrimoniou-se depois, em segundas núpcias, com Bereniza Barros Bahia, com quem gerou uma filha de nome Maria Luiza.
Outro fato curioso, em sua vida, foi ter casado, sucessivamente com duas irmãs. Ambas eram filhas de Bernardino Bahia - importante homem público, residente na Feira de Santana, que tem seu nome vinculado a diversas obras públicas desta cidade. Com Arnold aconteceu o que soía ocorrer com homens daquele tempo, na Princesa do Sertão. Tinha apenas instrução primária incompleta. Isto ocorreu outrossim, com seus contemporâneos: João Marinho Falcão, Agostinho Fróes da Mota e outros - homens que dignificaram a história de nossa cidade. Mesmo assim atingiram a cimeira da política local, sendo os três INTENDENTES, com obras de grande relevância nessa cidade, pois isso não se pode falar desta terra formosa e bendita sem que nos lembremos deles e de suas primeiras benfeitorias.
![]() |
Arnold Silva |
De Arnold se afirma, de maneira peremptória, que, apesar de sua reduzida instrução, nutria um ambicioso desejo de ler e de se instruir. Por conta da prática da leitura, tornou-se um homem assaz erudito e de grande visão, a ponto do sustentar polêmicas, pelo jornal, com alguns de seus contemporâneos o adversários políticos.
Pelo fato de gostar de ler, possuía uma biblioteca capaz
de provocar inveja a amigos o coevos. Era tão importante que chamava a atenção
dos que visitavam a sua residência. A ele, quiçá, tenha lhe faltado tempo para
assimilar tanto conteúdo. Dos três irmãos fundadores do jornal supra citado,
Arnold era o mais versátil e culto, tanto foi assim que assumiu, nesse jornal,
até morrer, uma coluna de monumental monta, intitulada VIDA FEIRENSE, guardada
a sete chaves, na Lusa do Sertão e, avidamente, pesquisada por historiadores e
universitários. Era registrado, passo a passo, hebdomadariamente, nos fastos,
adamantinos de nossa história, tudo que ocorria de mais importante histórica e
socialmente.
É salutar recordar aos leitores e intelectuais daqui e de
alhures que existe uma biblioteca, na Casa do Sertão, especializada em assuntos
feirenses onde despontam com opulento vigor cultural, os escritos de Arnold, na
VIDA FEIRENSE e os estudos legados por Mons. Galvão e outros autores sobre a
história e o eventos sociais de Feira de Santana.
A única filha de Arnold Silva, nascida da segunda esposa
supra mencionada foi casada com o Dr. Waldy Pitombo, já falecido, faz pouco
tempo. Arnold deixou para sua filha, Maria Luiza, algumas fazendas, casas na
cidade e outros bens, com a cláusula de usos e frutos, isto é, poder usá-los,
porém, não poder vendê-los. Na Feira de Santana, residem a viúva, filhos e
netos. Arnold pode ser contado em o número dos historiadores e colunistas
sociais. Além destas coisas vinculadas à pessoa do homem e sua família, existe
outra faceta, em sua vida, que merece destaque: a Política.
ARNOLD FERREIRA DA SILVA E A POLÍTICA
Administração feirense passou por três modalidades, desde
quando a Feira era Vila - 1833 - até os nossos dias. A primeira administração
pode ser assinalada, a partir de 1833 até a Proclamação da República - 1889.
Este período teve uma câmara composta de sete vereadores e a partir de 1873,
quando Feira já era cidade, existiam nove vereadores. Nesta época, inexistia a
figura do INTENDENTE e do PREFEITO. Quem administrava o município era o
presidente da Câmara. Esta função recaia sobre o mais votado dentre eles. Um
dos presidentes da Câmara, nesta época foi, o Dr. Joaquim Remédios Monteiro
ainda lembrado por nós, através da praça Remédios Monteiro, em frente à Igreja
dos Remédios.
Com o advento da República começou a era dos INTENDENTES.
Arnold Ferreira da Silva foi o sétimo. Isto aconteceu, de 1924 a 1927,
sequenciando o seu sogro, Bernardino da Silva Bahia. Qual gestor do município,
teve a oportunidade de realizar algumas obras: Instalação da energia elétrica;
calçamento de ruas, sendo sua obra de grande porte "O Paço
Municipal", admirado por feirenses e visitantes desta terra. A importância
da obra condiz com o gabarito do seu executor. É bom esclarecer que, quem deu
início à construção foi Bernardino da Silva Bahia, seu sogro. A inauguração
desta grandiosa obra aconteceu, no ano de 1926, com a presença do então
governador do estado.
Seu governo presenciou a
inauguração da primeira rodovia, interligando Feira a Salvador. Outra
ocorrência de destaque, no seu governo, foi a instalação da Escola Normal, em
Feira, para formar professores primários, obra educacional requerida pelo povo
por ser de grande significado para o porvir desta terra.
Não se pode olvidar que sua presença na Câmara, como
Deputado Federal Constituinte, em 1934, representando a nossa Feira de Santana,
foi muito importante. Nesta época de Intendente, ele era o mais jovem!
Registre-se outrossim, que ele foi prefeito, de 1959 a
1962, participando da terceira fase da administração, a partir de 1930, quando
os gerentes municipais receberam o nome de "Prefeitos''. Ele participou de
dois períodos, o de Intendente e o de Prefeito. Como chefe do executivo
realizou estas obras: Asfalto nas ruas Barão do Rio Branco e Castro Alves, foi
nestas obras que se inaugurou a colocação de asfalto, na Feira de Santana;
colocação do busto do Cel. Bernardino Bahia, na praça que leva o seu nome;
construção da Biblioteca Municipal, Arnold Silva.
As ocorrências, no seu governo, foram numerosas e bem
significativas. Inauguração do Instituto de Educação de Menores; inauguração do
Hospital Colónia Rodrigues (1962); criação da Diocese da Feira; Doação do
terreno do local denominado Papagaio à Diocese onde funcionam, atualmente,
Seminário e Universidade de Teologia e Filosofia da Arquidiocese; conclusão da
primeira pista asfáltica da rodovia Feira-Salvador, em 1960.
Cumpre lembrar que o epigrafado não concluiu o seu
mandato por motivo de doença, e que, em seu lugar, assumiu o presidente da
Câmara, Dr. José Sisnando Lima, de outubro de 1962 a maio de 1963.
Pelo visto e aqui descrito
conclui-se que a passagem de Arnold Silva pelo governo, em duas oportunidades
distintas, produziu resultados opimos conquistando no julgamento popular, uma
administração bem ubertosa e de grande credibilidade.
Transcrito da Revista Inst.
Hist. Geogr. de Feira de Santana, a I, n. 1, p. 123-126, 2004
Comemorando data de nascimento hoje o santanopolitano, Roque Aras do signo de Touro
e sob proteção de Oxossi.
Desejo
que seu aniversário lhe traga uma felicidade imensa e que você possa realizar todos
seus desejos nessa nova etapa de vida. Parabéns!
Documentário
bem dirigido e admirável fotografia em preto e branco de uma tradição pesqueira
já extinta, mas imortalizada nas fotos turísticas relacionadas com Salvador e
nas gravuras minimalistas de Caribé, um dos ícones da arte baiana.
Obra seminal do documentarista Alexandre Robatto
Filho, "Entre o mar e o tendal" é resultado de cinco meses de
filmagem, quando, após vivência com a comunidade de pescadores na praia de
Itapuã, o diretor consegue reunir material suficiente para montar o
curta-metragem. Afeiçoado aos temas marítimos e instigado pela vida singular
daquela comunidade pesqueira que ainda preservava os hábitos praticados pelos
seus antepassados que eram escravos, o documentarista coloca em cena, fazendo
uso de uma linguagem cinematográfica apurada e estética marcante, o desenrolar
das atividades que iam desde os a armação de redes, a coleta dos xaréu (espécie
de peixe que passavam pela região) e o transporte para o tendal (local de ação
dos encarregados de conservar as redes). A força poética é percebida não
somente no modo como as imagens são apresentadas em tela, mas também pelo texto
que, embora detalhista, traz lirismo, tornando-o não apenas informativo.
Segundo um consenso entre os estudiosos do cinema brasileiro e em especial
baiano, este filme exerceu forte influência na concepção e gênese de Barravento
(1962) de Glauber Rocha, filme expoente da cinematografia brasileira.
Realização
e Direção: Alexandre Robatto Filho: Colaboração Técnica: Manoel Ribeiro;
Arranjos Musicais executados por Bandeirantes; Narração: Alfredo de Almeida;
Cânticos de Aruanda com os tiradores Nezinho, Marcos e Coro de Carimbamba.
Produção: Diretoria do Arquivo, Divulgação e Estatística a Prefeitura de
Salvador.
Antonio Edson, Santanopolitano.
![]() |
Caricatura de Caetano Veloso Autor Ulisses Araújo |
![]() |
Caetano Veloso - foto |
Os Aniversariantes de hoje são os santanopolitanos, do signo de Touro e sob proteção de Oxossi, Aônia Brito do Vale e Aurélio José Mascarenhas Bastos.
Feliz aniversário! Este dia é sempre uma boa data para parar, refletir sobre tudo o que se passou e elaborar planos para o futuro.
Geraldo |
Comemorando data de nascimento os santanopolitanos, do signo de Touro
e sob proteção de Oxossi, Geraldo Leite e Jorge Cezar da Paixão Mascarenhas.
![]() |
Jorge |
Hoje é uma data especial, pois você completa mais um ano de vida. Feliz Aniversário e curta o dia com alegria!
![]() |
Inauguração do campo de aviação de Feira de Santana, vários aviões de Salvador vieram para a festa de inauguração; |
A história do aeroclube de Feira de Santana já postada por duas vezes neste blog. A última sobre o título AEROCLUBE DE FEIRA DE SANTANA.Como disse a publicação da Folha do Norte ao lado, transcrita abaixo, houve interrupção das atividades decorrente da 2ª Guerra Mundial, agora caminhando para o seu término voltaram a atenção para aviação civil.
![]() |
Nota da Folha do Norte edição 24/02/1945 |
NOTA AO LADO
Após censurável período de
paralização, sem que no silencio dos céus claros da cidade fosse interrompido
com a presença alegre e ruidosa dos aviões de treinamento do campo “Assis
Chateaubriant”, retorna o Aéro Clube local às suas atividades patrióticas, na
qual foi eleita e imediatamente empossada, a diretoria para o exercício social
de 1945 a 1946, que ficou assim constituída:
Diretor Presidente, dr. Áureo de
Oliveira Filho; diretor-1º vice-presidente, dr. Edelvito Campelo de Araujo;
diretor 1º secretário, Clovis Lima; diretor 2º secretário Jsé Falcão de
Carvalho; diretor 3º secretário, dr. Dival Pitombo.
Diretor Técnico, Homero Falcão de
Carvalho; diretor-assistente, José Torres Ferreira; diretor-sub-assistente,
Agostinho Fróes da Mota.
Diretor-social, dr. Jorge Leal.
Diretor de propaganda, prof. Joselito
Amorim.
Nessa mesma assembleia, além de
várias deliberações tomadas para incentivar na juventude feirense, o entusiasmo
e gosto pela aviação civil. Ainda foi creado o Conselho de Assistência, cujas
atribuições terão a finalidade secundar o esforço da Diretoria, nos moldes
ativos e de prosperidade em que se encontram os demais aeroclubes do Brasil.
Esse Conselho é composto dos seguintes membros: Dr. Eduardo Fróes da Mota,
Quintor Caffé, Clovis Amorim, Servilio Carneiro, Arnold Silva, João Marinho
Falcão e Carlos Rubinos Bahia.
A “Folha do Norte” felicita os novos dirigentes do Aéro Clube de Feira de Santana, num forte desejo dos maiores êxitos.
Mais uma etapa na estrada da vida completa hoje a santanopolitanos, do signo de Touro e sob proteção de Oxossi, Adenilda Santana Sobral (Dene).
Parabéns!
Feliz aniversário!
Que o sol, a lua e as estrelas brilhem mais vezes por ti.