Parabéns, Moacir pelo seu aniversário, estaremos torcendo pelo comparecimento
nos futuros encontros, com saúde e muita alegria.
quinta-feira, 31 de janeiro de 2013
terça-feira, 29 de janeiro de 2013
ÁLBUM DE FORMATURA DE PROFESSORES DO COLÉGIO SANTANÓPOLIS EM 1962
ENVIADO POR - IZABEL VICTORIA FALCÃO
Professores
Homenageados
Justiça e Trabalho – Dr. José Maria Marques
Inteligencia e Cultura – Prof. Cesar Orrico
Formandos:
Bernarda
Souza Santos
Cecilia
Ferreira da Silva
Celitonia
Alves de Freitas
Antonio Carneiro Rios
Anete Rodrigues Peixoto
Avany do Vale Maciel
segunda-feira, 28 de janeiro de 2013
PROBLEMAS DE MATEMÁTICA
![]() |
Carlos Pereira de Novaes |
Prezado Sr ou Sa. No intuito de avivar o pensamento crítico das pessoas em
geral, principalmente os estudantes e professores de matemática, haja vista a
decadência crítica que este mundo está passando, este professor está proferindo
uma pequena palestra sobre o título "será que tudo nesta vida só tem um
resultado?" onde ele mostra claramente que todas as verdades que temos podem ser
relativas, não absolutas e isto até em matemática. É claro que como o tema é
muito amplo, só discutiremos o tema que está no anexo, que é sobre um tal limite
matemático bem estranho. Obrigado. Durante a palestra venderemos exemplares dos
livros de nossa autoria intitulados "Memórias de um matematiqueiro- Álgebra
pseudo-real" e "Memórias de um matematiqueiro- Sobre um certo limite matemático
bem estranho" a preço de custo, para estimular as pessoas em geral a pensarem um
pouco diferente do o que pensam: será que isto não é bom?
Leiam o anexo por favor. Estamos esperando o seu convite. Obrigado pela
atenção.
Professor Carlos Pereira de Novaes. carlospdenovaes@gmail.com.
Filosofia sertaneja
Prezado aluno, professor ou simpatizante de
matemática.
Vejam o meu pensamento, por favor.
As figuras abaixo mostram os gráficos de duas equações
seqüenciadas, todas tendendo a equação do limite Y=(1+1/X)X, feitas
com uma tabela Excel.
No eixo dos X aparecem, ao invés das variáveis X, os
logaritmos dos X, de forma a facilitar a visualização das figuras e de seus
gráficos distorcidos.
1º Gráfico: Y=(0,9999999+1/X)X 2º Gráfico Y=(0,99999999999+1/X)X
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Gráfico da função Y=(0,99999+1/X)X |
![]() |
Gráfico da função Y=(0,9999999+1/X)X
|
Perguntamos: qual é o limite das duas equações
acima, quando X tende ao infinito? Calculem por favor. Repitam esta metodologia
por gentileza.
É zero, podem fazer as contas, por favor. Sempre
será zero. Vejam.
Perguntamos: o que lhes parece que é o tal de “e”
nas duas equações?
È o máximo das duas equações, pelo que se pode
observar.
Ou seja, se nós analisarmos a equação abaixo será a
mesma coisa.
Y=(0,999999999999999999999999999999999999999999999999.....
+1/X)X
Ou seja, o limite da equação, não importa quantos 9
ela tenha, será 0, lá no infinito e o tal do “e”, que não é “e”, é só um número
próximo a ele, será um número que representa apenas o máximo da função e o não
o limite no infinito.
Por fim perguntamos, a estes professores briosos,
com a nossa filosofia sertaneja, aqui de Feira de Santana, na Bahia, neste
querido Brasil.
Se as funções acima, não importa o números de 9,
podem ser milhares, serão sempre 0 e o tal de “e” é apenas o máximo da função,
como é que o tal limite da função abaixo, que dizem que é de Euler, é “e” no
infinito?
Y=(1 +1/X)X
Será que este “e” não é apenas o máximo da função?
Será que este limite não é zero, ao invés de “e”, pela metodologia acima? Será
que ele é um limite relativo, já que tudo é relativo, segundo Einstein?
Continuamos
dando R$ 5000,00 (cinco mil reais) para quem provar que este limite no infinito
é “e”. Será que foi de Euler? Não acreditamos.
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