Símbolos do Santanópolis

FOTO OFICIAL DO ENCONTRO

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sexta-feira, 21 de agosto de 2020

NOVENTA ANOS CULTIVANDO AMIZADES, ARTE E CULTURA

Gil Mário de Oliveira Menezes - Santanopolitano, foi professor titular B da Universidade Estadual de Feira de Santana - UEFS de 1976 a 2012, artista plástico, membro do Instituto Histórico e Geográfico e da Academia de Letras e Artes de Feira de Santana. 

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A festejada crítica de arte Matilde Matos e a Professora Maria Cristina Menezes “Marinita”, tem em comum o hábito de cultivar amizades. O que fazem prazerosamente há 90 anos.
À esquerda Matilde Matos
 e à diretita Marinita 
Matilde Augusta de Matos nasceu em 1927, na cidade de Caicó, Rio Grande do Norte. Veio a fixar residência em 1933, no Estado da Bahia, inicialmente em Serrinha e posteriormente na cidade de Feira de Santana, estudando no Colégio Santanópolis onde conheceu Marinita (minha mãe).
Na comemoração do aniversario de 90 anos de Marinita, constatei a presença de amigos do tempo das férias em Itaberaba, na residência de meus bisavós. Ainda solteiras e jovens fizeram amizades duradouras com Margarida Mendo Mendonça, Lelita Vaz de Queiroz, Noelia Sincurar de Andrade, Nilda Mascarenhas de Castro, Evoá Ferreira e Antônia de Loreto entre outros.
As amizades continuaram em Feira de Santana, época que o Sr. Mendo, pai de Margarida, gerenciava o único correio e telégrafo da cidade, funcionando em frente a nossa casa, nas imediações da Prefeitura Municipal. Quanto a Matilde, considerada de inteligência diferenciada, liderava as atividades esportivas do Santonópolis e não faltavam passeios ao Parque Bernardino Bahia, na época área de lazer e amizades. Em 1968, Matilde transferiu sua residência para a capital, Salvador, assumindo uma coluna no Jornal da Bahia onde abordava atividades culturais e artísticas da cidade e regiões. Sempre requisitada para criar e coordenar grandes eventos nesta área. Fui também beneficiado por suas ações com o registro no livro “50 anos de Arte na Bahia”, obra que todo artista gostaria de ser citado.

Representante da ABCA – Associação Brasileira de Críticos de Arte e da AICA -  Associação Internacional de Críticos de Arte, coordenou o I Salão de Artes Plásticas do Museu Regional de Feira de Santana, em 1980, e o II Salão em 1984. Nestas datas a grande feira livre da cidade já estava confinada no Centro de Abastecimento desde janeiro de 1977, mais Feira continuou produzindo cultura e artes plásticas através de seus artistas. Matilde é personagem incentivadora desta produção.
Acredito que a longevidade esteja relacionada à regularidade da vida, amigos e trabalhos constantes, talvez contribuam para este sucesso.
Existe uma teoria divulgada por Sidarta Gautama (Buda) transformada na condensação de suas leis que diz: “o sofrimento surge do desejo”; “a única forma de se livrar totalmente do sofrimento é se livrar totalmente do desejo”. Certamente essas pessoas alcançaram essa máxima, vivendo a felicidade que Deus deu.
O Colégio Santanópolis, desde 1933 já pensava em promover arte e cultura, além da educação formal seu objetivo alvo. Com isto, promoveu em 1951 a primeira exposição de Raimundo de Oliveira, atualmente festejado artista visual brasileiro e imortalizado em suas obras. Para historiar sobre o colégio que vivenciei na minha adolescência, começo pelos meus avós o Deputado Áureo Filho e Palmira Sampaio de Oliveira, família de educadores que elevou o nível intelectual e quebrou a monotonia educacional da cidade, inovou no ensino e estimulou a cultura. Com essa máxima e propósito, minha mãe Marinita, estudou e ensinou no colégio. Em seguida frequentou a Faculdade de Filosofia da Universidade Federal da Bahia e pós-graduação em Biologia na Universidade de São Paulo, também é Licenciada em História Natural pela Faculdade de Filosofia da UFBA, além de extenso currículo. Desta forma, habilitou-se para dirigir em Salvador, o Colégio Carlos Santana e de volta a Feira de Santana, assumiu a direção geral do Colégio Assis Chateaubriand. No governo de Luiz Viana Filho, tendo como Secretário de Educação professor Edvaldo Boaventura, juntamente com o médico Geraldo Leite e alguns deputados da terra, participaram das primeiras reuniões para a criação da Universidade em Feira de Santana culminando na atual UEFS. Com a inauguração, em 1976, tornou-se professora Titular da Cadeira que exerceu até sua aposentadoria como Conselheira. Minha mãe casou-se com Gilberto Torres de Menezes (falecido) e teve cinco filhos, Gil Mário, Maria Lina, Jamile, Gilberto e Betânia.

segunda-feira, 9 de dezembro de 2019

PERFIL DE GIL MÁRIO DE OLIVEIRA MENEZES

Nasceu em Salvador, Bahia, em 1947.
Filho de Gilberto Torres de Menezes e Maria Cristina Oliveira Menezes.
Estudou do 1º ao 4º primário no Colégio Sophia Costa Pinto, em Salvador e da 5ª e os quatro anos ginasial, no Colégio Santanópolis, o cientifico no Colégio Central de Salvado, 1º 2º anos e 3º ano no Colégio Ipiranga formou-se em Licenciatura em Desenho e Plástica pela Universidade Federal da Bahia – UFBA, em 1979, e Educação Física, pela Escola Superior de Educação Física de Pernambuco, em 1972.
É Professor Titular B da Universidade Estadual de Feira de Santana desde sua fundação em 1976. Em 1993, recebeu incentivo por Produção Cientifica Artístico e Cultural pela UEFS, através dos Departamentos de Saúde e de Letras e Artes.
Elaborou, em 2000, como organizador, o catálogo do acervo do Museu Regional de Arte de Feira de Santana. Em 2001, foi curador da “Coleção Inglesa” do MRA-Feira, representando o CUCA/UEFS na exposição “Coleções Brasileiras”, realizada no Centro Cultural Banco do Brasil, de Brasília, Distrito Federal. Em 2001, assumiu a Curadoria do Museu Regional de Arte – CUCA/UEFS. Em 2002, foi membro da Comissão de Implantação do Curso de técnicas de Museus para Agentes Cultural pela UEFS/CUCA e empossado na Academia de Letras e Artes de Feira de Santana, tendo como Patrono Áureo Filho. É membro do Conselho Fiscal do Instituto Histórico e Geográfico de Feira de Santana: primeira diretoria, 2003/2005 e do biênio 2006/2008
Como crítico, assina a coluna Arte no Brasil, especializada em cultura e artes plásticas do jornal feirense “Noite e Dia”, além de compor seu conselho Editorial desde sua fundação em 20 de setembro de 1998. Atualmente assina a coluna Universo das Artes no Jornal Folha do Estado da Bahia.
Em 2005 integra a Comissão de Seleção e Premiação do XXXII Salão Regional de Artes Plásticas da Bahia, da Fundação cultural do Estado da Bahia, no Centro de Cultura Amélio Amorim e em 2006, integra a Comissão  de Seleção e Premiação do VI Concurso Feirense de Fotografia Profissional – “Sertão Feirense” – Seu Povo, Seus Aspectos e seus Costumes – BA. 
Em 2007 como Curador do Museu Regional de Artes de Feira de Santana planeja as comemorações dos 40 anos do Museu com a exposição individual do artista plástico César Romero e implanta a Biblioteca Setorial Ernesto Simões Filho – BSES além de nomear as alas do MRA com seus fundadores de 1967.


domingo, 16 de agosto de 2020

PERFIL DA MARIA CRISTINA DE OLIVEIRA MENEZES (MARINITA)


Nasceu em Salvador, no dia 02 de setembro de 1927. Filha de Áureo de Oliveira Filho e Palmira Sampaio de Oliveira.
Nesta cidade de Feira de Santana, onde sua família fixou residência, realizou os cursos ginasial e clássico, no Colégio Santanópolis, ao lado dos irmãos: Joaquim Manoel, Alberto, Maria Lúcia e Evandro.
Conviveu com o dinamismo do seu pai, um cidadão culto, educador, homem público, eleito Deputado Estadual, por quatro legislaturas.
Casou-se em 8 de dezembro de 1945, com o Sr. Gilberto Torres de Menezes. Deste matrimónio gerou cinco filhos: Gil Mário, artista plástico, Maria Lina, Jamile, Gilberto Júnior e Betânia.
Quanto à sua formação acadêmica, fez Exame de Suficiência na Faculdade de Filosofia da UFBA, em 1952, obtendo o registro definitivo para o ensino de Ciências. Em 1965, concluiu o curso de História Natural pela Faculdade de Filosofia da UFBA. Em 1966, realizou o curso de Anatomia Animal Comparada, obtendo o Certificado pelo Instituto de Biologia da UFBA. Em 1968, realizou o curso de Botânica na Universidade Católica do Salvador e o curso de Biologia no Centro de Treinamento para professores de Biologia da Universidade de São Paulo.
Em nível de Pós-graduação, realizou o curso de Especialização em Conteúdos e Métodos do Ensino Superior, com duração de seis
meses. Em 1963, recebe o certificado de Curso de Especialização em Avaliação de Currículo, pela UFBA.
Iniciou suas atividades docentes no Colégio Estadual de Feira de Santana, em 1955. Em 1959, transferiu-se para o Colégio João Florêncio Gomes, na capital do estado. Em 1963, ficou à disposição da Faculdade de Filosofia da UFBA pelo período de dois anos. Em 1976, participou da programação das Classes Experimentais no Colégio Central da Bahia por um ano.
Em 1969, foi designada pelo governador do estado para compor a comissão encarregada de elaborar o anteprojeto de implantação da Fundação da Universidade Estadual de Feira de Santana. No ano seguinte é nomeada membro titular do primeiro Conselho Diretor da referida Fundação.
Em agosto de 1970, é aprovada como Coordenadora do curso de Ciências da Faculdade Estadual de Educação de Feira de Santana durante toda a sua vigência.
Concomitantemente, exercendo as atividades na Faculdade, continuava suas funções no Ensino Médio, sendo nomeada, em 1971, para o cargo de Diretora do Centro Integrado de Educação Assis Chateaubriand, em Feira de Santana. Em 1978, foi nomeada Diretora do Colégio Estadual Manoel Devoto, em Salvador e em 1982, nomeada Diretora do Centro Integrado de Educação Carlos Corrêa de Menezes Santana.
Em 29 de maio de 1975, fez parte da Comissão de Implantação da Universidade, já inaugurada a primeira Unidade de Ensino, Pesquisa e Extensão.
Instalada a Universidade, em 31 de maio de 1976, passa a atuar como Docente Titular da disciplina Biologia Celular, até o ano de 1987.
Em 1994, aposenta-se como docente da UEFS, mas continua a manter contato com a instituição em todos os seus empreendimentos.
Em novembro de 2007, foi convidada para integrar a Academia de Educação de Feira de Santana, onde ocupa a Cadeira n° 03, sendo o patrono Dr. Áureo de Oliveira Filho, seu pai.

sábado, 20 de março de 2021

ANIVERSÁRIO DE GIL

Comemorando o complemento de mais uma etapa da vida o santanopolitano, do signo de Peixes sob proteção de Iemanjá, Gil Mário de Oliveira Menezes ver perfil de Gil Mário

Guarde na memória tudo que foi bom, e aprenda com o que foi menos bom. Agora começa mais um ciclo, aproveite e desfrute dele o melhor que conseguir.

 

Filme do Santanopolis dos anos 60