Símbolos do Santanópolis

FOTO OFICIAL DO ENCONTRO

FOTO OFICIAL DO ENCONTRO

quinta-feira, 19 de agosto de 2021

ANIVERSÁRIO DE CARLITO, GALO E SÔNIA

Hoje é o aniversário dos  santanopolitanos, do signo de Leão e sob proteção de Xangô, Carlos Machado da Silva (Carlito), Carlos Anunciação da Silva (Galo) e Sonia Maria Vasconcelos Borges.

Desejo que seu aniversário lhe traga uma felicidade imensa e que você possa realizar todos seus desejos nessa nova etapa de vida. Parabéns!

 

quarta-feira, 18 de agosto de 2021

PEFIL DE TEREZINHA GUSMÃO PEREIRA


 TEREZINHA GUSMÃO PEREIRA

Nasceu em S. Felipe, interior da Bahia, em 28 de abril de 1924. Filha de Etelvina Pereira Gusmão e Alfredo da Silveira Gusmão.

Como acontecia na época, pela escassez de recursos educacionais nos locais afastados da capital, foi fazer seus estudos em Salvador, no Colégio das Sacramentinas. Aí, concluiu o curso de Bacharel em Ciências e Letras no ano de 1942.

Seguiu então para a cidade de Feira de Santana, para cursar o Magistério, formando-se em 1944, pela Escola Normal.

Em Feira de Santana contraiu matrimónio com o Sr. Clodoaldo Lordelo Pereira, abençoados pelo Monsenhor Mário Pessoa da Silva e desta união nasceram quatro filhos: Bernadete Maria Gusmão Pereira, Arquiteta; Alfredo, Arquiteto; João, Engenheiro Agrónomo e Rosa, Professora.

Em Feira passou sua vida de educadora, lecionando Francês e Latim no Colégio Santanópolis, Desenho na Escola Normal (substituindo a mestra Rubina Andrade Pereira, que falecera) também no Colégio Estadual e Instituto de Educação Gastão Guimarães.

Por suas mãos passaram várias gerações de estudantes, que seguiram diversos caminhos na vida. Muitos tornaram-se “doutores”, outros, artistas, comerciantes, funcionários públicos, etc., mas sempre mostraram ter guardado nos seus corações e mentes a lembrança e os conhecimentos deixados pela sua velha professora.

terça-feira, 17 de agosto de 2021

JOAO AUGUSTO PIRES

Ana Pires
Santanopolitana, poetiza, escritora, professora. 

 


Nasceu João Augusto Pires, no dia 29 de agosto de 1902, filho de Juvêncio Augusto Pires e Maria Teixeira Pires.

Mudou-se para Feira de Santana com a família vindo da cidade de Nazaré das Farinha, no ano de 1914.

Seu avô fora muito rico, porém ao nascer seu pai, era um homem pobre. Ao chegar em nossa cidade seu genitor foi trabalhar numa padaria e sua mãe costurava para ajudar no sustento da casa. Seu único irmão, Trajano Augusto Pies era alfaiate e dez anos mais velho do que ele.

Depois do falecimento do seu genitor, foi trabalhar num estabelecimento comercial situado na antiga Rua Direita. Hoje, Rua Conselheiro Franco, cujo proprietário do estabelecimento era o Sr. Joel Barbosa.

Fazia serviços de limpeza e entregava mercadorias na casa dos fregueses da loja. Muito trabalhador e esforçado, ganhou a simpatia e a confiança do proprietário da loja e passou a ser balconista.

Anos depois o Sr. Joel Barbosa adoeceu e fez-lhe uma proposta irrecusável: vender o estabelecimento comercial em suaves prestações. O negócio foi firmado e a loja passou a denominar-se LOJA PIRES.

Contava, nesta época, com a ajuda de seu tio João Teixeira de Amorim.

Em 1929, casou-se com Mariá Alves Silva, natural do distrito de Humildes, filha de Sérgio Machado da Silva e Quitéria Alves da Silva. Tiveram uma prole numerosa: 13 filhos, 42 netos e inúmeros bisnetos.

A loja prosperou e dum pequeno estabelecimento comercial, passou a ser a maior e mais sortida de Feira de Santana.

João Pires, como era mais conhecido, foi um inovador. Vejamos: além de próspero comerciante foi pioneiro de muitas coisas que aconteciam na cidade de Feira de Santana daquela época.

As primeiras vitrines moderna e decoradas alusivas ao Natal, mês de maio, festas juninas, foram ideias suas.

Promovia shows em cima da marquise da Loja Pires com o cantor Luis Gonzaga, que atraia uma verdadeira multidão.

Foi o primeiro estabelecimento comercial a adotar farda para os funcionários. Respeitava e cumpria com seus deveres trabalhistas (coisa rara na época), era patrão e amigo. Quanto aos fregueses, seu lema era: "O freguês sempre está com a razão".

Além de negociante, foi Presidente da Euterpe Feirense durante alguns anos e promovia grandes eventos, no referido clube.

A Filarmónica Euterpe Feirense ocupava um prédio (antiga Prefeitura e biblioteca, na esquina com a Av. Sr. dos Passos e a Praça João Pedreira). Na sua gestão como Presidente do clube, construiu o prédio na rua Conselheiro Franco, atual sede do referido clube.

Naquela época era o prédio mais alto da cidade. Promovia grandes festas, com cantores famosos como: Angela Maria, Ivon Curi, Nora Ney, Manezinho Araújo, Jorge Goulart, Jorge Veira, Nelson Gonçalves, Orlando Silva e tantos outros.

Foi, também, presidente da Micareta e trouxe para a nossa cidade carros alegóricos de Salvador, para dar maior brilho à festa.

Todas as personalidades importantes que chegavam em Feira de Santana, através da Estação Ferroviária, eram recebidas pelas bandas de músicas locais, inclusive pela Filarmónica Euterpe Feirense.

Fora as retretas que eram realizadas no coreto da Praça da Matriz, na festa da Padroeira, Senhora Santana. Levou a Filarmónica Euterpe Feirense para participar de Festivais de Filarmónicas, em Salvador.

Durante muitos anos foi membro do Rotary Clube. Assim como Presidente do Clube Diretor Lojista (CDL), de nossa cidade.

Membro da Irmandade da Santa Casa da Misericórdia.

Quanto a sua escolaridade, por falta de oportunidade, estudou até o 4Q ano primário.

Durante a mocidade lia muito. Na maturidade, lia apenas jornais. O fato de ter estudado durante pouco tempo, não impediu que incutisse o amor aos livros e estudos para seus descendentes. Dizia: "Num futuro próximo quem não estudar, terá grandes dificuldades na vida".

Jovem, trabalhou no Teatro Amador de nossa cidade, foi ciclista. Certa vez foi com um grupo de amigos de bicicleta até a cidade de Candeias. Vale ressaltar que as estradas eram péssimas naquela época.

Quando não se falava em ecologia, ele ensinava o amor e o respeito à natureza, aos descendente.

Apaixonado por futebol,foi à Copa do Mundo, realizada na Inglaterra, em 1966.

Conheceu vários estados brasileiros e visitou também a Argentina.

Foi um homem honesto, trabalhador, batalhador e nutria um amor intenso por nossa cidade.

Faleceu no dia 7 de março de 1969, deixando uma lacuna na sociedade feirense e infinita saudade no coração dos que o amavam.

Replicando: Revista do Instituto Histórico e Geográfico de Feira de Santana Ano I nº 1 2004 


segunda-feira, 16 de agosto de 2021

INSTRUMENTOS MÉDICOS ANTIGOS - VI




 

ANIVERSÁRIO DE ARI, KENA E MARIA HELENA

Ari

Comemoram mais um ano de vida os santanopolitanos, do signo de Leão e sob proteção de Xangô, Ari da Silva Bastos, Enock Rodrigues Oliveira (Kena) e Maria Helena Lima Santos.

Kena

 
Nosso desejo é a repetição deste evento por muitos anos com saúde.




 

domingo, 15 de agosto de 2021

HISTÓRIA DA SANTA CASA DE MISERICORDIA DE FEIRA DE SANTANA - III

JOÃO BATISTA CERQUEIRA Santanopolitano, Médico, Professor Adjunto de Urologia, Mestre em Ciências Morfológicas. Vice-Provedor da Santa Casa de Misericórdia.


    1.    Introdução

 A História da Irmandade Santa Casa de Misericórdia da Villa de Feira de Sant’Anna que, no dia 25 de março desse ano, comemorou 149 anos[1] de fundação não pode ser dissociada da evolução histórica e social da sua população, bem com, das questões sanitárias e de saúde pública daqueles tempos. À época, início do segundo quartel do século XIX, vivia-se a infância da nação brasileira. A independência não fora ainda consolidada, uma vez que conflitos irrompiam em algumas províncias das regiões Norte e Nordeste. Na província da Bahia, ainda se comemorava a vitória dos bravos caboclos baianos e aliados, sobre as forças portuguesas, somente consolidada em 2 de Julho de 1823. No povoado de São José das Itapororocas, área territorial da Villa de Feira de Sant’Anna, ainda ecoavam os feitos da filha ilustre e destemida, Maria Quitéria de Jesus(1792-1853), heroína da independência do Brasil, condecorada no Rio de Janeiro por D. Pedro I, como exemplo de bravura e heroísmo. A Província da Bahia era presidida por João Maurício Wanderley (1815-1889), Barão de Cotegipe[2], e a Câmara de Vereadores da Villa de Feira de Sant’Anna era presidida pelo Capitão Leonardo Pereira Borges, quando em 1885, aqui chegou, aos 29 anos, investido na função de Juiz de Direito da Comarca, o Dr. Luíz Antonio Pereira Franco, formado em Ciências Jurídicas e Sociais pela Faculdade de Direito de Olinda, estado de Pernambuco[3]. Dr. Luiz Antonio P. Franco Pres. João Maurício Wanderley O jovem juiz chegava transferido do Termo de Nazaré das Farinhas onde, desde 1850, exercia a função de magistrado. Religioso e associativista, logo tornou-se irmão da Santa Casa sendo, em 1851, eleito pela Irmandade para a nobre função de Provedor da Santa Casa de Misericórdia daquela vila[4]. A preocupação com os pacientes acometidos de enfermidades que assolavam Feira de Sant’Anna, no início da década de 50 do século XIX, representava um grande desafio e uma grande oportunidade para servir ao próximo. Na vila já existia um movimento iniciado, 1852, pelo ex-juiz do Termo Dr. Antonio Luiz Affonso de Carvalho, com o objetivo de fundar um hospital para atender as carências da comunidade[5], que não dispunha de nenhuma assistência pública para suas necessidades na área da saúde.

No Brasil colonial e no período do Império, a organização da comunidade em confrarias e irmandades era bastante comum, refletindo o ambiente social e religioso da época, conforme destacado por Mattoso:

Como em todo mundo católico, as confrarias religiosas eram associações

leigas. Destacavam-se, entre elas, as irmandades[6]...

Na colônia e no Império, as irmandades mais difundidas no Brasil foram as da Misericórdia, do Santíssimo Sacramento e de Nossa Senhora do Rosário. A primeiro foi a única voltada para a caridade, que visava atingir toda comunidade cristã da vila ou da cidade em que estivesse instalada, especialmente os pobres, deficientes físicos e prisioneiros[7].

A chegada do Dr. Luiz Antonio Pereira Franco à vila de Feira deu um grande impulso ao movimento em prol da fundação de uma organização assistencial. Com a experiência de irmão e ex-provedor de uma Santa Casa passou a liderar o movimento agregando outros segmentos, a exemplo da Câmara Municipal e Igreja Católica e ampliando o objetivo inicial ao qual foi incorporado o compromisso de conceder assistência espiritual e funeral aos necessitados.

Assim, cidadãos comprometidos com a caridade e conscientes de suas

responsabilidades sociais, autoridades públicas, religiosos e moradores da vila, preocupados com a situação das gentes pobres e sem assistência, semelhantemente aos seus confrades da cidade de Salvador, Nazaré das Farinhas, Cachoeira e Santo Amaro da Purificação, organizaram-se em torno da fundação de uma irmandade, com fins caritativos e assistenciais.

A data escolhida para fundação e aprovação do Compromisso da organização foi 25 de março de 1959[8]. A escolha do dia refletia a formação religiosa, ideológica e política daqueles pioneiros que, dessa forma, objetivaram prestar homenagem à Igreja Católica e ao Estado

Brasileiro.

 A monarquia brasileira era homenageada porque, naquela data, comemorava-se a outorga, pelo Imperador D. Pedro I, da primeira Carta Constitucional Brasileira, redigida após o brilhante trabalho de uma comissão: Em 25 de março de 1824, foi outorgada uma Carta Constitucional avançada para a época e considerada obra dos irmãos Carneiro de Campos, juristas da Bahia[9].

A Igreja Católica também era homenageada, pois 25 de março é o dia do advento ou data da Anunciação da Virgem Maria, consagrado a Nossa Senhora Imaculada Conceição, após a independência de Portugal, proclamada padroeira do Brasil por ato do Imperador D. Pedro I[10].



[1] Publicada em 2009

[2] Wildberger, A. Os Presidentes da Província da Bahia 1824-89. Salvador: Tipografia Beneditina, 1949. p. 351

[3] Disponível em http/www.stf.gov.br / ministros

[4] Santa Casa de Nazaré das Farinhas: Um Século de Evolução. 2ª ed. Nazaré: Editora Quickgraph. 2006, p. 193

[5] Jornal Folha do Norte. Feira de Santana: 15 de outubro de 1938. N.1527, p. 1

[6] Mattoso, K.M.Q. Bahia, Século XIX: Uma Província no Império. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1992. p 397

[7] Mattoso, K.M.Q. Ob. cit. p 398

[8] Franco L.A.P. Compromisso da Irmandade da Santa Misericórdia da Villa de Feira de Sant’Anna. Bahia: Tip. de Antonio Olavo da França Guerra, 1860. p. 1-40

[9] Mattoso, K.M.Q. Ob. cit. p. 238

[10] Jornal Comunicado Vida. Nossa Senhora do Brasil. Arquidiocese de Feira de Santana: Feira de Santana, agosto de 2006. p. 4

ANIVERSÁRIO DE GICÉLIA

Completando mais um ano de vida a santanopolitana, do signo de Leão e sob proteção de Xangô, Maria Gicélia Falcão Xavier Filha (Gicélia).

Feliz aniversário! Este dia é sempre uma boa data para parar, refletir sobre tudo o que se passou e elaborar planos para o futuro.

 

sexta-feira, 13 de agosto de 2021

ARTES CONSAGRADAS COM MONTAGENS DO COTIDIANO - I

Antonio Edson, Santanopolitano.
Recebendo várias fotos com montagens de  quadros famosos criando arte mesclada do cotidiano.
Edson Identifica parte das belas artes dos grandes pintores.

No Blog uma série destes quadros.
Recorte utilizado: parte superior do corpo de Adão
(tronco e braços).

Obra: "A Criação do Homem" (detalhe)

Autor: Michelângelo Buonarroti (1475/1564),

 pintor renascentista italiano.

Pintura em afresco no teto da Capela Sistina.

Catedral de São Pedro, Vaticano.



Recorte utilizado: o braço estendido de Adão ao Criador.





ANIVERSÁRIO DE PIAGGIO E VÂNIA

Os dois aniversariantes de hoje são os santanopolitanos, do signo de Leão e sob proteção de Xangô. Edson Piággio e Vânia Maria Moura Pinho da Rosa.Hoje é uma data especial, pois você completa mais um ano de vida. Feliz Aniversário e curta o dia com alegria!

 

 

quinta-feira, 12 de agosto de 2021

ANIVERSÁRIO DE CARLOS, ELIZETE, JAILDE, ODETE E VERENA

Comemora data do nascimento os santanopolitanos, do signo de Leão e sob proteção de Xangô, Carlos de Matos Neto Filho, Elizete da Silva Mendes, Jaildes Araújo Rodrigues, Odete Barbosa Mota e Verena Portugal Vieira.


Jailde
Parabéns!

Feliz aniversário!

Que o sol, a lua e as estrelas brilhem mais vezes por ti.

 

Odete

Verena


Filme do Santanopolis dos anos 60