terça-feira, 24 de junho de 2014
ANIVERSÁRIO DE MARTINS DE FREITAS
Parabéns João, você está no coração de todos os Santanopolitanos, estaremos torcendo pelo comparecimento no 4ºEncontro em 23 de agosto de 2014,
segunda-feira, 23 de junho de 2014
PLANTA BAIXA DO SANTANÓPOLIS
Planta baixa do Ginásio Santanópolis. Faz parte do Relatório do MEC de 1940.
Fonte: Nivea, Sandra – Tese de Doutorado sobre o
Santanópolis - 2013
ANIVERSÁRIOS DE HOJE
sábado, 21 de junho de 2014
SALA DE CIÊNCIAS - 1944
Uma das primeiras fotografias da "Sala de Ciências". Merecem atenção,aquela máquina ao fundo, quando rodávamos a manivela era produzida eletricidade estática. As meninas ficavam extasiadas com um feto humano dentro de um vaso de vidro que tinha nesta sala. Ao lado direito vemos o primeiro escudo com GS, Ginásio Santanópolis, posteriormente com o 2º ciclo foi tirado o pedacinho do G transformando em C de Colégio.
Fonte: Nivea, Sandra – Tese de Doutorado sobre o
Santanópolis - 2013
ANIVERSARIANTES DE HOJE
sexta-feira, 20 de junho de 2014
SÃO JOÃO, HÁBITOS E COSTUMES
| Hugo Navarro da Silva |
Os costumes mudam, transformam-se, como hábitos e usos, no decorrer do tempo e ao influxo dos acontecimentos que atingem a sociedade. Embora se diga que hábito prende-se à atividade individual de cada um, sem juízo de valor, como o hábito, que abrange uma comunidade, o costume, ao contrário de hábito o uso, tem que ter um certo conteúdo moral, decorrente da religião, da política ou da tradição.
Há, no costume, processo de imitação coletiva, forma específica de ordem existencial de grupo, sob a influência, principalmente, de dois fatores essenciais: as formas estabelecidas e a opinião pública, que ora se manifesta como forças conservadoras, ora como inovações ou tentativas inovadoras ditadas pelas transformações sociais.
As festas de junho, nordestinas, que abarcam todo o interior da Bahia, podem ser apontadas como costumes, que já gozam de enorme prestígio entre o nosso povo, destacando-se os tributados a São João, que assumiram cunho nitidamente popular com suas fogueiras e foguetórios, mas sem perder a influência religiosa.
As fogueiras, os fogos de artifício, as quadrilhas caracterizaram a festa durante séculos, tiveram tal importância que criariam, em certa época, ciclos de músicas juninas, como acontecia no carnaval, cantando as lendas que o povo desenvolveu em torno do santo casamenteiro, Santo Antônio, de São Pedro, que tem a guarda das chaves do céu e de São João, que dorme, durante a noite de sua festa, por determinação de Nossa Senhora, porque, se acordado ficasse, diante da beleza das comemorações, poderia fraquejar, perder o juízo e entrar na folia. Hoje, provavelmente, cairia no forró.
O São João já foi festa doméstica. Cada família tinha fogueira, mesa de canjica, milho assado, amendoim e bolos de puba, de aipim e de milho. Licores de todo gênero, mas, principalmente, de jenipapo, fogos conforme as posses e os entusiasmos de cada um. Pessoas se reuniam para comer, beber, pular fogueira e namorar. Não foram poucos os casamentos que surgiram de festas de São João.
As fogueiras, nesta cidade, tomavam as ruas, cheias de denso fumaceiro da queima de madeira e dos fogos. De tal sorte se desenvolveram que a Prefeitura certa ocasião determinou que se protegesse o calçamento usando camada de areia no local das fogueiras, determinação a que ninguém obedeceu.
O automóvel expulsou as fogueiras para sítios, fazendas e chácaras. As chácaras já foram moda e já deram status nesta cidade. Praticamente desapareceram depois de provocar a quebra de muita gente. Sumiram, também, as manifestações domésticas. Ninguém vai abrir as portas da casa, para festas, sem a certeza de sofrer dissabores, assaltos e, provavelmente, morte violenta.
Os céus, cheios de balões, inspiradores de inúmeros poetas e sonhadores, como os fogos de artifício, foram incluídos no rol das coisas perigosas e eliminados. Os foguetórios ainda existem, mas somente no futebol e na política.
O São João conserva modelo antigo, em parte, em fazendas e sítios afastados. Não apenas mudou. Foi extinto no meio urbano, resistindo, apenas, como festas oficiais, forrobolizadas, em raros locais, sob o influxo dos novos tempos e das bandas, em que o uso do licor, como das demais bebidas alcoólicas, quase assume as virtudes da santidade.
ANIVERSARIANTES DE HOJE
Parabéns aos aniversariantes LÊDA SAMPAIO OLIVEIRA e ANTONIO CARVALHO BRANDÃO DE SOUZA .
Muita saúde, paz, felicidade
e alegria...
Tudo de melhor para vocês...
neste dia tão especial !
Estamos torcendo pelo comparecimento de vocês, no IV Encontro dos Santanopolitanos em 23 de agosto de 2014.
quinta-feira, 19 de junho de 2014
ANIVERSÁRIO DE FRANCINEIDE MARQUES DA CONCEÇÃO SANTOS
Parabéns Frances você merece muita festa no dia de hoje, Estamos esperando no 4ºEncontro em 23 de agosto
de 2014, para abraçá-la.
A EDUCAÇÃO EM DOIS TONS
![]() |
| Evandro J. S. Oliveira |
Dois extremos de educação
produzidos na copa, um positivo e outro negativo, nos chama atenção. Vale a
pena repensarmos sobre o assunto.Primeiro a excelente educação demonstrada
pelos japoneses. Terminado o jogo, tendo o Japão perdido de virada para
Costa do Marfim, por 2x1, a torcida japonesa, só saiu do estádio depois de
limpar o local onde assistiu o jogo. Foi um ato inusitado para nós, que estamos
acostumados a ver a torcida perdedora revoltada, agredir, arrebentar, jogar
objetos na torcida adversária, e até em alguns casos, assassinar. Entretanto chamamos
a atenção que não é só um fenômeno brasileiro. O maior desastre já existido em
um estádio de futebol foi na Europa, ficou com o nome da tragédia de Heysel,
no jogo da liga dos campeões europeus, entre o Liverpool, equipe inglesa e a Juventus,
da Itália, quando morreram 38 torcedores, ferindo quase uma centena. Em
pesquisa recente, detectou-se as dez torcidas mais violentas, uma brasileira, Palmeiras, duas Inglesas, uma
italiana, uma croata, uma turca, uma grega. Em suma 60% da Europa educada.
A razão de mostrar outros países é para não aumentar, o que se denomina hoje o complexo
vira-lata do brasileiro.
A segunda é extremamente
negativa. Na abertura da Copa a Presidente ELEITA, foi xingada por parte da
torcida brasileira, com terminologia de baixo calão. Os que vaiaram,
provavelmente foram educados em instituições escolares particulares, visto que
o preço do ingresso foi proibitivo para a grande massa que frequentou
instituições públicas, ficando óbvio que a educação não é só uma questão de
investimento.
Vimos em matéria posterior, uma
família japonesa que vive no Brasil, já na terceira geração. Os filhos pequenos
chegando da escola e tirando o sapato para entrar em casa. No caso foi preservado
uma educação milenar, que aqui nós chamamos de educação de berço.
O advento das duas guerras
mundiais, tiveram como consequência educacional a retirada das mães , avós,
tias dos lares para o trabalhar fora, ficando a educação à cargo das
escolas e aí estas não tiveram a
capacidade de assumir esta nova função .
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