Símbolos do Santanópolis

FOTO OFICIAL DO ENCONTRO

FOTO OFICIAL DO ENCONTRO

sábado, 19 de fevereiro de 2022

ANIVERSÁRIO DE JEAN

O aniversariante de hoje é o  santanopolitano, do signo de Aquário e sob proteção de Oxalá, Jean Parente Gusmão.

Guarde na memória tudo que foi bom, e aprenda com o que foi menos bom. Agora começa mais um ciclo, aproveite e desfrute dele o melhor que conseguir.

 

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2022

Ascensão dos Nazistas: a violenta tropa de choque de Hitler (PARTE 2)


Neste segundo episódio da nossa minissérie histórica Ascensão dos Nazistas (em inglês, Rise of the Nazis), você vai acompanhar a campanha violenta dos Sturmabteilung, a tropa de choque nazista. Eles atacaram, espancaram e mataram sistematicamente os adversários de Adolf Hitler, principalmente os comunistas, os principais adversários políticos dos nazistas. Milhões de prisões também foram realizadas – mas para torná-las legais, os nazistas conseguem passar um decreto dando a eles poderes emergenciais para banir a liberdade de expressão e o direito de protesto, além da liberdade de prender sem acusação. Hitler usou esse grupo violento para aumentar gradualmente seu poder político na Alemanha. Confira.


ANIVERSÁRIO DE GERALDA

Comemorando idade nova a santanopolitana, do signo de Aquario  e sob proteção de Oxalá, Geralda Almeida Sampaio Queiroz.

Desejo muita paz, alegria, sorte e sucesso para você sempre! Feliz aniversário!

 

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2022

HÁ TEMPOS ATRÁS

Fábio Santana Nunes: Professor da UEFS, Doutor em Estudos do Lazer – UFMG, Pesquisa o lazer em Feira de Santana na transição dos séculos XIX e XX

Fábio pesquisando o jornal "Jornal do Brasil", foto abaixo. Uma bela noticia para nossa cidade.

O que chama atenção na nota acima, adversários políticos,
 o Intendente (Prefeito) Agostionho Fróes da Motta e Bernardino Bahia
Presidente do Conselho (Câmara de Vereadores), se unem em pró de
Feira de Santana

 

1918



ANIVERSÁRIO DE ADROALDO E ZILMA

Os aniversariantes de hoje são  os santanopolitanos, do signo de Aquario  e sob proteção de Oxalá, Adroaldo de Oliveira Dórea, 95 anos e Zilma Maria Moreira Miranda. 

Aniversário não é apenas aumentar um número à idade, devem se alegrar e celebrar por completar mais um ano de vida. Feliz aniversário!


quarta-feira, 16 de fevereiro de 2022

CRÔNICA DE ARNALDO JABOR

Antonio Edson, Santanopolitano.

Como definiu Caetano Veloso: "O Rio de Janeiro é o Brasil, São Paulo é o mundo e a Bahia é a Bahia." Jabor pinta a cidade com cores que até podem ser ouvidas; a linguagem poética que vem das suas palavras nessa crônica, também tem som e cores; e podemos lê-la como grandes fotos panorâmicas expostas em uma galeria.
 

A Bahia foi o lugar ideal para a África chegar.

Não consigo ir embora da Bahia. Acabaram minhas férias e continuo aqui. Mesmo que eu viaje depois do Carnaval, levarei a Bahia comigo.

Não se trata de louvá-la; quero entendê-la, não com a cabeça, mas com o corpo, com as mãos, com o nariz, entender como um cego apalpa um objeto, entender por que esse lugar é tão fortemente estruturado em sua aparente dispersão.

Aí, descubro que, ao contrário, a Bahia me ajuda a "me" entender. Não sou eu quem olha; a Bahia é que me olha de fora, inteira, sólida, secular, a paisagem me olha e fica patente minha alienação de carioca-paulista, fica evidente meu isolamento diante da vida, eu, essa estranha coisa aflita que está sempre entre um instante e outro, sem nunca ser calmo, inconsciente e feliz como um animal.

Na Bahia, vejo-me neurótico, obsessivo, sempre em dúvida, ansioso. Gostaria de estar na praia de Buraquinho, quieto, dentro do mar, como um peixe, como parte da geografia e não fora dela. Ninguém aqui se observa vivendo.

Salvador não é uma "cidade partida" como é o Rio, nem a cidade que expele seus escravos, como São Paulo, que um dia será castigada, estrangulada por sua periferia. Aqui, de alguma forma misteriosa, os pobres e negros, mesmo sem posses, são donos da cidade. A cultura africana que chegou nos navios negreiros, entre fezes e sangue, parece ter encontrado a região ideal nesse promontório boiando sobre o mar, batido de um vento geral, para fundar uma cidade erótica e religiosa, plantada nos cinco sentidos, fluindo do corpo e da terra. Os casarios subiram os montes, desceram em vales por necessidade dos colonos e escravos do passado, o espaço urbano foi desenhado pelo desejo dos homens. A Bahia foi o lugar perfeito para a África chegar.

Tudo se sincretiza, natureza e cultura. Espírito e matéria se unem como um bloco só, amores e vinganças fluem no sangue dos galos e dos bodes, esperanças queimam nas velas de sete dias, todas as coisas se amontoam num grande procedimento barroco de não deixar vazio algum, nada que sobre, que fique fora, nada que isole matéria e gente.

Os deuses não estão no Olimpo; são terrenos e florestais, estão na rua, no dendê, dentro da planta. Consciência e realidade não se dividem, o povo e o mundo são a mesma coisa, e isso aplaca as neuroses, as alienações das megacidades, onde o homem é um pobre diabo perdido no meio dos viadutos.

Como nas fotos do Mario Cravo Neto, tudo se une em um só bloco: o alvo pato e a mão negra, a mulher nua e a pedra, o nadador, o sol e a água, as frutas, os cestos e as bocas, as plantas e os pés, os búzios e os segredos, os santos e os orixás, as mãos e o tambor, a fome e a carne, o sexo e a comida.

Tenho uma espécie de inveja e saudade dessa cultura integrada, dessa sociedade secreta que vejo nos olhares das pessoas falando entre si, uma língua muda que não entendo, tenho inveja da palpabilidade de suas vidas materiais, tenho inveja da grande tribo popular que adivinho nos becos e ladeiras, das pessoas que riem e dançam nas beiras de calçada, que se amam na beira-mar, tenho inveja dessa cultura calma que vive no "presente", coisa que não temos mais nas "cidades partidas", sem passado e com um futuro que não cessa de não-chegar. Nesta época maníaca e americana, que se esvai sem repouso, aqui há o ritmo do prazer, a "sábia preguiça solar" de que falou Oswald e que Caymmi professa.

A civilização que os escravos trouxeram criou essa "grande suavidade", esse mistério sem transcendência, esse cotidiano sem ansiedade, essa alegria sem meta, essa felicidade sem pressa.

Aqui a cultura vem antes da lei. Aqui o soldado na guarita é um negro com passado e orixás, dentro da roupa de soldado.

O bombeiro, o vendedor, o pescador, o vagabundo se comunicam e existem antes das roupagens da sociedade. Até se travestem, se fantasiam de si mesmos nos horrendos "resorts" caretas da burguesia, mas não perdem a alma para o diabo, defendidos pela vigilância de seus exus.

A sinistra modernidade tenta adquirir a Bahia, possuí-la, apropriar-se das praias, das ilhas, dos panoramas.

Mas mesmo o progresso urbano e tecnológico aqui fica domado de certo modo pela cultura, que resiste a esses embates. Os balneários turísticos aqui me parecem meio patéticos, meio Miami, na vivência luxuosa dos acarajés, camarões e uísques trazidos por serviçais iaôs e mordomos de cabeça feita.

Aqui não se vêem os rostos torturados dos miseráveis do Rio e São Paulo; a pobreza tem uma religião terrena costurando tudo. As festas do ano inteiro não são diversionistas, orgiásticas, para "divertir" - são para integrar.

As festas têm uma religiosidade pagã, sem sacrifícios, sem asceses torturadas de olhos virados para o céu. Nada sobrou do barroco europeu sofrido; só prosperou o barroco gordo, pansexual, com as frutas, os anjinhos nus, os refolhos e ouropéis invadindo o convulsivo barroco da contra-reforma, com as curvas carnavalescas nas igrejas cheias de cariátides peitudas, sexies, gostosas, como as mulatas do Pelourinho.

Não é uma sociedade, mas um grande ritual em funcionamento. O Brasil aflito, injusto, imundo, inóspito devia aspirar a ser Bahia. Aqui dá para esquecer o jogo sujo do Congresso em Brasília, revelando a face oculta dos bandidos com imunidade, emporcalhando a democracia, aqui você não morre afogado na enchente da marginal Tietê, nem o Ronaldinho é assaltado com revólver na cabeça. Não conheço lugar mais naturalmente democrático. E, por isso, não consigo ir embora. Vou comprar uma camiseta "No Stress" e ficar bebendo "frappé" de coco para sempre.


ANIVERSÁRIO DE ALBERTO

Completa mais uma etapa da estrada da vida o santanopolitano, do signo de Aquario  e sob proteção de Oxalá, Alberto Sampaio de Oliveira Filho. 

Feliz aniversário! Que sua vida seja cheia de bons e felizes momentos. Parabéns!

 

terça-feira, 15 de fevereiro de 2022

ANIVERSÁRIO DE ANUNCIAÇÃO

 

Completa mais um ano de vida a  santanopolitana, do signo de Aquario  e sob proteção de Oxalá, Maria da Anunciação Santiago.

Parabéns por hoje, mas felicidades sempre.


POLÍTICA DE ANTÃO - III

 

MARCOS PÉRSICO – Santanopolitano, cineasta, teatrólogo, escritor.

POLÍTICA DE ANTÃO - II

O DIA SEGUINTE

[...] dizem que político não dorme de touca. Depois do comício de lançamento da candidatura do coronel, nenhum dos lados políticos dormiu mais, começou a corrida e o jogo sujo. [...]

O DIA SEGUINTE FOI como um dia de ressaca de cachaça. Ambos os lados acordaram, se é que dormiram, com sede de poder.

Coronel Salustiano, amanheceu sentado em sua cadeira de balanço. Estava com o olhar distante, pensativo e uma vontade enorme de iniciar aquele que seria o trabalho com as massas. Durante a noite toda, articulou inúmeros conchavos. Vislumbrou grandes apoios. Chegou até a pensar na composição do seu gabinete. Lembrou de nomes que poderiam ser secretários municipais. Pensou também na reforma que faria no prédio da prefeitura e em sua sala.

O delegado Gilberto não pregou os olhos. Primeiro por estar extremamente irritado com a possibilidade de competir com o coronel Salustiano e correr o risco de perder esta que seria a sua primeira eleição. Segundo, havia uma aranha caranguejeira no ri pão do telhado do seu quarto e que ele jamais conseguiria matá-la. Na verdade, o pé direito era alto e o delegado morria de medo de uma caranguejeira. Passou a noite numa única posição na cama, olhando para o telhado e pensando na política. Também fez pla­nos de como seriam os comícios daqui por diante. Terceiro e mais trágico, durante a noite D. Catuta roncava muito. Parecia uma ser­raria trabalhando a todo vapor em época de produção constante. A mulher do delegado roncava tanto que, de vez em quando, acor­dava assustada com seu próprio ronco e mandava-o calar a boca, pensando que conversava dormindo.

O dia amanhece, afinal.

Seria um dia como todos os outros não fosse o ocorrido na noite anterior. O Zeca 's Drinks nunca tinha sido aberto tão cedo.

Seu Zeca estava varrendo o passeio, mas no intuito de encontrar alguém que lhe desse notícias novas. O delegado se levantou e ao passar na sala olhou pela fresta da janela, como fazia todas as manhãs, e viu que o bar do seu Zeca já estava aberto. Pensou que já era tarde e ao olhar para o relógio se deparou de que eram apenas seis e quarenta e cinco da manhã. Intrigado, abriu a porta da frente e conferiu que o comércio ainda estava fechado. Foi até a cozinha, esquentou um café dormido, bebeu numa xícara pequena, acendeu um cigarro e foi até ao banheiro, sentou-se ao vaso e concentrado começou a pensar no que faria nesse dia, quem procuraria dentro do partido para chefiar a sua candidatura, quem seria de confiança para ser o olheiro do outro lado, etc. De repente, algo estranho estava acontecendo no espaço que sobrara entre o vaso e a bunda do delegado. Algo se movimentava de forma lenta. O  delegado lembrou-se da caranguejeira que vira durante a noite e como tinha pânico desse bicho, começou e gritar por socorro. Gritava tanto e tão alto que podia se ouvir os gritos até no bar do Seu Zeca.
Foi uma correria.
D. Catuta tentava abrir a porta, mas estava trancada por dentro. Maria Flor gritava pelo pai e tentava ajudar a mãe a abrir a porta.
O delegado gritava cada vez mais alto, a vizinhança agitada queria arrombar a porta da frente da casa e pediam para que abrissem a porta de qualquer maneira, até seu Zeca veio ajudar a abrir. Com um pedaço de pau, fizeram uma alavanca e, enfim, arrombaram a porta da sala e entraram correndo até onde estava D. Catuta e Maria Flor. Fez-se um silêncio absoluto. O delegado havia parado de gritar. Todos se olharam e Maria Flor começou a chorar, e num gesto histérico, gritou que o pai havia morrido.
Cada vez mais entravam pessoas dentro da residência do delegado, até que seu Nezinho que morava duas casas depois do delegado, gritou:

- Vamo tê que arrombá essa disgraça. As veis o delegado se intalou na privada.

-  Mas ele não está mais gritando. Falou seu Zeca.

-  Vamo arrombá...

E assim fizeram. Arrombaram a porta do banheiro e encontraram o delegado caído no chão desmaiado, todo cagado e a aranha caranguejeira num canto da parede, perto de um monte de papel higiénico sujo, jogado ao chão. Reanimaram o delegado Gilberto, deram a ele um pouco de água com açúcar e aos poucos foram saindo, mas não sem antes falarem com D. Catuta, frases prontas como:

- Ainda bem que não foi nada grave!

- É isso mesmo, tem gente que tem horror a uma aranha!

- Ele vai ficar bom!

- Tenha forças, minha filha!

- Era um bom homem!

- E a vida continua!

- Entregue nas mãos de Deus!

- Qualquer coisa, é só me chamar!

D. Catuta, um pouco envergonhada de tudo aquilo, agradecia a todos.

Maria Flor apenas orava e chorava.

O último a sair, claro, foi seu Zeca. Ele queria aproveitar até o fim o acontecimento, para poder discorrer sobre o fato nos mínimos detalhes.

O delegado, ainda assustado, foi se certificar se a aranha estava morta e constatou que ela já não mais estava ali. Entrou no banheiro e depois de tomar um longo banho se vestiu e foi pra delegacia cumprir o seu ócio.

No caminho, muita gente o cumprimentava. Aqueles que assistiram a cena de perto e ao vivo, sorriam por se lembrar do quadro. Os que não viram apenas saudavam o delegado.

Por volta das dez horas, o Bar do seu Zeca estava quase lotado. O comentário do dia era o delegado e a caranguejeira. Todos riam com as gozações feitas pelas pessoas, até que o delegado entra no bar. Aí ninguém mais falou nada. Apenas seu Zeca perguntou como estava sendo o seu dia.

O delegado, com a cara fechada respondeu:

O meu dia promete ser muito bom, seu Zeca.

- Pelo visto vai ser mesmo, delegado...

O senhor tem alguma dúvida disso?

Não senhor... Acho que vai ser bom até pra mim.

Parece que vai mesmo, o senhor abriu o bar bem cedo hoje, não foi seu Zeca? Algum motivo especial?

- Não senhor... Acho que foi o comício desta noite... Não consegui dormir e vim logo cedo pro estabelecimento.

- Eu vi o senhor  varrendo o passeio...

- E se não fosse isso, delegado, quem abriria a porta da sua casa quando teve o ocorrido?

O delegado tenta desviar o assunto.

- Vai fazer muito sol hoje, não acha? Coloca uma cerveja pra mim, seu Zeca.

Enquanto seu Zeca foi pegar a cerveja, o delegado foi ao banheiro.

Entra no bar, Elias Roncolho, vereador da oposição e aliado do coronel Salú.

- Bom-dia a todos...

Alguns responderam e Elias foi logo se acomodando, pede uma cerveja e ironicamente comenta em voz alta para os que estavam sentados à mesa ao lado.

- Vocês viram o comício de ontem? Sucesso total...

O delegado ouviu aquilo e ficou esperando dentro do banheiro, os comentários que viriam.

Alguns comentários surgiram:

- O páreo vai ser duro neste ano.

- O delegado não vai encontrar moleza pra vencer.

- O coronel Salú não ia entrar nessa pra perder...

- Que nada, o PSD nunca perdeu aqui dentro.

O delegado ouvia tudo com certa animação até que Elias Roncolho saiu com o comentário que estava faltando.

- O delegado Gilberto não tem condições de vencer o coronel.  Um homem que se caga todo por causa de uma aranha de nada, não vence eleição.

Foi a mesma coisa que ter dado um chute no saco do delegado. Ele pegou ar, e enfurecido como touro na arena, saiu de dentro do banheiro já em direção à mesa de Elias.

- Seu capado de uma figa, repita se for homem...

Segurou Elias pelo pescoço e empunhou um revólver.

Uma correria se formou dentro do bar de seu Zeca.

Elias caído ao chão e o delegado grudado no seu pescoço e com uma arma apontada para a sua cabeça, gritava:

- Diga seu miserável, repete o que você disse cachorro, pra eu meter uma bala na sua cabeça...

Seu Zeca, nervoso e angustiado, se aproxima do delegado e diz:

- Delegado, olha a sua reputação... Pelo amor de Deus, delegado, não vá estragar a sua candidatura.

O delegado Gilberto soltou Elias, guardou a arma e olhando pra todos, que indignados presenciaram aquela cena e disse:

- Vamos esquecer o ocorrido aqui mesmo. Se seu Elias quiser continuar aqui dentro do recinto, pode ficar. Vamos tomar cerveja, que hoje é por minha conta. Vamos brindar a vitória.

Como o povo gosta mesmo é de festa, a cervejada foi até o final da tarde. Elias Roncolho bebeu e comeu o dia inteiro, mas sempre de olho no delegado.

Enquanto isso, coronel Salú saiu pelos distritos e zona rural da região, costurando alianças e pedindo apoio. Ele sabia que não seria fácil derrotar o delegado Gilberto, não pela pessoa em si, mas pela força do partido. Teria que trabalhar muito para convencer o eleitorado a desistir do PSD e votar na UDN, se bem que o seu nome era benquisto na cidade.

O coronel centrou sua campanha muito mais nos distritos do que na sede, mesmo sabendo que a soma dos votos dos distritos não superava jamais a soma dos da sede do município. O que fortaleceria mesmo a sua campanha era o corpo-a-corpo e as alianças que os políticos da capital haviam prometido. Sua preocupação maior agora era medir o numero de correligionários que teria durante a campanha e espionar os comícios que o outro partido faria de agora em diante.

[...] Em respeito ao leitor, não vou narrar o que houve em cada comício. Foi muita baixaria durante a campanha toda. Troca de insultos, brigas, teve até tiroteio, mas só houve um ferido de raspão, portanto como tudo isso é lixo vamos aos fatos da eleição. [...]

(continua: De comício em comício)



segunda-feira, 14 de fevereiro de 2022

ANIVERSÁRIO DE ROSE

A aniversariante de hoje é a  santanopolitana, do signo de Aquario  e sob proteção de Oxalá, Rose Mary Jesus Sampaio. 

Desejo que seu aniversário lhe traga uma felicidade imensa e que você possa realizar todos seus desejos nessa nova etapa de vida. Parabéns!

 

Filme do Santanopolis dos anos 60