Símbolos do Santanópolis

FOTO OFICIAL DO ENCONTRO

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segunda-feira, 9 de abril de 2012

ANIVERSÁRIO DE ANTONIO SÉRGIO ÁRAS ALMEIDA

 O aniversariante do dia é o Santanopolitano Sérgio Aras, acho que o presente maior que gostaria, como ecologista fanático, é vislumbrar nosso planeta limpo. Não podemos realizar tudo o desejado, mas podemos fazer nossa parte para a felicidade do aniversariante.

domingo, 8 de abril de 2012

ANIVERSÁRIO DE EVANDRO JOSÉ DE OLIVEIRA FILHO

Aniversário do Santanopolitano Evandro Filho, desejamos muitos anos mais de felicidade e saúde.
PARABÉNS

ANTÔNIO CARLOS SAMPAIO MARQUES


Carlos Marques - 1924-2005

Nasceu em Feira de Santana, no dia 12 de fevereiro 1924. Filho de Manoel Marques e Raulinda Sampaio Marques.
Iniciou a sua vida escolar em várias escolas particulares, incluindo a da Prof’. Célida Soares da Rocha. Cursou Magistério na Escola Normal de Feira de Santana, em 1939.
Em 1941, já trabalhava com o seu pai, na firma revendedora de máquinas Singer. Foi convidado juntamente com outros colega a participar do Torneio Interestadual de Basquetebol, concorrendo à Taça “Urbano Pedral Sampaio”, disputado no Colégio Normal da Bahia, em Salvador, em novembro de 1941, sagrando-se campeão pelo referido Torneio. De volta à Feira, foi homenageado, com e seus companheiros de equipe, pela Escola Normal de Feira de Santana, quando desfilou pelas ruas da cidade, em carro aberto tendo à frente a Banda Marcial desta escola.
Em 1945, ingressou no Aeroclube de Feira de Santana, conseguindo o brevê de Piloto Civil, tomando-se apto à carreira piloto da FAB. Neste mesmo período fez o curso de Contabi1idade na Escola de Comércio do Ginásio Santanópolis, concluindo em 1947.
Em 1948, Carlos candidatou-se a vereador pelo PTB, quando lutou em defesa da Constituição e pela solução dos grave problemas desta cidade.
Em 1950, casou-se com Julieta Oliveira, com a qual teve sete filhos: Cláudia. Olivia, Carlos Filho, Márcia, Virgínia, Jader e Flávia.
Carlos Marques conheceu muitos países, viajando com sua esposa. para a Europa por várias vezes.
Na década de 70, instalou a segunda maior galeria comercial da cidade, a Carmac, que até hoje a família administra.
Foi sócio-fundador do Sindicato dos Produtores Rurais, onde foi homenageado com uma placa em 1958; do Lyons Clube de Feira de Santana, em 1 977, participou de uma Convenção desse Clube de serviços, na Europa, em 1978; do Feira Tênis Clube e do Campo Cajueiro; da Sociedade Filarmônica 25 de Março.
Sócio-fundador do Clube de Dirigentes Lojistas de Feira de Santana, em 1977, recebendo o título “Ao Lojista de Sempre”, em fevereiro de 1983.
Compositor de marchas carnavalescas, dotes herdados de seu avô, Tertuliano Sampaio, musicista. Participou de várias comissões organizadoras da Micareta, sendo ainda presidente.
Incentivador incansável dos movimentos teatrais que surgiram na cidade. Foi um dos produtores do filme “O Grito da Terra” do cineasta Olney São Paulo, baseado no romance de Ciro Leite.
Era um desportista fanático. Fundou o Bahia de Feira e foi Conselheiro Deliberativo do Fluminense de Feira e dirigente da LFD (Liga Feirense de Desportos). Acompanhou a Seleção Brasileira na Copa do Mundo, em 1966, na Inglaterra.
Acometido de uma enfermidade cardíaca e submetendo-se a uma intervenção cirúrgica, a aplicação anestésica deixou seqüelas, danificando seu cérebro, paralisando-o.
Faleceu no dia 19 de abril de 2005, depois de uma longa enfermidade, deixando viúva, sete filhos, dezoito netos e uma bisneta.
Fonte: "Inquilinos da Casa da Cidadania" - Oliveira, Lélia Vitor Fernandes


sexta-feira, 6 de abril de 2012

ALUNOS DO SANTANÓPOLIS

ENVIADA POR: CARLOS LIMA
QUANDO - 1965
Alunos da 4ª série de ginásio, do Santanópolis, lembro do nome de poucos, mais aí vai, quem reconhecer outros que comentem. Da esquerda para a direita, em pé: o 13º é Deusimar; agachados, o 5º é Joel; o 10º Carlos Lima (?); 11º Cajaiba. Ao fundo o Pronto de Socorro do Estado Santanópolis, de responsabilidade da Secretária de Saúde do mesmo Governo.

quinta-feira, 5 de abril de 2012

OSVALDO TORRES – UM EXEMPLO


A História está cheia de exemplos de pessoas, que no decorrer da vida se recriaram, formando personalidades marcantes, que de certa forma exerceram influência sobre a sociedade em que viveram.
Júlio César foi uma das pessoas que souberam se transformar. Simples servidor público de Roma, conseguiu consulado e fama de grande empresário. Certo dia resolveu atravessar o Rubicão, quando teria pronunciado a frase que ficou célebre, “a sorte está lançada”, e partiu para as guerras da Gália, sobre as quais deixou imortal relato, venceu o Egito e levou Cleópatra a Roma, como troféu, conquistando poder e glória somente contidos nos “idos de março”, mas passou a ser exemplo para quem deseja o domínio das massas, que ele sabia manobrar com a experiência adquirida nos espetáculos teatrais.
Abraham Lincoln, lavrador do Kentuchy, apagado advogado e desconhecido político de Ilinois, entendeu que a América aceitaria, para presidente da república, simples homem do campo, mas corajoso e firme, figura que representou muito fielmente com seu aspecto descuidado, barbas e ditos chistosos, cheios de sabedoria, como a resposta, aos oficiais da União, na guerra de Secessão, que se queixavam do excesso de bebida do comandante Grant. O presidente perguntou qual a marca do uísque do então coronel, para lhe mandar alguns barris da bebida. Ante o espanto da oficialidade, explicou: ele está ganhando a guerra. Vocês a estão perdendo.
Certos psicólogos chegam a dizer que a capacidade de agir pode ser de vital importância na vida das pessoas, embora a imobilidade às vezes seja mais importante do que qualquer movimento. Esse pode ser o segredo de muitos dos vitoriosos do mundo.
Osvaldo Torres é exemplo do homem que se fez, honestamente, e soube conquistar lugar de liderança na comunidade agindo quando necessário. Sua origem é modesta. Trabalhou desde a infância. Foi funcionário do famoso “Cine-Teatro Iris”, na sua época extraordinária conquista desta cidade. Osvaldo lutou. Conseguiu a representação da cerveja “Antártica”, dando emprego a João de Assis (João Minhavó), cobrador da firma de que era gerente Armando Curvelo (Pinto de Nestor). Instalou e dirigiu, nesta cidade, a “Transportadora Estrela do Norte”, e se lançou, vitoriosamente, no ramo imobiliário, quando montou e dirigiu uma incorporadora de imóveis. Estávamos longe dos prédios de apartamentos, mas nesta cidade há ruas inteiras construídas por Osvaldo Torres, cujo instinto gregário manifestou-se na criação, com a ajuda de outros, do “Clube dos Treze”, “Clube dos Gourmets” e diversas outras organizações comunitárias. Foi o grande reformador do “FeiraTênis Clube”, cuja sede ampliou.  Construiu a primeira piscina do atual porque aquático daquele próprio e fez parte da comissão que idealizou e construiu o “Clube de Campo Cajueiro”. Esportista, jogou futebol no “Floresta” de Manoel de Emília, como lateral-direito e nunca abandonou o futebol. Teve importante participação no “Fluminense” local, nos heroicos tempos daquela agremiação, e em outras entidades ligadas ao esporte antigamente chamado de bretão.
Osvaldo Torres criou, neste Município, a “Semana Inglesa”, conquistada com abaixo-assinados de empregados e patrões e com o seu prestígio junto ao prefeito João Marinho Falcão, façanha  semelhante à do Pe. Ovídio quando convenceu o comércio a fechar aos domingos.
Nunca pleiteou vantagem ou cargo da política, que serviu fielmente. Houve época em que nada se fazia, em certos setores desta cidade, sem consultar Osvaldo Torres, que trabalhou, em governo do prefeito José Falcão, como secretario. Hoje, está afastado se suas atividades, mas não abandona, nem esquece os amigos.
Hugo Navarro da Silva - Santanopolitano, foi aluno e professor do Colégio Santanópolis. Advogado, jornalista escreve para o "Jornal Folha do Norte". Gentilmente, a nosso pedido, envia semanalmente a matéria produzida

quarta-feira, 4 de abril de 2012

ANIVERSÁRIO DE DAN DALTRO

 Dan, o aniversariante de hoje faz de uma familia enorme de Santanopolitanos, alunos e professores, todos muito participativos: Banda, Coral, Conjunto Musical etc. É com grande alegria que nos juntamos às comemorações de hoje.

BREVE HISTÓRIA DOS ESPOTES NO SÉCULO XX

A Inglaterra era o berço da maioria dos esportes de destaque mundial, e os primeiros amadores ingleses apregoavam o culto à justiça. A disputa tinha de ser mais importante do que a vitória, e o espírito de competição sobrepunha-se ao placar final. Alguns dos mais conhecidos clubes ingleses de futebol da atualidade têm sua origem nas equipes das escolas dominicais, tendo sido formados de acordo com a ideologia do “cristianismo muscular” (Movimento da era vitoriana que enfatizava a necessidade de um ativismo cristão enérgico, combinado com um ideal de masculinidade vigorosa). Esporte e jogo limpo eram quase sinônimos. Se os campeões de 1900 tivessem a chance de testemunhar grandes disputas esportivas um século mais tarde, ficariam um tanto desapontados pela enorme ênfase dada à vitória.
No início do século, eram poucos os jogos que reuniam multidões. Esportes populares como a corrida de cavalos, a luta de touros, o críquete, o beisebol, o futebol e o boxe dificilmente atraíam competidores e espectadores estrangeiros. Mesmo os principais torneios de tênis que aconteciam a cada verão em Wimbledon contavam, em grande medida, com jogadores britânicos. Houve agitação quando May Sutton, uma norte-americana, apareceu: ela jogava com os antebraços desnudos, o que foi considerado indelicado e lhe rendeu o apelido de “lavadeira”.
Eventos esportivos internacionais se tornaram mais freqüentes nas duas décadas anteriores à Primeira Guerra Mundial. Os Jogos Olímpicos de Paris, em 1900, e St. Louis, em 1904, careceram de excelência, uma vez que os melhores atletas do mundo não tinham como pagar para ir até os locais dos jogos ou, por serem profissionais, não tinham permissão de participar —  as competições, renascidas em Atenas, em 1896, eram apenas para amadores. O futebol, inventado na Grã-Bretanha e, na época, o esporte mais popular do mundo, tinha pouca pretensão de ter fama internacional. No críquete, os únicos times que competiam regularmente eram os da Austrália e os da Inglaterra. O remo (individual) e o boxe eram esportes internacionais —  os remadores atraíam, provavelmente, os maiores públicos do mundo —  mas poucos países competiam. A Volta da França aconteceu pela primeira vez em 1903, e a maioria dos ciclistas era francesa. A Copa Davis teve sua primeira competição em 1900, e somente equipes Ing1esas foram até Boston para disputá-la.
Poucos arriscariam dizer que os esportes se tornariam uma arte tão importante da indústria do entretenimento. Mais tarde, a energia elétrica e os estádios cobertos permitiram que os jogos fossem dissputados também durante a noite; as partidas aos domingos, outrora tabu em países anglófonos, começaram a reunir grandes públicos, O rádio e a televisão aumentavam a audiência. Os benefícios que a mídia eletrônica poderia trazer para os esportes foram percebidos em New Jersev, em 1921, quando o boxeador Jack Dempsey, conhecido como “o Matador de Manassa’ lutou contra o francês Georges Carpentier. Cerca 80 mil pessoas pagaram caro para assistir ao combate, e milhares acompanharam pelo rádio —  uma novidade. É provável que o evento tenha sido o primeiro acontecimento esportivo a ser simultaneamente assistido por um público presente e por outro distante.
Os esportes aos poucos derrubavam barreiras de raça, sexo e classe. No começo, a maioria das modalidades era praticada apenas por h:mens; em 1900, nos Jogos Olímpicos de Paris, havia apenas duas práticas permitidas para mulheres —  tênis em quadra de grama e golfe. Passam-se quase trinta anos até que surgissem modalidades esportivas básicas e uma disputa de ginástica específicas para mulheres.
Os atletas do Terceiro Mundo —  raramente vistos nos importantes eventos esportivos dos primeiros tempos —  começaram a ganhar medalhas de ouro. Velocistas das ilhas caribenhas da Jamaica, Trinidad Cuba conquistaram seis medalhas de ouro entre 1948 e 1984. As montanhas da África Oriental tiveram seus primeiros campeões olímpicos na década de 1960, quando os etíopes venceram a maratona três vezes seguidas, enquanto os quenianos triunfavam em outras provas de resistência.
Fonte: "UMA BREVE HISTÓRIA DO SÉCULO XX - Blaney, Geoffrey

segunda-feira, 2 de abril de 2012

ANIVERSÁRIO DE PAULO CESAR BASTOS

Mais um ano de vida do Santanopolitano, engenheiro e fazendeiro, Paulo Cesar. Esperamos que chova muito na sua fazenda, nós sabemos quanto precisamos. Seguramente este seria um ótimo presente, infelizmente só podemos torcer para que ele se realize. 

domingo, 1 de abril de 2012

ANIVERSÁRIO DE ALDEMIRA MARIA PEREIRA FERREIRA

Completa mais um ano de vida a Santanopolitana, Mira Ferreira. 


Vida longa e cheia de felicidade, é o que deseja o Blog Sanatanópolis.

Filme do Santanopolis dos anos 60