Símbolos do Santanópolis

FOTO OFICIAL DO ENCONTRO

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sexta-feira, 29 de março de 2013

PERFIL DE COLBERT MARTINS DA SILVA

Colbert Martins da Silva

Nasceu em Macajuba/Ba., no dia 12 de novembro de 1928. Era filho de Dr. Francisco Martins da Silva e Dona Dagmar Sayeg Silva.
Casado com a Prof’. Elizabeth Gomes Martins, que deste casamento gerou três filhos: Evaldo Martins da Silva (economista); Eliane Marfins da Silva (odontóloga). Colbert Martins da Silva Filho (médico e político).
Veio para Feira de Santana, ainda criança. Estudou no Ginásio Santanópolis. Era formado em Odontologia pela UFBA, em que clinicou em Feira de Santana por muitos anos.
Ingressou na vida política em
1954, como Vereador pelo antigo PSD, no qal mliitou no mesmo partido durante 40 anos.
Foi reeleito para a Câmara Municipal em 1958 e depois 1962, o qual se desincompatibilizou para assumir o cargo de Secretário de Viação e Obras Públicas, no governo de Dr.
Francisco Pinto.
Governou Feira de Santana por dois períodos: de 1º de fevereiro de 1977 a 13 de maio de 1982 e de
de janeiro de 1989 a 31 de dezembro de 1992. Foi também Diretor Executivo da SURFEIRA no governo de Dr. José Falcão da Silva.

Foi eleito por duas gestões a Deputado Estadual 1983 a 1987 e 1987 a 1988 quando renunciou ao cargo para se candidatar a prefeito de Feira de Santana.

Das obras que deixaram marcas do seu governo foi a construção do Hospital da Mulher Inácia Pinto dos Santos, o Mercado de Arte Popular, a urbanização e pavimentação da Av. Pe. Mário Pessoa.
Faleceu no dia 7 de novembro de 1994.



Fonte: Vitor Fernandes de Oliveira, Lélia “ INQUILINOS DA CASA DA CIDADANIA”  

sábado, 11 de janeiro de 2020

REGISTROS HISTÓRICOS DE 11/01


“MEMÓRIAS DE ARNOLD FERREIRA DA SILVA"
Organizado pelos santanopolitanos, Carlos Alberto Almeida Mello e Carlos Alberto Oliveira Brito e editado "Fundação Senhor dos Passos". Núcleo de Preservação da Memória Feirense - Rollie E Poppino.



Dia de hoje no tempo.

1914 - Diplomado pela Faculdade de Medici­na da Bahia chega a esta cidade o Dr. Francisco Martins da Silva.
Colbert Martins
Santanopolitano
Filho de Francisco
Martins da Silva 

Colbert Martins Filho
Neto de Francisco Martins

1918 - É aposentado o Dr. Manoel Marcolino da Silva Pimentel no cargo de médico do mu­nicípio.


segunda-feira, 14 de março de 2016

COLBERT MARTINS EM CAMPANHA POLÍTICA

O Santanopolitano Colbert Martins em campanha vencedora, eleito Prefeito de Feira da Santana para seu último Mandato.

sexta-feira, 1 de maio de 2015

SANTANOPOLITANOS PREFEITOS DE FEIRA DE SANTANA

Colbert Martins da Silva
Entre os estudantes, o Santanópolis confirmou a proposta para o ensino secundário das Reformas Francisco Campos e Capanema como um ensino para as elites de caráter propedêutico, que formaria os futuros dirigentes da nação. Entre os ex-alunos do Santanópolis – sem emitir nenhum juízo de valor – figuram nomes da política, das artes, da educação, da medicina e do direito. Como ilustração da confirmação do resultado dessa formação, basta constatarmos que dos onze prefeitos de Feira de Santana, a partir da década de 1960, quando os Santanopolitanos já são homens maduros, oito foram ex-alunos do Colégio Santanópolis. São eles: Joselito Falcão Amorim, João Durval Carneiro (Dentista), Newton da Costa Falcão, José Falcão da Silva1 ( Advogado), Colbert Martins da Silva ( Dentista), José Raimundo Pereira de Azevedo (professor), José Ronaldo de Carvalho.

Fonte: Nivea, Sandra – Tese de Doutorado sobre o Santanópolis – 2013 Pag. 216/7
Fotos do arquivo do Blog.

João Durval Carneiro
José Ronaldo  de Carvalho


Joselito Falcão de Amrim

José Raimundo Azevedo

José Falcão da Silva

quinta-feira, 7 de outubro de 2021

PERFIL DE VANILDA BARROS BOAVENTURA


VANILDA BARROS BOAVENTURA

Nasceu em Feira de Santana, no dia 23 de abril de 1943. Filha de Antônio Barros Moreira e Cecilia de Almeida Barros. Por motivo de enfermidade de sua genitora foi criada por D. Ernestina Carneiro, que não tinha filhos, conhecida por “D. Pomba”, proprietária de uma fazenda, que originou o bairro da Rua Nova.

Fez seus primeiros estudos no Colégio Santanópolis. Graduada em Ciências Físicas e Biológicas pela UEFS.

Foi admitida pelo estado no dia 28 de dezembro de 1966, sendo designada para lecionar no município de Retirolândia/BA. Foi transferida para Feira de Santana e trabalhou na Escola Ruy Barbosa. Exerceu a função de Vice-Diretora da Escola Bernardino Bahia, por 14 anos e de Diretora do Colégio Estadual Ernestina Carneiro.

Ensinou Biologia no Instituto de Educação Gastão Guimarães. Pelo município lecionou na Escola Municipal Tereza Cunha, trabalhou no governo de Dr. Colbert Martins da Silva e Dr. José Falcão da Silva.

Casou-se com o Sr. José Carlos Soares Boaventura, com o qual teve duas filhas: Vanilce Barros Boaventura, Licenciada em Ciências Biológicas, Pós-graduada em Educação Ambiental,

 professora de nível superior e Vandilma Barros Boaventura, professora do Ensino Médio. Deixou quatro netos.

“Yayá”, como era conhecida, era uma pessoa alegre, extrovertida, amiga e dinâmica, que, onde estivesse, transformava o ambiente nem lugar aplausível.

Era amiga e correligionária de lideres políticos como Dr. Colbert Martins da Silva, Dr. José Falcão e outros, a quem dava todo o apoio, participando de comícios e reuniões partidárias nas épocas de campanhas políticas.

Gostava de viajar para Fortaleza e Paraguai para comprar mercadorias, pois às vezes dava uma de comerciante.

Faleceu repentinamente, no dia 25 de dezembro de 2004, deixando a comunidade da Rua Nova chorosa, pois era solidária e ajudava muito as pessoas carentes deste bairro.


sábado, 2 de julho de 2016

GOVERNO COLBERT MARTINS

Primeiro Governo de Colbert Martins: José Raimundo, Celso Daltro, Celso Pereira e Adilson Simas, os que reconheci.

terça-feira, 11 de junho de 2019

FALÊNCIA DOS CLUBES SOCIAIS

Evandro J.S. Oliveira
O surgimento de clubes sócias, foi sempre baseado em atividades motivadoras de pessoas com os mesmos interesses, clube de caça, automóvel clube, clube de regatas, clube do selo, clube de futebol..., na maioria dos casos construíam um prédio para festas, reuniões sociais, dependendo da época, quadras esportivas, piscinas, bares...
         Em Feira de Santana as Filarmônicas foram a base para os primeiros clubes sociais, “25 de Março, “Vitória” e “Euterpe”, esta por um grupo da sociedade feirense com o objetivo de não ter coloração política, ver postagem sobre história neste Blog em 29.03.2019, dominando quase dois séculos, até 1944, quando foi construído o “Feira Tênis Clube”.
Filarmônica Vitória
Filarmônica
25 de Março
         Dizem que uma das razões para a criação do FTC, foi o engajamento de vertentes políticas nas Sociedades Filarmônicas, criando divisão radical na sociedade.
Era moda na época clubes de tênis, esta atividade esportiva estava em alta em todo o país. Mas havia motivos mais importantes, como espaço para festas. O crescimento, vertiginoso da cidade exigia locais adequados para as festividades. Em 1943 já havia festas na quadra coberta do Colégio Santanópolis (ver foto).
Festa da Primavera na quadra poliesportiva
do Colégio Santanópolis em 1943
         No início da década de 50, Hermínio Santos, sócio da maior empresa comercial de Feira, Marinho, Santos e CIA., apaixonado pela Filarmônica Euterpe, doou um terreno na rua Direita e liderou a construção, então o mais alto edifício da Princesa do Sertão, inclusive dotado do primeiro elevador[1], adaptando-se às novas finalidades do clube, com belas festas, atrações famosas e Micareta com grande participação.
Euterpe
         Na década de sessenta, Osvaldo Torres que já tinha sido presidente do FTC, tentando retornar à direção, perde a eleição para Wagner Mascarenhas. Um grupo tendo à frente Osvaldo resolve construir o Cajueiro, onde juntamente com o FTC e em menor brilho a Euterpe, proporcionou por cerca de quatro décadas, homéricas festas.
Feira Tênis Clube
         Mas, em todo o país os clubes sociais entraram em decadência, a sociedade mudou, as mulheres passaram a ter mais liberdade, frequentando bares, boates, inaceitáveis antes, muitas casas passaram a construir piscinas. Os Presidentes querendo marcar suas obras, abriam para sócios remidos, com estes recursos construíam piscinas quadras esportivas e outros melhoramentos, mas estes sócios não pagavam aos clubes sociais mensalidades, diminuindo sobremaneira as receitas.
Clube de Campo Cajueiro
O ponto da hecatombe dos clubes sociais na Bahia, foi o Clube Português em Salvador, os débitos eram tantos que no final a Prefeitura resgatou e voltou a ser praia, que nunca deveria deixar de ser.
         Este episódio acendeu a luz vermelha nas outras instituições. Todas passaram a elaborarem projetos alienando parte da sede para empresas comerciais, tentando manter a atividade no residual. Bahiano de Tênis, Associação Atlética, Associação Atlética Banco do Brasil...
         No caso de nossa terra, o Feira Tênis Clube já tinha perdido uma área por uma questão trabalhista. Posteriormente perdeu todo o Clube para outra trabalhista. A Prefeitura fez decreto de tombamento, impedindo a destruição do edifício sede, consequentemente os adquirentes, deixaram de fazer manutenção degradando a área.
Recentemente o Prefeito Colbert Martins, declara de utilidade pública o prédio do FTC, com o objetivo em transformá-lo em Centro de Educação, parabéns Prefeito será uma grande obra.
O Cajueiro, também teve sorte de não ser demolido, para finalidades puramente empresariais.
O Clube tinha enormes dívidas, trabalhistas, tributárias, comerciais e outras. Apareceu um corretor com proposta de compra, querendo saber o valor, apresentou documento de intenção de compra, mas não revelou o pretendente da transação.
Foi convocado Assembleia Geral, esta determinou um corpo jurídico, para fazer um levantamento do total da dívida, como orientação e também consulta a avaliadores, tendo noção de estabelecer o preço a ser pedido. Nesta reunião também foi escolhida uma comissão, tendo Monteiro como presidente para continuar as negociações.
Passados tempo o corretor veio informar a desistência da compra, por parte do pretendente comprador.  O motivo foi a exigência do DENITE para obras de acesso, inclusive complexo de viadutos. Fala-se que o comprador era o apresentador Ratinho, com a finalidade da construção de um terminal de cargas.
A Comissão, então aproveitou o desejo demonstrados por vários empresários, alguns que criticaram não ter havido concorrência. Publicou edital (ver edital), tornando público a venda. Corretores foram acionados esperando propostas, ofertando o terreno, nenhuma proposta apareceu.  Houve a desconfiança que alguns sabendo do alto débito, o clube iria para “praça” com baixíssimo valor de arremate, como aconteceu com vários imóveis, nessa situação, exemplo o FTC com uma área de mais de 15.000 m², foi arrematado por R$1.800.000,00s (hum milhão e oitocentos mil reais).
Por sorte, apareceu comprador para parte do terreno, 13.601,70 m² a Moura Empreendimentos e Gestão Corporativa Ltda. (Honda), Pelo Valor de R$3.949.219.00.
Com estes recursos, o CCC pode pagar todas as dívidas constantes na justiça, e proporcionar acordos com vários devedores. Mais importante, se alguém esperava o patrimônio ir para a “praça” a preço vil, ficou frustrado.
Edital colocando a venda a
 área remanescente
Posteriormente livre de débitos, inclusive com a Justiça Federal, foi publicado nos jornais locais a venda da área remanescente de 37.420,30 m², vendida à proposta vencedora União de Ensino de Feira de Santana Ltda. pela quantia R$6.300.000,00 (Seis milhões e trezentos mil reais).
O saldo, R$5.110.141,00 (cinco milhões cento e deis mil cento e quarenta e um reais) foram distribuído entre os Associados que tinham direito estatutários, definidos em Assembleia e executada pela Comissão de Liquidação[2], eleita pela mesma Assembleia, sendo Presidente José Monteiro Filho. Conheço alguns casos de liquidações de Instituições, mas nenhuma tão detalhistas como a do Clube de Campo Cajueiro, em sua lisura.
Finalmente estaremos, se a Prefeitura de Feira concretizar a intenção de transformar o Feira Tênis Clube em instituição educacional, dando um destino, na minha opinião, muito melhor do que originalmente Clube Social, passando ser INSTITUIÇÕES EDUCACIONAIS.
Sei que o Prefeito Colbert Martins, conta com auxiliares, dos mais interessados feirenses na preservação de nossa memória, exemplos, Carlos Brito e Arsênio Oliveira entre outros.  



[1] O elevador, dada a novidade foi tema até de piada sobre Hermínio, conta-se que Hermínio procurando saber a um fabricante de elevadores, quanto custaria um equipamento, a resposta do fabricante foi “uns 50.000.000,00 de cruzeiros, para cima” a que Hermínio redarguiu “e para baixo quanto seria...”
[2] Fico a vontade de parabenizar a lisura da distribuição, era associado fundador contribuinte, sendo sempre contra sócio remido, mesmo quando diretor do FTC, não era ético, me aproveitar quando dos lançamentos desta forma de associação. Um ano antes passei minha conta para terceiros, pois não
frequentava mais o clube, portanto não fiz parte do rateio distribuído.






quinta-feira, 14 de outubro de 2010

CELEBRAÇÃO DA ESPERANÇA

Decorridos 30 dias do passamento da Senhora Elizabeth Gomes Martins (Beth), santanopolitana, viúva de Colbert Martins, também santanopolitano, foi celebrada missa na Catedral, por três padres.
08.10.1929 - 14.09.2010

segunda-feira, 12 de outubro de 2020

PERFIL DE CÉLIDA SOARES ROCHA

Nasceu em Feira de Santana, no dia 12 de março de 1905. Filha de Augusto de Lima Soares e D. Etelvina Borges Soares. Irmã do ex- vereador Demócrito de Lima Soares.

Formada pela Escola Normal Rural de Feira de Santana, na Turma de 1935.

Lecionou História do Brasil e Universal, tanto no Ginásio como no Científico no Colégio Santanópolis e no Colégio São José, situada na Av. Senhor dos Passos de sua propriedade, em regime de internato e externato. Quando lecionava dava prioridade à leitura, escrita e Matemática (as 4 operações). Era uma mulher enérgica e decidida. Ensinou Francês, que falava fluentemente e traduzia.

Desde jovem se dedicou à escrita de poemas, crónicas, acrósticos, contos, discursos, paródias, que foram muitos deles publicados no jornal “ Folha do Norte”.

Profa Célida teve como alunos diversas personalidades importantes em Feira de Santana, como, os ex-prefeitos: Dr. Colbert Martins da Silva, Dr. José Falcão da Silva e Dr. João Durval Carneiro, o médico Jackson do Amaury, o ex-deputado Nóide Cerqueira, o advogado Hugo Navarro, professor Dival Franco, Edivaldo Boaventura, Antônio Barreto, Elizabete Martins, Antônio Navarro, Filinto Marques, Dorival Oliveira, Manuel Falcão, Oscar Damião, Osvaldo Torres, Maria Hilda Carneiro, Hudson do Amaury, entre outras.

Foi casada com o Sr. João Alves da Rocha e teve dois filhos: Maria Consuelo Soares Rocha (professora) e Hermano José Soares Rocha (Falecido). Ficou viúva aos 24 anos, em 1929.

Faleceu no dia 17 de dezembro de a977, em Salvador, aos 72 anos de idade.

No seu centenário a Câmara Municipal de Feira de Santana homenageou o seu aniversário numa sessão solene, em que foi o palestrante seu ex-aluno – Dr. Hugo Navarro da Silva.

No governo de José Ronaldo de Carvalho foi criada a escola, que leva seu nome, regime de Tempo Integral, situada no Bairro da Rua Nova.

  

domingo, 17 de fevereiro de 2013

PERFIL DE CLÓVIS RAMOS LIMA



Nasceu em Salvador, no dia 26 de junho de 1944. Filho de Targino Teixeira Lima e Helena Ramos Lima.
Cursou o 1° Grau no Educandário São Jerônimo e o 2° Grau no Colégio sjadua1 João Florêncio Gomes, diplomando-se em Direito pela ÚFBA, em l970, todos em Salvador. Antes mesmo de concluir o curso de Direito foi aprovado para o Banco do Brasil e veio servir em Feira de Santana, na carreira administrativa. Neste mesmo período ensinou no Colégio Santanópolis. No ano de sua formatura disputou a eleição para a Câmara de Vereadores e, como suplente assumiu em 1971, que nessa época, o vereador não recebia honorários, ocasião em que era, também Juiz Classista da Justiça do Trabalho.
No Banco do Brasil submeteu-se a concurso interno para o quadro de advogados, sendo mais tarde o Chefe do Núcleo Jurídico da Região de Feira de Santana.
Na vida política, foi Chefe de Gabinete do Prefeito José Falcão de 1973 a 1976.
Elegeu-se vereador eiu 1976, reelegendo-se no ano de 1982 a 1983. Uma de suas primeiras proposições foi a construção de um prédio escolar, no bairro do Parque Ipê, que mais tarde por indicação da comunidade recebeu o seu nome.
Foi o precursor, em Feira de Santana, da luta pela preservação da natureza, fundando o PRESERVA (Movimento de Preservação do Meio Ambiente).
Em agosto de 1987, ocupou a Chefia de Gabinete do SUDIC (Superintendência de Desenvolvimento da Indústria e Comércio), órgão da Secretaria de Indústria, Comércio e Turismo do Governo Estadual e passou também a ser integrante do COMDEMA (Conselho Municipal de Desenvolvimento do Meio Ambiente).
Em janeiro de 1989, foi empossado como Chefe de Gabinete do prefeito Dr. Colbert Martins, exonerando-se, posteriormente, para ser Assessor Parlamentar da Câmara de Vereadores.
É sócio fundador da COHAFS (Cooperativa Habitacional de Feira de Santana), do Comitê de Defesa dos Direitos Hurnanos.
Integrou-se no trabalho comunitário da organização não governamental denominada MOC (Movimento de Organização Comunitária) da qual foi presidente.
Foi também Diretor Presidente do CEAPE (Centro de Apoio aos Pequenos Empreendimentos do Estado da Bahia) sediada nesta cidade e Vice-presidente da FENAPE (Federação Nacional de Apoio aos Pequenos Empreendimentos) com sede em Brasília, além de Conselheiro do CEADE (Centro Ecumênico de Apoio ao Desenvolvimento), localizado em Salvador.
Recebeu Medalha Vereador Dival Machado no 05 de novembro de 2004.
Foi professor do Curso de Direito da UEFS. 

Fonte: Oliveira, Lélia Vitor Fernandes de. “Inquilinos da Casa da CidadaniA".

Filme do Santanopolis dos anos 60