A aniversariante de hoje é santanopolitana, do signo de Virgem e sob proteção de Obaluaiê, Maria José Almeida Candeal.
Feliz
aniversário! Que sua vida seja cheia de bons e felizes momentos. Parabéns!
A aniversariante de hoje é santanopolitana, do signo de Virgem e sob proteção de Obaluaiê, Maria José Almeida Candeal.
Feliz
aniversário! Que sua vida seja cheia de bons e felizes momentos. Parabéns!
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REMINISCÊNCIAS
Eli Oliveira
“Mirei no meu coração, vi os outros, vi meu sonho, encontrei o que queria.” Cecília Meireles
Um interregno imposto pelas circunstâncias, esta coluna retorna. Um dos seus objetivos vem sendo alcançado – mirar movimentos do passado que deram frutos. Os que estão, hoje, desenvolvendo atividades holísticas passam a compreender melhor que os fios trançados, ontem, numa rede benéfica, contribuíram para o trançado da rede de hoje e para o que virá depois.
Diga-se, de passagem, que grupos feministas, ao resgatar a força da mulher, tiram-na do baú do esquecimento resgatando, inclusive, seus feitos, suas construções. É por aí, também, que estou indo. Anteriormente, comentando pioneirismos no campo das chamadas terapias alternativas, enfoquei duas figuras plácidas, na placidez antiga desta cidade – Carminha e Elda (Corpo/Mente, n°9 e 10). Agora, Eli oliveira. Idos de 70, em viagem pelo interior da Bahia, como Técnico em Educação, pela Secretaria da Educação e Cultura, coordenando, juntamente com colegas da SEC, atividades pedagógicas, no Colégio Estadual de Feira de Santana, em um dos grupos, de Educação Artística, conheci Junília Oliveira – Eli. De logo, estabeleceu-se entre nós um diálogo em torno da arte musical e de questões espirituais.
Professor da UEFS, reencontrei-a. Conheci Dr. Herval, seu esposo, e Ângela Oliveira, filha do harmonioso casal. Tinha início uma sólida amizade. Levaram-me para conhecer a Escolinha de Dança Criativa U que funcionava na residência da família, à Rua Castro Alves, n° 792. Demorei-me naquele espaço muitas tardes, deliciando-se com a atmosfera infantil reinante – tudo ali dançava! Minha filha, Marília, ensaiava então seus primeiros passos do ballet em direção à futura EARTE.
Com o funcionamento da EARTE (1979), outros cursos, ao lado da dança, foram implantados – ginástica, musculação, capoeira, karatê. A intenção de Eli e Ângela iria mais longe. Não apenas cursos isolados, mas, ações globalizadoras, vivências de cada um, de cada grupo, caminhos diversificados em busca de uma meta maior – a unidade latente em todas as coisas. Numa prova disso, a criação, mais tarde, do projeto Arte e Movimento. Os encontros sabatinos abrangiam Dança/Poesia/Música, com Grudefs, Grutearte, Minigrudefs, Seminário de Música. Em uma das apresentações do Seminário, do qual fiz parte muitos anos, aconteceu a performance dos grupos da EARTE e do Seminário, comigo na flauta doce e Clóvis Rodrigues e Jairo Nascimento, com clarinetes – um dos momentos de fruição artístico-espiritual, dança e música integradas.
Eli e Ângela espraiando a cultura de uma maneira abrangente/integradora continuavam presenteando a comunidade feirense com propostas desafiantes. Na bagagem das excursões pelo Brasil e pelo exterior, a jovem trazia danças variadas, alimentação natural, yoga, acupuntura, músicas, massagens.
Eli que, nos anos sessenta, estudou música no Seminário (ligado à UFBA, depois à UEFS), aqui, em Feira de Santana, teve como professores, dentre outros, Hildebranda Káteb, Hamilton Lima, Georgina Lima. Ao tempo em que concluía o curso de yoga com De Rose, em Salvador, iniciava-se como instrutora e continuava dando aulas de música.
No início dos anos 80, investindo no campo das terapias alternativas, Eli, auxiliada por Ângela, convidou focalizadores e profissionais, possibilitando vivências integradoras, inclusive orientais, visando o equilíbrio físico-mental-emocional-espiritual. Assim é que a vinda do Engenheiro Agrônomo, Edson Hiroshi, com experiências de artes marciais e de projetos ecológicos, a do mestre sufi Gurudev Sing Khalsa, com Kundalini Yoga, a quem muito devo o aprendizado nesse campo e dos estudos teóricos e práticos sobre os Chakras. É oportuno dizer que, durante alguns anos, mantivemos contato, e um dos seus discípulos, Sat Nam, vez em quando, hospedava-se em nossa casa, proporcionando-nos diversas práticas, na condição de intermediário do mestre Gurudev. Graças também a Eli e Ângela, visitou-nos o médico naturalista salvadorenho, José Efraim Melara, outra iniciativa que ampliou o horizonte, com respeito à medicina natural e ao naturalismo.
E a EARTE vicejava graças à qualidade das sementes e dos cuidados que lhe destinavam. Infelizmente, em outubro de 1983, no cenário, a falta de Ângela Oliveira, vítima de acidente automobilístico. De repente, um hiato na vida de Eli que, a todo custo, pondo à prova sua força interior, tenta recuperar-se, administrando a perda, em trabalho constante. Passa uma temporada em Salvador, à busca de novos caminhos. Nas viagens para Figueira, um novo horizonte. Eli encontra um modo de viver compatível com suas experiências anteriores e seus anseios, continuando a navegar pelos mares da vida, com esperança e muita fé. Residindo, agora, em Lavras (MG), semanalmente, vem desenvolvendo atividades musicais no espaço coordenado por trigueirinho.
Eli, por estes dias, está entre nós, vamos abraçar, ver de perto uma das guerreiras da paz que mantém a esperança no paraíso que está dentro de todos nós e que precisa ser (re)descoberto. E como disse, neste jornal, na edição de dez./2001/n° 10: “Pessoas e grupos subindo os degraus da nova consciência contribuem para o estabelecimento de um bem pensar – ecológico e espiritual – na Terra”. Seja bem-vinda Eli.
Tema de palestra no IGHB dia 30/08
Em 6 de setembro de 1822 foi instalado no Salão Nobre do Hospital São João de Deus (atual Santa Casa de Misericórdia) da então Vila de Cachoeira o “Conselho Interino de Governo da Província da Bahia”. Este governo rebelde foi criado para dirigir a luta dos baianos na Guerra pela Independência, iniciada três meses antes, em 25 de junho daquele ano, quando Cachoeira foi bombardeada após pelos portugueses após aclamar Dom Pedro “Defensor Perpétuo do Brasil”. Salvador, ocupada militarmente por forças militares lusitanas, estava sitiada e no Recôncavo, área em torno da capital, travavam-se combates em terra e mar entre brasileiros e portugueses. Para marcar o bicentenário da data, o Instituto Geográfico e Histórico da Bahia (IGHB) e a Santa Casa de Misericórdia de Cachoeira realizarão no próximo dia 30 (terça-feira), às 16 horas, uma palestra (seguida de debate) do médico, professor e escritor João Batista Cerqueira, autor de um livro sobre a história do Hospital de São João de Deus.
Três meses após ter sido criado, o “Conselho Interino de Governo da Província da Bahia” foi reconhecido por Dom Pedro I - após proclamar a Independência e ser coroado Imperador - como o legítimo governo da Bahia, com quem passou a se corresponder. O monarca enviou para o Recôncavo instruções, armamentos, munições e forneceu apoio, sob diversas formas, para os baianos na guerra que se iniciou três meses antes do Grito do Ypiranga. Dom Pedro inclusive comunicou ao “Conselho” a vinda para a Bahia do General Pedro Labatut, comandante das forças terrestres, e do Almirante Lord Cochrane, à frente de uma flotilha naval, e um grande contingente de militares como reforço para a expulsão dos portugueses da Bahia. Ele determinou ainda que fossem prestados aos dois comandantes todo o apoio necessário.
COMPOSIÇÃO
O governo instalado em Cachoeira tinha um deputado eleito por cada vila e na sua composição inicial teve a participação de representantes de Cachoeira, Santo Amaro, São Francisco do Conde, Maragojipe e Jaguaripe. Mais tarde se integraram a ele outros deputados, representando cada vila que fosse aclamando o Imperador Dom Pedro I. Durante a sua existência chegou a ter representantes de 27 vilas da Bahia e só foi extinto com a vitória final dos brasileiros, em 2 de Julho de 1823, quando Salvador foi libertada e o governo transferido para capital da província. Durante a guerra ele coordenou e dirigiu todas as ações de um governo civil, com atuação nas esferas administrativa, legislativa e judicial.
Além disso, o Conselho Interino de Governo da Província da Bahia municiou os pontos de combate, distribuídos em diferentes locais do Recôncavo, com armamentos, munição, mantimentos e remédios. Esse apoio logístico foi possível porque além da ajuda vinda do Rio de Janeiro o órgão realizou campanhas para arrecadar pólvora, mantimentos e víveres, efetuou empréstimos para angariar recursos e confiscou bens de inimigos da causa brasileira. Criou também uma Casa da Moeda em Cachoeira e uma Alfândega em Morro de São Paulo. Proibiu ainda que embarcações atravessassem a Baía de Todos os Santos conduzindo alimentos para abastecer Salvador. A sua atuação foi reconhecida como essencial para a vitória final dos brasileiros na guerra que consolidou a independência do Brasil.
Mais uma etapa no caminho da vida completa hoje os santanopolitanos, do signo de Virgem e sob proteção de Obaluaiê, José Carlos Pedreira (Zé Coió) e Maria José Quintela Oliveira.
Parabéns por hoje, mas felicidades sempre.
MARCOS PÉRSICO – Santanopolitano, cineasta, teatrólogo, escritor.
A VIAGEM DE RODOPHOLFO
(COM PH DE PHARMÁCIA)
[...] Vamos aos fatos do romance de Tibúrcio com o filho do dono
da pharmácia. Por que tudo foi ocultado [...]
SEU FLORFNTINO,
FARMACÊUTICO, ERA fanático por futebol. Como 1966 seria o ano
do tri campeonato, pois a seleção havia vencido a copa de 1958 na Suécia e 1962
no Chile, agora era a vez da vencer na Inglaterra.
Seu florentino resolveu viajar
para assistir aos jogos e voltar tri campeão.
Rodolpho já estava com 19 anos e
resolveu ir junto com o pai para este passeio. Quando comentou com Tibúrcio que
ficaria mais de um mês ausente da cidade, ele (ou ela) quase morreu de ciúme.
Se sentiu abandonado, traído,
desprezado, um objeto, essas coisas de viado. Mas era a situação real, ele
tinha mesmo que se conformar. Na noite que antecedia a viagem, saíram para comemorar
a despedida. Beberam, se beijaram, prometeram fidelidade, cumplicidade.
Tibúrcio fez Rodolpho prometer que lhe seria fiel, que escreveria assim que
chegasse a Londres... Essas frescuras.
Na madrugada, antes de cada um ir
pra suas casas, resolveram transar ao lado do coreto. Aquela seria uma noite
romântica para Tibúrcio. Dar a bunda à luz do luar.
Quando estavam nas vias de fato,
(muito mais no fato do que na via), o delegado dá um flagrante nos dois e
ordena a prisão de ambos. Tentaram se explicar, mas não teve diálogo. Cadeia.
Ao amanhecer, o delegado chega à
delegacia e vai logo para a carceragem conversar com os dois.
Ao entrar no corredor da
carceragem, Tibúrcio chama logo o delegado e diz:
- Por favor, delgado, solte logo
Rodolpho, ele tem uma viagem pra fazer com o pai dele. Vão até Recife embarcar
para Londres. Não é justo o senhor manter ele preso aqui dentro.
- E por que não pensaram nisso,
antes de fazer o que estavam fazendo em praça pública? Aquilo lá é lugar do
senhor dar a bunda?
- Mas delegado, eu assumo. A culpa
foi minha, solte Rodolpho, por favor.
O delegado olha pra Rodolpho e
pergunta:
- O senhor é filho de quem?
- Sou filho do dono da Pharmácia.
- O senhor é filho de seu Florentino,
um homem honrado, um homem sério, de respeito... Se prestar a um papel desses
com um viado, vagabundo que nem pai tem? O senhor devia ter vergonha de se
misturar com esse tipo de gente. Vou soltar o senhor, mas esse viado vai ficar
aqui, pra aprender a respeitar a cidade alheia...
Mandou abrir a cela e Rodolpho
saiu. Tibúrcio começou a chorar ao ver seu amor sair sem se despedir dele.
O delegado voltou pra sua sala.
Mais tarde, como a notícia já
havia chegado ao bar do seu Zeca, não demorou muito, o prefeito ficou sabendo
que seu filho Tibúrcio estava preso, só não contaram o motivo da prisão.
O prefeito mandou chamar o
delegado até a prefeitura pra saber o que havia acontecido.
Dr. Roque, o delegado, se fez anunciar e teve a
permissão de entrar no gabinete do prefeito, que por sinal, não estava com cara
de muitos amigos. Foi curto e grosso.
- O senhor agora deu pra perseguir
os meus dois filhos, delegado? Que história é essa de prender meu filho?
- Boa tarde Sr. Prefeito. Não prendi
seu filho. Prendi por atentado violento ao pudor o filho do Sr. Florentino,
dono da pharmácia, e um homossexual qualquer. Os dois estavam fazendo sexo ao
lado do coreto. Pelo que sei, seu filho é muito macho, haja vista o que estava
tentado fazer com a minha filha.
O prefeito orgulhoso da
masculinidade dos filhos, disse:
- Graças a Deus, meus dois filhos
saíram ao pai. Macho. Não podem ver um rabo de
saia.
-
Dois filhos coronel?
-
Sim. Dois filhos. Deoclécio, seu genro e
Tibúrcio o meu filho do meio.
-
Como é esse seu filho do meio?
-
É um cabra macho. Parece muito comigo.
Comedor. Vive encangado com o filho de seu Florentino. Os dois juntos
aterrorizam a meninas dessa cidade. Aquele sabe viver...
-
O senhor tem uma foto dele pra me
mostrar. Eu acho que não conheço.
-
O prefeito tirou uma foto de dentro da
carteira e mostrou pro delegado. Nesse instante o delegado engasgou com a
própria saliva, começou a se sentir mal. Pediu licença e saiu da sala. O
prefeito o acompanhou.
-
O senhor está melhor, delegado?
-
O delegado sem saber o que fazer pra
contar o ocorrido:
-
Estou sim, prefeito... Estou melhor...
Acho que o senhor deve ir comigo até a delegacia.
-
Fazer o que lá? Está com medo de morrer
engasgado?
-
Não senhor, prefeito... Quem pode morrer
engasgado é o senhor.
-
E saíram em direção à delegacia.
-
No bar do seu Zeca já estava o maior
burburinho. Na porta da prefeitura então...
-
Seu Zeca não poderia perder esse
flagrante, fez um lanche e foi levar para Tibúrcio na carceragem. Era a forma
de ficar bem perto dos fatos. Conseguiu entrar graças a uma propina que deu ao
carcereiro. Já em 1966 se corrompia carcereiro.
-
O delegado e o prefeito entraram. Dr.
Roque estava transpirando acima do normal. Sentou-se, mandou o prefeito se
sentar e começou uma conversa estranha com o coronel.
-
Sabe coronel, tem coisas que os filhos da
gente fazem e nós temos que relevar.
- Eu sei delegado. O ocorrido com o meu filho e a sua filha é coisa da juventude. Nós já tivemos aquela idade.
-
Pois é coronel. Mas se alguma coisa não
deu certo com um filho, não significa o fim do mundo. Não criamos os filhos
para nós, criamos para o mundo.
-
Eu sei disso delegado. Eu, graças a Deus,
criei meus filhos ensinando sempre o correto. Sempre fui muito enérgico com
eles. Os meninos são homens, tem que aprender a se virar. Já a filha moça, a
gente tem que ter certo cuidado, na verdade é a mãe quem educa a filha e o pai
educa o filho macho.
-
É verdade, coronel. Mas nem sempre dá
certo, né?
-
Dá certo sim, delegado. Tem quer ser
enérgico pra educar filho homem. Tem que ter pulso firme... Senão vira boiola...
O senhor me entende?
-
Entendo sim prefeito... Entendo muito
bem.
-
O prefeito olhou para os lados, se
certificou de que não tinha mais ninguém por perto e falou baixinho:
-
O delegado tem filho homem?
-
Tenho um filho que mora em Recife, vai se
formar este ano.
-
Ainda bem baixinho:
-
Por acaso o seu filho se despombalizou?
Virou frutinha?
-
Não entendi, prefeito.
-
Vou ser direto. Por acaso o seu filho é
viado?
-
O delegado deu uma gargalhada. Não se
conteve.
-
Não Sr. Prefeito, o meu filho é homem,
cabra macho.
-
Ainda bem... Já pensou que desgosto pra
um pai ter um filho viado?
-
Deve ser horrível coronel.
-
Deve ser.
-
O delegado resolve entrar no assunto.
-
E se o senhor descobrisse que um filho
seu é viado?
-
O coronel sorriu:
-
O senhor não imagina o que eu seria capaz
de fazer...
-
O que faria coronel?
-
Eu confesso que mato... Eu não aceito
isso... Eu mato.
-
O delegado tentou se livrar do problema.
-
Bem coronel, a conversa está boa, mas eu
vou pra casa. Obrigado por ter me ajudado a me livrar daquele engasgo, Já
estou bem melhor.
-
O coronel querendo ver o filho, pergunta:
-
Mas é verdade que meu filho foi preso
pelo senhor?
-
Não é verdade. Alguém deve ter contado
uma história errada. Foi o filho do farmacêutico e um viado que eu prendi. Seu
filho jamais entraria aqui.
-
Saíram juntos.
-
O delegado colocou a mão esquerda no
ombro do prefeito e caminharam boa parte do tempo assim.
-
Como bons amigos.
-
Mais tarde, o delegado retornou à
delegacia e mandou soltar Tibúrcio, mas não sem antes passar um sermão.
-
A noite já tinha caído e Tibúrcio
chorando, caminhou pela praça sozinho.
-
Não havia Rodolpho, não havia ninguém.
-
Apenas um andar solitário.
13º
CONGRESSO INTERNACIONAL DAS MISERICÓRDIAS.
Na oportunidade, entregou ao Presidente da Confederação Internacional das Misericórdias - Dr. Manuel de Lemos de nacionalidade portuguesa, o livro CARIDADE, POLÍTICA E SAÚDE de autoria do Dr. João Batista de Cerqueira, tese de doutorado que descreve a rica história dos 293 anos de funcionamento do Hospital Filantrópico São João de Deus da Santa Casa de Cachoeira,
(primeira
Santa Casa fundada no Brasil já independe do império português e única fundada
por determinação de D. Pedro I, em homenagem à ativa participação do Hospital
São João de Deus na luta pela Independência da Bahia Brasil.
O Provedor
Luiz Costa Araújo que também é tesoureiro da FESFBA - Federação das Santas
Casas e Hospitais Filantrópicos da Bahia, juntamente com Dora Nunes - Presidente
da FESFBA, e do Presidente da CMB Mirócles Verás entregou o mesmo livro ao ex
Governador de São Paulo e atual candidato a vice Presidente do Brasil Geraldo
Alckmin que esteve no 30° Congresso representando o candidato a Presidente do
Brasil Lula.
Hoje completa nova data de nascimento o santanopolitano, do signo de Virgem
e sob proteção de Obaluaiê, Almir Miranda Fernandes.
Desejo
que seu aniversário lhe traga uma felicidade imensa e que você possa realizar
todos seus desejos nessa nova etapa de vida. Parabéns!
ANTONIER NUNES RIOS - 2010/2011:
Nasceu em Mairi/BA, no dia 29 de maio de 1945. Filho de Er da Rocha Rios e da
Sr.a Antônia Nunes Rios.
Veio para Feira de Santana, em 1962, juntamente com
sua família, que aqui fixou sua residência. Estudou no Colégio Estadual,
cursando o ginásio e fez o Curso de Contabilidade no Colégio Santanópolis.
Bacharel em Ciências Contábeis, pela UEFS
(Universidade Estadual de Feira de Santana), na turma de 1980.
Casado com a Sr. a Sônia Cerqueira Rios,
professora, com quem teve os filhos: Maurício Cerqueira Rios - Engenheiro de
Alimentos; Paula Cerqueira Rios - Comerciante e Enfermeira e Fernanda Cerqueira
Rios — Odontóloga e tem um neto, Mateus Rios.
Na sua vida profissional exerceu os seguintes
cargos: Contador da Indústria Pirelli da Bahia S/A (1974 a 1987); Gerente
Administrativo-Financeiro da Biscoitos Águia S/A, Salvador/BA (1987 a 1991) c
atualmente tem Asscssoria e Consultoria Contábil para várias empresas, desde
1992, em feira
Conheceu os países: Argentina Paraguai, Uruguai
Portuga] e Espanha a título de passeio, apreciando suas riquezas naturais, c
costume dos povos e os pontos turísticos destes países. Percorreu quase todas
as capitais do Brasil.
Foi admitido no Rotary Club Feira Leste, no dia 10
de outubro de 2007, indicado pelo padrinho Gcrmínio Orlando Sampaio Braga.
Eleito presidente do Club realizou as seguintes atividades: deu continuidade ao
Projeto do Banco de Cadeiras de Rodas, onde fez várias doações a pessoas
necessitadas; participou nos custos do Projeto de construção do Centro
Odonto-Médico Théodulo Bastos de Carvalho Júnior.; conseguiu junto à
Prefeitura, através do Secretário do Planejamento, Carlos Brito, a doação do
novo Marco Rotário do Rotary Club Feira Leste, localizado na Avenida José
Falcão da Silva, o qual foi inaugurado na gestão do Presidente José Maurício
Machado de Araújo, quando foi concluída a obra, na administração do Prefeito
Dr. Tarcízio Suzart Pimenta Júnior.
Recebeu o Título Paul Harris.
Fonte: Lélia Vitor Fernandes de Oliveira
Comemoram mais um ano de vida o santanopolitano, do signo de Virgem e sob proteção de Obaluaiê, Baldomero Gonçalves.
Nosso desejo é a repetição deste evento
por muitos anos com saúde.
Fatalmente, sociedades
humanas, Interagindo com
oscilações, Constroem, nas
bordas tiranas, Nichos de
muitas razões.
A princípio tudo parece Tão
simples de compreender: Mas
é que a teia só tece O que lhe
foi dado a tecer.
A malha da nossa vida Frágil,
incompleta, ferida,
Vê-se, aos poucos, se esgarçar
ÉTICA E ESTÉTICA: DUAS FORMAS DE SE VIVER O CONTÍNUO ESPAÇO- TEMPO
Sabemos, desde as grandes constatações de Marx, que “não é a consciência que determina a vida, mas a vida que determina a consciência”. Só que, tanto a vida como a consciência se deslocam e se ressignificam, dentro de molduras previamente formadas e formatadas pela história, com o respaldo da geografia que produziu o ambiente (espaço físico) onde se instalou a coletividade humana (espaço social).
O tempo
histórico e o espaço social consolidam a dualidade onde as heranças que o ser
humano (antropologicamente considerado) exercitam as suas experiências. Viver
é experimentar. sociais
Portanto, tanto as ilações morais como estéticas procuram, geralmente, equlibrar-se entre o o ético e o êmico que as histórias das suas respectivas sociedades e culturas conceberam para os mais determinados agrupamentos sociais.
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Tereza |
Comemorando data de nascimento hoje as santanopolitanas, do signo de Virgem
e sob proteção de Obaluaiê, Maria Terezinha dos Reis Souza (Tereza) e Neyde Luiza Pinho Aloisia Oliveira.
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Neyde |