Comemoram mais um ano de vida os santanopolitana, geminiana,
sob proteção de Oxumaré, Lourdes Tavares Carneiro. Nosso desejo é a repetição deste evento por
muitos anos com saúde.
sexta-feira, 31 de maio de 2019
quinta-feira, 30 de maio de 2019
ANIVERSÁRIO TÂNIA
Tânia Carneiro Franco acumula mais um ano na sua trajetória de vida, torcemos para que a santanopolitana, geminiana,
sob proteção de Oxumaré, faça este périplo com saúde e paz.
PASSAMENTO DE EMILSON
Faleceu esta madrugada o santanopolitano Emilson Fernandes Falcão. Nos juntamos à família na dor da perda.
O velório esta acontecendo no Hospital D. Pedro de Alcântara.
O enterro será amanhã às 10:00 horas, no Cemitério da Piedade.
quarta-feira, 29 de maio de 2019
ANIVERSÁRIO DE LÍCIA E LINA
REVEILLON DE 1956
SOCIEDADE
Escreveu EME
PÊ[1]
Ajeitei o colete e segui rumo ao
aristocrático Tênis Club, a fim de passar as últimas horas do ano de 56 e
receber esperançosamente “1957”, em companhia da sociedade local. Logo na
entrada do Clube, encontrei-me com Washington Trindade, que me convidou a
sentar à sua mesa. Precisamente zero hora, o ambiente transformou-se em Carnaval.
Aí então pude notar com que alegria a srta. Terezinha Bulos despedia-se da vida
de solteira. Os Drs. Aguinaldo Bezerra, Francisco Pinto e Alberto Oliveira,
brincavam animadamente. Em meio à alegria reinante, recebi amável convite do
sr. Carlos André Cerqueira Tourinho, para que fizéssemos um brinde às srtas.
Maria Ângela, Ana Maria Oliveira e dra. Maria Eunice Oliveira. Grande foi minha
surpresa quando a srta. Beíca me ofereceu um cigarro americano, colorido.
Honrou com sua presença esta festa, o sr. Artur Andrade, que foi escolhido um
dos 10 mais elegantes de Aracajú. Representando a nova geração de brotos, lá
estava Sonia Sarkis ostentando elegantíssimo vestido. Pena que todos não
pudessem observar o seu vestido, pois a mesma permaneceu quase todo o tempo
sentada, por sua livre e espontânea vontade, convém esclarecer. As srtas. Anita Morais e Denise Contreras
trajavam elegantíssimos vestidos de gaze. As sras. Edithe Boaventura e Wilma
Lima, trajavam lindos vestidos de renda.
A sra. Lourdes Nogueira Assis, merece
registro especial, pois seu vestido em tafetá natural e gaze, estava
simplesmente encantador. Forte candidata às 10 mais elegantes de Feira.
Notei ainda a presença do sr. e sra.
Fernando Alves, sr. e sra. Willy Azevedo e sua flôr azul, a srta. Lolita,
srtas. Marisa Souza, Juracy Simões, Ana Lúcia Lacerda, Lúcia Cerqueira, dr.
Jakson Amaury, Fernando Bulos José e Manoel Falcão, Dorival Dórea, além de
outras pessoas. Apesar das mil maravilhas que me rodeavam, não estava eu
completamente feliz, lamentado a ausência do casal Guilardo Portugal. Às 6 horas da
manhã, dirigi-me para casa, recebendo no corpo cansado, os primeiros raios do
sol de 57.
[1] ME
PÊ, como está assinado na coluna de Eme Portugal, o colunista social mais famoso
de Feira de Santana. Matéria publicada em janeiro de 1957 no jornal “Folha do
Norte”.
terça-feira, 28 de maio de 2019
ANIVERSÁRIO DE CÍNTIA
A santanopolitana, geminiana,
sob proteção de Oxumaré, Cíntia Maria da Silva e Souza, anivaersaria hoje. Parabéns, saúde e paz, nosso desejo.
segunda-feira, 27 de maio de 2019
ANIVERSÁRIO DE VANJA
Vanja Simões Dias é a santanopolitana, geminiana,
sob proteção de Oxumaré, aniversariante de hoje. Parabéns e esperamos replei deste evento por muito tempo.
domingo, 26 de maio de 2019
ANIVERSÁRIO DE ANA
Comemora mais um ano de vida a santanopolitana, geminiana,
sob proteção de Oxumaré, Ana Maria d'Oliveira. Nosso desejo é a repetição deste evento por
muitos anos com saúde.
quinta-feira, 23 de maio de 2019
O NECESSÁRIO PARA SER MÉDICO
Gastão Guimarães viveu em Feira de
Santana, na primeira metade do século XX. Chegou em 1916 e permaneceu pelo
resto da vida, prestando inestimáveis serviços aos pobres e necessitados.
Durante as epidemias de varíola e
“cólera morbus”, respectivamente em 1920 e 1934 e 1935, socorreu a maioria das
vítimas. Algumas acometidas da forma mais terrível, a pneumônica; nestes casos,
além de socorrer os doentes, levava, às suas custas, seus amigos e familiares
para se vacinarem em Salvador.
Fez da profissão um sacerdócio.
Por ocasião do seu jubileu de formatura - em dezembro de 1937 - a efeméride foi
comemorada por sete dias.
Sua morte, ocorrida em 24 de
agosto de 1954, causou comoção pública. A massa humana que compareceu ao ato
fúnebre se apossou do ataúde e o levou, à mão, de sua residência até o
Cemitério da Piedade.
Outros médicos humanitários se
tornaram famosos em Feira de Santana: REMÉDIOS
MONTEIRO, SABINO SILVA e FERNANDO
JOSE DE SÃO PAULO.
Em 1978, disse o Prof. JOSÉ
SILVEIRA: “Inesperadamente as cousas se transfiguraram. O médico, de carinhoso,
dedicado e bom, passou a ser visto como um interesseiro vulgar, frio, desumano,
desidioso e incapaz. Por que tudo
isso? Tão grave e singular problema, que fere e abala os alicerces de nossa
vida profissional, está a exigir, com urgência, uma análise cuidadosa e
responsável, um julgamento equânime e seguro, de onde possam partir soluções
justas c salvadoras”.
Afinal, o que mudou? O médico, ou
a medicina? O médico, ou as condições de trabalho? O que se deve fazer, para
contornar tão grave situação?
Para ser médico, acredito eu, o candidato deve ser compreensivo e
humilde, viver em harmonia com variados tipos humanos, gostar da análise e da
reflexão, ter amor ao estudo, atualizar o conhecimento, ser persistente,
valorizar o próximo - amando-o e respeitando-o - e ter, acima de tudo, mente
aberta, firmeza de caráter e retidão de conduta.
O primeiro passo para o sucesso é ter vocação.
Na génese deste ideal, há, naturalmente, a influência de modelos. O Prof.
ADRIANO PONDÉ serve de exemplo. “Com simplicidade, disse ele, declaro que
praticar a Medicina foi a minha primeira ambição consciente, estimulada com o
exemplo aliciante de meu pai. Assim, nasceu a vocação, o apelo para uma
determinada forma de vida. Em meu pai conheci a completa personificação do
verdadeiro clínico pelo saber, nas qualidades do coração e pelos dons do
espírito”.
O ideal, uma vez fortalecido,
toma-se imbatível pois resiste ao desânimo. A palavra final fica com o Prof.
JOSÉ SILVEIRA, que nos legou a seguinte verdade: “A matéria prima com a qual
lidamos é tão pura, tão delicada, e tão transcendente; é um bem de tão alto
valor que um deslize, uma falha, qualquer engano, um simples erro justificável pela condição humana, assume
proporções dramáticas de uma irreversível catástrofe”.
Cito
mais uma vez o mestre SILVEIRA que, durante um simpósio promovido pela Academia
de Medicina da Bahia, declarou: “Torna-se necessário indagar - antes de tudo -
num cuidadoso exame de consciência, se para exercer tão difíceis e delicados
misteres que não dependem apenas de mãos hábeis e adestradas, mas de nobreza
d'alma, formação espiritual e alto sentido humano - estamos selecionando com o
devido escrúpulo os melhores e os mais capazes”.
Vencida
a seleção, o candidato entra na faculdade e se depara com um desafio que o
perseguirá pelo resto da vida: desenvolver e aperfeiçoar três qualidades
imprescindíveis para a conquista do almejado sucesso: CONHECIMENTO, ATITUDE e
HABILIDADE.
CONHECIMENTO
é o saber que se adquire no convívio acadêmico. Ele é passado pelos mestres,
durante a graduação e os estudos posteriores. É um saber que exige motivação
permanente e constante atualização. Para consegui-lo, é imperioso que o
estudante frequente com assiduidade as aulas teóricas e práticas, tenha amor
aos livros e a outras fontes de informação.
A
evolução do saber é tão intensa que um professor universitário renunciou à cátedra,
no México, sob a alegação de que, não obstante seu continuado esforço, nunca se
sentiu atualizado. E um saber que não tem preço mas, apesar de tudo, não é
suficiente. O médico, para ser bom médico, deve ter, além do conhecimento,
ATITUDE e HABILIDADE.
A
ATITUDE MÉDICA é um atributo próprio de quem exerce a Medicina. É um conjunto
de qualidades que acompanha o médico em toda a parte e em todas as ocasiões.
Inclui da postura ao traje, o modo de ouvir, de olhar, indagar, apalpar,
auscultar, percutir, confortar, aconselhar, agir e sorrir. Ainda ecoa em meu
espírito as palavras de JAYME DE SÁ MENEZES: “Não vos esqueçais que se toda a
medicina não está na bondade, menos vale quando está separada dela. A ciência
poderosa vence, domina, aniquila o sofrimento, e recolhe entre bênçãos o
condenado ao último suspiro, mas a bondade mitiga, consola, acaricia e,
sobretudo, mente, resignada perante o mal incurável que condena o paciente à
morte”.
Sorrir
é preciso. MOLIÈRE recrimina o médico sisudo dizendo: “É gracioso, gosto dele/É
um doutor sério / lembra logo o cemitério.”
É
necessário ser modesto. LAFAYETE SPÍNOL A ridiculariza o médico presunçoso,
recitando: “Este doutor, sabedório / a profissão leva a sério. / Abriu
consultório defronte do cemitério”.
É
preciso ser responsável. ROBERTO CORREIA condena o médico leviano quando diz:
“De muitos doutores sei / que todos nós acatamos / quando nos diz cheguei /
retruca a morte: chegamos!”
O
equilíbrio da relação médico-paciente é um requisito indispensável ao exercício
da Medicina.
HABILIDADE
é a capacidade de, analisando sinais e sintomas, chegar a um diagnóstico. É um
dom que se adquire com o tempo. É preciso enxergar longe, olhar na escuridão,
ter, como disse JAYME DE SÁ MENEZES, “raios X nos dedos,
nos ouvidos e no cérebro”. As doenças não se mostram à primeira vista, não se
insinuam; na maioria das vezes se escondem em um emaranhado de sinais e
sintomas, usando nomes arrevesados de síndromes que nunca imaginamos.
O clínico que se habitua a adivinhar ao invés de examinar,
observar e ponderar, encanta os leigos, mas cai no erro, e o erro em Medicina é
quase sempre fatal. O
conselho que posso dar aos que me ouvem, é que escutem as queixas dos doentes
com paciência, e os examinem da cabeça aos pés, aparelho por aparelho, sistema
por sistema, sem elaborar diagnósticos mirabolantes, sem ideias preconcebidas,
sem arrogância, com muita calma e muita paciência. Quem seguir este conselho
poderá cometer algum erro próprio à condição humana, mas nunca se dirá que
cometeu um erro por preguiça, pressa, otimismo exagerado, ou negligência. Nisto
consiste a ANAMNESE.
Com estas palavras exalto os médicos que levantaram bem alto
o conceito da medicina baiana: CÉSAR DE ARAÚJO com o Santa Terezinha, JOSÉ
SILVEIRA com o IBIT, OTÁVIO TORRES com o Leprosário de Águas Claras, ÁLVARO
BAHIA com o Hospital Martagão Gesteira, FERNANDO NOVA com o IBR, ARISTIDES
MALTEZ com o Hospital do Câncer, HUMBERTO CASTRO LIMA com o IBOPC e FERNANDO
FILGUEIRAS, com o exemplo de desprendimento.
Transcrito da revista "História e Estórias dos
Séculos XIX e XX (Escritas a cinquenta mãos). Edição Especial do Instituto Histórico e Geográfico de
Feira de Santana - 2015
MÉRCIA E NEUZA ANIVERSARIAM
segunda-feira, 20 de maio de 2019
LERO LERO
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Evandro J.S. Oliveira |
Tem informações
bobas, sem utilidade, que pelo inusitado fica gravado na sua memória. Retorna
sempre quando é repetida em outro contexto, aí vira interesse e você cai de
boca na pesquisa. Este foi o meu caso com uma piada lida ao um certo tempo, não
lembrando exatamente onde vi. Posteriormente em um programa de TV, ouvi uma frase
de um socialite, anunciado pelo programa como conhecedor de vida de alto nível,
chiquérrimo, e grande conhecedor de vinhos, que me chamou a atenção. Agora
lendo o livro de Washington Olivetto, “Direto de Washington”, volta o assunto
em outro cenário. Aí não teve jeito, vasculhei o que encontrei sobre o assunto.
O VINHO CHÂTEAU MOUTON ROTHSCHILD – 1953.
Primeiro a piada: Um senhor elegante
entra em um restaurante de primeiríssima qualidade, logo é atendido pelo Chefe
dos Garçons, pede o Sommelier[1],
este anota o pedido, Château Mouton Rothichilde, safra de 1953. Trousse o vinho,
que depois de provado, foi recusado pelo cliente, dizendo que não foi o vinho pedido.
O Sommelier, desconcertado disse, resumidamente, o seu currículo garantindo que
o atendimento estava correto. O senhor não se deu por achado, continuou
contestando, pediu que chamasse o gerente. O Sommelier conversou com gerente o
problema, não tinha o vinho pedido, mas era o mesmo, só que da safra de 1948. O
gerente foi ao cliente, pediu desculpas, disse que infelizmente não tinha o Château
Mouton Rothichilde de 1953, mas sim da safra de 1948, tão bom quanto, queria
que ele aceitasse como cortesia. O senhor agradeceu e explicou ao sommelier,
que a safra de 1948 foi muito boa, mas as chuvas não caíram na data certa
criando uma levíssima acidez.
Terminado o jantar, recebido a conta,
entregou um cheque – a piada era do tempo que se usava cheque – se retirando.
O gerente olhou o cheque, depois que
o cliente saiu, e viu a assinatura... Rothichilde.
A frase que vi na TV do socialite: “VINHO
DE MENOS DE R$2.000,00 (DOIS MIL REAIS) É VINAGRE OU SUCO” ...
Escrito de Olivetto: “Boni[2]
apareceu em minha casa com uma garrafa de 1.500ml o vinho Château Mouton
Rothichilde de 1953, exorcizando assim os 53 dias que eu havia sido mantido no
cativeiro. Ao ver aquele vinho – e imaginar o preço dele -, apesar de ainda
traumatizado com o episódio, não pude de deixar de comentar que seria mais
prático o Boni ter usado o dinheiro que gastou naquele vinho para pagar aqueles
vagabundos e me livrar logo do sofrimento[3].”
Procurei o tal vinho na casa de
vinhos importados, encontrei muitos Château
Mouton Rothichilde, Mas só uma da safra 1953 com o preço de $2.500,00 (dois mil e
quinhentos dólares), ao valor de hoje $1 x R$4,077 teríamos, arredondando R$10.000,00
a garrafa de 750ml, como ele bebeu a de um litro e meio, o dobro seria
R$20.000,00.
Fico imaginando se por uma loucura,
eu tomasse este vinho, teria uma ressaca para o resto dos meus dias de vida,
que espero ainda serem muitos, pelo gasto imbecil que tinha feito. Seguramente
não tenho paladar tão requintado, nem ego tão largo, para “bebidas dos Deuses”. Se é que os Deuses já beberam o vinho CHÂTEAU MOUTON ROTHSCHILD, 1953.
[2]
Boni, Bonifácio de Oliveira Sobrinho, CEO da TV Globo. Olivetto só tem amigo
desta estirpe, kkk.
[3] Olivetto
foi sequestrado, depois de 53 dias de cativeiro foi abandonado em um cubículo,
sem pagamento do sequestro.
ANIVERSÁRIO DE ELVIRA
Comemora mais um ano de vida os santanopolitana, taurina, sob
proteção de Oxumaré. Nosso desejo é a repetição deste evento por
muitos anos com saúde.
sábado, 18 de maio de 2019
ANIVERSÁRIO DE HILDA, GRAÇAS E WALTER
sexta-feira, 17 de maio de 2019
NOTA DO BLOG
Por causa de uma pane no meu sistema de informática, deixamos de postar dois dias. Parte restabelecida, registramos os eventos anteriores.
ELOAN E JOÃOZINHO OS ANIVERSARIANTES DE HOJE
ANIVERSÁRIO DE NITATE
Ontem, dia 16, celebrou data de nascimento a santanopolitana, taurina, sob proteção de Oxumaré, Ângela d'Oliveira. Parabéns e muita saúde e paz.
PASSAMENTO DE ZÉ FELIX
terça-feira, 14 de maio de 2019
GILBERTO É O ANIVERSARIANTE DE HOJE
Gilberto Alves da Silva é o santanopolitano, taurino, sob proteção de Oxumaré, que cumpre mais um ano na estrada da vida. Tomara que esta seja plana, sem acidentes.
segunda-feira, 13 de maio de 2019
JÁ COM SAUDADE DE MEU AMIGO MESSIAS
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Cironaldo Santos |
Não poderia deixar de abrir um espaço em nosso Editorial
Semanal, para registrar com muito sentimento, o falecimento de uma pessoa muito
especial, influente em sua vastíssima roda de amigos que ele conquistou ao
longo dos seus 80 anos de vida, um otimista por natureza, sempre com uma
palavra de incentivo na ponta da língua, um “AMIGO DE FÉ IRMÃO CAMARADA”, como
bem diz o cantor Roberto Carlos em uma de suas inúmeras canções, pronto para
servir sob qualquer das circunstâncias.
Estamos falando de Messias Almeida Portugal, um companheiro
desportista que conheci muito novo, que veio a se tornar ao longo da minha vida
e a primeira vista, um dos meus grandes amigos. Messias foi um dos, senão o
principal ciclista feirense que ganhou projeção nacional, ao vencer várias
corridas realizadas ao final da década de 50 inícios dos anos 60 do século
passado, concorrendo com ciclistas renomados a nível nacional, nos eventos
promovidos na BR-324 pelo saudoso empresário, Paulo Cordeiro.
Mais foi no São Paulo (foto à direita), clube do futebol amador feirense, que
chegou a disputar a 2ª divisão do campeonato baiano de futebol profissional,
que marcou o seu nome pra valer na história do futebol amador da cidade. No São
Paulo Messias foi de tudo um pouco, fundador, diretor, jogador, roupeiro,
massagista, cobria qualquer lacuna que houvesse no clube. Foi ele que nos apresentou
e abriu caminho para que ingressasse no clube mais fechado da cidade na época.
Não era qualquer um pelo simples fato de saber jogar bola que se credenciava
para participar do grupo. O clube era formado por uma turma seleta de
desportistas, a maioria dono de seus próprios negócios, estudantes, ou com
empregos fixos com destaque na praça. O que tornou o São Paulo conhecido como o
time da “ELITE” de Feira de Santana, bastante cotado para disputar de jogos
amistosos nas cidades circunvizinhas a Feira de Santana.
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Da esquerda para a direita: Leopoldo, Paixão, Sandoval, Castro Alves, Fernandinho Andrade Antônio Josino, e Galo. Agachados: Bueirinho, da barbearia, Vermelhinho, Estrangeiro, Jorge Pinho, e Messias |
Foi com o incentivo e com o que aprendemos com Messias que
motivou a nós e Luiz Carlos Gomes (Lula), outro nome destacado nas fileiras do
clube, tanto como jogador, como colaborador, que nos sentimos motivados para,
com o apoio dos saudosos médicos: Wilson Falcão e Augusto Mathias nos cederam
por empréstimo à área de propriedade da Santa Casa, vizinho ao hospital D.
Pedro e, também, com a colaboração do diretor do Derba, engenheiro Amaury
Simões, que desmatou e patrolou área fazendo surgir o que veio a se tornou o
famoso “CAMPO DO SÃO PAULO”.
Na foto, a turma mais antiga que fincou um marco sólido na
trajetória do São Paulo durante décadas em Feira de Santana e região, uma
verdadeira seleção, um conjunto de jogadores que incentivou uma grande meninada
da época pela prática do futebol, que tinha sido projetado ainda mais com a
vitória do Brasil na Copa do Mundo de 1958.
Lá pelas bandas de 1959 do século
passado.
ANIVERSÁRIO DE JOÃO SERGIO
Comemoram mais um ano de vida os santanopolitano, taurino, sob
proteção de Oxumaré, João Sérgio Ferreira Vital. Nosso desejo é a repetição deste evento por
muitos anos com saúde.
domingo, 12 de maio de 2019
PASSAMENTO DE JUCA
ANIVERSÁRIO DE FATINHA
Hoje é o dia do aniversário da santanopolitana, taurina, sob
proteção de Oxumaré, Maria de Fátima Souza Portugal (Fatinha). Parabéns. Nosso desejo é a repetição deste evento por
muitos anos com saúde.
sexta-feira, 10 de maio de 2019
PORQUE O POLÍTICO NÃO GOSTA DE INVESTIR EM EDUCAÇÃO!
![]() |
Evandro J.S. Oliveira |
Em todas as campanhas políticas, os
candidatos priorizam educação e saúde. Passado o pleito os eleitos colocam
estas questões como os últimos objetivos, e quando investem neste campo, ainda
priorizam, não os mais eficientes e sim os mais visuais para o eleitor valorar:
No caso da saúde, a prioridade seria a
demanda sanitária, principalmente água e esgoto, esgoto nem se fala, quando da
instalação provoca mil distúrbios e quando fica pronto, ninguém vê.
Os governos até constroem bem, hospitais,
escolas, equipamentos... até computadores, que não têm nenhuma utilidade, em sala
de aula. Manutenção que é bom é da pior espécie.
O que é prioridade em educação? O educador,
este terá que ser bem pago, para não precisar dar aulas em vários escolas em
até três turnos, sem tempo para ler, para se atualizar, planejar, reunir-se
com os colegas e coordenadores
pedagógicos, sem precisar fazer greve paralisando o ano letivo na tentativa de
conseguir uma merreca de aumento, poder
comprar equipamentos eletrônicos atualizados, informatizado em novos
aplicativos, ai sim planejar suas aulas inclusive usando informática, dos
alunos, da escola. Tem que estar equiparado ao alunado no conhecimento das
novidades da informática.
As escolas
do século XXI terão que fazer um feedback, reciclar todo o sistema, priorizar o
uso dos equipamentos modernos. Não é simplesmente botando uns computadores em
sala e não tendo quem saiba usá-los; exemplo: como funcionam os aplicativos de
textos, correção, cópias, preenchimento automático, inserção, designer do
texto, conversão de imagem em OCR..., de planilhas, fórmulas, cálculos
automáticos, diferença de pastas e de planilhas... os aplicativos (básico); e
principalmente ensinar a pesquisar. Aí sim vamos usar computadores, celulares, iPad’s,
data show, impressoras... como armas
para educar.
Mas o que vemos, o Governo Federal, com a desculpa
de contingenciamento, no lugar de investimento resolve retirar os parcos
recursos que eram destinados às Universidades. O Estado da Bahia tem um quinquênio
de arrocho salarial, e reduzindo os incentivos de carreira, para Doutorado e
pós-Doutorado. O Governo Municipal, quando a UFRB veio para Feira de Santana construir
um campus, era um investimento em que o Governo Federal construiria e manteria
a Universidade, o Governo Estadual daria a infraestrutura adequada, acesso,
energia, água... e o Município daria o terreno. O governo Municipal nunca moveu
um dedo, foi preciso o “Pensar Feira”, uma instituição da sociedade local se
movimentar para conseguir doação de um terreno, pois pasmem, depois de
conseguido, a UFRB não conseguiu que a Prefeitura cercasse a área com arame...
Mas a
resposta à interrogação do título é.
UM PROJETO
EDUCACIONAL, MUITO BOM, COM RECURSO, SE FOR EFETIVO, DARÁ RESULTADO DEPOIS DE
TRÊS DÉCADAS.
UMA DAS
MAIORES OBRAS DA MEDICINA NO BRASIL, A ERRADICAÇÃO DA POLIOMELITE. Não rendeu
voto para nenhum político.
ANIVERSÁRIO DE SPÍNOLA, BEZERRA E NEUZA
quarta-feira, 8 de maio de 2019
ANIVERSÁRIO DE JAIDE E JOÃO
Comemoram mais um ano de vida os santanopolitanos, taurinos, sob
proteção de Oxumaré, Jaide Siqueira e João Durval Carneiro. Nosso desejo é a repetição deste evento por
muitos anos com saúde.
terça-feira, 7 de maio de 2019
ANTES E DEPOIS DE CARLOS MARQUES
À esquerda Carlos Sampaio Marques Filho antes e à direita no " IV ENCONTRO DOS SANTANOPOLITANOS, em 2016
ARLETE É A ANIVERSARIANTE DE HOJE
A santanopolitana, taurina, sob
proteção de Oxumaré, Arlete Leão Amorim, foi aluna e professora do colégio. Parabéns pela data de hoje, esperamos que se encontre com saúde e paz.
segunda-feira, 6 de maio de 2019
ANIVERSÁRIO DE LUCIANO E VAN MÁRIO
domingo, 5 de maio de 2019
CINCO ANIVERSARIANTES HOJE
sábado, 4 de maio de 2019
ANIVERSÁRIO DE AGOSTINHO FRÓES DA MOTTA - 1910
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Carlos A.O. Brito |
Como uma singela homenagem compartilharemos a noticia da comemoração de aniversario de 1910 publicada no jornal Folha do Norte, 7 de maio de 1910
Aniversário.
Mais um ano de preciosa útil existência venceu no dia 4 do corrente o nosso presado amigo e distincto correligionário Agostinho Fróes da Motta, operoso negociante e capitalista desta praça.
Pelo faustoso motivo, o coronel Agostinho recebeu muitas homenagens, como prova do apreço merecido em que é tido.
![]() |
Agostinho Fróes da Motta |
Conduzidos gentilmente ao salão nobre do bello palacete, que se achava deslumbrante illuminado, interna externamente, usou da palavra o nosso presado amigo Sr. Dr. Auto E. Reis, talentoso orador da sociedade philarmonica 25 de Março ao seu benemérito consocio, coronel Agostinho, e terminou offerecendo-lhe, uma belíssima palma de flores naturaes.
Commovido, o coronel Agostinho agradeceu, em bonitas phrases erguendo um viva! a 25 de Março que foi enthusiasticamente correspondido.
Ao som de belíssimas polkas, e quadrilhas, organisaram-se animadas danças, que se prolongaram até a madrugada.
O serviço volante de bebidas estava irreprehensivel. Cerca de meia noite foram servidos abundantes iguarias. Às 3 horas da madrugada deixou retirou-se a 25 de Março, deixando a melhor impressão.
O coronel Motta, recebeu muitos cumprimentos e telegramas de felicitações.
[...] #feiradesantana #sociedadefilarmônica25demarço #bahia #filarmônica #história #memória
PASSAMENTO DE MESSIAS
HISTÓRIA DE FEIRA DE SANTANA
Augusto M. Spinola santanopolitano |
É fato que já sabemos muitas coisas a respeito da
história de Feira de Santana.
Muitas coisas?
Qualquer iniciante no assunto logo conquista preciosas
informações sobre a fazenda Sant’Anna dos Olhos d’Água que, segundo a lenda,
dará origem ao povoado de Santana da Feira.
Associa-se Feira de Santana a um passado remoto de
certa atividade agrícola e de criação de gado, seguido de um momento de feira
livre, comércio de gado e passagem para vida urbana. Não sabemos dizer ao certo
o que vai prevalecer na genética da cidade do final do século XIX até os dias
atuais. Se, por uma raiz mais urbana, será a crescente atividade comercial -
aumento do número de lojas de tecidos, de bares, de farmácias, de boutiques, de
joalherias, de lojas de instrumentos musicais, de lojas de artigos importados -
ou quase isso - ou a referência rural, aquela da feira livre, de negócios de
gado, de compra e venda de peles, de mingaus, de beijus, de vendedor ambulante
de frutas e verduras, de milho cozido, de literatura de cordel, de aboios, de
reverências ao vaqueiro, ao tropeiro, ao cheiro de batata doce, de tripa, de
fatada, de mocofato, de pirão de leite com carne do sol, de ovos fritos, de
cuscuz e por aí vai...
Deveríamos começar a contar a história de Feira de Santana pela Expofeira.
Lá do parque de exposição na BR-324. E foi por aí que começamos nossa viagem de
estudo, nós e um grupo de estudantes do 6o ano do Colégio Génesis.
Ali (na Expofeira) se intensifica, ainda que uma vez ao ano, a negociação de
boa parte daquilo que fora a feira do gado. A Expofeira é um momento novo do
campo do gado. Aquele de um só dia para depois sumir, desaparecer. Uma
cinderela do gado. Arruma-se, fica pronta e depois de uma semana, desaparece,
deixando apenas um rastro dos negócios que realizou... Um cheiro do gado que
esteve ali, um zumbido dos shows realizados...
Um murmúrio
de todo o povo que andou pela exposição agropecuária: povo que vendeu, que
comprou, que montou, que se divertiu, que trabalhou... Ali seria um ponto no
presente para uma partida em direção ao passado.
Como tudo aquilo teria começado?
Saímos da Expofeira e paramos rapidamente no viaduto
do 35° BI do Exército Brasileiro. Está escrito: Portal do Sertão. Porta do
sertão. Entrada para o sertão. Significa: o clima vai mudar, a vegetação vai
mudar a brisa, a chuva ou chuvisco que nos acompanhavam vindos do litoral, da
direção da capital, da baía famosa que deu nome ao Estado, vai nos deixar a sós
com um calor quase insuportável, com a fervura do sol da manhã e o inferno do
sol da tarde. Cada passo dado na direção do norte significa ainda mais termos o
sol como companheiro. Ter escassas nuvens passando por nós como deboche, como
pirraça. Dificilmente se jogarão neste solo. Rumamos da entrada do sertão até
chegarmos ao Feiraguai - hoje um centro comercial que engloba lojas de discos,
de eletrodomésticos, de roupas, de perucas, de uma quantidade absurda de
produto e mercadorias - e a Feira do Rato (espaço de compra e venda de veículos
de todas as espécies, ainda daquela forma direta, comprador-vendedor, ou no máximo
com um agilizador do negócio que ganha um percentual de cada lado e vai vivendo
a vida). Até alguns anos atrás, ali fora a Estação Ferroviária de Feira de
Santana - da Cia. Chemins de Fer Federaux du L’Est fírésilien - inaugurada no
dia dois de dezembro de 1876. O trecho entre Cachoeira e Feira de Santana foi o
primeiro trecho aberto pela E. F Central da Bahia, no ano de 1876. Em 1942, com
a remodelação geral das linhas da região, o trecho entre Conceição de Feira e
Feira de Santana passou a ser um ramal, que foi extinto oficialmente em
16/05/1975, mas que não operava, pelo menos com passageiros, desde 1964. Da
calçada da Igreja dava para ver o trem se aproximar, escutar seu apito,
abraçar-se em despedida, ou esfregar as mãos em sinal de agonia, de expectativa
por quem vai chegar. Com certeza, passageiros ilustres e importantes
trabalhadores pegaram o trem e voltaram pros braços de familiares. Ou
fízeram uma viagem de volta até Cachoeira. A estação era um espaço próximo à
Igreja da Matriz. Ali bem ao lado da Praça Padre Ovídio e da Santa Casa de
Misericórdia.
Quando Feira de Santana vai
serpenteando essa região, ela cresce na direção da Rua Conselheiro Franco -
ladeada pela Rua Marechal Deodoro da Fonseca. Este espaço torna-se nosso
terceiro ponto de estudo. As duas deixam rapidamente de serem ruas residenciais
para se transformarem em importantes centros comerciais da cidade. Lojas e
galerias vão surgindo, entrecortadas por cafés e bares. Comércio de
eletrodoméstico, de fazenda (aqui no sentido de tecido), de ervas, de panelas e
outras quinquilharias. Era forte, até porque caminhava em direção à bem
frequentada feira livre da Avenida Getúlio Vargas. Aqui fazemos duas
importantes observações: a primeira sobre a feira livre. Esta feira é aquela
muitas vezes apontada como responsável pelo desenvolvimento desta cidade.
Crescia da altura do cruzamento da Rua J.J. Seabra com a Getúlio, até chegar à
altura da Rua Conselheiro Franco, não sem antes cuspir pedaços de feira por
toda Avenida Senhor dos Passos, Rua Marechal Deodoro, Sales Barbosa, tendo como
ponto nervoso o mercado de carnes e farinha e a Praça da Bandeira. Os vaqueiros
e agricultores chegavam em cavalos e/ou carroças e deixavam seus meios de
transportes amarrados nessa praça. Pessoas que caminhavam freneticamente em
várias direções, na certa procurando fumo, cachaça, gado, querosene, sal, ou
fregueses para suas mercadorias. Essa feira existiu até o ano de 1977.
Nessa ocasião, chega o momento da feira livre ser transferida
para o Centro de Abastecimento (quarta parada de estudos), perto do Tanque da
Nação, atrás da Santa Casa, numa tentativa de tirá-la do centro da cidade. Mas
o Beco do Mocó e a Rua Marechal, e toda a calçada dessa rua, incumbiram-se de
dizer que a feira não sairia assim. Se fora desmontada, tirada à força da
Avenida Getúlio Vargas e Praça da Bandeira, das imediações da esquina com a
Avenida Senhor dos Passos, ela se montaria sobre pedaços de panos organizados
nos passeios das ruas, sobre cavaletes estruturados nos becos da Rua Marechal,
no meio do Beco do Mocó, no Beco da Energia, até chegar de volta à rua (como
muitas vezes nos referimos ao centro das cidade), fazendo com que a urbis trave
ali, principalmente nas segundas-feiras, antigo dia da exposição da feira
livre. O povo não cedeu ao fato de ser empurrado para o Centro de Abastecimento
e empurrou a feira livre de volta para o centro da cidade, até se juntar ao
Mercado de Artes, hoje centro de comércio artesanal, antigo mercado de carnes e
farinhas. Só que agora a feira veio pelo outro lado, vinda da Praça do
Lambe-Lambe na Avenida Senhor dos Passos. Nesse lugar alcançou metade da rua,
espremendo carros e gente que disputam os poucos espaços entre barracas de
goiabas, de mamão, de laranja e tangerina, barracas de farinha de goma, e de
beijus, de quiabo, maxixe e acerola. Muito para se pesquisar nesta área. Falar
da Praça do Lambe-Lambe (ou seja, Praça Bernardino Bahia) e dos seus condenados
trabalhadores. Dos fotógrafos que desafiam o tempo e resistem, fazendo retratos
em três por quatro, como se fossem a única solução para desinformados
frequentadores do lugar. Tecem fotografias como se estivessem no início do
século XX, artesanalmente, um ou outro agora com a câmera digital, responsável
direta pelo fim de uma profissão da cidade: do fotógrafo do lambe-lambe.
Próxima parada para estudos, o
Centro de Abastecimento. O espaço construído para abrigar a antiga feira livre.
Mais que social obra de viés essencialmente político, responsável pela
destruição do mais importante ponto de atração turística da cidade, a feira
livre. A maior feira livre montada no Brasil. Ainda hoje, o Centro de
Abastecimento é um palco mal estruturado, onde os atores resistem em
frequentar, onde vender e comprar encontra resistência na falta de higiene, na
desorganização total do espaço, na falta de preparo para os dias de chuva, para
a carga e descarga de mercadorias que ainda chegam de muitos lugares. Afinal
Feira de Santana é região metropolitana, e graças a estas mercadorias que
insistem em serem comercializadas em lugar tão inadequado, várias cidades
desenvolvem suas próprias feiras, montam e desmontam vidas, expectativas,
sonhos, vivências de um povo... Partimos para outro ponto de grande história: o
campo do gado.
O Campo do Gado entra nessa
sessão de estudos com várias particularidades. Guarda a característica de estar
sempre afastado do núcleo urbano e de ter um comércio nos moldes do que já foi
um dia, onde vaqueiros-vendedores montam seus burros e cavalos para colocá-los
à venda onde vaqueiros-compradores observam encostados na cerca, procurando
notar um defeito na pata, no galope, nas vistas... A cena é modificada pela
chegada de um barulhento caminhão de bois, não mais pelo aboio de outro
vaqueiro. Chega carregado de gado pé duro, dependendo de onde vem, gordo e
pronto para venda. Ao redor deste espaço de comércio, alguns boxes de artesãos
ferreiros, de produtores de utilidades de couro - selas, tacas, arreios,
jalecos... Um restaurante que serve carne cozida (ensopado) e galinha ao molho
pardo, acompanhada de feijão, farinha e pimenta.
Estudar Feira de Santana...
Voltar do novo Campo do Gado para o antigo. Encontrar neste espaço o Shopping
Boullevard, o Ville Gourmet, entrar e se deparar com prédios antigos escondidos
pelos novos restaurantes, novas pizzarias, e por campos de futebol. Olhar e se
deparar com Glauber Rocha encostado no curral, filmando Deus e o Diabo na Terra
do Sol. A cena do vaqueiro roubado e maltratado que se volta contra o
fazendeiro.
Caminhar mais um pouco e chegar até a feirinha. A Estação
Nova. Por que nova? Por que substituiu a velha, aquela das proximidades da
Matriz. E que deu nome à feira livre atual na Avenida João Durval Carneiro. Mas
que também não mais existe enquanto estação, nem na lembrança do prédio que foi
demolido, sabe-se lá por quê, e que se encontra em construção eterna, sem
ninguém saber direito o que está sendo construído de novo...
Edição Especial do Instituto Histórico e Geográfico de
Feira de Santana - 2015
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