Símbolos do Santanópolis

FOTO OFICIAL DO ENCONTRO

FOTO OFICIAL DO ENCONTRO

sexta-feira, 22 de outubro de 2021

ANIVERSÁRIO DE LIDIANE

Comemorando data de nascimento a santanopolitana, do signo de Libra e sob proteção de Oxumaré, Lidiane Argene. 

Desejo muita paz, alegria, sorte e sucesso para você sempre! Feliz aniversário!

 

quinta-feira, 21 de outubro de 2021

AS BELAS RESTAURAÇÕES DA BAHIA - II


Antonio Edson, Santanopolitano.

Repassando ZAP, colaborando com a série 
 

AS BELAS RESTAURAÇÕES DA BAHIA - I













ANIVERSÁRIO DE DARIO E VALDICE

Hoje é festa nas residências dos santanopolitanos, do signo de Libra e sob proteção de Oxumaré, Dario Mascarenhas de Oliveira Filho e Valdice Edington dos Santos.

Aniversário não é apenas aumentar um número à idade, devem se alegrar e celebrar por completar mais um ano de vida. Feliz aniversário!



 

quarta-feira, 20 de outubro de 2021

ARTES CONSAGRADAS COM MONTAGENS DO COTIDIANO - VI

Antonio Edson, Santanopolitano.

Recebendo várias fotos com montagens de  quadros famosos criando arte mesclada do cotidiano.
Edson Identifica parte das belas artes dos grandes pintores.
No Blog uma série destes quadros.




Obra: "O Nascimento de Vênus"

Autor: Sandro Filipepi Botticelli (1445/1510)

Pintor renascentista italiano.

Recorte utilizado: a cabeça e pescoço de Vênus.

Local: Galeria Uffizi, Florença, Toscana, na Itália.



 

ANIVERSÁRIO DE TINHO, DANETE E JOSENILSON

Tinho

 Comemorando data de nascimento os santanopolitanos, do signo de Libra e sob proteção de Oxumaré, Ailton Pitombo (Tinho), Danete Amélia de Araújo Miranda e Jadilson Tosta da Silva.

Feliz aniversário! Que sua vida seja cheia de bons e felizes momentos. Parabéns!

Josenilson

terça-feira, 19 de outubro de 2021

ANIVERSÁRIO DE ANA

Mas uma etapa da estrada da vida  cumpre hoje a santanopolitana, do signo de Libra e sob proteção de Oxumaré, Ana Maria Nascimento.

Parabéns por hoje, mas felicidades sempre.

 

A FEIRA QUE VIVI - II

ROQUE ARAS 
 

Continuação da postagem A FEIRA QUE VIVI - I

A economia de Feira, naquela época, se baseava na criação de gado, na exportação de fardos de folhas de fumo e no comércio, independentemente de sua agricultura de subsistência.

    Edelvito CampeloSua elite (e aqui são citados os personagens mais destacados) era formada por abastados criadores de gado (Arnold Silva, Eduardo Fróes da Mota, Carlito Bahia, João Carneiro (pai de João Durval) e Heráclito Carvalho, este também exportador de folhas de tabaco, como o eram Donga Falcão, os irmãos Fraga Maia e Galeno Fraga. Empregavam mulheres em seus armazéns de fumo onde eram selecionadas as folhas perfeitas, compradas de lavradores da região (ou entregues pelos financiamentos recebidos), após o que, devidamente prensadas e amarradas em grandes fardos, eram embarcados por via férrea para Salvador. Na Capital ou em São Félix, famosas indústrias fabricavam cigarrilhas e charutos consagradas mundialmente (Suerdieck, Talvis e Dannemann); esta chegou a produzir um dos dez melhores charutos do mundo (Corona escuro); destaque também para alguns donos de alambiques (Genésio Moreira, liderem Humildes, Cel. José Pinto, pai de Chico Pinto); e os prósperos comerciantes (João Marinho também produtor de açúcar (Usina Itapetingui), Hermínio Santos (ferragens), João Pires (tecidos), Hermógenes Santana (louças), Cícero Carvalho (joias) Armando Oliveira (o alfaiate da elite); alguns advogados ( Edelvito Campelo também político, o criminalista polêmico Jorge Watt); os médicos (Augusto Matias, Renato Santos SilvaRenato Sá, o humanitário Gastão GuimarãesWaldy Pitomboe Augusto Freitas, que também eram criadores, e Dival Pitombonotável educador.)

Não sou e não desejo ser historiador, sequer simples pesquisador; nem pretendo sê-los (lembrando Jânio, o ex-presidente), embora tenham por essas pessoas reconhecimento pelo importante papel que exercem na memória e na educação do povo. A Feira tem doutores e leigos que já se ocuparam e se ocupam dessas funções. Podem perfeitamente me dispensar de tais misteres.

Valho-me fundamentalmente da memória, com as falhas naturais, provocado pelo isolamento imposto pelo Corona Vírus, que já visitou dois filhos e uma neta, felizmente em breve hospedagem, expulso de pronto por outro filho, profissional da área, com medicação objeto de controvérsias...

Voltemos às tais reminiscências. Em 1948, o município era dividido em 10 distritos: Sede, Bomfim de Feira, Humildes, Pacatu (Sta. Bárbara), Tanquinho, Tiquaruçu (São Vicente), Maria Quitéria, Jaguara, Anguera e Ipuaçu.

Os mais influentes "coronéis" eram, pela ordem dos feudos acima nominados, Teódulo Carvalho, Genésio Moreira, Antônio Cunha, Abílio Santa Fé e José Gregório (PSD), Godofredo Leite, Juvêncio Braga, Artur Vieira e João Carneiro (UDN). O prefeito, Agnaldo Boaventura (PTB), e na Câmara eram treze edis, com destaque para Áureo Filho, Augusto Matias, Abílio Santa Fé e Edelvito Campelo. Seu deputado estadual, Carlos Valadarese juiz, Alibert Batista.

Sua política sofria grande influência dos líderes distritais, vez que a população rural era o dobro daquela que residia na cidade, com predominância da UDN/Arena. Em 1972, a balança pendeu para o lado do MDB, em razão do trabalho promovido por um vereador da oposição.

Obs: Os nomes grifados são de santanopolitanos. Clicando o mouse em cima vai para a postagem do perfil.


Replicando: Revista do Instituto Histórico e Geográfico de Feira de Santana nº 17 


segunda-feira, 18 de outubro de 2021

O QUE É ANOSOGNOSIA?

Jailde Rodrigues
   Jailde mandou por ZAP o texto abaixo, que postamos abaixo.

É o esquecimento temporário,  ou momentâneo, comum em pessoas acima dos 60 anos. Não confundir com Alzheimer.

No final, do texto a seguir, faça um  esforço, e tente descobrir,  o "C", o "6" e o "N".

Tudo muito legal para sua memória.

Vamos lá:

Esquecimento temporário, do professor francês Bruno Dubois.

"Se alguém está ciente de seus problemas de memória, ele não tem Alzheimer".

1. Eu esqueço os nomes das famílias ...

2. Não me lembro onde coloco algumas coisas!

A informação está sempre no cérebro, é o" processador "que está em falta. Isso é "Anosognosia" ou esquecimento temporário.

Metade das pessoas com 60 anos ou mais apresenta alguns sintomas devidos à idade e não à doença. Os casos mais comuns são:

- esquecendo o nome de uma pessoa,

- indo para um quarto da casa e não lembrando por que estávamos indo para lá

- uma memória em branco para um título ou ator de filme, atriz,

- uma perda de tempo procurando onde deixamos nossos óculos ou chaves!

 

Depois de 60 anos, a maioria das pessoas tem essa dificuldade, o que indica que não é uma doença, mas uma característica devido ao passar dos anos.

Muitas pessoas estão preocupadas com esses descuidos, daí a importância da seguinte declaração:

"Aqueles que estão conscientes de serem esquecidos não têm nenhum problema sério de memória."

"Aqueles que sofrem de uma doença de memória ou Alzheimer não estão cientes do que está acontecendo".

 

Agora, para um pequeno teste neurológico:

Use apenas seus olhos!

1- Encontre o C na tabela abaixo!

OOOOOOOOOOOOOOOOOOOO

OOOOOOOOOOOOOOOOOOOO

OOOOOOOOOOOOOOOOOOOO

OOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOCOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO

 

2- Se você já encontrou o C...,

em seguida, encontre o 6 na tabela abaixo.

99999999999999999999999999999999999999999999999999

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3- Agora, encontre o N na tabela abaixo. Atenção: é um pouco mais difícil!

MMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMNMMM

MMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMM

MMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMM

MMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMM

MMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMM

 

Se você passar nesses três testes sem problemas:

- seu cérebro está em perfeita forma!

- está longe de ter qualquer relação com a doença de Alzheimer.



 

ANIVERSÁRIO DE CRISTINA. NIDIA, JAMILE E YANI

Cristina

A turma boa que completa mais um ano de vida hoje são as 

Nidia
santanopolitanas, do signo de Libra e sob proteção de Oxumaré, Cristina Melo Bautista, Euclenídia da Silva Rabello (Nidia), Jamile Menezes Garrido e Yani Brasileiro.
Jamile

 Desejo que seu aniversário lhe traga uma felicidade imensa e que você possa realizar todos seus desejos nessa nova etapa de vida. Parabéns!
Yani

 


domingo, 17 de outubro de 2021

INDÚSTRIA - PRIMEIRO PASSO PARA O DESENVOLVIMENTO DE FEIRA DE SANTANA - I

Lélia V. F. Oliveira
Santanopolitana
 LÉLIA VITOR FERNANDES OLIVEIRA (PERFIL)

   Feira de Santana, por vocação, nasceu de uma feira livre, de uma feira de gado e da exploração da agricultura familiar.

    Na Opnião dos estudiosos da evolução do povoado disse: "a feira cresceu, atriu homens, tropas e gêneros de várias partes ao povoado, que se constituía; e a população que se multiplicava à sombra foi imprimindoo traço dominante do escambo e da mercancia e mercando com a preocupação ascendentes de câmbios de trocas e lucros." - Renascença/Setembro/ 1951.

Foto da feira livre de 1923

    A agricultura era prodizida nas comunidades familiares com o cultivo de: feijão, milho, cana-de-açucar, mandioca, algodão, fumo, verduras e frutas.

    A cana-de-açúcar em São José das Itapororocas só produzia para o consumo local (1817) com três engenhos em atividade e produzia rapadura e cachaça. 

    Além do cultivo de produtos alimentares, plantados pelos escravos e pelos homens livres, novas culturas apareceram, como as do fumo e do algodão, sendo as mais importantes.

    A pecuária foi uma atividade que se desenvolveu bastante e, até os dias de hoje com a criação de animais: bovinos, suínos, equinos, ovinos e muares.

    Na época da Independência do Brasil na Bahia surgiram criadores de gado e agricultores de algodão e entre eles se destacou o Sr. Gonçalves Alves, o pai da nossa heroína Maria Quitéria.

    Em 1828, a feira do gado se firmara como a mais importante da província e o gado era vendido em maior proporção.

    


        As boiadas vindas do Piauí, Mato Grosso, Goiás e Minas Gerais, passando por Feira de Santana, aproveitando as águas e pastagens próprias para o gado, então as tropas descansavam. Em consequência disto, surgiu a feira do gado que se constituiu a principal fonte de renda da região, naquela época.

Em 1833, o gado não poderia mais negociar dentro da vila, mas no campo do gado ou Campo da Gameleira. Em 1838, a Câmara designou oficialmente o Campo da Gameleira como localização para a feira de gado e cavalos.

Em 1838, um dos primeiros empórios foi o de Abraão e Isaque Sabag (hebreus) uma loja de quinquilharias, molhados e gêneros estrangeiros.

O comércio se expandiu em torno da feira de gado, que para atender à população flutuante, de compra e venda e com a instalação de armazéns, boticas, drogarias e casas de pouso, hoje tornando-se o 25 maior município em expansão comercial do Estado.

Com o crescimento populacional e comercial da cidade a indústria foi sendo implantada paulatinamente.

As olarias na construção de adobes e telhas.

Em 1875, o fabrico de dormentes para a estrada de ferro. Eram preparados sem o emprego de máquinas. As árvores eram abatidas e os dormentes eram serrados à mão.

O carvão vegetal era bastante utilizado, porque não possuía outros tipos de combustível.

As fábricas de sabão foi um dos primeiros artigos de uso doméstico, antes de 1860. Em 1881, uma fábrica operava no município. Em 1894, uma fábrica usava máquinas a vapor.

Uma das principais indústrias domésticas do município a partir de 1860 era a preparação da farinha de mandioca em moinhos localizados nas fazendas, no preparo de beijus, tapioca, goma, puba, etc. Também ofubá de milho era produzido em larga escala nesta época.

A indústria do fumo no manufaturamento do cigarro e do charuto, em 1860.

Segundo historiadores afirmam que a industrialização começou com o artesanato, com fabricação de material de couro: arreios, selas, sapatos e outros acessórios: roupas como gibão, botas, jaleco, luvas, chapéus, etc (Manoel Ribeiro de Macedo & Irmão – 1877). 

Replicando: Revista do Instituto Histórico e Geográfico de Feira de Santana nº 17 

Filme do Santanopolis dos anos 60