sexta-feira, 30 de novembro de 2018
ANIVERSÁRIO DE ADRIANO
O santanopolitano Adriano dos Santos completa mais um ano de vida, esperamos que esteja com saúde e cheio de alegrias para as comemorações e "bebemorações" de hoje.
quinta-feira, 29 de novembro de 2018
AVENIDA SENHOR DOS PASSOS NO TEMPO
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Evandro J.S. Oliveira |
Estas fotos estão sequenciadas cronologicamente, com
possíveis erros. Tentaremos marcar a época por detalhes conhecidos, se o leitor
encontrar sinais que comprovem o acerto ou erro, será interessante fazer
comentário corrigindo ou confirmando.
Foto 1 - A primeira foto mostra a localização antiga da
capela com o cemitério, no centro onde é hoje o início da av. Getúlio Vargas; o
casarão ao lado foi desapropriado
para juntamente com o cemitério,
construír a Prefeitura, em 1922. Ver matérias neste Blog: DOMINGO, 5 DE
MARÇO DE 2017 ABERTURA DA AVENIDA MARIA
QUITÉRIA http://ginasiosantanopolis.blogspot.com/2017/03/abertura-da-avenida-maria-quiteria.html
Foto 2 - Esta é a foto mais antiga do arquivo do Blog.
Reparem que ainda não havia poste de luz elétrica nem calçamento.
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Foto 1 - Capela Senhor dos Passos com cemitério e Casarão |
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Foto 2 - Sem posteação e calçamento |
Foto 3 - Como as primeiras, a atual av. Senhor dos Passos se
chamava rua Barão de Cotegipe, como mostra a inscrição abaixo da foto. Esta já tinha poste, mas bem rústico, certamente era madeira do propio município não fazendo parte de sistema regional. Também ainda não tinha calçamento.
Foto 4 - Já a posteação era padronizada, deduz-se que provavelmente fazia parte do sistema Estadual de Bananeiras, década de 30.
Foto 3 - ainda sem calçamento mas com poste de iluminação. |
Foto 4 - os canteiros centrais recém construído, pois ainda não tinham plantado as árvores, também década de 30. Vê-se a no meio, lado direito a "Casa da Torre", defronte onde hoje é o "Centro Comercial Arnold Silva".
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Foto 4 - |
Foto 5 - me parece já ter um arbusto do que seria a arborização dos canteiros centrais.
Fotos 6, 7 e 8 - vamos identificar a ordem cronológica pelo crescimento das plantas.
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Foto 5 - |
Nota-se, na foto seis, poste com luminárias, tinha o no de globo na entrada do Paço Municipal, que na foto 9, de 1945, já não existiam.
Foto 8 - legenda escrita na foto registra o atual nome da av. Senhor dos Passos, não sei precisar a data da mudança do nome.
Foto 9 - Festividade em comemoração do término da 2ª Guerra, abril de 1945.
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Foto 6 - |
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Foto 7 - |
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Foto 8 - |
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Foto 9 - |
As fotos 10, e 11- a ordem de postagem foi calcada nos modelos dos veículos, naturalmente sujeitas a erro. Não existia mais os canteiros centrais, mas continuava os poste no centro da avenida.
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Foto 10 - |
Foto 12 - Não aparece mais os postes no centro da avenida. Ainda existia o abrigo da praça João Pedreira, de frente a avenida Senhor dos Passos
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Foto - 11 |
quarta-feira, 28 de novembro de 2018
ANIVERSÁRIO DE ZENILDA
Zenilda Alvim Boaventura é a santanopolitana aniversariante de hoje, a qual desejamos que este evento se repita por muitos anos encontrando-a com saúde e muito feliz.
segunda-feira, 26 de novembro de 2018
ANIVERSÁRIO DE ELZA
A aniversariante de hoje é a santanopolitana Elza Ferreira. Nossos parabéns e que a encontre com saúde e paz.
domingo, 25 de novembro de 2018
ANIVERSARIANTES, LÉO E NICE
sábado, 24 de novembro de 2018
PASSAMENTO DE HULDA MARTINS FREITAS
NOSSA HOMENAGEM À CRISPINA
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Ismael S. Bastos |
Criam Com Suas Mãos
A Simples Bola De Barro
Vira Pássaro, Ave, Carro...
Outros Moldam O Couro
Sua Arte É O Seu Tesouro
Sapatos, Cintos, Sandálias
Usam Os Josés E As Marias
Há Quem Prefira Madeiras
Constroem Mesas E Cadeiras
Os Mais Criativos As Carrancas
Todas Suas Criações São Únicas
No Nosso Querido, Tanque Da Nação
Havia Uma Mulher Ela Era Exímia Artesã
Uma Mulher Simples De Formação Cristã
Esculpia No Barro Os Anjos Com Perfeição
Sua Bela Arte Ultrapassou As Fronteiras
Suas Figuras De Natal Eram Vendidas Em Feiras
Como Todos Os Artistas Morreu Pobre, Seguiu A Triste Sina
Na Princesa Pouca Gente Se Lembra, Da Genial Artesã Crispina!
sexta-feira, 23 de novembro de 2018
PERFIL DE JOÃO DA COSTA FALCÃO
Nasceu a 24 de novembro de 1919, na
cidade de Feira de Santana, filho de João Marinho Falcão e Adnil da Costa
Falcão.
Fez o curso primário na sua cidade
natal, e o ginásio na Cidade de Salvador, dos anos 1930 1937. Em 1938, cursou no
Ginásio Santanópolis o curso Bacharel
em Ciências e Letras, depois ingressou na Faculdade Livre de Direto, em
Salvador. Em dezembro de 1942, formou-se em Direito.
Nesse mesmo ano começou sua militância no
Partido Comunista do Brasil, na clandestinidade, porque se opunha à ditadura do
Estado Novo, implantada no país em novembro de 1937.
Fundou, ao lado de outros jovens, a
revista Seiva, que seguia a orientação do PCB e em 1958, o Jornal da Bahia, que
dirigiu até 1984.
Em seguida, em 1943, foi convocado como
soldado para servir o Exército Brasileiro, em razão do Brasil ter declarado
guerra ao eixo, constituído pela Alemanha, Itália e Japão e ter se colocado ao
lado dos aliados, bloco constituído pela Inglaterra, Estados Unidos da América
e a União Soviética.
Esta experiência durou pouco tempo,
porque, em consequência de suas atividades comunistas, foi condenado, neste
mesmo ano, a cinco anos de prisão pelo Tribunal de Segurança Nacional, foi
expulso do Exército e preso, até seus advogados conseguirem sua absolvição
perante aquele Tribunal, meses depois.
Terminada a Guerra Mundial no ano de
1945, e concedida a anistia geral pelo governo, fundou o jornal O Momento.
Nesse mesmo ano concorreu às eleições para deputado federal pela chapa do
Partido Comunista, ficando suplente do deputado Carlos Marighela, único eleito
pela Bahia.
Com o fechamento do PCB em 1947, passou
a militar clandestinamente no Rio de Janeiro, ficando responsável pela guarda e
segurança do senador e líder comunista Luiz Carlos Prestes, até o ano de 1950,
quando voltou para Salvador.
Casou-se em 1947, com Hyldeth Ferreira Falcão, e tiveram sete
filhos, vinte e um netos e onze bisnetos.
Em 1950, fundou a Imobiliária Antônio Ferreira de Souza, em
homenagem ao seu sogro, que havia falecido. Esta Imobiliária construiu grandes
edifícios, inclusive o Edifício Antônio Ferreira, na Rua Chile, projeto do
escritório do grande arquiteto Oscar Niemayer, em 1954, e atuou em Salvador
cerca de vinte anos.
Em 1955, foi eleito deputado federal na legenda do PTB, com o
apoio do Partido Comunista, permanecendo até 1958. Após deixar o parlamento,
continuou militando pelo comunismo e chegou a ser motorista de Carlos Prestes.
Em 1958, já desligado do Partido Comunista, foi um dos
fundadores do Jornal da Bahia e seu diretor até 1983.
Em 1960, fundou em Feira de Santana o Banco Baiano da
Produção S.A., que até o ano de 1970 tinha agências em quase todas as capitais
do norte ao sul do país. Em 1977 fundou a empresa João Falcão Urbanizadora
Ltda., que está em atividade até os dias atuais.
No governo de Luiz Viana Filho foi presidente do Banco de
Desenvolvimento da Bahia, de 1967 a 1969.
Em 1967, criou o Museu Regional de Arte de Feira de Santana,
inaugurado em 26 de março e tendo precisado criar a Fundação Museu Regional de
Feira de Santana, Dr. João Falcão se apresentou para presidir a recém instituição,
formada por Eurico Boaventura, Fernando Pinto, Jorge Leal e Dival Pitombo que
dirigiu esta casa por 22 anos.
Foi membro do Conselho Consultivo da Usina Siderúrgica do
Bahia, sócio da Associação Brasileira de Imprensa e da Associação Baiana de
Imprensa, da Associação de Bancos da Bahia e membro do Conselho das Obras Sociais
de Irmã Dulce (OSID).
Recebeu a comenda de Grão-Mestre da Ordem do Mérito da Bahia,
no governo de Roberto Santos e a comenda da Ordem Municipal do Mérito de Feira
de Santana, na classe de Grande Comendador, recentemente.
Tornou-se membro da Academia de Letras da Bahia, no dia 09 de
setembro de 2010.
Afastando-se das atividades jornalística e empresarial em
1988, aos sessenta anos, iniciou sua vida literária com a publicação do livro
de memórias O Partido Comunista Que Eu Conheci. Em 1983 publicou os livros A
vida de João Marinho Falcão - Vitória de uma vida de trabalho; "Giocondo Dias
- a vida de um revolucionário". Em 1999, O Brasil e a 2ª Guerra Mundial;
em 2006, Não deixe esta chama se apagar - História do Jornal da Bahia; em 2008,
A história da Revista Seiva; em 2009, o livro de suas memórias, Valeu a pena
(Desafios de minha vida), ao completar 90 anos.
Faleceu no
dia 27 de julho de 2011, por conta de uma embolia pulmonar.
Fonte:
Oliveira, Lélia Vitor Fernandes de “Legisladores Feirenses"
quinta-feira, 22 de novembro de 2018
ANIVERSÁRIO DE AUGUSTO
Comemora mais um ano
de vida o Santanopolitano, Augusto Lima Santos. Nosso desejo é a repetição deste evento
por muitos anos com saúde.
A π-ADA II
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Carlos P. Novaes |
P = 2*π1*r ≅ 2*3,1*r 1
Nesta mesma época Euclides utilizou a relação 1 em negrito, adotando o π como 3,1 e formulou os princípios da trigonometria do triangulo retângulo, estudando as relações dos lados do triangulo retângulo e seus ângulos. Veja que Euclides usou o π relativo ao perímetro do círculo, que chamaremos de π1. Supomos que Arquimedes e Euclides usaram barbante nestas análises. O π relativo à área do circulo, A=π2*r2 , sinceramente não sabemos que o determinou, primeiramente, mas deve ter sido calculado nesta mesma época e tomado como 3,1, já que naquela época, na Grécia, ainda não havia o sistema de medida de hoje, moderno. O valor de π2, da área, só foi melhor analisado na época moderna, com Taylor, que estudou as séries de Taylor, e daí em diante, adotou-se o valor de π como sendo único para as relações do círculo. Veja: adotou-se, sem provas. Veja, quem diz o que está aqui sou eu, professor Novaes, baseado em meu parco saber de história da matemática, mas a realidade do fato não deve estar longe do que dissemos e também não é o mais importante. Depois da época de Newton e Leibniz e do cálculo integral e agora, mais modernamente, pode-se calcular o valor de π como sendo um único só: π. Eu posso calculá-lo em minha maquininha Hp com cálculo integral numérico com onze casas decimais. π = 3,141592653359... 2 Pois bem! E o cálculo do π relativo ao perímetro do círculo? Ele é igual ao π da área ou igual ao π das séries? É? É mesmo? É por quê? Existem cálculos modernos desta determinação? Não. Adota-se como único e pronto. Porreta! A gente se esgoela para este povo acordar e nada...! Por que o valor de π1 é igual ao valor de π2 e igual a 3,141592653359? O valor de π1, o mais importante da história, simplesmente foi adotado e todo mundo acha que ele é 3,141592653359...! E ainda batem palmas! Cadê os cálculos? È só conversa mole? Gauss tentou estudar o assunto com as tais integrais de linha e parou. Pois bem, como eu gosto de matemática e sou bonzinho, estou dando R$ 5.000,00 (Cinco mil reais) Para o gaiato que calcular o π1 e o π2 com toda esta precisão. Vocês por acaso já calcularam o valor de π1? Agora é calcular e demonstrar e não é com estes cálculos bizarros que estão nos livros não, como o da expansão. Este método é para calcular o valor das áreas e dos perímetros dos círculos inscritos e circunscritos conhecido o π. Êta povo ruim de matemática e desatenciosos. Só tem fuleirada. Só.
quarta-feira, 21 de novembro de 2018
ANIVERSÁRIOS DE ONTEM E HOJE
segunda-feira, 19 de novembro de 2018
A GRAVATA
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Evandro J.S. Oliveira |
A GRAVATA
Postei duas matérias
sobre a história dos trajes, https://www.blogger.com/blogger.g?blogID=1720853633431667537#editor/target=post;postID=1569057443125426119;onPublishedMenu=template;onClosedMenu=template;postNum=26;src=postnamee
alienação
aos costumes europeus até hoje. Em particular o uso da gravata.
Não é que um médico, infectologista, conhecido
disse que leu a postagem e além de ter gostado queria acrescentar que a gravata
é um artefato do traje com um impressionante transmissor de doenças, aí
dissertou: “o sujeito tosse, cospe, alguns até limpam a boca e nariz com a
gravata. E arrematou; você já viu alguém lavar gravatas
ANIVERSÁRIOS DE ANA E NISSUCA
domingo, 18 de novembro de 2018
FUTURA UNIVERSIDADE DE FEIRA DE SANTANA
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Trecho da publicação na Folha do Norte |
Incontestavelmente, Feira de Santana está caminhando para um futuro promissor. Não é somente a cidade bonita, de ruas largas, de habitações modernas, não é somente a cidade princesa do sertão bahiano. Ela é também a cidade luz do Nordeste, onde o nível educacional, apesar de ainda não estar vivendo um instante ideal, cresce para um porvir de mais trabalho e de maiores glórias.
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Áureo Filho |
O ensino primário, sem a amplitude de
desenvolvimento que deveria ter, estendendo-se ao subúrbio, fazendas, etc., com
igual intensidade, conta, nesta urbe, com grande número de escolas onde
crianças de todas as classes sociais recebem lições de primeiras letras. O ensino secundário chegou ao máximo com a passagem do Santanópolis de Ginásio a Colégio. E eis que agora sabemos que
brevemente a Feira será dotada de um Escola Técnica Comercial, uma velha
aspiração da diretoria do Santanópolis. Logo depois que nos chegou a notícia,
rumamos para o dito colégio. Era preciso que soubéssemos de mais detalhes, para
darmos com mais força esta nota alvissareira para todos os feirenses.
Fala-nos o dr. Áureo
Filho
Quando chegamos àquela casa de ensino,
encontramos seu diretor em plena atividade, fiscalizando uma das provas
parciais, que ali, era se realizam. Logo soube o que queríamos,
E a uma
pergunta nossa, respondeu; o jovem educador;
“Rui Barbosa quando esteve nesta cidade, maravilhado pela amenidade
do seu clima, encantado pela beleza das suas ruas silenciosas, afirmou que
Feira de Santana era a “cidade universitária”... A profecia do gênio, parece que tende a se
realizar”.
Sorriu. Fitou os alunos
que ali estavam, preocupados com quesitos. Sonhando notas ótimas, as boa média
no fim do ano, ...
"Já foi
requerida – continua o dr. Áurea Filho – ao Departamento Nacional do Ensino
(Divisão do Ensino Comercial) a oficialização da Escola Técnica de Comércio
Santanópolis, que será a semente da futura universidade de Feira de Santana”.
Pensou um instante. Olhou novamente os alunos. Prosseguiu
depois;
A universidade ainda é um sonho. Não sei se chegarei a realizá-lo,
mas, pelo menos, aí fica o início, que, estou certo, os vindouros farão tudo
para concretizar”.
O espírito grandemente realizador do dr. Áureo de Oliveira
Filho, trouxe mais uma vez à sua terra um grande benefício. A Escola Técnica de
Comércio Santanópolis prestará desmedidos serviços, não só aos moços desta
cidade, mas também a jovens do Nordeste e do recôncavo bahiano. Esse fato
auspicioso, dá-nos a certeza de que a terra de Ovídio evolui.
Estamos certos que os homens que nos governam compreenderão
o alcance dessas iniciativas, que visam, principalmente, o benefício à
coletividade. É preciso que os poderes públicos colaborem com o dr. Áureo Filho
que certamente, terá de lutar com grandes dificuldades para enfrentar
empecilhos naturais de empresas desse gênero.
O diretor do Colégio Santanópolis é um dinâmico lutador pelo
progresso intelectual da nossa cidade, mantendo, por isso, em seu
estabelecimento de ensino, elevado número de alunos gratuitos, reconhecidamente
pobres.
Os governos do Município, do Estado e da União devem, por
todos meios, incentivar determinações de tal ordem, pois, como dissemos acima,
uma escola técnica profissional, em Feira de Santana, beneficiará toda a zona
sertaneja da Bahia.
Publicada no jornal "FOLHA DO NORTE", edição nº 840 de 14 de outubro de 1944.
sábado, 17 de novembro de 2018
ANIVERSÁRIO DE ELIZABETE
Elizabete Dias Marques, foi funcionária e estudou no Colégio Santanópolis, a foto ao lado é do albo de formatura. Parabéns e muitas felicidades.
sexta-feira, 16 de novembro de 2018
ANTONIO FAUSTINO, GÊNIO DOS FÁRMACOS
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Evandro J.S. Oliveira |
Pedro Brito
Sobrinho, pai do nosso maior urbanista, J.J. Lopes de Brito e da Profª Maria de
Lourdes Brito Portugal, estes Santanopolitanos, contraiu a doença do TIFO,
antigamente doença epidêmica com grande índice de fatalidade[i].
O médico era o famoso Fernando São Paulo, frequentemente visitava o enfermo na tentativa
de debelar a doença, prescrevia mais remédios, sem sucesso. Pedro Brito a cada
dia piorava, com febre extrema, características da enfermidade.
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Profª Maria de Brito Portugal |
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J.J. Lopes de Brito década de 40 |
Uma noite, Dr.
Fernando São Paulo, verificando o estado da doença de Pedro Brito, constatou o
inevitável, estava em estado final, aí “Jogou a Toalha”. Anunciou aos presentes
que não teria mais nada a fazer, voltaria no outro dia para entregar o atestado
de óbito. Os presentes consternados e chorosos foram providenciar as exéquias
para o enterro a ser realizados no dia seguinte.
Antônio
Faustino, cunhado e amigo de Pedro Brito, era entendido em farmacologia,
estudioso sentado à beira da cama do paciente, indignado com a quantidade de
remédio que ia se perder, começou a ler a bulas. Sozinho no quarto, resolveu
misturar todos os remédios, e de meia em meia hora, dava uma dose ao provável
futuro defunto, madrugada a dentro, chegou a consumir dois terços da
“bebericagem”.
Pela manhã,
Dr. Fernando São Paulo, entrando no quarto com os familiares, deparou-se com
Antônio Faustino recostado na cadeira, exausto cochilando, examinando Pedro
Brito, constatou uma melhora impressionante, já no parecer dele, fora de
perigo,
O problema,
era como saber a mistura e as doses específicas para continuar a medicá-lo,
como restava mais um terço do remédio, foi continuado o tratamento.
Pedro Brito
Sobrinho, viveu muitos anos.
[i] O tifo foi
uma importante causa de epidemias antes da Segunda Guerra Mundial. ...
Alguns historiadores acreditam que foi o tifo a doença
misteriosa que atingiu Atenas no século de Péricles (430 a.C), um evento
associado ao declínio dessa grande cidade-estado.
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