Símbolos do Santanópolis

FOTO OFICIAL DO ENCONTRO

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quinta-feira, 24 de fevereiro de 2022

HÁ CERTO TEMPO

GIL MÁRIO DE OLIVEIRA MENEZES

Gil Mário, enviou a foto abaixo em que o fundador do Colégio Santanópolis, Áureo de Oliveira Filho, na época Deputado Estadual, inaugurando prédio "Colégio Estadual  Áureo Filho". O prefeito Senhor Vitor, também na foto, o homenageou em agradecimento ter conseguido a criação desta unidade de educação, junto ao governo do estado.

Hoje existe cinco unidades de educação na Bahia com o nome Áureo Filho.

  
 

Na foto, da esquerda para a direita: o 3º Áureo Filho e o 4º Sr. Vitor. 

sexta-feira, 21 de agosto de 2020

NOVENTA ANOS CULTIVANDO AMIZADES, ARTE E CULTURA

Gil Mário de Oliveira Menezes - Santanopolitano, foi professor titular B da Universidade Estadual de Feira de Santana - UEFS de 1976 a 2012, artista plástico, membro do Instituto Histórico e Geográfico e da Academia de Letras e Artes de Feira de Santana. 

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A festejada crítica de arte Matilde Matos e a Professora Maria Cristina Menezes “Marinita”, tem em comum o hábito de cultivar amizades. O que fazem prazerosamente há 90 anos.
À esquerda Matilde Matos
 e à diretita Marinita 
Matilde Augusta de Matos nasceu em 1927, na cidade de Caicó, Rio Grande do Norte. Veio a fixar residência em 1933, no Estado da Bahia, inicialmente em Serrinha e posteriormente na cidade de Feira de Santana, estudando no Colégio Santanópolis onde conheceu Marinita (minha mãe).
Na comemoração do aniversario de 90 anos de Marinita, constatei a presença de amigos do tempo das férias em Itaberaba, na residência de meus bisavós. Ainda solteiras e jovens fizeram amizades duradouras com Margarida Mendo Mendonça, Lelita Vaz de Queiroz, Noelia Sincurar de Andrade, Nilda Mascarenhas de Castro, Evoá Ferreira e Antônia de Loreto entre outros.
As amizades continuaram em Feira de Santana, época que o Sr. Mendo, pai de Margarida, gerenciava o único correio e telégrafo da cidade, funcionando em frente a nossa casa, nas imediações da Prefeitura Municipal. Quanto a Matilde, considerada de inteligência diferenciada, liderava as atividades esportivas do Santonópolis e não faltavam passeios ao Parque Bernardino Bahia, na época área de lazer e amizades. Em 1968, Matilde transferiu sua residência para a capital, Salvador, assumindo uma coluna no Jornal da Bahia onde abordava atividades culturais e artísticas da cidade e regiões. Sempre requisitada para criar e coordenar grandes eventos nesta área. Fui também beneficiado por suas ações com o registro no livro “50 anos de Arte na Bahia”, obra que todo artista gostaria de ser citado.

Representante da ABCA – Associação Brasileira de Críticos de Arte e da AICA -  Associação Internacional de Críticos de Arte, coordenou o I Salão de Artes Plásticas do Museu Regional de Feira de Santana, em 1980, e o II Salão em 1984. Nestas datas a grande feira livre da cidade já estava confinada no Centro de Abastecimento desde janeiro de 1977, mais Feira continuou produzindo cultura e artes plásticas através de seus artistas. Matilde é personagem incentivadora desta produção.
Acredito que a longevidade esteja relacionada à regularidade da vida, amigos e trabalhos constantes, talvez contribuam para este sucesso.
Existe uma teoria divulgada por Sidarta Gautama (Buda) transformada na condensação de suas leis que diz: “o sofrimento surge do desejo”; “a única forma de se livrar totalmente do sofrimento é se livrar totalmente do desejo”. Certamente essas pessoas alcançaram essa máxima, vivendo a felicidade que Deus deu.
O Colégio Santanópolis, desde 1933 já pensava em promover arte e cultura, além da educação formal seu objetivo alvo. Com isto, promoveu em 1951 a primeira exposição de Raimundo de Oliveira, atualmente festejado artista visual brasileiro e imortalizado em suas obras. Para historiar sobre o colégio que vivenciei na minha adolescência, começo pelos meus avós o Deputado Áureo Filho e Palmira Sampaio de Oliveira, família de educadores que elevou o nível intelectual e quebrou a monotonia educacional da cidade, inovou no ensino e estimulou a cultura. Com essa máxima e propósito, minha mãe Marinita, estudou e ensinou no colégio. Em seguida frequentou a Faculdade de Filosofia da Universidade Federal da Bahia e pós-graduação em Biologia na Universidade de São Paulo, também é Licenciada em História Natural pela Faculdade de Filosofia da UFBA, além de extenso currículo. Desta forma, habilitou-se para dirigir em Salvador, o Colégio Carlos Santana e de volta a Feira de Santana, assumiu a direção geral do Colégio Assis Chateaubriand. No governo de Luiz Viana Filho, tendo como Secretário de Educação professor Edvaldo Boaventura, juntamente com o médico Geraldo Leite e alguns deputados da terra, participaram das primeiras reuniões para a criação da Universidade em Feira de Santana culminando na atual UEFS. Com a inauguração, em 1976, tornou-se professora Titular da Cadeira que exerceu até sua aposentadoria como Conselheira. Minha mãe casou-se com Gilberto Torres de Menezes (falecido) e teve cinco filhos, Gil Mário, Maria Lina, Jamile, Gilberto e Betânia.

terça-feira, 12 de maio de 2020

PANDEMIA 2020

Gil Mário de Oliveira Menezes - Santanopolitano foi professor titular B da Universidade Estadual de Feira de Santana - UEFS de 1976 a 2012, artista plástico, membro do Instituto Histórico e Geográfico e da Academia de Letras e Artes de Feira de Santana. 





Feira de Santana é, sem dúvida, uma grande cidade. Suas largas e pujantes avenidas dividem a cidade promovendo entendimento de trajetória: Avenida Getúlio Vargas e Presidente Dutra que são cortadas pela Avenida Senhor dos Passos e Avenida Maria Quitéria.
Ruy Barbosa apelidou Feira de Princesa do Serão. Na realidade é o Portal do Sertão. Bem-sucedida no comércio, chega a ser a 33ª ou 34ª maior do país. Apaixonando seus moradores, sua temperatura ultrapassa com facilidade os 22°C e beira os 38°C com frequência. No entanto, a progressão do clima que tanto preocupa governos e cientistas no mundo todo com aumento de frequência de terremotos, furacões, temporais, emanações toxicas como o carbono, vulcões e tsunamis entre outras reações da natureza, passam ao largo de nossa cidade e seguem para outros rincões.
Segundo David Wallace-Well, autor do livro “A terra inabitável” revela que o serviço de Levantamento Geológico dos Estados Unidos – longe de ser um reduto de alarmismo, testou recentemente um cenário climático extremo, onde tempestades de inverno atingiram a Califórnia produzindo inundações de quinhentos quilômetros de extensão e mais de trinta quilômetros de largura.
Em 2016, o celebre acordo climático de Paris, conclamou pelas nações do mundo para não permitirem que o clima atinja os 2°C. A raça humana corre o risco de extinção por ações predatórias – agressões à natureza conhecidas por ecologistas e cientistas.
Pesquisadores falam da existência de vírus pré-históricos retidos nas calotas polares. O degelo pode liberar uma tragédia e nem sempre descobrimos sua origem. Em 2018, Paul M. Romer ganhou o Prêmio Nobel compartilhado com William D. Nordhaus que foi pioneiro no estudo do impacto econômico da mudança climática. O sofrimento da humanidade estava previsto em decorrência do clima ou dos desconhecidos vírus.
Ninguém previu um desastre econômico e humano tão destruidor causado por agentes invisíveis – corona vírus – Covid 19 – de nível global só comparado com a peste Bubônica, mesmo considerando a evolução dos tempos.
No século XIV, entre 1346 e 1353 a peste Negra ou peste Bubônica devastou um terço da população do planeta. Só na Europa 60% da população morreu.  Dizem que vem dos genoveses, depois da guerra com os mongóis, viajando nos ratos e pulgas. Entre outras, a gripe Espanhola, Ebola com histórico semelhante quanto ao desconhecimento do controle. Agora em 2020, a pandemia do novo corona vírus - Covid 19, que não tem nenhum estudo recente de combate, com reposta cientifica comprovada.
Como é uma guerra global onde o inimigo comum é o vírus Covid 19, as nações não se digladiam entre si. Todos unidos em busca das drogas ou vacina que barrem este desastre. Entre as respostas no fundo do túnel a hidroxicloroquina ou associada com azitromicina tem tido resposta favorável (sem confirmação cientifica).
A circulação de vírus entre continentes, hoje facilitado pelo transporte aéreo é conhecido por todos. Na antiguidade muito mais lenta, navegadores portugueses espalharam as gripes e varíola para os indígenas, em troca os índios devolveram para a Europa, à sífilis (bactéria Treponema pallidum). Artistas da época como Gauguin, Vincent van Goghe foram contaminados e Manet faleceu.
A pandemia do Covid 19 também acometeu a política de estados brasileiros, que não tinham visibilidade nacional e se aproveitaram para praticar os hábitos de ditadura, autorizando até a guarda municipal de prender civis em áreas públicas. Uma verdadeira manifestação de prepotência, esquecendo o objetivo global. Até o Papa Francisco pediu que os políticos esquecessem seus partidos e pensasse no povo.
Por tanto epidemias devastadoras sempre perseguiram a humanidade de tempos em tempos. Além das pandemias, McPherson supõe que algo como uma crise de alimentos ou colapso financeiro destruirá a civilização primeiro, e no fim, o pânico. Com tudo, ajudado por Deus, o homem sempre dá a volta por cima.


Feira de Santana é, sem dúvida, uma grande cidade. Suas largas e pujantes avenidas dividem a cidade promovendo entendimento de trajetória: Avenida Getúlio Vargas e Presidente Dutra que são cortadas pela Avenida Senhor dos Passos e Avenida Maria Quitéria.
Ruy Barbosa apelidou Feira de Princesa do Serão. Na realidade é o Portal do Sertão. Bem-sucedida no comércio, chega a ser a 33ª ou 34ª maior do país. Apaixonando seus moradores, sua temperatura ultrapassa com facilidade os 22°C e beira os 38°C com frequência. No entanto, a progressão do clima que tanto preocupa governos e cientistas no mundo todo com aumento de frequência de terremotos, furacões, temporais, emanações toxicas como o carbono, vulcões e tsunamis entre outras reações da natureza, passam ao largo de nossa cidade e seguem para outros rincões.
Segundo David Wallace-Well, autor do livro “A terra inabitável” revela que o serviço de Levantamento Geológico dos Estados Unidos – longe de ser um reduto de alarmismo, testou recentemente um cenário climático extremo, onde tempestades de inverno atingiram a Califórnia produzindo inundações de quinhentos quilômetros de extensão e mais de trinta quilômetros de largura.
Em 2016, o celebre acordo climático de Paris, conclamou pelas nações do mundo para não permitirem que o clima atinja os 2°C. A raça humana corre o risco de extinção por ações predatórias – agressões à natureza conhecidas por ecologistas e cientistas.
Pesquisadores falam da existência de vírus pré-históricos retidos nas calotas polares. O degelo pode liberar uma tragédia e nem sempre descobrimos sua origem. Em 2018, Paul M. Romer ganhou o Prêmio Nobel compartilhado com William D. Nordhaus que foi pioneiro no estudo do impacto econômico da mudança climática. O sofrimento da humanidade estava previsto em decorrência do clima ou dos desconhecidos vírus.
Ninguém previu um desastre econômico e humano tão destruidor causado por agentes invisíveis – corona vírus – Covid 19 – de nível global só comparado com a peste Bubônica, mesmo considerando a evolução dos tempos.
No século XIV, entre 1346 e 1353 a peste Negra ou peste Bubônica devastou um terço da população do planeta. Só na Europa 60% da população morreu.  Dizem que vem dos genoveses, depois da guerra com os mongóis, viajando nos ratos e pulgas. Entre outras, a gripe Espanhola, Ebola com histórico semelhante quanto ao desconhecimento do controle. Agora em 2020, a pandemia do novo corona vírus - Covid 19, que não tem nenhum estudo recente de combate, com reposta cientifica comprovada.
Como é uma guerra global onde o inimigo comum é o vírus Covid 19, as nações não se digladiam entre si. Todos unidos em busca das drogas ou vacina que barrem este desastre. Entre as respostas no fundo do túnel a hidroxicloroquina ou associada com azitromicina tem tido resposta favorável (sem confirmação cientifica).
A circulação de vírus entre continentes, hoje facilitado pelo transporte aéreo é conhecido por todos. Na antiguidade muito mais lenta, navegadores portugueses espalharam as gripes e varíola para os indígenas, em troca os índios devolveram para a Europa, à sífilis (bactéria Treponema pallidum). Artistas da época como Gauguin, Vincent van Goghe foram contaminados e Manet faleceu.
A pandemia do Covid 19 também acometeu a política de estados brasileiros, que não tinham visibilidade nacional e se aproveitaram para praticar os hábitos de ditadura, autorizando até a guarda municipal de prender civis em áreas públicas. Uma verdadeira manifestação de prepotência, esquecendo o objetivo global. Até o Papa Francisco pediu que os políticos esquecessem seus partidos e pensasse no povo🙏.
Por tanto epidemias devastadoras sempre perseguiram a humanidade de tempos em tempos. Além das pandemias, McPherson supõe que algo como uma crise de alimentos ou colapso financeiro destruirá a civilização primeiro, e no fim, o pânico. Com tudo, ajudado por Deus, o homem sempre dá a volta por cima.
🙏 Nota do Blog 1 Santanópolis: O direito a vida é mais importante do que o direito de ir vir, econômicos e outros. As pessoas ficaram revoltadas quando noticiaram que foliões aidéticos davam picos com seringa no carnaval com intenção de transmitir a doença.
Quando a sífilis chegou no seu auge na década de 40 o governo dos EUA, autorizou a polícia rastrear as pessoas infectadas, seus relacionamentos sexuais, até os não legitimados, modo de transmissão da doença, o que obviamente era invasivo à privacidade.
🙏🙏 2 Leitores comentando no "Blog Gil Mário", ressaltaram a feiura da foto. A intenção do autor da máscara era ser o máximo apavorante, para espantar os espíritos malignos, causadores da peste. Até hoje, apesar dos avanços científicos, os comportamentos são parecidos.   

🙏🙏 Máscara do século XIV
 para proteção da peste Bubônica




Filme do Santanopolis dos anos 60