Símbolos do Santanópolis

FOTO OFICIAL DO ENCONTRO

FOTO OFICIAL DO ENCONTRO

domingo, 13 de novembro de 2022

IV ENCONTRO DOS SANTANOPOLITANOS


 Da esquerda para a direita: Tânia Rebouças, quem enviou as fotos; Vânia; Ana Bastos; Luiz Nascimento e Ana Nascimento.

ANIVERSÁRIO DE BERNADETE, FÁTIMA, NEIDE E REINALUCIA

Bernadete

Mais um ano de vida completa hoje as  santanopolitanas, do signo de Escorpião e sob proteção de Nanã, 

Fátima

Bernadete Fonseca Guerreiro, Maria de Fátima Moraes Casaes (Fátima), Neide Almeida Cruz e Reina lúcia Nascimento da Silva.

Neide
Parabéns por hoje, mas felicidades sempre.

Reinalucia


sábado, 12 de novembro de 2022

NESTA DATA NA HISTÓRIA

Jornal Folha do Norte 12 de novembro de 1938

 

   Gradativamente o governo nazista da Alemanha, comandada por Adolfo Hitler, desde que assumiu como Chanceler, coloca em execução todo o tipo de perseguição ao povo judeu.

Com objetivo de preponderação eugênica, em que a raça ariana é superior, e os semitas responsável por tudo que de ruim que acontece com a humanidade, chega ao clímax como sabemos hoje, ao Holocausto exterminando seis milhões de judeus.

A Nota ao lado é mais uma medida de restrição, na sua ânsia de perseguição. O objetivo no caso é desestimular a procriação da raça judia, mesmo que tenham nascido na Alemanha.

 

 Nascido, no Portão da região do semiárido, Feira de Santana, passando férias na infância e juventude, em Itaberaba e a cinco décadas, possuidor de pequena fazenda em Mundo Novo. Também por duas décadas assessor da diretoria da Cooperfeira - Cooperativa Pecuária de Feira de Santana, muito curioso sobre o histórico do regime de chuva desta região.

Tudo que tenho lido e coletado dados, nada comprova existir alteração na quantidade pluviométrica.

SEMPRE HOUVE SECAS NESTA REGIÃO

A primeira notícia de seca que se tem registro, é do 1583 a 1585 no sertão da Bahia em direção a Pernambuco. O Padre Fernão Jardin relata: “uma grande seca e esterilidade na província e que 5.000 índios foram obrigados a fugir do sertão pela fome...”         

     

ANIVERSÁRIO DE IRMÃ ROSA

O trabalho que esta religiosa,   santanopolitana (foi professora), do signo de Escorpião e sob proteção de Nanã,  Irmã Rosa, presenteando Feira de Santana, diariamente com seu trabalho, nos torna devedor eterno.

Desejo que seu aniversário lhe traga uma felicidade imensa e que você possa realizar todos seus desejos nessa nova etapa de vida. Parabéns!

 

sexta-feira, 11 de novembro de 2022

PERFIL DE OSVALDO DE SALES GONÇALVES

 

OSVALDO DE SALES GONÇALVES - Nasceu em Cícero Dantas (BA), no dia 26 de julho de 1938. Era filho de Jucundino Gonçalves Celestino e Francisca de Sales Gonçalves.

Casou-se com a Profª. Terezinha Falcão do Vale Gonçal­ves, com a qual não teve filhos.

Estudou no Colégio Santanópolis, Formado em Pedagogia pela UFBA e em Direito pela Fa­culdade de Direito do Vale do Rio Doce, Mestre em Educação pela Universidade Católica de Minas Gerais. Cursou a Escola Su­perior de Guerra, Supervisão pela SUDENE, em Recife; Supervi­são do MOBRAL, no Rio de Janeiro. Fez cursos de Civilisacion Française, no Instituto Internacional de Paris, em Sourbone, na França.

Exerceu vários cargos na Secretaria de Educação do Esta­do da Bahia, sendo Secretário de Educação de Aporá, Superinten­dente Regional de Educação de Alagoinhas e Serrinha.

Recebeu as seguintes honrarias: Secretário da Ordem do Mérito Educacional SEC/BA; Comenda da Ordem do Mérito Educacional - Barão de Macaúbas; Embaixador do Rotary Club; Comenda Leão de Ouro - Lions Clube, em Queimadas/BA; Comenda Maria Quitéria, em Feira de Santana; Denominação do Centro de Educação Professor Osvaldo Sales, em Aporá/BA; Prémio Autores Nacionais, no Rio de Janeiro.

Obras publicadas: Monografia do Município de Cícero Dantas, Cícero Dantas 100 anos (premiado), Conto e Jagunçada de Canudos, Honra e Glória a Maria Quitéria, deixando um inédito - A Dama do Engenho da Ponta.

Foi membro da Academia de Letras e Artes de Feira de Santana, ocupando a Cadeira n°14, sendo a patrona, Prof. Edelvira de Oliveira.

Faleceu no dia 17 de novembro de 2001.

Fonte: Lélia Vitor Fernandes de Oliveira

  

quinta-feira, 10 de novembro de 2022

A DEMOCRACIA É UMA REALIDADE OU UM SONHO?

O conceito grego de democracia (“demos”, povo, e “kratos”, poder) foi proposto pelos pensadores modernos no século XVIII e tornou-se uma proposta generalizada no século XIX. Hoje é uma ideia universal, mas a prática tem-se mostrado muito mais complicada.

Para começar, levanta-se a questão do que quer dizer, realmente, democracia. E, para acabar, é interessante avaliar como o conceito evoluiu e quantos países cabem hoje dentro dessa classificação. Ou, pondo as coisas doutra maneira, a democracia é uma forma estável e definitiva de governação, ou apenas um “chavão” que está cada vez mais longe de se tornar universal?

 

Depois da expressão “democracia liberal” se ter tornado uma espécie de panaceia universal (o que foi acontecendo ao longo do século XX), a grande maioria dos regimes políticos faz tudo o que pode para serem considerados democracias. No entanto, um estudo actual, feito pela “Intelligence Unit” da revista “The Economist”, considera que 37,1% dos regimes são autoritários, 17,2% “híbridos”, 39% “democracias defeituosas”, e apenas 6,4% democracias completas.

 

Esta classificação, como todas as classificações, é arbitrária e talvez exigente demais, mas, mesmo considerando, as classificações “defeituosas” e “completas” juntas, não temos mais do que 45,4 regimes realmente democráticos — isto é, em que os órgãos dirigentes são escolhidos pelo povo, directa ou indirectamente, e existe liberdade de expressão e auto-regulação. É muito pouco, para uma ideia considerada tão boa — “A pior que existe, com excepção de todas as outras”, na famigerada definição de Churchil que se tornou um lugar-comum sempre que se fala da democracia.

 

Uma prova de que o conceito de democracia não é tão científico como se poderia supor — depende dos índices escolhidos, como “liberdade de expressão”, ou “percentagem de eleitores”, entre muitos outros — é que uma organização tão independente como o Pew Research Center, do Fórum Económico Mundial, afirma que há mais democracias plenas em 2016 do que havia em 1976. Este índice considera que na última data, tanto a Federação Russa como a Turquia e o Egipto são do modelo “misto”, o que obviamente não é verdade.

Aliás, se a Federação Russa não pode ser considerada uma democracia — nem sequer tem um mecanismo constitucional de sucessão — a Turquia e o Egipto são dois exemplos de outro tipo de desvio, a que podemos chamar de “falsa democracia” e onde podemos incluir a Hungria e a Venezuela, por exemplo. Nestes casos, há constituições democráticas e até eleições, mas os condicionamentos e até mesmo as ilegalidades encapotadas e descaradas fazem com que o regime no poder seja inamovível.

Outros casos duvidosos são aqueles países em que a democracia existe mas está em sério perigo de ser menos democrática. Veja-se o discurso do Presidente Biden, ainda esta semana: “A própria democracia está em disputa na próxima eleição (intercalar de Novembro) Nada está garantido na democracia americana. Todas as gerações têm de a defender, proteger e optar por ela. Porque a democracia é isso: uma escolha.” Que o presidente tenha de fazer uma afirmação destas, é um péssimo sinal. Aliás, nos últimos anos o mundo descobriu que afinal de contas a famosa democracia norte-americana, a primeira consagrada numa Constituição (1788) está repleta de falhas, omissões e nebulosidades. O próprio sistema, que consagra eleições indirectas através de colégios eleitorais, é perigoso; até à data há minorias prejudicadas no direito ao voto; e o sistema bi-cameral não é verdadeiramente representativo do peso dos Estados.

O caso dos Estados Unidos, ameaçado pelo extremismo do Partido Republicano, que até nega a validade de eleições transparentes, traz à pedra outro problema: a subida exponencial dos partidos radicais, cujos programas ameaçam várias vertentes do sistema democrático. É o que se verifica em França, e o que acaba de se ver nas eleições em Itália. É também o que está a acontecer naquela que é considerada a mais antiga democracia ocidental, no Reino Unido, onde os dois últimos primeiros-ministros foram escolhidos por uma ínfima minoria dos seus próprios partidos. Há também os casos, generalizados, em que um partido usa legalmente o sistema para se manter no poder por um tempo demasiado longo, canibalizando a saudável alternância, como é o caso de Portugal.

O caso briãnico levanta ainda outra questão: o domínio de uma classe previlegiada sobre o sistema. Essa classe, educada à partida para governar, acaba por excluir os mais desafortunados da possibilidade de escolher iqualitáriamente os seus representantes. E um outro senão, concomitante, é o domínio do poder económico sobre o poder político. Os grandes detentores do capital, os “mercados financeiros” e outras entidades ou pessoas com grande poder económico têm mais possibilidades de escolher os eleitos, ou de ser eleitos, que os cidadãos comuns.

Esta é talvez a questão mais perversa do sistema: sem igualdade económica é difícil haver igualdade política.

A solução “marxista” (para reduzir diversas variantes numa palavra) também já se provou que não funciona, uma vez que o poder popular — ou seja, de cidadãos todos economicamente próximos — leva à criação de uma classe dominante, a chamada “nomenklatura” que se coopta e se instala no poder, sem que os cidadãos tenham outra opção. E o capitalismo, sempre associado aos males da desigualdade, não desaparece, porque não é possível uma economia sem capital; apenas passa dos grupos privados para o aparelho de Estado, que não é um patrão menos predador.

Há um estudo muito interessante do filósofo japonês Kõkin Karatani, Isonomia e as origens da filosofia”, que, entre outros assuntos, trata da possibilidade de uma verdadeira democracia e dá vários exemplos históricos. Atenas, como sabemos, não é um deles. Nessa primeira democracia, a mãe de todas as outras, segundo a percepção comum, só participavam os cidadãos adultos, com excepção dos escravos, dos servos e das mulheres. Katani considera que a dimensão da sociedade é um elemento essencial para uma democracia plena. Ou seja, em algumas cidades-estado do Renascimento, como Veneza, ou Amesterdão no século XVII, ou na Ionia grega, era possível uma igualdade democrática. O pequeno território impedia que a posse da terra fosse um factor de poder, logo excluía uma classe terratenente hereditária; o comércio era a norma e havia uma igualdade entre os comerciantes independentes. Mesmo assim, havia sempre famílias dominantes, só que esse domínio não era tão forte que as obrigasse a desrespeitar a vontade comum. Embora as práticas democráticas variem entre estas entidades — no caso de Veneza, limitadas por uma oligarquia, no caso da Holanda, complicadas por surtos de conflitos religiosos - ainda assim o clima geral era bastante igualitário. Katani faz ainda uma afirmação interessante: o grande benefício da política não é mobilizar todos os que pensam da mesma maneira; é permitir que pessoas com ideias diferentes consigam viver em harmonia.

Somando tudo isto, e muito mais que se poderia dizer (a política é uma questão sempre em aberto e não existe o “fim da História”), chegamos à conclusão de que a Democracia é mais um ideal do que uma prática e que a sua prática não lhe garante permanência. 

Há épocas em que parece que a democracia está a crescer e a aperfeiçoar-se; há outras em que temos a desagradável percepção de que está a encolher e ser subvertida por desvios perigos. Vivemos num destes momentos. O único consolo é que a História não é linear, antes circular. E a única esperança é que ainda apanhemos a próxima volta do círculo.

 Transcrito de SAPO24 

A opinião de José Couto Nogueira

quarta-feira, 9 de novembro de 2022

RUMOS

ANA PIRES - in memória

Blog “Fragmentos de Ana Pires”. Para ver outras poesias da autora, nos sites recomendáveis ao lado.


As folhas caem,

na tarde
sem rumo.
Sinto-me só
e sem rumo,
como as folhas
e a tarde.


ANIVERSÁRIO DE PIRÔPO E TECO

Comemoram mais um ano de vida os santanopolitanos, do signo de Escorpião e sob proteção de Nanã, Maria Lúcia Pirôpo Silva (Pirôpo) e Temístocles Franco de Santana (Teco). 

nosso desejo é a repetição deste evento por muitos anos com saúde.



terça-feira, 8 de novembro de 2022

IV ENCONTRO DOS SANTANOPOLITANOS



Da direita para a esquerda: Tânia, Vania e Baby, em pé.





 

ANIVERSÁRIO DE BRITO, IRMA E JANICE

Os três aniversariantes de hoje são os santanopolitanos, do signo de Escorpião e sob proteção de Nanã, Carlos Alberto O. Brito, Irma Portugal Bahia e Janice Almeida Farias. 

Irma
Feliz aniversário! Este dia é sempre uma boa data para parar, refletir sobre tudo o que se passou e elaborar planos para o futuro.

 

Filme do Santanopolis dos anos 60