Símbolos do Santanópolis

FOTO OFICIAL DO ENCONTRO

FOTO OFICIAL DO ENCONTRO

segunda-feira, 22 de junho de 2020

REGISTRO DE MATRICULA DE FERNANDO RAMOS



Fernando Souza Ramos, santanopolitano, escritor premiado.
Ver também: Vídeo de Fernando Ramos (clique em cima)
Ver também: Perfil de Fernando Ramos (clique em cima)

TOURADAS NO BRAZIL ANTIGAMENTE


Fábio Santana Nunes
Professor da UEFS
Doutorando em Estudos do Lazer - UFMG
Pesquisa o lazer em Feira de Santana na transição dos séculos XIX e XX
Fotografia: tourada realizada
 na cidade de Manaus em 1960.
 Acesso:
https://idd.org.br/acervo/tourada-em-manaus-1960/
 Companhias de touradas percorreram o País de sul a norte, desenvolvendo trabalhos em capitais e cidades interioranas. Entre estas, Feira de Santana – Bahia, na época, distante da Capital Baiana um dia inteiro de viagem, fazendo uso de navegação marítima e fluvial; em seguida, trem. No segundo semestre de 1893, uma propaganda de artigo utilizado nos dias de divertimentos públicos. Com o título Touradas, o jornal O Município anunciava “lindo guarda sol”. Um pequeno indício. Em novembro e dezembro de 1896, porém, evidenciou-se a existência da tauromaquia na Cidade. Emanava de cartaz propagandeado na última página do O Propulsor, com letras garrafais: “TOURADAS! COMPANHIA TAUROMACHICA”. Uma convocação: “AO HIPPODROMO”, espaço pertencente ao Jockey Club Feirense.
 
Nos primeiros momentos do século seguinte, mais uma vez um Circo de Touros surge, tendo o Campo General Câmara acolhido um “pavilhão armado” e, na “Estréia”, “trabalhos de tauromachia” desenvolvidos pelo toureador de nacionalidade espanhola Manoel Ruiz Composto em abril de 1905, conforme a coluna “Crônica Feirense” do Folha do Norte. Exatamente o mesmo local das tradicionais feiras de gado, uma das maiores do Brasil no período. A festa de touros não compôs uma tradição popular em terras feirenses, de outro modo, tanto quanto em diversas regiões do Brasil, se expressou como um divertimento mercantilizado por companhias tauromáquicas sazonais.

ANIVERSÁRIO DE NEIDE E ADA

Neide
 Comemorando data de nascimento as santanopolitanas, do signo de Gêmeos, sob proteção de Ibejis, Gersineide Guimarães Campos (Neide) e Maria Ada Godinho Souza (Ada).
Ada
A vida é um milhão de novos começos movidos pelo desafio sempre novo de viver e fazer todo sonho brilhar. Feliz Aniversário!
Parabéns!
Feliz aniversário!

domingo, 21 de junho de 2020

REGISTROS HISTÓRICOS DE 21/06


“MEMÓRIAS DE ARNOLD FERREIRA DA SILVA"
Organizado pelos santanopolitanos, Carlos Alberto Almeida Mello e Carlos Alberto Oliveira Brito e editado "Fundação Senhor dos Passos". Núcleo de Preservação da Memória Feirense - Rollie E Poppino.



Dia de hoje no tempo:
1803 - Chega a esta cidade, a passeioo jornalista Lellis Piedade*.
1903 - Está em exercício das funções de comissário de polícia do termo o alferes  do regimento policial José Joaquim da Silveira, qu substituiu, nesse posto, o alferes justino Marques de Freitas. 


Afinal, quem é LÉLIS PIEDADE?

Escolhi Lélis Piedade para iniciar esta série de curiosas investigações sobres os "ilustres desconhecidos" que fazem parte diariamente de nossas vidas, mas que nunca nos damos conta de quem foram ou o que fizeram estes cidadãos.
No caso deste, que dá nome a uma das principais ruas do bucólico bairro da Ribeira, na Cidade Baixa (Salvador/BA), já foi complicado pra começar... Pouca coisa encontrei sobre sua vida, apenas que foi um jornalista, que redigia para o Jornal de Notícias, de Salvador. No entanto, as minhas pesquisas me direcionaram para uma importante passagem da vida deste homem, melhor dizendo, de todos nós brasileiros, a Guerra de Canudos. Mais precisamente do pós-guerra. Acho que poucas pessoas tem noção do massacre que aconteceu em Canudos, comunidade independente que vivia sob as ideias utópicas de Antônio Conselheiro. No auge de sua glória, Canudos chegou a ter 35 mil sertanejos vivendo em seus limites. E no quarto ataque do governo federal à rebelde vila, a cidade de Conselheiro foi arrasada, nem idosos e crianças foram poupados. Mas o que já parecia cruel, ficou ainda pior. Os poucos sobreviventes, especialmente as mulheres, crianças e adultas, foram literalmente arrastadas e forçadas a trabalhar como empregadas domésticas e outras, absurdamente estupradas e largadas em zonas de prostituição. Lembrem-se que eu disse que "meninas" eram essas vítimas. Um repórter chega ao ponto de narrar para o seu jornal que encontrou um "jaguncinha com belos cabelos loiros e olhos azuis" e que a levaria para o Rio, como lembranças de Canudos. E é aí que entra o nosso personagem, que também levou sua "jaguncinha" para casa.
Sobreviventes de Canudos
 Portanto, a maioria dos jornalistas da época também eram contra as atividades de Conselheiro e sua comunidade, pois, erroneamente, acreditavam que estes defendiam a volta da monarquia. As notícias eram deturpadas de tal maneira, que criaram a imagem de que os pobres e famintos sertanejos eram "inimigos da pátria". Porém Lélis Piedade, através de suas reportagens, denuncia os desmandos do exército, dos coronéis e até de médicos, que se recusavam a atender as mulheres advindas de Canudos. Assim foi criado o Comitê Patriótico da Bahia, afim de prestar assistência beneficente as estas pobres criaturas. O Comitê era dirigido por nosso personagem. Ele conseguiu, assinando vários salvo-condutos, salvar muitas dessas sofridas almas. Não sei, entretanto, se o mesmo ofereceu o tal documento para a "jaguncinha" que tirou à força da mãe, com o intuito de "protegê-la", para não cair na prostituição, segundo ele e outros colegas de profissão. Segue trecho do relatório do Comitê:
“Pelas crianças, porém, notadamente por elas, fizemos tudo o que estava ao nosso alcance. E pesa-nos dize-lo que grande parte dos menores reunidos pela comissão, dentre eles meninas pobres e mocinhas, se achavam em casa de quitandeiras e prostitutas. Foi, pois, para lamentar, a distribuição indevida das crianças, sendo muitas remetidas para vários pontos do Estado e para esta capital, como uma lembrança viva de Canudos ou como um presente.”
Portanto, a maioria dos jornalistas da época também eram contra as atividades de Conselheiro e sua comunidade, pois, erroneamente, acreditavam que estes defendiam a volta da monarquia. As notícias eram deturpadas de tal maneira, que criaram a imagem de que os pobres e famintos sertanejos eram "inimigos da pátria". Porém Lélis Piedade, através de suas reportagens, denuncia os desmandos do exército, dos coronéis e até de médicos, que se recusavam a atender as mulheres advindas de Canudos. Assim foi criado o Comitê Patriótico da Bahia, afim de prestar assistência beneficente as estas pobres criaturas. O Comitê era dirigido por nosso personagem. Ele conseguiu, assinando vários salvo-condutos, salvar muitas dessas sofridas almas. Não sei, entretanto, se o mesmo ofereceu o tal documento para a "jaguncinha" que tirou à força da mãe, com o intuito de "protegê-la", para não cair na prostituição, segundo ele e outros colegas de profissão. Segue trecho do relatório do Comitê:


“Pelas crianças, porém, notadamente por elas, fizemos tudo o que estava ao nosso alcance. E pesa-nos dize-lo que grande parte dos menores reunidos pela comissão, dentre eles meninas pobres e mocinhas, se achavam em casa de quitandeiras e prostitutas. Foi, pois, para lamentar, a distribuição indevida das crianças, sendo muitas remetidas para vários pontos do Estado e para esta capital, como uma lembrança viva de Canudos ou como um presente.”
 Armando AlgumSendo assim, eu poderia me estender com inúmeras histórias deste povo guerreiro, que lutou até o fim, sem nunca se entregar, com muita honra e coragem. Nem a ausência de Antônio Conselheiro, que morrera dias antes de doença, arrefeceu o brio destes bravos homens, que apenas queriam uma condição mais digna para viver. Nada mais que isso, prova disso é que os cadáveres dos soldados e militares, mumificados pela seca, permaneceram intactos, e ficando em seus bolsos, seus valores em dinheiro. A cidade hoje se encontra submersa por uma represa. Mas a realidade pouco mudou. A nova Canudos, município com 15 mil habitantes, é uma das cidades mais pobres da Bahia, segundo trabalho de levantamento da UNEB. Rui Barbosa escreveu sobre o genocídio, em texto pouco conhecido. Segue trecho:
"Felizes os nossos companheiros, que morreram arrostando os leões; nós acabamos às garras das hienas".
http://armandoalguma.blogspot.com/2013/05/afinal-quem-e-lelis-piedade.html

ANIVERSÁRIO DE DÉ, GAÚCHO, SCHIMIDT E NICEA

 Comemoram mais um ano de vida os santanopolitanos, do signo de Touro, sob proteção de Oxossi, Deraldo Barbosa Cerqueira (Dé), Luiz Flávio Travi (Gaúcho), Maria de Fátima Abreu Schimidt e Nicea Sampaio Ferreira.
Gaúcho
Aniversário não é apenas aumentar um número à idade, devem se alegrar e celebrar por completar mais um ano de vida. Feliz aniversário!


Schimidt
Niceia

sábado, 20 de junho de 2020

REGISTROS HISTÓRICOS DE 20/06


“MEMÓRIAS DE ARNOLD FERREIRA DA SILVA"
Organizado pelos santanopolitanos, Carlos Alberto Almeida Mello e Carlos Alberto Oliveira Brito e editado "Fundação Senhor dos Passos". Núcleo de Preservação da Memória Feirense - Rollie E Poppino.


Dia de hoje no tempo:

1851 - É nomeado o juiz Municipal e d’Orfãos deste termo o bacheral Antonio Luis Affonso de Carvalho.

1896 – Incêndio numa casa de fogueteiros, a rua Rua General Osório, de que resultam 4 mortos e vários feridos.

1896 – Após 40 anos de residência nesta cidade, onde foi laborioso industrial, transfere-se para cidade de areia o coronel Raynundo Barbosa de Souza.


1915 – Está sendo observado, pela madrugada, um cometa, provavelmente o Melish segundo informa o Observatório Astronômico do Rio de Janeiro. 

MICARÊTA HÁ TEMPOS IDOS

Neste grupo só reconheci
  o 3º, Luiz Nascimento, acho..
.

Da esquerda para a direita: Hugo Navarro,
 Antônio Navarro, ?, ?, Aloysio Souza,
 Edigar (Bangu), Ederval Falcão (Dedé).
O grupo era tão muquirana, que a fantasia
foi financiada pela Souza Cruz e representava
carteiras de cigarro. Todos eram santanopolitanos

ANIVERSÁRIO DE BRANDÃO E LÊDA

Hoje é dia de festa, no máximo em on line, por causa da "besta fera", dos santanopolitanos, do signo de Gêmeos, sob proteção de Ibejis, Antonio Carvalho Brandão de Souza e Lêda Sampaio Oliveira. 
Parabéns por hoje, mas felicidades sempre.

sexta-feira, 19 de junho de 2020

REGISTROS HISTÓRICOS DE 19/06


“MEMÓRIAS DE ARNOLD FERREIRA DA SILVA"
Organizado pelos santanopolitanos, Carlos Alberto Almeida Mello e Carlos Alberto Oliveira Brito e editado "Fundação Senhor dos Passos". Núcleo de Preservação da Memória Feirense - Rollie E Poppino. 


Dia de hoje no tempo:


1904 - Estréia, no teatro Sant’Anna, o Grémio Dramático Taborda, sob a direção de Miguel Araújo tomando parte na representação entre outros, Tude Oliveira, Ulysses Silva, J. Sant’Anna e o Sr.  Braulio Miranda. Findo o espetáculo falam o advogado Luiz Araujo, o pharm. Arthur Fróes e Sr. Adelardo Carvalho.

QUADRAS ESPORTIVAS DO COLÉGIO SANTANÓPOLIS - 1934/1935




Filme do Santanopolis dos anos 60