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FOTO OFICIAL DO ENCONTRO

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quinta-feira, 3 de julho de 2014

PERFIL DE JOSÉ RONALDO DE CARVALHO

Nasceu em Paripiranga/Ba., no dia 18 de julho de 1951. Filho de Joaquim Antônio de Carvalho e Maria Rosalina de Carvalho.
Fez os primeiros anos escolares em sua terra natal, concluindo o 2° grau no Colégio Santanópolis, em Feira de Santana, em 1969. É licenciado cm Administração de Empresa pela UEFS (1993).
Casou-se com a Prolª. Ivanete Rios de Carvalho com quem teve três filhos: Fábio (médico), Camila (advogada) e Natália (advogada).
Exerceu as seguintes atividades profissionais: em 1° de maio de 1970 foi nomeado como datilógrafo da Prefeitura Municipal de Feira de Santana; Diretor Administrativo da SURFEIRA (1971-1974); Assessor Administrativo da Diretoria de Recursos Humanos da Cia. de Pneus Tropical (1974); Diretor Administrativo de Recursos Humanos do CEDIC (1974-1977); Diretor Administrativo e Financeiro do Hospital Dom Pedro de Alcântara (1977-1983); Provedor da Santa
Casa de Misericórdia (1983-1 987), todos em Feira de Santana.
É lotado na Secretaria de Educação e Cultura do Estado, como professor desde 1977.
José Ronaldo iniciou sua carreira política em 1976, quando disputou uma vaga para a Câmara Municipal, ficando na suplência. Na eleição seguinte, em 1982, voltou a concorrer para a vereança, sendo o mais votado do pleito. Em 1986, foi eleito Deputado Estadual. Em 1990, foi reeleito e em 1994, ocorreu sua terceira eleição para o mesmo cargo. Também foi Deputado Constituinte, tendo participado da elaboração da Constituição do Estado. Em 1998, elege-se Deputado Federal, sendo o terceiro deputado mais votado, na Bahia. No seu mandato como Deputado Federal foi relator de diversos projetos importantes.
Atualmente é prefeito da Princesa do Sertão, a segunda maior cidade da Bahia desde o ano de 2000 até aqui.
Foi eleito presidente da UPB para o biênio 2005 e 2006.
Fez viagens internacionais: para Gena e Frankfurt, na Alemanha, em 7 de outubro de 2005 e para Marseilie, na França, no dia 19 de maio de 2006, em caráter administrativo, para obter experiências na gestão do município.
José Ronaldo recebeu as seguintes condecorações: Medalha do Mérito Argolo, Visconde de Itaparica, Salvador (1997); Medalha de Reconhecimento aos Constituintes de 1989, ALBA, Salvador (1990); Medalha de Melhor Líder de Bancada, Comitê de Imprensa da ALBA, Salvador (1997); Medalha de Ordem ao Mérito da Bahia, Grande-Oficial, Governo do Estado da Bahia, Salvador (1998); Cidadão de Feira de Santana, Adustina, de Antônio Cardoso, de Fátima, de Retirolândia, de Santa Bárbara, de São Gonçalo dos Campos; de Amélia Rodrigues, de Santanópolis, pelas Câmaras Municipais destas cidades; Medalha Dival Machado, pela Câmara Municipal de Feira de Santana, uma homenagem no Dia do Vereador, como ex-vereador, Diploma de Menção Honrosa em Gestão Pública Municipal, do Instituto Brasileiro de Estudos Especializados (Ibrae) e Biosfera e da Câmara Municipal de Montijo, em Portugal (19/05/06). Foi condecorado com a Comenda de Grão-Mestre da Ordem do Mérito Municipal, na ordem de Grande Comendador Medalha de Mérito Acadêmico da Academia Feirense de Letras, no dia 25 de setembro de 2006.
José Ronaldo tem demonstrado liderança, competência e tem honrado o cenário político feirense, baiano e brasileiro.
Fonte: Oliveira, Lélia Vitor Fernandes de “Inquilinos da Casa da Cidadania” - 2006





sábado, 1 de outubro de 2022

PERFIL DE CARLOS ANTÔNIO DE LIMA

    CARLOS ANTÔNIO DE LIMANasceu em Caruaru (PE), no dia 22 de dezembro de 1952. Filho de Antônio Francisco de Lima e Doratila Moraes de Lima (falecidos).

    Estudou no Colégio Santanópolis,  onde pela 1ª vez ganhou um concurso literário. Administrador de Empresa, jornalista, radialista, contista poeta, membro da Academia Feirense de Letras e da Academia de Letras e Artes de Feira de Santana.

    Teve participação ativa em movimentos literários e teatrais nas décadas de 60 e 70 e em diversas organizações sociais e religiosas. Membro do Grupo de Teatro META/SCAFS. Exerceu as seguintes atividades profissionais: encarregado do setor administrativo do departamento técnico de máquinas pesadas da Chesf, em Paulo Afonso, 1972; Exército Brasileiro - 1974; Sub­gerente da Indústria Óleos de Palma S.A. 1979; gerente da Indús­tria Laboragris, 1981; sócio da empresa Pronto Serve Alimento Industrial Ltda, 1982/84. Diretor de Arbitro, Diretor de Futebol e presidente interino da Liga Feirense de Desportos; Sócio da em­presa de Serviços Técnicos e Publicidade Ltda, (Sertep), 1995; Noticiarista, Setorista Esportivo, Apresentador de programas e diretor de programação da Rádio Sociedade 1984/1996. Assessor Legislativo; chefe de Gabinete da Secretaria de Cultura, Esporte e Lazer; Chefe de redação da ASCOM, membro da Comissão de Licitação no governo José Ronaldo de Carvalho; Câmara Municipal e chefe de redação da Secretaria de Comunicação Social da Prefeitura de Feira de Santana; Primeiro Secretário e em seguida Tesoureiro da Academia Feirense de Letras.

    Casado com Regina Celeste Soares de Lima, pai de quatro filhos: Flávio Antônio Alves de Lima, Josafá Soares de Lima, Carlos Antônio de Lima Segundo e Hudson Ribeiro de Lima.

    Publicou as seguintes obras: “As Liberdades e a Comunicação do Homem”, “Inocente República”, “Saudades do Futuro”, “A Fragilidade da Vida” (contos), “Toalha de Luz” (Antologia), “Poetas Brasileiros de Hoje” (Participação), “Antologia de Poetas Feirenses; “Sussurro” - livreto de poema - com Ideilton Paim; Antologia de Cidades Brasileiras (participação); Escritores Brasileiros; Antologia Poética - poemas; Quase Feliz - poemas; A Idosa - contos; As Rolinhas Fogo Pago - contos; Livro da Academia de Letras e Artes da Bahia - participação; A Caminho da Cesta - conto; O Socialismo e a Igreja Católica; “Florilégio” - Poesia (Antologia).

    Noticiarista, Setorista Esportivo, Apresentador de programas e diretor de programação da Rádio Sociedade 1984/1996. Assessor Legislativo; chefe de Gabinete da Secretaria de Cultura, Esporte e Lazer; Chefe de redação da ASCOM, membro da Comissão de Licitação no governo José Ronaldo de Carvalho; Câmara Municipal e chefe de redação da Secretaria de Comunicação Social da Prefeitura de Feira de Santana; Primeiro Secretário e em seguida Tesoureiro da Academia Feirense de Letras.

Casado com Regina Celeste Soares de Lima, pai de quatro filhos: Flávio Antônio Alves de Lima, Josafá Soares de Lima, Carlos Antônio de Lima Segundo e Hudson Ribeiro de Lima. 

Fonte: Lélia Vitor Fernandes de Oliveira

sexta-feira, 2 de dezembro de 2022

PERFIL DE EXPEDITO FERNANDO SANTOS

 

   EXPEDITO FERNANDO SANTOS FREIRE - Nasceu em Tobias Barreto/SK, no dia 21 de maio de 1938. Filho de Carlos Freire de Siqueira e lida Santos.

    Sua infância e adolescência foram marcadas por mudanças de domicílios, em diversas cidades da Bahia, devido à atividade profissional do seu pai. Em 1950, residiu no município de Itabuna, mais adiante, no ano seguinte, transferiu-se para Salvador, devido a sua mãe haver instalado um pensionato, para estudantes de cursos universitários, originários do interior da Bahia, onde ele concluiu o curso primário no Colégio São Salvador. De 1951/1952, passou a residir com a família na cidade de Euclides da Cunha, onde seu pai gerenciava a Indústria de CAI Sublime Ltda., cujo sócio majoritário, era casado com sua tia, Maria Iza Cardoso dos Santos.

   Nos anos de 1953/54, a convite de sua tia, passou a residir com ela, nesta cidade de Feira de Santana, a fim de continuar os seus estudos, onde prestou Exame de Admissão. Cursou o Ginasial e Administração de Empresas, em nível Médio, no turno noturno, no Colégio Santanópolis, pois trabalhava em Escritório de Contabilidade.

    No ano de 1957, prestou concurso e foi admitido, inicialmente como auxiliar de escriturário no Banco Económico da Bahia S/A, tendo posteriormente desempenhado as funções de Contador (Gerente Administrativo) e Subgerente da agência, onde trabalhou até 1969, tendo na ocasião pedido demissão, em virtude de haver recebido convite da Diretória da Telefeira S.A., iniciando a atividade no cargo de Gerente Comercial, em 01 de abril de 1969. Nessa ocasião, sua família já estava residindo nesta cidade.

   Em 1976, o Ministério das Comunicações, encampou todo o acervo dos Telefones de Feira S/A —Telefeira, transferindo, para as Telecomunicações da Bahia S/A, Telebahia, Ativo e Passivo, inclusive assumindo todo o Quadro de Pessoal técnico e administrativo.

    Nesse mesmo ano, a UEFS, oferecia seu primeiro vestibular para os diversos cursos acadêmicos, tendo optado pelo Curso de Administração de Empresa, obtendo aprovação e concluindo o curso em 1980, sendo essa, a primeira turma a ser diplomada.

    Em 1977, solicita demissão da Telebahia e passa a ser sócio do seu pai, na Indústria de Ciai Bahia Ltda., com sede nesta cidade, fornecendo cal hidratada, para Indústrias Açucareiras e Petrobrás.

     Posteriormente, registra a empresa Indústria de Tintas Ipanema Ltda., cujo objeto social, era fabricação de tintas em pó solúvel, porém o negócio não correspondeu às expectativas, havendo desistência da empreitada, em 1988.

   No ano de 1985, no governo de Dr. João Durval Carneiro, foi admitido como Analista Técnico da SUDIC (Superintendência de Desenvolvimento Industrial e Comercial), da Secretaria de Desenvolvimento Económico do Estado da Bahia, tendo também, exercido as funções de vogal ou julgador de processos administrativos/empresariais da jUCKB (junta Comercial do Estada da Bahia) nesta cidade, por Portaria da SUD1C colocando o à disposição daquela Autarquia.

    Nos anos 80, destacou-se em diversas atividades Presidência do Clube de Campo Cajueiro-1984; Presidência do Rotary Club Feira Leste-1985/1986; Secretário Municipal de Cultura Esporte e Lazer, da Prefeitura de Feira de Santana, substituindo o Vereador Alcione Cedraz, de julho a dezembro de 2004, no Governo do Prefeito José Ronaldo de Carvalho; em 1° de janeiro de 2005, foi nomeado Chefe de Gabinete- da Secretario de Desenvolvimento Económico c Trabalho, no Governo do Prefeito José Ronaldo de Carvalho 2005/2008; Presidente do Clube de Campo Cajueiro-2004/2005.

   E casado com a Professora Célia Maria Silva Santos Freire. E pai de Alexandre Silva Freire, Rômulo Silva Freire e Vivianne Fernanda Z. Silva Freire.

    Recebeu o Título de Cidadão Feirense, pela Câmara Municipal de Feira de Santana. Fim 2004, aposentou-se e passou a ocupar o seu tempo, fazendo Projetos Econômicos Financeiros, para financiamento bancário e Consultoria Económica e Financeira para pequenas e médias empresas.

    Hoje, divide seu tempo com leitura, e no seu notebook, com rede social da internet, como face book, etc. jornais e revistas digitais, cinema: Netflix, Telecine e viagens. 

  

domingo, 23 de março de 2014

PERFIL DE YANI BRASILEIRO




Nasceu em Salvador/BA, no dia 18 de outubro de 1926. Filha de Dásio Brasileiro e Bernardina Travessa Brasileiro.
Fez o curso primário no Colégio das Sacramentinas, em Cachoeira; o curso ginasial no ICEIA (Instituto Central de Educação Isaias Alves); o Magistério concluiu em 1946, na Escola Normal em Feira de Santana.
Na sua formação pedagógica, tem o Registro Definitivo do MEC, como professora de História do Ensino Médio, Supervisora Educacional e aprovada em vestibular para o curso de Sociologia, em 1976, cursando apenas o 1º ano.
Na sua trajetória profissional ensinou o curso primário na escola Anexa ao Instituto de Educação Gastão Guimarães, em 1951, onde exerceu também o cargo de Diretora.
Lecionou no Colégio Estadual de Feira de Santana, Colégio S antanópolis, as disciplinas: História Geral e História do Brasil.
Tendo transferido sua residência para Salvador, ensinou no Centro Educacional Sofia Costa Pinto, no curso primário e ginasial as disciplinas: História Geral, História do Brasil e História da Bahia.
Exerceu a função de Supervisora do Ensino Primário em várias escolas de Salvador. Foi Chefe do 2° Setor de Supervisão, na Divisão de Assistência Técnica Pedagógica; Supervisora de Ensino na Divisão de Habilitação de Adolescentes e Adultos na Educação Integrada.
Ministrou o curso de História da Bahia, no CEEAP (Centro
de Estudos Educacionais e Aperfeiçoamento do Professorado), para professores primários em Salvador.
Foi Coordenadora dos “Cursos de Recuperação” nas cidades de Feira de Santana e Santo Amaro, pelo CEEAP.
Coordenou e lecionou no curso de Estudos Sociais para “Concurso do Magistério”, pela Fundação Magister.
No CEE (Conselho Estadual de Educação) exerceu a função de: Chefe da “Secção de Documentação e Divulgação”; Secretária da “Câmara de Ensino Médio”; Secretária da “Comissão de Legislação e Normas” e Secretária da “Câmara de Ensino Superior”:
Foi Coordenadora do posto do “Curso Através do Rádio”, para o Curso de Magistério com sede no ICEIA (Instituto Central de Educação Isaías Alves) em Salvador.
Trabalhou também na Universidade Estadual de Educação em Feira de Santana na Procuradoria Jurídica.
Participou de vários cursos na área de Literatura Infantil, Sociologia da Criança; Aperfeiçoamento para Inspetores de Ensino; Atualização de Supervisores de 1° Grau. Na área de História fez  CADES
 
(1958 a 1960); Guerra do Paraguai; A Bahia estudada pela Universidade Católica do Salvador; História da Bahia; Seminário Ruy Barbosa.
Tem trabalhos realizados em pesquisas: Bandeiras do Brasil; Governadores da Bahia e Presidentes do Brasil; Bibliografia: História da Bahia (Autores); levantamento nas áreas federal e estadual; Levantamento e transcrição das atas do Conselho Estadual de Educação da Bahia, no Arquivo Público, nos Séc. XIX e XX; Levantamenlo da rede escolar no Estado da Bahia
 
2° Grau de escolas estaduais. municipais e réde privada.
Tem participação e assessoramento nos “Encontros Regionais de Educação” em Feira de Santana, Ilhéus, Itabuna, Vitória da Conquista e Juazeiro; Estágio no Conselho Federal de Educação
em
Brasília, sobre “Legislação Educacional”:
Aposentou-se pelo Ensino Médio em 13 de março de 1981 e como Coordenadora Pedagógica, em 19 de julho 1989, com 38 anos de serviços prestados à educação.
Atualmente é membro fundador e Diretora do Arquivo Histórico, no Instituto Histórico e Geográfico de Feira de Santana.
Recebeu a Medalha do Mérito, na área de Educação, como oficial na Ordem Municipal do Mérito de Feira de Santana, outorgada pelo
Prefeito José Ronaldo de Carvalho.
Tem os filhos: Wilson Lázaro (Engenheiro e prefeito de Várzea
da
Roça) Ivan (Corretor de imóveis) e Ilo Sérgio (empresário).
Escreveu o livro “Calendário Cívico-Patriótico e Social” (2008). 
 
Fonte: Oliveira, Lélia Vitor Fernandes de “Mestras do bem”.
 


 

domingo, 18 de julho de 2021

ANIVERSÁRIO DE JOSÉ RONALDO

Comemorando data de nascimento o santanopolitano, do signo de Virgem e sob proteção de Obaluaiê, José Ronaldo de Carvalho.

 Ver perfil de José Ronaldo

Feliz aniversário! Este dia é sempre uma boa data para parar, refletir sobre tudo o que se passou e elaborar planos para o futuro.

 

segunda-feira, 12 de outubro de 2020

PERFIL DE CÉLIDA SOARES ROCHA

Nasceu em Feira de Santana, no dia 12 de março de 1905. Filha de Augusto de Lima Soares e D. Etelvina Borges Soares. Irmã do ex- vereador Demócrito de Lima Soares.

Formada pela Escola Normal Rural de Feira de Santana, na Turma de 1935.

Lecionou História do Brasil e Universal, tanto no Ginásio como no Científico no Colégio Santanópolis e no Colégio São José, situada na Av. Senhor dos Passos de sua propriedade, em regime de internato e externato. Quando lecionava dava prioridade à leitura, escrita e Matemática (as 4 operações). Era uma mulher enérgica e decidida. Ensinou Francês, que falava fluentemente e traduzia.

Desde jovem se dedicou à escrita de poemas, crónicas, acrósticos, contos, discursos, paródias, que foram muitos deles publicados no jornal “ Folha do Norte”.

Profa Célida teve como alunos diversas personalidades importantes em Feira de Santana, como, os ex-prefeitos: Dr. Colbert Martins da Silva, Dr. José Falcão da Silva e Dr. João Durval Carneiro, o médico Jackson do Amaury, o ex-deputado Nóide Cerqueira, o advogado Hugo Navarro, professor Dival Franco, Edivaldo Boaventura, Antônio Barreto, Elizabete Martins, Antônio Navarro, Filinto Marques, Dorival Oliveira, Manuel Falcão, Oscar Damião, Osvaldo Torres, Maria Hilda Carneiro, Hudson do Amaury, entre outras.

Foi casada com o Sr. João Alves da Rocha e teve dois filhos: Maria Consuelo Soares Rocha (professora) e Hermano José Soares Rocha (Falecido). Ficou viúva aos 24 anos, em 1929.

Faleceu no dia 17 de dezembro de a977, em Salvador, aos 72 anos de idade.

No seu centenário a Câmara Municipal de Feira de Santana homenageou o seu aniversário numa sessão solene, em que foi o palestrante seu ex-aluno – Dr. Hugo Navarro da Silva.

No governo de José Ronaldo de Carvalho foi criada a escola, que leva seu nome, regime de Tempo Integral, situada no Bairro da Rua Nova.

  

sábado, 18 de julho de 2020

ANIVERSÁRIO DE JOSÉ RONALDO


Completa hoje mais uma etapa neste caminho da vida os santanopolitano, do signo de Gêmeos, sob proteção de Ibejis, José Ronaldo de Carvalho.
Guarde na memória tudo que foi bom, e aprenda com o que foi menos bom. Agora começa mais um ciclo, aproveite e desfrute dele o melhor que conseguir.

Ver também: Perfil de José Ronaldo

terça-feira, 27 de novembro de 2012

PERFIL DE ANTÔNIO JOEL BARBOSA

Antônio Joel Barbosa

Nasceu no distrito de Jaguara, em Feira de Santana, no dia 10 de dezembro de 1944.
Filho de Everaldo de Almeida Barbosa e de Maria Martins Barbosa.
Foi alfabetizado por sua própria genitora na Escola Georgina Azevedo de sua propriedade. Cursou o Científico no Colégio Santanópolis.
Ainda na adolescência trabalhou na “Casa Carneiro”, comércio de material gráfico. Mais tarde, montou o seu próprio negócio, “Só Borracha” no ramo de artefatos de borracha.
Fundou a Academia de Karatê (AKFS). Exerceu o cargo de Chefe de Transporte, na 1ª gestão do governo de José Ronaldo de Carvalho.
É pecuarista, com fazendas em Riachão de Jacuipe e Queimadas.
Entrou na política por influência da esposa, Dra. Eva Maria Pereira Barbosa, psicóloga, também minha biografada, no livro “Mulheres que Deixaram Marcas”, a qual é a proprietária das fazendas que ele administra, em que fez questão de ressaltar isto e com a qual teve os filhos: Andréa (médica), Danilo (advogado), Flávia (advogada), Marcílio (advogado) e Maíra (farmacêutica bioquímica).
Foi eleito vereador, sendo o 5° mais votado pelo PP (Partido Progressista). Tem seus projetos voltados para a saúde, esporte e segurança.
Teve encargos sociais tais como: presidente do Conselho Administrativo do Flamengo Amador de Feira de Santana, por 20 anos e presidente da Associação de Karatê, por 16 anos.
Criou a Escola de Formação Infantil com orientação educacional e de esporte, com 100 crianças participantes.
Recebeu a Medalha de Mérito Acadêmico da Academia de Feirense de Letras, no dia 25 de setembro de 2006.
Fonte: Oliveira, Lélia Vitor Fernandes de “Inquilinos da Casa da Cidadania”.

quarta-feira, 18 de novembro de 2020

PERFIL DE OLNEY SÃO PAULO

Olney Alberto São Paulo nasceu em Riachão de Jacuipe, 7 de agosto de 1936) foi um cineasta brasileiro. Casado com a também cineasta Maria Augusta, era pai dos atores Ilya e Irving, do poeta e músico Olney São Paulo Junior e de Maria Pilar. Filho de Joel São Paulo Rios e Rosália (Zali) Oliveira São Paulo, Olney fez os primeiros estudos em sua cidade natal. Perdeu o pai Joel aos sete anos de idade, e foi morar com seu avô, o tabelião Augusto Asclepíades de Oliveira, em Riachão do Jacuípe.

Em 1948, o avô levou Olney, sua mãe, Dona Zali, e seus irmãos Valnei, Valdenei e Walneie, para morar em Feira de Santana que, neste período, já era o entreposto comercial mais importante do sertão baiano. Ali o menino continuou seus estudos no Colégio Santanópolis.

Algum tempo depois, D. Zali se casou novamente, e Olney ganhou mais três irmãos - Carlos Antônio, Colbert Francisco e Alberto Ulysses. Olney se destacou no colégio, participando do grêmio, fez parte da equipe campeã do Colégio Santanópolis das olimpíadas de qualidade técnicas dos Cursos de Contabilidade do Estado da Bahia, promovida pelo MEC-CAEC, escrevendo sobre a cinema no jornal do colégio e foi escolhido orador da turma do ginásio.

A paixão pelo cinema nasceu com a chegada a Feira de Santana da equipe do diretor Alex Viany, em 1954, para filmar o episódio “Ana” do filme Rosa dos Ventos (Die Windrose), com roteiro de Alberto Cavalcante e Trigueirinho Neto. Olney engajou-se na equipe durante todo o tempo em que esteve em Feira de Santana, e acompanhou as filmagens e atuou como figurante em algumas cenas. Em carta escrita a Alex Viany, em 5 de novembro de 1955, escreveu: “Eu sou um jovem que tem inclinação invulgar para o cinema. Porém, como neste mundo aquilo que desejamos nos foge sempre da mão, eu luto com incríveis dificuldades para alcançar o meu objetivo”. Em 1955 foi redator do jornal "O Coruja"[1] Sob o pseudônimo de Conde D'Evey[2] escreveu sátiras e críticas ao colunismo social de Feira de Santana, na coluna Causerie, para desgosto da burguesia local[3]. Escreveu também sobre literatura e artes. Também criou e dirigiu o programa “Cinerama” na Rádio Cultura de Feira de Santana, onde comentava filmes em exibição e novidades da produção mundial. Lecionou contabilidade pública organização técnica comercial no Colégio Santanópolis. No mesmo ano, foi aprovado no concurso do Banco do Brasil. No ano seguinte, leitores ofendidos forçaram Olney a encerrar a coluna Causerie[4]. O programa de rádio também chegou ao fim.

Na impossibilidade de realizar produções cinematográficas, escreveu sobre casos e fatos - alguns verídicos, outros imaginários - transformando-os em telenovelas e contos escritos em estilo cinematográfico, abordando temas nordestinos - o  nome do colégio, a magia do seu povo, personagens e histórias do sertão reconstruídas em narrativa linear, encadeadas à moda do cancioneiro popular -, registrando o linguajar regional do catingueiro.

Ainda em 1955, com o fotógrafo Elídio Azevedo, produziu seu primeiro curta-metragem- “Um crime na feira”. Com uma filmadora 16mm Kodak antiga e, coletando dinheiro entre os amigos, comprou os negativos. Filmou o roteiro em sequência linear, efetuando os cortes com as paradas na própria câmera, já que não dispunha de moviola. Finalizado entre 1956 e 1957, com dez minutos de duração, o filme foi exibido em clubes de Feira de Santana e outras cidades do interior da Bahia, acompanhando espetáculos teatrais que o próprio Olney organizava, pela Associação Cultural Filinto Bastos. Nessa época, Olney criou a Sociedade Cultural e Artística de Feira de Santana (SCAFS) e o Teatro de Amadores de Feira de Santana (TAFS).

Em maio de 1956 conquistou a menção honrosa do concurso de contos da revista “A cigarra”, do Rio de Janeiro, com o conto “Festim à meia-noite”. Em outubro do mesmo ano, conquistou outra menção honrosa, desta vez com o conto “A última História”.

 

Começou a se interessar pela obra de Jorge Amado. Escreveu-lhe algumas cartas entre 1956 e 1957, pedindo informações sobre o andamento das filmagens de algumas de suas obras.

Em 1958, Olney foi baleado pelas costas pelo amigo Luiz Navarro. Ambos disputavam a jovem Maria Augusta. Navarro disse que foi acidental. O ferimento perfurou seu pulmão esquerdo.

Em 1959, durante uma viagem a Maceió, no estado de Alagoas, adquiriu uma câmera Bell & Howell. Escreveu o roteiro do documentário “O Bandido Negro”, sobre um personagem da literatura popular, Lucas de Feira (1804-1849), chefe de um bando terrível, que assolou a região de Feira de Santana, realizando saques e assaltos e também lutou pela abolição da escravatura na Bahia. Escreveu também o roteiro do “O vaqueiro das caatingas”, ambos os roteiros não concretizados por falta de recursos.

Encontro com o Cinema Novo

Em 1961, o diretor Nelson Pereira dos Santos foi a Feira de Santana com a intenção de realizar as filmagens de Vidas Secas, baseado no romance homônimo de Graciliano Ramos. Os planos foram modificados em razão das chuvas torrenciais que atingiram a região, e o diretor foi obrigado a improvisar um outro roteiro, que resultaria no filme Mandacaru Vermelho, rodado em Juazeiro, na Bahia. Nesse filme, o jovem Olney atuou como continuísta da produção, assistente de direção e produção, além de também compor o elenco. Terminada a filmagem, que se prolongou por Feira de Santana, Olney e Nelson tornaram-se grandes amigos. A experiência de Mandacaru Vermelho marcou de fato a integração de Olney ao grupo pioneiro de cineastas do Cinema Novo.

Na véspera do natal de 1961, casou-se com Maria Augusta Matos Santana. Ainda naquele ano, começou a escrever e dirigir a revista literária, "Sertão" (1061 - 1963).

Em janeiro de 1962 nasceu seu primeiro filho, Olney São Paulo Junior. No mesmo ano, Olney participou como assistente de direção de O caipora, de Oscar Santana, rodado em Riachão do Jacuípe, nas Zonas de Pé-de-Serra, Chapada e Beira do Rio. Também na mesma época, em Salvador, estabelece contato com a geração liderada por Glauber Rocha.

A formação cinematográfica de Olney foi influenciada pelo neo-liberalismo, e por filmes de guerra e western americanos. Seus principais inspiradores foram John Ford, Vttorio de Sica, Roberto Rosselini, Giuseppe De Santis, Augusto Genina e Pietro Germi. Estudou também as ideias de Vsevolod Pudoykin, sobre montagem cinematográfica, e foi leitor dos escritos de Georges Sadoul, sobre a história do cinema.

Realizou seu primeiro longa-metragem, O Grito da Terra, em 1964, abordando a realidade do nordeste brasileiro. Entre a pré-produção do filme e o início das filmagens, nasceu seu segundo filho Ilya Flayert. Nelson Pereira do Santos e Laurita dos Santos foram os padrinhos do menino. As filmagens iniciaram-se em novembro de 1963. Para compor a cenografia do filme, Olney contou com colaboração dos comerciantes de Feira de Santana, que emprestaram móveis, roupas de cama, utensílios e adereços. O figurino era constituído por roupas dos próprios atores ou emprestado por amigos. A pré-estreia do filme ocorreu no dia 27 de novembro de 1964, com apresentação do o cineasta Orlando Senna. Entre 1965 e 1967, o Grito-da-Terra foi exibido no Rio de Janeiro, Salvador, Aracaju e Recife. Participou do I Festival Internacional do Filme de Guanabara, do Festival do Cinema Baiano, em Fortaleza, e da Noite do Cinema Brasileiro, organizada pela embaixada dos Estados Unidos, em dezembro de 1965. No entanto, sofreu cortes pela Censura Federal, pois um personagem faz menção à volta do Cavaleiro da Esperança, Luiz Carlos Prestes, membro do Partido Comunista Brasileiro. Por conta do corte, o produtor Ciro de Carvalho, convidado pelo Itamarati, não aceitou que o filme representasse o Brasil em festivais internacionais. Os produtores receberam prêmio do governo de Carlos Lacerda, o que lhes possibilitou saldar dívidas bancárias e confeccionar uma nova cópia do filme, sem cortes, e exibi-la nos principais cinemas do nordeste.

"Manhã Cinzenta" foi realizado entre 1968 e 1969. Junto com Ternando Coni Campos, Olney decidiu registrar alguns acontecimentos da época, com sua câmera 16mm, a partir do seu conto homônimo, escrito em 1966, e da documentação feita por José Carlos Avellar, sobre protestos de rua. Para driblar a censura, confeccionou várias cópias do filme, enviando-as para cinematecas de outros países e para os festivais de Viña del Mar (Chile), Pesaro, Cannes e Mannheim.

Prisão e censura

Na manhã do dia 8 de outubro de 1969 ocorreu o primeiro sequestro de um avião brasileiro, por membros da organização MR-8. O avião foi desviado para Cuba. Um dos sequestradores era membro da diretoria da Federação Carioca de Cineclubistas, presidida na época por Silvio Tendler. "Manhã Cinzenta" foi exibido a bordo. Olney foi vinculado pelas autoridades brasileiras ao sequestro, sendo detido e levado para local ignorado, ficando incomunicável por doze dias. Liberado, em 5 de dezembro foi internado com suspeita de pneumonia dupla. Em 25 de dezembro, muito debilitado psíquica e fisicamente, passou alguns dias com a família e foi internado novamente.

Os negativos e cópias de "Manhã Cinzenta" foram confiscados, mas, uma das cópias do filme foi salva por Cosme Alves Neto, então diretor da Cinemateca do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, e ficou por vinte cinco anos escondida na Cinemateca do MAM. Assim, embora proibido no país pela Censura Federal, o filme foi exibido na Itália, no Festival de Pesaro, no Festival Internacional de Cinema de Viña de Mar, na Quinzena de Realizadores do Festival de Cannes, em 1970. Participou também da XIX Semana Internacional de Mannheim, conquistando o prêmio de melhor média-metragem, e foi premiado no Festival de Oberhausen, na Alemanha, em 1972.

Olney realizou ainda, em 1970, o documentário O profeta de Feira de Santana, sobre o artista plástico Raimundo de Oliveira. A equipe era formada pelo produtor Júlio Romiti e Tuna Espinheiro, como assistente de direção.

Em 11 de maio de 1971, nasceu a filha de Olney São Paulo, Maria Pilar.

Em 13 de janeiro de 1972, o Superior Tribunal Militar absolveu definitivamente o cineasta das acusações de subversão da ordem, relacionadas ao filme Manhã Cinzenta.

Apesar da saúde debilitada, ainda realizou "O Forte", baseado no romance de Adonias Filho, longa-metragem no qual se destaca a paisagem de Salvador, tendo como um dos protagonistas o sambista e ator Monsueto Menezes, que morreu durante a filmagem. O filme teve inúmeros problemas e as filmagens sofreram várias interrupções, que prejudicaram bastante a qualidade do resultado final. Com o filme "Pinto Vem Aí", sobre o ex-deputado Francisco Pinto, ganhou o prêmio Jornal do Brasil, em 1976.

Olney São Paulo morreu cedo, vítima de câncer do pulmão, aos 41 anos.

Sobre o cinema de Olney São Paulo 

De Glauber Rocha, em seu livro Revolução do Cinema Novo (Rio de Janeiro. Alambra/Embrafilme: 1981, p. 364):

"Olney é a Metáfora de uma Alegorya. Retirante dos sertões para o litoral – o cineasta foi perseguido, preso e torturado. A Embrafilme não o ajudou, transformando-o no símbolo do censurado e reprimido. "Manhã Cinzenta" é o grande filme explosão de 1968 e supera incontestavelmente os delírios pequeno-burgueses dos histéricos udigrudistas (...) Panfleto bárbaro e sofisticado, revolucionário a ponto de provocar prisão, tortura e iniciativa mortal no corpo do Artysta.

De Nelson Pereira dos Santos:

A imagem que guardo do meu compadre é uma síntese daquele documentário que ele fez sobre os sábios do tempo, os velhos sertanejos que dominam sistemas ancestrais de medição meteorológica [Sob o ditame do rude Almajesto: sinais de chuva (1976)]. Vejo-o de chapéu de couro, no raso da caatinga, conversando com os ventos, para saber de onde vêm e para onde vão.

Filmografia

Curtas

·         Um crime na rua (1955), 16 mm, 10 minutos,p&b, roteiro, direção e ator.

·         O profeta de Feira de Santana (1970), 35 mm, 8 minutos, cor, roteiro, montagem, diretor e co-produtor.

·         Cachoeira: documento da História (1973), 35 mm, 9 minutos, cor e p&b, roteiro, montagem, diretor e co-produtor.

·         Como nasce uma cidade (1973), 35 mm, 10 minutos, cor e p&b, roteiro, direção e produção.

·         Teatro brasileiro I : origem e mudanças (1975), 35 mm, 12 minutos, cor, roteiro e direção.

·         Teatro brasileiro II: novas tendências (1975), 35 mm, 11 minutos, cor, roteiro e direção.

·         Sob o ditame do rude Almajesto: sinais de chuva (1976),16 mm, 13 minutos, cor, roteiro e direção. Argumento: inspirado na crônica de Eurico Alves Boaventura. Câmera de Edgar Moura.

·         A última feira livre (1976), 16 mm, cor, direção. Roteiro de Hermínio Lemos. Câmera de Edgar Moura.

Médias

·         Manhã cinzenta (1969), 35 mm, p&b, 21 minutos, roteiro, direção e produção. Câmera de José Carlos Avellar.

·         Pinto vem aí (1976), p&b, 25 minutos, roteiro e direção. Câmera de Edgar Moura.

·         Dia de Erê (1978), 16 mm, 30 minutos, cor, roteiro e direção. Câmeras de Ronaldo Foster e Walter Carvalho.

Longas

·         Grito da terra (1964), 35mm, 80 minutos,p&b. roteiro e direção. Argumento: romance homônimo de Ciro de Carvalho Leite. Câmera de Leonardo Bartucci. Trilha Sonora de Fernando Lona.

·         O forte (1974), 35 mm, 90 minutos, cor, roteiro e direção. Argumento: romance homônimo de Adonias Filho.

·         Ciganos do nordeste (1976), 16 mm, 70 minutos, cor, roteiro, direção e produção. Câmera de Edgar Moura. O filme foi concluído em 1978, depois da morte do cineasta, pelos amigos Orlando Senna e Manfredo Caldas, seguindo as orientações deixadas por Olney São Paulo.

·         O Amuleto de Ogum (1974)

Fonte: Wikipédia



[1] Inicialmente criamos (eu, Evandro Oliveira, era fundador e secretário do jornal) o “Santanópolis”, nome do Colégio. Depois para ficarmos independentes mudamos para “O Coruja”.

 

[2] Ajudava Olney nesta coluna, tanto que o pseudônimo CONDE D’EVEY, era a junção das duas primeiras letras minhas, Evandro e as duas últimas de Oley. Como fazíamos sátiras e gozações, alguns não gostavam, mas nada sério.

[3] Não é certo. “O Coruja” nunca foi censurado, muito menos Olney com suas duas colunas uma a já citada acima e Causerie, só sobre cinema. As duas vezes que suscitaram uma maior reclamação foram 1ª o nosso colega , o editor chefe Luiz Navarro, fez uma crítica ao desfile de 7 setembro, o Conde D’Evey fez um trocadilho, “muito mal entendido pelo índio Navajo (pronuncia Navarro)”, ele quis cortar esta referência, mas perdeu na votação, ele sabia que o trocadilho foi ideia minha não de Olney. 2ª o cronista social Eme Pê fez uma grande festa no FTC para homenagear as “Dez senhoras mais elegantes da sociedade”.  O Conde D’Evey em um título “AS DEZELEGANTES”.. só uma fazia jus ao título elegante, por não ter ido à festa. O cronista andou se queixando.

Só uma vez, tivemos na justiça, matéria policial local, como denunciante. Foi o ápice do jornal, durante semanas vendemos mais que a “Folha do Norte” e ganhamos a questão. Republicarei neste Blog toda esta história. 

[4] Não houve isso, mesma razão da nota anterior.




 

Filme do Santanopolis dos anos 60